sábado, 5 de agosto de 2017

Atlético terá de fazer 4 gols no Grêmio pra fugir de pior ataque num 1º turno dos pontos corridos Frederico Ribeiro fmachado@hojeemdia.com.br 04/08/2017 - 06h35 Um ataque de renome está prestes a entrar para a história do Atlético no que diz respeito a pontos corridos, mas de uma forma inesperadamente negativa. Com apenas 19 gols nesta Série A, o Galo 2017 pode ficar marcado como o de menos gols no turno do Brasileiro na Era dos Pontos Corridos. A chance de a marca negativa ser alcançada é grande. Afinal, o Galo só escapa dela se marcar pelo menos quatro gols no vice-líder Grêmio, domingo, em Porto Alegre, na última rodada do turno. Diante do Corinthians, na última quarta-feira, os 45 mil torcedores alvinegros no Mineirão não puderam soltar o grito de “gol”. Mas chances não faltaram. Cazares e Robinho tiveram as suas, Rafael Moura, outras. Mas o momento ruim da equipe se vê na dificuldade de vencer o goleiro adversário. Em jogos realizados como mandante, o Galo consagrou os goleiros Vanderlei (Santos) e Jean (Bahia), além de ter passado em branco contra Cássio (Corinthians). O pé está tão fora da forma, que até mesmo três das quatro penalidades marcadas a favor do Atlético foram desperdiçadas. A única que balançou a rede foi cobrada por um jogador de defesa, o lateral-esquerdo Fábio Santos. A última vez que o Atlético terminou o turno da Série A por pontos corridos tão em seca no ataque foi em 2013. Naquele ano, porém, o Galo foi campeão da Libertadores no primeiro semestre e deixou o torneio nacional em segundo plano. Foram 22 gols marcados, média de 1,15 por partida, contra 1,05 do time atual. Há quatro anos, porém, o Atlético terminaria o Brasileirão em oitavo lugar com 49 gols marcados, pois marcou 27 no segundo turno (1,49 em média). Um dos mais criticados neste momento de poucos gols é Robinho. Virou reserva de Micale e fez apenas um gol no Brasileirão, na distante 3ª rodada (Ponte Preta). Já são 17 partidas seguidas em branco, considerando-se ainda Libertadores e Copa do Brasil.

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