quarta-feira, 16 de abril de 2014


Indignado com arbitragem, Kalil extravasa raiva em bandeira: 'Gângster, vagabundo'

Mandatário alvinegro protesta contra não marcação de pênalti de Dedé em Jô
Vicente Ribeiro - Superesportes
Publicação:
13/04/2014 18:35
Atualização:
13/04/2014 19:15
Depois do tumultuado fim do clássico decisivo do Campeonato Mineiro, no qual o empate sem gols garantiu o título ao Cruzeiro, neste domingo, no Mineirão, houve muita reclamação do lado atleticano por causa de um suposto pênalti do zagueiro Dedê sobre o atacante Jô, em que a arbitragem assinalou impedimento do alvinegro. O presidente do Galo, Alexandre Kalil, entrou no campo e extravasou toda raiva no trio comandado pelo gaúcho Leandro Pedro Vuaden.
“Ladrão, filho da p., trio de gângster, vagabundo, vai ser na televisão, seu vagabundo”, xingou o mandatário do Atlético, se dirigindo ao assistente Fábio Pereira, que apontou o impedimento no lance em que Jô teria sido tocado por Dedé na área. “É por isso que na Libertadores nós ganhamos, porque essa gangue não entrou em campo”, continuou o dirigente.
O lance ocorreu já no fim do clássico,aos 43min, quando Jô recebeu de Neto Berola e caiu na área em disputa com Dedé. O árbitro parou o jogo de forma imediata, dando a sensação de que o pênalti estava marcado. Mas Vuaden seguiu a indicação do auxiliar e confirmou o impedimento do atacante. Os jogadores do Galo correram para cima do juiz e do bandeira, com Diego Tardelli reclamando de forma intensa.
Com o apito final, os jogadores reclamaram com o árbitro e o presidente atleticano entrou em campo para protestar. O Cruzeiro conquistou o título da edição de número 100 do Campeonato Mineiro com dois empates, ambos sem gols. O time celeste se beneficiou por ter feito melhor campanha na fase de classificação.

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