
Chico Vilela - Portal Uai
O técnico Emerson Leão já definiu quais posições serão prioridade para a contratação de reforços. Segundo o novo técnico do Galo, o clube deverá concentrar seus esforços na busca de um volante, um goleiro e um centroavante. O volante seria a “emergência”. Leão justificou a escolha destacando a contusão de Serginho, que vem de cirurgia no joelho direito, e de Rafael Miranda, que sofre com constantes problemas físicos.
“O Serginho vem de uma cirurgia grave, temos que nos preocupar em recuperá-lo. O Rafael Miranda vai e volta, vai e volta, e ele não pode mais fazer isto. Ou resolve ou mudamos a situação. Se pensarmos assim, já achamos uma emergência. É uma questão de bom senso. Além disto, dois lados de alta confiança, que significam instrumentos de precisão, são o goleiro e o centroavante. O goleiro pode errar 10% e o centroavante tem que acertar as 10 necessárias”, analisou.
O treinador queixou-se do pequeno número atletas que estão à sua disposição no atual grupo do Atlético. Apesar disto, Leão refutou qualquer tipo de “barca de reforços”. Segundo ele, a preferência no momento é a de contratar jogadores que possam se tornar referências da equipe, mesmo que sejam em menor quantidade.
“De uma forma geral, nós vimos uma quantidade muito pouca de atletas para começar a pré-temporada. Se quisermos fazer um coletivo no primeiro dia da pré-temporada não vai ter jeito, não iremos fazer. Quantidade não significa qualidade. Prefiro trabalhar com menos, mas capazes, ao invés de contratar dez mais ou menos. Poder contar com quatro bons soluciona melhor do que os dez, porque nós temos uma base pra sempre estar apostando e colaborando. Inegavelmente, o time precisa de referencial. Nestes, temos algumas emergências. Já coloquei ao presidente que estas emergências nós precisamos solucionar antes da estrutura geral. No total do grupo, nós podemos contratar depois. Aqueles que são coadjuvantes, que compõem um bom banco, que ajudam na hora de entrar, não só assistem ao jogo”, ponderou.
“O Serginho vem de uma cirurgia grave, temos que nos preocupar em recuperá-lo. O Rafael Miranda vai e volta, vai e volta, e ele não pode mais fazer isto. Ou resolve ou mudamos a situação. Se pensarmos assim, já achamos uma emergência. É uma questão de bom senso. Além disto, dois lados de alta confiança, que significam instrumentos de precisão, são o goleiro e o centroavante. O goleiro pode errar 10% e o centroavante tem que acertar as 10 necessárias”, analisou.
O treinador queixou-se do pequeno número atletas que estão à sua disposição no atual grupo do Atlético. Apesar disto, Leão refutou qualquer tipo de “barca de reforços”. Segundo ele, a preferência no momento é a de contratar jogadores que possam se tornar referências da equipe, mesmo que sejam em menor quantidade.
“De uma forma geral, nós vimos uma quantidade muito pouca de atletas para começar a pré-temporada. Se quisermos fazer um coletivo no primeiro dia da pré-temporada não vai ter jeito, não iremos fazer. Quantidade não significa qualidade. Prefiro trabalhar com menos, mas capazes, ao invés de contratar dez mais ou menos. Poder contar com quatro bons soluciona melhor do que os dez, porque nós temos uma base pra sempre estar apostando e colaborando. Inegavelmente, o time precisa de referencial. Nestes, temos algumas emergências. Já coloquei ao presidente que estas emergências nós precisamos solucionar antes da estrutura geral. No total do grupo, nós podemos contratar depois. Aqueles que são coadjuvantes, que compõem um bom banco, que ajudam na hora de entrar, não só assistem ao jogo”, ponderou.
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