quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Médico diz que trabalho preventivo de lesões faz parte da rotina no Atlético

Lasmar ressalta que estratégia do clube não mudou por causa da proximidade do Mundial
Redação - Superesportes
Publicação:02/10/2013 09:55
Atualização:01/10/2013 19:45
A menos de três meses para o Mundial de Clubes, o Atlético sofre com série de lesões no elenco. A prevenção faz parte da estratégia do clube. Esse esquema, ressalta o médico Rodrigo Lasmar, não foi adotado apenas agora. Prevenir contusões faz parte da rotina de trabalho na Cidade do Galo.
“Essa preocupação não existe a partir de agora, existe há muito tempo, com
prevenção, com cuidados de tirar atletas quando vemos necessidade. Sempre fazemos essa estratégia para poupar e estudar para não termos perdas. Já existia anteriormente e segue assim”, destaca o médico.
Atualmente, são sete jogadores no departamento médico. Quatro deles recém-lesionados: Ronaldinho Gaúcho (ruptura do músculo adutor da coxa esquerda – corre risco de não jogar o Mundial), Richarlyson (ruptura do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo – já está vetado para o Mundial), Réver (edema no pé direito), Dátolo (lesão na panturrilha esquerda).
Já estavam em tratamento o atacante Guilherme (estiramento grau dois no adutor da coxa esquerda), o zagueiro Gilberto Silva (ruptura do menisco do joelho direito) e o lateral-direito Michel (lesão no tendão do tornozelo direito).
Segundo o médico atleticano, algumas lesões não tem nenhuma relação ao apertado calendário do futebol brasileiro.
“É difícil agrupar todos dentro de uma mesma justificativa. Réver, Richarlyson e Michel não têm nenhuma relação ao excesso de jogos. Nós sempre relacionamos as lesões pelo número de horas jogo e treino. Quanto mais horas jogo ele tem, mais risco de lesão. Mas esses casos são fatalidades. Já as lesões musculares podemos pensar em fatores que poderiam aumentar a incidência.”
Mesmo para as lesões musculares a maratona de partidas não pode ser considerada como única culpada:
“Faz parte da rotina do que é o futebol hoje em dia. Existe uma rotina intensa em outros países também. Futebol é um grande negocio, e a maneira dos clubes arrecadarem é jogando. Falar diretamente que essas lesões têm a ver com calendário, é difícil. Pode ter algum tipo de relação com jogos quarta e domingo, mas mesmo assim não faço uma correlação direta.”

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