sábado, 26 de maio de 2012

Geração de Guilherme e Velloso chegou à final do Campeonato Brasileiro em 1999 Campeão estadual, Galo busca encerrar década coadjuvante no cenário nacional Alvinegro não figura entre os quatro primeiros do Brasileiro desde 2001. Caminhada para mudar essa história começa neste domingo, contra a Ponte Rodrigo Fonseca - Superesportes Thiago de Castro - Superesportes Publicação:18/05/2012 15:08 Atualização:18/05/2012 15:24 Time campeão mineiro deste ano agora tem o desafio de fazer boa campanha no Brasileiro Entre 1971 e 2001, o Atlético marcou seu nome na história do Campeonato Brasileiro como um dos times que mais vezes figurou entre os quatro primeiros colocados da competição, sendo campeão em 71 e vice nas edições de 77, 80 e 99. Porém, nos últimos 10 anos, o Galo mudou seu rumo no Brasileirão. Nesse período, a melhor colocação alcançada pelo clube foi um sétimo lugar, em 2003 e 2009 (veja quadro). A partir deste domingo, a esperança alvinegra se renova. Campeão mineiro invicto, o Atlético estreia no Nacional contra a Ponte Preta, em Campinas. O discurso é de otimismo, em cima da manutenção da base da equipe que fez campanha de reação na reta final do Brasileiro passado e em contratações pontuais para o elenco. “Por aquilo que fizemos nos últimos 10 jogos do ano passado, e também porque a diretoria quer contratar peças primordiais que venham a encaixar mesmo, e não em quantidade, números. São aquelas para dar um impacto maior. Com as quatro contratações feitas para esse ano, temos tudo para fazer um grande Brasileiro. A diretoria está trabalhando para trazer novos nomes que vão nos ajudar. Mas, se não chegar também, estamos preparados”, disse Richarlyson, titular da lateral esquerda do time. Único jogador do elenco atleticano que já conquistou o Brasileirão (foi tricampeão com o São Paulo em 2006, 2007 e 2008), Richarlyson mostra o caminho para uma campanha vitoriosa: “O peso das primeiras rodadas é o mesmo das últimas. É começar como no ano passado, vencendo bem. É importante manter o foco. O Brasileiro é de regularidade, tem que vencer em casa sempre que possível e brigar por cinco ou seis jogos fora de casa com vitória. Assim, você briga por coisas boas.” Se o grupo mostra confiança, os torcedores projetam mais uma campanha dolorosa para o Galo. Em enquete realizada pelo Superesportes (O atual elenco do Atlético tem força para fazer qual papel no Brasileiro?), as opções “Ser coadjuvante” e “Lutar contra o rebaixamento” receberam mais de 76% dos votos. A alternativa “Beliscar vaga na Libertadores” foi votada por 15% dos internautas. Já “Brigar pelo título” ficou 8% dos votos. Faltam resultados Presentes nas últimas boas campanhas do Atlético em torneios nacionais, o ex-goleiro Velloso e o ex-atacante Guilherme, vice-campeões brasileiros em 1999 e semifinalistas em 2001, veem a equipe sendo conduzida para voltar a ser protagonista no futebol brasileiro. “Na nossa época, o próprio Kalil (Alexandre , presidente do clube) estava na diretoria, montou um time forte, com jogadores experientes e com história no futebol brasileiro, como eu, Marques e Guilherme. Fomos importantes para a equipe. Hoje, o Atlético aposta em jovens, é uma equipe nova. É natural que essa equipe demore para amadurecer e conquistar resultados importantes. Mas acho que o Kalil tem feito a coisa certa, investindo na estrutura do clube. O Galo oferece todas as condições para seus atletas. Agora, é trabalhar o elenco, fazer algumas contratações. O caminho é esse. Foi campeão mineiro invicto, que não acontecia há muito tempo. Em um futuro próximo, vai conquistar alguma coisa grande no futebol brasileiro. Nada acontece de uma hora para outra, é trabalho”, disse Velloso, em entrevista ao Superesportes. Já Guilherme exalta o trabalho de reorganização feito por Kalil. Para ele, os resultados em campo são questão de tempo: “Dos últimos anos, realmente não era o esperado, até pela administração excelente do Alexandre Kalil, em termos de estrutura física, profissionais dos melhores que têm no mercado, como treinador, preparador, físico, jogador. Mas só tem uma explicação, coisas do futebol. Fora de campo, o que tinha para fazer, o Alexandre fez. Levou Vanderlei (Luxemburgo), Dorival (Júnior), Cuca (atual treinador)... Tudo o que tem de bom e melhor foi colocado no Atlético. São coisas do futebol, tem que dar certo uma hora. A probabilidade de dar certo é maior do que errado.” Últimos 10 anos do Galo no Brasileirão 2002 - 8º colocado 2003 - 7º 2004 - 19º 2005 - 20º 2006 - Série B 2007 - 8º 2008 - 12º 2009 - 7º 2010 - 13º 2011 - 15º

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