
Mancini não deve começar jogando neste domingo, diante do Atlético-GO, na Arena
Vicente Ribeiro - Superesportes
Publicação:18/06/2011 18:58
Atualização:18/06/2011 19:12
Sem saber se será mantido como titular diante do Atlético-GO, neste domingo, na Arena do Jacaré, pelo Campeonato Brasileiro, o meia-atacante Mancini encara como positivo o que ele chama de revezamento promovido pelo técnico Dorival Júnior na equipe titular. Seja por problemas de contusão ou por opção tática, o treinador ainda não repetiu a escalação nas quatro partidas disputadas pela competição.
Na defesa, o lateral Patric começou como titular nas duas primeiras partidas, mas se contundiu e cedeu vaga a Rafael Cruz, diante do Bahia, na última rodada, que acabou não emplacando e já deixou o clube. O zagueiro Leonardo Silva não atuou na estreia, contra o Atlético-PR, mas retornou ao time no jogo seguinte. No meio-campo, Serginho ficou fora das duas primeiras partidas, até reassumir a posição. Richarlyson, que começou o Brasileiro como titular, se contundiu em Salvador e está afastado. O mesmo ocorreu com Fillipe Soutto, lesionado.
No ataque, o próprio Mancini fez rodízio com Guilherme, que começou como titular nas duas primeiras partidas, até se contundir e ceder o lugar ao experiente companheiro. O único jogador de frente titular nos quatro confrontos do Atlético no Brasileiro foi Magno Alves, autor de dois gols, mas o parceiro vem sendo trocado a cada dois jogos, em média.
Para Mancini, que disputa a vaga com o próprio Guilherme para encarar o Atlético-GO, o revezamento entre os titulares é até benéfico, já que motiva os jogadores a buscarem um lugar na equipe. “O Dorival usa muito isso, sempre vai mudando e dá opções ao time. É uma coisa positiva para o lado da motivação, pois assim ninguém se considera titular absoluto. Ele procura sempre mudar, abrir leques para novas opções”, avaliou.
Mancini considera importante todos se desdobrarem nos treinamentos, para mostrar serviço ao comandante. “É uma briga boa, a força do grupo é essa, os 11 que vêm jogando com mais frequência não podem se achar titulares, enquanto os que estão no time reserva precisam procurar trabalhar para estar em forma. Quem vai ganhar com isso é o grupo”, argumentou.
O treinador, no entanto, disse que o revezamento na equipe é até forçado, diante dos problemas de contusão e suspensão. “Estamos tendo que alterar. Finalizamos o Estadual, estamos há quatro rodadas no Brasileiro e alteramos a formação toda do meio-campo. O que vejo é que quem entra dá boa resposta, e isso está sendo importante”, observou o comandante, satisfeito com o rendimento dos jogadores neste começo de campeonato. “Mesmo perdendo um ou outro elemento a cada rodada, estamos ganhando boas opções e mantendo um bom ritmo”, acrescentou.
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