Zagueiro está confiante quanto ao futuroLeandro Mattos - Portal Uai
Zagueiro ainda não sabe se poderá voltar a atuar, mas está confiante em jogar por pelo menos mais um ano
Operado recentemente para corrigir um problema na coluna vertebral, o zagueiro Marcos, que terá seu vínculo com o Atlético encerrado no próximo dia 31, ainda não sabe qual será o seu futuro. O experiente jogador, que defendeu o Atlético por quase quatro anos e foi figura importante na campanha do time no retorno à Série A, em 2006, pensa primeiro em se recuperar totalmente, para depois pensar em bola.
O defensor sofria, há muito tempo, com dores constantes na coluna, por causa de uma espondilolistese, ou escorregamento vertebral. “Eu sentia bastante dores, pois tinha uma compressão do nervo ciático e isso me limitava muito. Desde 2008 que isso vinha me limitando e chegou ao ponto em que não aguentava nem dormir, quanto mais treinar. Não conseguia dormir, dirigir, então acho que os médicos do Atlético, muito competentes que são, tentaram fazer de tudo junto com a fisioterapia do clube, para que eu não fosse operado, mas não teve jeito. Não tivemos sucesso com o tratamento fisioterapêutico e tive que fazer a cirurgia. Mas, graças a Deus, estou melhor, estou me recuperando”, destacou, em entrevista à Rádio Itatiaia.
Marcos ainda não sabe se poderá voltar a atuar como atleta profissional, mas pensa num passo de cada vez. “Estou pensando positivo, venho melhorando aos poucos com a fisioterapia, e lá na frente, com fé em Deus, vamos ver se consigo jogar pelo menos mais esse ano que vai começar agora. Nenhum médico neste momento pode afirmar ou negar que eu volte a jogar ou não. Só a fisioterapia e os treinamentos irão dizer. Estou muito consciente e tranquilo quanto a isso. Neste primeiro momento, o mais importante é me recuperar totalmente para que eu tenha uma vida saudável”.
Para o jogador, a primeira meta é voltar a ter uma vida normal. “Num primeiro momento, eu fiz a cirurgia para, no mínimo, ter uma vida normal. Poder dormir bem, passear, coisas que vinham me incomodando muito. Como eu disse, a cirurgia foi um sucesso e a gente sabe que a fisioterapia é tão importante quanto a cirurgia, e isso me deixa motivado. A recuperação é em torno de 60 a 90 dias e, no mais tardar, no final de fevereiro eu estaria em condições de jogar, se assim Deus permitir. Tinha como meta jogar até os 35 anos. Tenho 34, então quero jogar mais um ano. Sempre fui um atleta consciente, sempre me cuidei muito, mas vamos ver. A gente fala um ano, mas de repente a gente termina bem (o ano) e vai prolongando”.
Agradecimento
O zagueiro fez questão de agradecer ao Atlético pelo apoio nessa fase difícil. “Quero agradecer ao Atlético, porque me proporcionou a operação e vai me proporcionar a recuperação. O Atlético tem feito a sua parte, espero que continue fazendo, até porque quando cheguei aqui no clube, há quase quatro anos, eu cheguei em condição de trabalhar e acho que não seria certo, por parte do clube, me mandar embora todo ‘empenado’ como eu estou. Acho que o clube tem que fazer a parte dele e já deixo o meu agradecimento à presidência, que tem proporcionado isso pra mim. Estou com o pensamento positivo. Fiz a cirurgia há nove dias, já consigo caminhar, tenho sentido melhora e acho que janeiro será um mês importante com a fisioterapia”.
Se o dia 31 de dezembro marcar mesmo o final da história de Marcos com o Galo, ele diz que sairá com a consciência tranquila. “Acho que ficar no Atlético não é fácil, pelos poucos jogos que fiz no último ano de contrato, talvez já pela minha idade, mas estou bastante consciente. A primeira coisa que tenho que fazer é me tratar, depois vamos ver o que vai dar. Acredito que, saindo do Atlético, vou sair de cabeça erguida, sempre procurei fazer o meu melhor e se não fiz melhor é porque realmente não estava ao meu alcance e quero dizer que o Atlético é um clube que vai ter sempre o seu lugar guardado no meu coração. Espero me recuperar o mais rápido possível para voltar a fazer o que gosto que é jogar futebol”. (UAI)
O defensor sofria, há muito tempo, com dores constantes na coluna, por causa de uma espondilolistese, ou escorregamento vertebral. “Eu sentia bastante dores, pois tinha uma compressão do nervo ciático e isso me limitava muito. Desde 2008 que isso vinha me limitando e chegou ao ponto em que não aguentava nem dormir, quanto mais treinar. Não conseguia dormir, dirigir, então acho que os médicos do Atlético, muito competentes que são, tentaram fazer de tudo junto com a fisioterapia do clube, para que eu não fosse operado, mas não teve jeito. Não tivemos sucesso com o tratamento fisioterapêutico e tive que fazer a cirurgia. Mas, graças a Deus, estou melhor, estou me recuperando”, destacou, em entrevista à Rádio Itatiaia.
Marcos ainda não sabe se poderá voltar a atuar como atleta profissional, mas pensa num passo de cada vez. “Estou pensando positivo, venho melhorando aos poucos com a fisioterapia, e lá na frente, com fé em Deus, vamos ver se consigo jogar pelo menos mais esse ano que vai começar agora. Nenhum médico neste momento pode afirmar ou negar que eu volte a jogar ou não. Só a fisioterapia e os treinamentos irão dizer. Estou muito consciente e tranquilo quanto a isso. Neste primeiro momento, o mais importante é me recuperar totalmente para que eu tenha uma vida saudável”.
Para o jogador, a primeira meta é voltar a ter uma vida normal. “Num primeiro momento, eu fiz a cirurgia para, no mínimo, ter uma vida normal. Poder dormir bem, passear, coisas que vinham me incomodando muito. Como eu disse, a cirurgia foi um sucesso e a gente sabe que a fisioterapia é tão importante quanto a cirurgia, e isso me deixa motivado. A recuperação é em torno de 60 a 90 dias e, no mais tardar, no final de fevereiro eu estaria em condições de jogar, se assim Deus permitir. Tinha como meta jogar até os 35 anos. Tenho 34, então quero jogar mais um ano. Sempre fui um atleta consciente, sempre me cuidei muito, mas vamos ver. A gente fala um ano, mas de repente a gente termina bem (o ano) e vai prolongando”.
Agradecimento
O zagueiro fez questão de agradecer ao Atlético pelo apoio nessa fase difícil. “Quero agradecer ao Atlético, porque me proporcionou a operação e vai me proporcionar a recuperação. O Atlético tem feito a sua parte, espero que continue fazendo, até porque quando cheguei aqui no clube, há quase quatro anos, eu cheguei em condição de trabalhar e acho que não seria certo, por parte do clube, me mandar embora todo ‘empenado’ como eu estou. Acho que o clube tem que fazer a parte dele e já deixo o meu agradecimento à presidência, que tem proporcionado isso pra mim. Estou com o pensamento positivo. Fiz a cirurgia há nove dias, já consigo caminhar, tenho sentido melhora e acho que janeiro será um mês importante com a fisioterapia”.
Se o dia 31 de dezembro marcar mesmo o final da história de Marcos com o Galo, ele diz que sairá com a consciência tranquila. “Acho que ficar no Atlético não é fácil, pelos poucos jogos que fiz no último ano de contrato, talvez já pela minha idade, mas estou bastante consciente. A primeira coisa que tenho que fazer é me tratar, depois vamos ver o que vai dar. Acredito que, saindo do Atlético, vou sair de cabeça erguida, sempre procurei fazer o meu melhor e se não fiz melhor é porque realmente não estava ao meu alcance e quero dizer que o Atlético é um clube que vai ter sempre o seu lugar guardado no meu coração. Espero me recuperar o mais rápido possível para voltar a fazer o que gosto que é jogar futebol”. (UAI)
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