domingo, 7 de agosto de 2011

Rogério Micale comemora título e enaltece jogadores da base do Galo


Micale é carregado pelo jogadores
Treinador conquistou bicampeonato da Taça BH com time júnior do Atlético
Daniela Mineiro - Superesportes
Publicação:07/08/2011 16:06
Atualização:07/08/2011 18:12
O técnico Rogério Micale conquistou, neste domingo, seu segundo título da Taça BH com a equipe júnior do Atlético. O treinador já havia vencido a competição em 2009. Após a vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense, Micale comemorou a conquista e enalteceu a qualidade dos jogadores da base.
“Fizemos por merecer. A equipe realmente é muito técnica, qualificada, uma equipe jovem. Vários jogadores que estão e podem jogar ano que vem. Mais importante é que a gente vê com bons olhos um potencial muito grande para nossa equipe principal. É só ter carinho, porque a gente vê que, em um momento de pressão, os meninos demostraram qualidade. Hoje, podemos dizer que é a melhor sub-20 do Brasil”, disse em entrevista à Rádio Itatiaia.
Para Micale, o Atlético tem tudo para se tornar uma 'fábrica de jogadores'. “Estamos trabalhando há algum tempo. Estou no Atlético há dois anos e meio, temos um CT muito bom, que nos oferece condições. É questão de tempo. Acredito que vamos fazer um fábrica de jogadores.”
Micale vê um potencial muito grande nos jogadores que estão no elenco e conquistaram a Taça BH neste domingo. “Lógico, que nossa parte é formar. Daí em diante, é ter tranquilidade para ver o momento certo para lançar esses meninos. Não é possível que, na base, eles demonstrem a qualidade até mesmo de nível de futebol da Europa, fomos campeões na Holanda também, e depois não consigam dar sequência. Acredito que é uma boa safra, boa geração, que pode dar muita alegria para nossa torcida.”
Para não queimar o jogador, Micale destacou que é preciso saber o tempo certo de colocar o atleta em campo. “Hoje, nós sofremos uma pressão muito grande em cima de resultados. A paciência fica reduzida. O jogador, para maturar, precisa de uma certa rodagem, de bagagem. A gente tem que achar esse time de fazer a transição certa, senão a gente pode perder alguns valores.”

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