
Carini admite falhas individuais, mas acredita que o problema será corrigido com o trabalho de Vanderlei
Do UOL Esporte
Em Belo Horizonte
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Nos seus quatro primeiros jogos no Campeonato Mineiro, o Atlético-MG sofreu seis gols, o mesmo número das campanhas de 2007 e 2005, mas o dobro do que aconteceu nas duas últimas competições, quando o alvinegro foi vazado apenas três vezes em 2008 e 2009.
Tantos gols sofridos, levaram o técnico Vanderlei Luxemburgo a dar especial atenção ao setor. Foi assim, por exemplo, no treinamento da tarde de terça-feira, quando ele orientou de perto os jogadores da defesa, chegando a gritar algumas vezes.
Em todos os quatro jogos disputados pelo Atlético na atual edição do Mineiro, o Atlético foi vazado: duas vezes na vitória sobre o Tupi, por 3 a 2, e no empate com o Uberaba, em 2 a 2. Nas outras duas partidas, foram um gol sofrido, nos empates com América-MG e Ipatinga, ambos em 1 a 1.
No Campeonato do ano passado, por exemplo, das quatro rodadas iniciais, o Atlético-MG não sofreu gols em dois jogos: empate com o América-MG e na vitória sobre o Social, por 3 a 0. Em 2008, isso aconteceu no triunfo sobre o Villa Nova, por 2 a 0; em 2007, no empate com o Rio Branco e, em 2006, na igualdade com o Ipatinga.
Em 2002, Atlético-MG, Cruzeiro e América-MG participaram da Copa Sul-Minas e disputaram somente o Supercampeonato Mineiro, com a presença também da Caldense. Desde 2003, quando o certame voltou a ser realizado de forma convencional, o melhor desempenho da defesa atleticana, após os quatro primeiros jogos, foi em 2004, quando levou dois gols, em um único jogo: 2 a 2 com o Social, Nos outros três, não foi vazado.
Para o goleiro Carini, o Atlético-MG como um todo ainda está no período de adaptação ao sistema de jogo implantado por Vanderlei Luxemburgo e a defesa não é diferente. O jogador uruguaio reconhece que ocorreram falhas individuais, inclusive dele, mas acredita que essa situação será corrigida rapidamente.
“É preciso mais concentração e aprender rapidamente o que quer o treinador. Quanto antes isso acontecer será melhor para facilitar a atuação da equipe, para dar mais confiança à equipe, serve para dar tranquilidade aos jogadores”, comentou Carini, que levou cinco dos seis gols atleticanos. O primeiro foi no goleiro Aranha, titular na estreia diante do América-MG.
O uruguaio quer uma linha de defesa firme, que possa dar tranquilidade para os atacantes jogarem e marcarem os gols que garantirão as vitórias do Atlético. “Não queremos cometer erros, mas lamentavelmente cometemos, como aconteceu contra o Uberaba, quando permitimos a reação ao adversário. A equipe está trabalhando sério, muito conscientizada para corrigir problemas e daqui a pouco os erros vão passar”, disse.
No clássico contra o Cruzeiro, no próximo sábado, às 17h, o Atlético-MG terá uma mudança forçada em sua zaga: o paraguaio Cáceres cumprirá suspensão automática, pela expulsão na estreia contra o Uberaba, e, por isso, Werley voltará a formar dupla com Jairo Campos.
“Já jogamos juntos várias partidas, já nos conhecemos bastante, é um grande defensor, como são todos, aqui o importante não é individual, mas o coletivo”, afirmou Carini, que foi cobrado por Luxemburgo para orientar mais os seus companheiros. “Os jogadores têm de ouvir sua voz, Carini”, afirmou o técnico, durante o treinamento.
Carini assume a importância do goleiro orientar a defesa, mas divide a responsabilidade com seus companheiros. “O goleiro como está atrás sempre vê melhor o time jogar, mas é importante que todo mundo fale, converse para corrigir os erros”, destacou.
Tantos gols sofridos, levaram o técnico Vanderlei Luxemburgo a dar especial atenção ao setor. Foi assim, por exemplo, no treinamento da tarde de terça-feira, quando ele orientou de perto os jogadores da defesa, chegando a gritar algumas vezes.
Em todos os quatro jogos disputados pelo Atlético na atual edição do Mineiro, o Atlético foi vazado: duas vezes na vitória sobre o Tupi, por 3 a 2, e no empate com o Uberaba, em 2 a 2. Nas outras duas partidas, foram um gol sofrido, nos empates com América-MG e Ipatinga, ambos em 1 a 1.
No Campeonato do ano passado, por exemplo, das quatro rodadas iniciais, o Atlético-MG não sofreu gols em dois jogos: empate com o América-MG e na vitória sobre o Social, por 3 a 0. Em 2008, isso aconteceu no triunfo sobre o Villa Nova, por 2 a 0; em 2007, no empate com o Rio Branco e, em 2006, na igualdade com o Ipatinga.
Em 2002, Atlético-MG, Cruzeiro e América-MG participaram da Copa Sul-Minas e disputaram somente o Supercampeonato Mineiro, com a presença também da Caldense. Desde 2003, quando o certame voltou a ser realizado de forma convencional, o melhor desempenho da defesa atleticana, após os quatro primeiros jogos, foi em 2004, quando levou dois gols, em um único jogo: 2 a 2 com o Social, Nos outros três, não foi vazado.
Para o goleiro Carini, o Atlético-MG como um todo ainda está no período de adaptação ao sistema de jogo implantado por Vanderlei Luxemburgo e a defesa não é diferente. O jogador uruguaio reconhece que ocorreram falhas individuais, inclusive dele, mas acredita que essa situação será corrigida rapidamente.
“É preciso mais concentração e aprender rapidamente o que quer o treinador. Quanto antes isso acontecer será melhor para facilitar a atuação da equipe, para dar mais confiança à equipe, serve para dar tranquilidade aos jogadores”, comentou Carini, que levou cinco dos seis gols atleticanos. O primeiro foi no goleiro Aranha, titular na estreia diante do América-MG.
O uruguaio quer uma linha de defesa firme, que possa dar tranquilidade para os atacantes jogarem e marcarem os gols que garantirão as vitórias do Atlético. “Não queremos cometer erros, mas lamentavelmente cometemos, como aconteceu contra o Uberaba, quando permitimos a reação ao adversário. A equipe está trabalhando sério, muito conscientizada para corrigir problemas e daqui a pouco os erros vão passar”, disse.
No clássico contra o Cruzeiro, no próximo sábado, às 17h, o Atlético-MG terá uma mudança forçada em sua zaga: o paraguaio Cáceres cumprirá suspensão automática, pela expulsão na estreia contra o Uberaba, e, por isso, Werley voltará a formar dupla com Jairo Campos.
“Já jogamos juntos várias partidas, já nos conhecemos bastante, é um grande defensor, como são todos, aqui o importante não é individual, mas o coletivo”, afirmou Carini, que foi cobrado por Luxemburgo para orientar mais os seus companheiros. “Os jogadores têm de ouvir sua voz, Carini”, afirmou o técnico, durante o treinamento.
Carini assume a importância do goleiro orientar a defesa, mas divide a responsabilidade com seus companheiros. “O goleiro como está atrás sempre vê melhor o time jogar, mas é importante que todo mundo fale, converse para corrigir os erros”, destacou.
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