sábado, 3 de abril de 2010

Fratura descartada (03/04)

Estado de Minas
Vítima de entrada forte do zagueiro Rafael Morisco, da Chapecoense, logo depois do apito inicial, quinta-feira, o atacante Obina passa hoje por exame de ressonância magnética para saber a extensão da contusão no tornozelo esquerdo. Radiografia feita ainda na noite de quinta-feira descartou fratura, mas os médicos do Atlético suspeitam de rompimento parcial dos ligamentos. O certo é que ele está fora dos dois jogos contra o América, amanhã e quarta-feira, podendo também não disputar a primeira partida das semifinais do Campeonato Mineiro, caso o Galo avance. “O Obina ainda está sentindo muita dor, com a perna imobilizada e usando muletas, pois não consegue apoiar o pé no chão”, declarou o médico Otaviano de Oliveira Júnior, anunciando que, a partir de agora, o clube não vai mais divulgar previsão de recuperação dos atletas. “Isso varia muito de acordo com cada pessoa.” Segundo ele, a contusão de Obina poderia ter sido ainda pior, pois o jogador ficou com a marca das travas da chuteira de Rafael Morisco na canela e tornozelo. “A sorte é que o pé dele não ficou preso no gramado, o que amenizou a entrada”, afirmou o médico, ressaltado que o que há de mais moderno na medicina está sendo usado para recuperar o atleta. NA TORCIDA Como Muriqui entrou bem diante da Chapecoense, o técnico Vanderlei Luxemburgo não se mostra tão preocupado com ausência do artilheiro da equipe na temporada, com 12 gols. Isso não o impede de torcer para que a recuperação seja a mais breve possível.

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