Juarez Rodrigues/EM/D.A Press Forte elenco, com Robinho, Pratto, Fred e outros bons nomes, não conseguiu dar título ao Atlético
Apesar de contar com um dos grupos mais badalados do país, o Atlético termina a temporada de 2016 sem ter muito o que comemorar. A expectativa era por títulos de expressão, sobretudo quando o presidente anunciou a contratação do atacante Robinho em fevereiro. Além do camisa 7, vieram Fred, Cazares, Fábio Santos, Otero, entre outros. Mas a decepção foi grande. O Galo termina o ano sem conquistas, algo que não ocorria desde 2011.
Caberá ao técnico Roger Machado dar início ao novo planejamento audacioso a partir de 2017. Credenciado pelo bom trabalho no Grêmio durante um ano e meio, o jovem treinador, de 41 anos, viverá a pressão de trabalhar com atletas consagrados e terá como desafio formar uma equipe competitiva, assim como ocorreu no tricolor gaúcho. Ele tende a implantar no Galo um novo estilo de jogo, com ênfase no toque de bola e na velocidade, diferente da filosofia defendida por Diego Aguirre e Marcelo Oliveira este ano.
“Roger sabe o tamanho do clube, conhece muito bem o Atlético. Ele tem de assumir o Atlético pensando em conquistar todos os títulos possíveis. É difícil mudar de treinador. Mas temos de acreditar no trabalho do Roger e no o currículo que ele enriqueceu em pouco tempo para arrumar o que não foi feito”, afirma o presidente Daniel Nepomuceno, que manterá a postura de buscar reforços mais conhecidos para completar o grupo. O foco maior será a defesa.
Ainda que tenha garantido a vaga na Libertadores pelo quinto ano consecutivo, o Galo decepcionou no Campeonato Mineiro (perdeu o título para o América) e no Campeonato Brasileiro, competição em que ficou na parte de cima da tabela da metade até o fim. Um dos erros da equipe foi não ter compreendido bem a postura de jogo defendida pelos treinadores. Diego Aguirre trouxe inovações na metodologia de trabalho e no rodízio de atletas, mas as ideias não foram bem aceitas pelo grupo. Em relação a Marcelo, o equívoco maior foi a ausência de um sistema tático equilibrado: embora tivesse excelentes números ofensivos – foram 61 gols no Brasileiro e 10 na Copa do Brasil –, sua equipe tinha um “buraco” na defesa que quase nunca foi solucionado.
Arte/EM
Novo técnico em 2017 - Roger Machado já começou a discutir as peças que podem vir a reforçar o grupo. Daniel Nepomuceno acredita que ter uma base já consolidada é uma vantagem em relação às outras equipes: “A responsabilidade é minha. Erramos no planejamento em relação à questão técnica, mas o que fica de positivo é que temos uma equipe praticamente montada, que pode render em 2017. É difícil perder, mas terminaremos o ano com a vaga para disputar a Libertadores, disputamos o título da Copa do Brasil e terminamos em quarto no Brasileiro”.
Robinho continuará sendo a estrela do Atlético em 2017. Mas o desafio de Roger é encontrar uma posição em que o jogador se sinta confortável. Perto de completar 33 anos, ele não tem a mesma condição física do passado e sente dificuldades em jogar pelos lados, com a missão de fazer a recomposição defensiva. O equatoriano Cazares é outra incógnita. O jogador encerrou 2016 com um gol antológico contra o Grêmio, mas tem histórico de problemas extracampo que o prejudicaram na temporada.
Baixa no gol - O goleiro Victor passa hoje por cirurgia no ombro e a expectativa de recuperação é de três a quatro meses meses. O jogador se machucou sexta-feira em jogo beneficente.
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Ano para ser esquecido pelos mineiros: troca de técnicos atrapalhou bom time do Atlético
Galo não conseguiu render o esperado e temporada 2016 termina sem título
Roger Dias /Estado de Minas
postado em 13/12/2016 11:00 / atualizado em 13/12/2016 10:56
Juarez Rodrigues/EM/D.A Press Forte elenco, com Robinho, Pratto, Fred e outros bons nomes, não conseguiu dar título ao Atlético
Apesar de contar com um dos grupos mais badalados do país, o Atlético termina a temporada de 2016 sem ter muito o que comemorar. A expectativa era por títulos de expressão, sobretudo quando o presidente anunciou a contratação do atacante Robinho em fevereiro. Além do camisa 7, vieram Fred, Cazares, Fábio Santos, Otero, entre outros. Mas a decepção foi grande. O Galo termina o ano sem conquistas, algo que não ocorria desde 2011.
Caberá ao técnico Roger Machado dar início ao novo planejamento audacioso a partir de 2017. Credenciado pelo bom trabalho no Grêmio durante um ano e meio, o jovem treinador, de 41 anos, viverá a pressão de trabalhar com atletas consagrados e terá como desafio formar uma equipe competitiva, assim como ocorreu no tricolor gaúcho. Ele tende a implantar no Galo um novo estilo de jogo, com ênfase no toque de bola e na velocidade, diferente da filosofia defendida por Diego Aguirre e Marcelo Oliveira este ano.
“Roger sabe o tamanho do clube, conhece muito bem o Atlético. Ele tem de assumir o Atlético pensando em conquistar todos os títulos possíveis. É difícil mudar de treinador. Mas temos de acreditar no trabalho do Roger e no o currículo que ele enriqueceu em pouco tempo para arrumar o que não foi feito”, afirma o presidente Daniel Nepomuceno, que manterá a postura de buscar reforços mais conhecidos para completar o grupo. O foco maior será a defesa.
Ainda que tenha garantido a vaga na Libertadores pelo quinto ano consecutivo, o Galo decepcionou no Campeonato Mineiro (perdeu o título para o América) e no Campeonato Brasileiro, competição em que ficou na parte de cima da tabela da metade até o fim. Um dos erros da equipe foi não ter compreendido bem a postura de jogo defendida pelos treinadores. Diego Aguirre trouxe inovações na metodologia de trabalho e no rodízio de atletas, mas as ideias não foram bem aceitas pelo grupo. Em relação a Marcelo, o equívoco maior foi a ausência de um sistema tático equilibrado: embora tivesse excelentes números ofensivos – foram 61 gols no Brasileiro e 10 na Copa do Brasil –, sua equipe tinha um “buraco” na defesa que quase nunca foi solucionado.
Arte/EM
Novo técnico em 2017 - Roger Machado já começou a discutir as peças que podem vir a reforçar o grupo. Daniel Nepomuceno acredita que ter uma base já consolidada é uma vantagem em relação às outras equipes: “A responsabilidade é minha. Erramos no planejamento em relação à questão técnica, mas o que fica de positivo é que temos uma equipe praticamente montada, que pode render em 2017. É difícil perder, mas terminaremos o ano com a vaga para disputar a Libertadores, disputamos o título da Copa do Brasil e terminamos em quarto no Brasileiro”.
Robinho continuará sendo a estrela do Atlético em 2017. Mas o desafio de Roger é encontrar uma posição em que o jogador se sinta confortável. Perto de completar 33 anos, ele não tem a mesma condição física do passado e sente dificuldades em jogar pelos lados, com a missão de fazer a recomposição defensiva. O equatoriano Cazares é outra incógnita. O jogador encerrou 2016 com um gol antológico contra o Grêmio, mas tem histórico de problemas extracampo que o prejudicaram na temporada.
Baixa no gol - O goleiro Victor passa hoje por cirurgia no ombro e a expectativa de recuperação é de três a quatro meses meses. O jogador se machucou sexta-feira em jogo beneficente.
Juarez Rodrigues/EM/D.A Press Forte elenco, com Robinho, Pratto, Fred e outros bons nomes, não conseguiu dar título ao Atlético
Apesar de contar com um dos grupos mais badalados do país, o Atlético termina a temporada de 2016 sem ter muito o que comemorar. A expectativa era por títulos de expressão, sobretudo quando o presidente anunciou a contratação do atacante Robinho em fevereiro. Além do camisa 7, vieram Fred, Cazares, Fábio Santos, Otero, entre outros. Mas a decepção foi grande. O Galo termina o ano sem conquistas, algo que não ocorria desde 2011.
Caberá ao técnico Roger Machado dar início ao novo planejamento audacioso a partir de 2017. Credenciado pelo bom trabalho no Grêmio durante um ano e meio, o jovem treinador, de 41 anos, viverá a pressão de trabalhar com atletas consagrados e terá como desafio formar uma equipe competitiva, assim como ocorreu no tricolor gaúcho. Ele tende a implantar no Galo um novo estilo de jogo, com ênfase no toque de bola e na velocidade, diferente da filosofia defendida por Diego Aguirre e Marcelo Oliveira este ano.
“Roger sabe o tamanho do clube, conhece muito bem o Atlético. Ele tem de assumir o Atlético pensando em conquistar todos os títulos possíveis. É difícil mudar de treinador. Mas temos de acreditar no trabalho do Roger e no o currículo que ele enriqueceu em pouco tempo para arrumar o que não foi feito”, afirma o presidente Daniel Nepomuceno, que manterá a postura de buscar reforços mais conhecidos para completar o grupo. O foco maior será a defesa.
Ainda que tenha garantido a vaga na Libertadores pelo quinto ano consecutivo, o Galo decepcionou no Campeonato Mineiro (perdeu o título para o América) e no Campeonato Brasileiro, competição em que ficou na parte de cima da tabela da metade até o fim. Um dos erros da equipe foi não ter compreendido bem a postura de jogo defendida pelos treinadores. Diego Aguirre trouxe inovações na metodologia de trabalho e no rodízio de atletas, mas as ideias não foram bem aceitas pelo grupo. Em relação a Marcelo, o equívoco maior foi a ausência de um sistema tático equilibrado: embora tivesse excelentes números ofensivos – foram 61 gols no Brasileiro e 10 na Copa do Brasil –, sua equipe tinha um “buraco” na defesa que quase nunca foi solucionado.
Arte/EM
Novo técnico em 2017 - Roger Machado já começou a discutir as peças que podem vir a reforçar o grupo. Daniel Nepomuceno acredita que ter uma base já consolidada é uma vantagem em relação às outras equipes: “A responsabilidade é minha. Erramos no planejamento em relação à questão técnica, mas o que fica de positivo é que temos uma equipe praticamente montada, que pode render em 2017. É difícil perder, mas terminaremos o ano com a vaga para disputar a Libertadores, disputamos o título da Copa do Brasil e terminamos em quarto no Brasileiro”.
Robinho continuará sendo a estrela do Atlético em 2017. Mas o desafio de Roger é encontrar uma posição em que o jogador se sinta confortável. Perto de completar 33 anos, ele não tem a mesma condição física do passado e sente dificuldades em jogar pelos lados, com a missão de fazer a recomposição defensiva. O equatoriano Cazares é outra incógnita. O jogador encerrou 2016 com um gol antológico contra o Grêmio, mas tem histórico de problemas extracampo que o prejudicaram na temporada.
Baixa no gol - O goleiro Victor passa hoje por cirurgia no ombro e a expectativa de recuperação é de três a quatro meses meses. O jogador se machucou sexta-feira em jogo beneficente.
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