Jonílson, remanescente de 2009, esquece provocação rival: 'Nosso foco está no campo'Atleticanos evitam polemizar provocação arquitetada para sábado pelos cruzeirenses. Rincón avisa: ‘Só serve para motivar nossos jogadores’
Marcelo Machado Belo Horizonte
Arquitetada via internet por torcedores do Cruzeiro, a “Operação Flanelinha” já repercutiu na Cidade do Galo. Após o treino desta quinta-feira, os jogadores atleticanos comentaram sobre a provocação dos celestes, que, por meio de comunidades virtuais, estão planejando levar para o clássico de sábado, 17h, no Mineirão, milhares de flanelinhas para ironizar o Galo.
A piada, vale lembrar, diz respeito ao fato de o Atlético ter “guardado” a vaga na Libertadores de 2010 para o Cruzeiro. Isso porque o Galo passou a maior parte do Campeonato Brasileiro no G-4, perdendo posições na reta final, ao passo que a Raposa recuperou-se no fim e conquistou a classificação.
- Independentemente daquilo que o torcedor do Cruzeiro vai levar ou não, nós temos de estar concentrados na partida, até porque o clássico move muitas coisas. A gente sabe que muitas coisas podem acontecer depois de um clássico. Então, temos de estar imbuídos de uma coisa só, que é conseguir a vitória – declarou o volante Jonílson, que participou da campanha atleticana no Brasileiro de 2009.
Já o atacante Muriqui foi contratado nesta temporada e não vivenciou a reviravolta de posições que envolveu os rivais mineiros e motivou a tal anedota da flanelinha.
- Acho que o torcedor tem o direito de fazer tudo. Ele vai para o estádio para ver a gente jogar, para olhar o espetáculo. Então, eles têm o direito de fazer o que querem. É uma provocação do lado deles, mas, como eu não estava aqui no ano passado, não posso encarar de uma maneira provocativa. Acredito que os outros jogadores que vão entrar estão tranquilos também e sabem que é outro jogo, outro campeonato. O que passou, passou, não volta atrás. Agora, é viver o momento e procurar vencer – disse Muriqui, mostrando diplomacia e foco.
Para o colombiano Freddy Rincón, auxiliar técnico de Vanderlei Luxemburgo no Atlético, a provocação dos cruzeirenses tem apenas uma utilidade:
- Isso é coisa da parte de torcedor, e só deve servir para motivar o jogador do Atlético. De resto, é uma coisa entre torcedor e fica daqui para fora. Não acrescenta nada – afirmou.
A diretora executiva do Atlético, Adriana Branco, chegou a entrar em contato com o departamento de marketing do Cruzeiro para saber se a “Operação Flanelinha” contava com o apoio financeiro do clube celeste.
- O Cruzeiro não colocou um centavo sequer. Trata-se de uma manifestação da torcida. A nossa resposta foi pelo site – respondeu o diretor de marketing do Cruzeiro, Antônio Claret.
Claret se referiu à provocação do Cruzeiro após a rodada final do Brasileirão de 2009, que definiu a conquista da vaga na Libertadores pelo clube. A Raposa, na ocasião, colocou uma flanela como página de abertura em seu site oficial.
A piada, vale lembrar, diz respeito ao fato de o Atlético ter “guardado” a vaga na Libertadores de 2010 para o Cruzeiro. Isso porque o Galo passou a maior parte do Campeonato Brasileiro no G-4, perdendo posições na reta final, ao passo que a Raposa recuperou-se no fim e conquistou a classificação.
- Independentemente daquilo que o torcedor do Cruzeiro vai levar ou não, nós temos de estar concentrados na partida, até porque o clássico move muitas coisas. A gente sabe que muitas coisas podem acontecer depois de um clássico. Então, temos de estar imbuídos de uma coisa só, que é conseguir a vitória – declarou o volante Jonílson, que participou da campanha atleticana no Brasileiro de 2009.
Já o atacante Muriqui foi contratado nesta temporada e não vivenciou a reviravolta de posições que envolveu os rivais mineiros e motivou a tal anedota da flanelinha.
- Acho que o torcedor tem o direito de fazer tudo. Ele vai para o estádio para ver a gente jogar, para olhar o espetáculo. Então, eles têm o direito de fazer o que querem. É uma provocação do lado deles, mas, como eu não estava aqui no ano passado, não posso encarar de uma maneira provocativa. Acredito que os outros jogadores que vão entrar estão tranquilos também e sabem que é outro jogo, outro campeonato. O que passou, passou, não volta atrás. Agora, é viver o momento e procurar vencer – disse Muriqui, mostrando diplomacia e foco.
Para o colombiano Freddy Rincón, auxiliar técnico de Vanderlei Luxemburgo no Atlético, a provocação dos cruzeirenses tem apenas uma utilidade:
- Isso é coisa da parte de torcedor, e só deve servir para motivar o jogador do Atlético. De resto, é uma coisa entre torcedor e fica daqui para fora. Não acrescenta nada – afirmou.
A diretora executiva do Atlético, Adriana Branco, chegou a entrar em contato com o departamento de marketing do Cruzeiro para saber se a “Operação Flanelinha” contava com o apoio financeiro do clube celeste.
- O Cruzeiro não colocou um centavo sequer. Trata-se de uma manifestação da torcida. A nossa resposta foi pelo site – respondeu o diretor de marketing do Cruzeiro, Antônio Claret.
Claret se referiu à provocação do Cruzeiro após a rodada final do Brasileirão de 2009, que definiu a conquista da vaga na Libertadores pelo clube. A Raposa, na ocasião, colocou uma flanela como página de abertura em seu site oficial.
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