terça-feira, 1 de março de 2016
Antes de clássico contra o América, Pablo se apega a conselhos do pai para manter motivação
Atacante foi relacionado mas deve começar a partida no banco da equipe atleticana
postado em 01/03/2016 20:33 / atualizado em 01/03/2016 21:12
Redação /Superesportes
Bruno Cantini/Atlético Atacante vai para a oitava partida do Galo no ano
Jogar contra o ex-clube é sempre uma ocasião especial. Ainda mais quando é um clássico regional. A partida desta quarta-feira entre Atlético e América, válida pela terceira rodada da Primeira Liga, deverá marcar o reencontro do atacante Pablo com o Coelho. O jogador do Galo atuou na temporada passada sob os comandos de Givanildo Oliveira e participou do elenco que ajudou o América a subir para a primeira divisão nacional.
Com 23 anos, o atleta foi emprestado na última temporada e não pôde ganhar títulos com o Atlético. Ainda assim, jogando pelo América, comemorou o acesso à Série A para o Campeonato Brasileiro de 2016. Fazer parte de um elenco cheio de estrelas, que foram campeões de diversos torneios por onde passaram, não desanima Pablo. O atacante se apega aos conselhos do pai e às conversas com a família para continuar motivado à espera de uma chance na equipe titular.
“Eu sempre converso com meu pai, em relação à família em si, e ele sempre diz uma coisa que eu levo pra mim. Desde quando eu cheguei aqui e em outros clubes. 'Fica na fila que a sua vez chega'. E eu trabalho todo dia firme. Dia após dia, finalização, as minhas características que são dribles curtos. E fico na fila. Independentemente se fico no banco, quando entro 5 ou 10 minutos, tento aproveitar da melhor forma possível. Em relação a isso eu sou muito tranquilo”, comentou.
Pablo foi relacionado para a partida contra o América, às 19h30, no Independência, mas deverá começar no banco. Essa é a oitava vez no ano que o jogador faz parte do grupo que vai a campo. Dos sete jogos anteriores, o atacante começou três como titular. Mesmo tendo iniciado poucos jogos, o atleta se diz motivado com o método de trabalho do técnico Diego Aguirre e pronto para defender o alvinegro.
“A motivação já aumenta quando você veste a camisa do Atlético. Isso já é a motivação maior. Mas é a característica do professor, que é fazer o rodízio, testar bastante jogadores. Tanto que os jogadores da base sobem para ir para os jogos. Isso daí me motiva muito. Porque a gente sabe que o futebol gira muito rápido e é muito dinâmico. Hoje uma pessoa que não tem tanto valor pode ser o cara que decide uma partida. Então, você tem que estar tranquilo e trabalhando para as coisas acontecerem naturalmente”, projeta.
Mesmo com os elencos modificados em relação à temporada passada, o atacante ainda mantém amigos e conhece o adversário como poucos na equipe atleticana. Para Pablo, o meia Tony deve dar trabalho à defensiva do Galo. “Tenho bastante amigos lá. Tenho amigos do dia-a-dia. Os pontos fortes (do América) são os jogadores de velocidade. Tem o meia Tony, que tem bastante qualidade. Mas, nossa equipe vai forte. Independente se vai com o time misto ou não. Nosso intuito é ir lá e vencer”, disse.
Pablo ainda analisou as proximidades de cada time com o estádio, onde ambos mandam seus jogos. “Os dois têm bastante afinidade com o campo. Mas o Atlético, até mesmo pela conquista da Libertadores, mostra estar bem à frente. De afinidade, de conhecer os atalhos do campo”, avaliou.
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