quarta-feira, 27 de abril de 2011

Dorival Júnior mantém a confiança em Ricardo Bueno mesmo com fraca atuação


Ricardo Bueno foi apático no clássico
Centroavante foi substituído ainda no primeiro tempo do clássico deste domingo
Vicente Ribeiro - Superesportes
Publicação:24/04/2011 18:57
Atualização:24/04/2011 22:38
Apesar da fraca atuação na vitória sobre o América, por 3 a 1, neste domingo, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, o atacante Ricardo Bueno continua com a confiança do técnico Dorival Júnior para os próximos compromissos do Atlético. Mesmo sendo substituído ainda no primeiro tempo por Neto Berola, o centroavante terá mais oportunidades no time, de acordo com o treinador.
Ricardo Bueno ganhou chance como titular em decorrência da contusão de Magno Alves, com estiramento muscular na coxa direita. Ele formou a dupla de frente com Mancini, mas não foi feliz no clássico. Inoperante, errando todas as jogadas, não apareceu em campo. Dorival Júnior não teve outra alternativa a não ser tirá-lo de campo, quando o Galo perdia por 1 a 0, na etapa inicial. Substituído por Neto Berola, Bueno deixou o campo sob intensa vaia da pequena torcida que foi ao estádio.
Neto Berola deu mais força ao ataque do Galo, que, nos contragolpes, conseguiu a virada no segundo tempo e ampliou a vantagem no duelo pelas semifinais, diante do Coelho. Depois da partida, Dorival Júnior procurou afastar um pouco a pressão sobre Ricardo Bueno. E garantiu que o centroavante continua nos planos para a sequência do Mineiro.
"Não é difícil voltar a escalá-lo, não. Eu acho que nós temos um campeonato em andamento e ele é um jogador que merece o nosso respeito. Eu tive que fazer a alteração, não foi por esse motivo que nós viramos o jogo. Foi porque a equipe mudou a performance e a postura”, avaliou o comandante, sem relacionar a saída do centroavante com a melhora da equipe.
“Se fosse só a entrada do Berola eu faria esse opção em praticamente todos os momentos. Mas nem sempre é isso. Então, não vamos jogar em cima de um garoto a responsabilidade por uma má atuação de, praticamente, 35min a 40min de um tempo de 45. É muita coisa para jogar nas costas de apenas uma pessoa", acrescentou o treinador.

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