sábado, 21 de março de 2015

ATLÉTICO Vestibular para a Libertadores Para o comandante, testes contra as equipes locais serve como combustível para os atletas PUBLICADO EM 10/02/15 - 04h00 FERNANDO ALMEIDA “A Libertadores é a cara do Atlético”. Palavras de Levir Culpi, que terminou 2014 entre a exaustão e a empolgação da emocionante conquista da Copa do Brasil e colocou como foco, para o primeiro semestre de 2015, o título da Libertadores. Para chegar a isso, o Galo encontra percalços na preparação com mudanças no time e a necessária retomada de ritmo de jogo vigente em todo início de ano. E para moldar o Atlético visando à competição continental, Levir conta com o Campeonato Mineiro, que possui características próprias, mas que são essenciais como combustível inicial para a Libertadores. Sequência de jogo e entrosamento da equipe são alguns dos fatores básicos que o Estadual proporciona no início da temporada. Contudo, outras questões enfrentadas no Mineiro também podem ser repassadas, pelo menos didaticamente, para a Liberta. “Os jogos vão ficar mais rápidos e agressivos, e precisamos ter controle. Reclamamos (da arbitragem) quando não precisávamos e quando precisávamos. Precisamos treinar isso até para enfrentarmos os jogos da Libertadores”, comentou Levir Culpi após a vitória por 2 a 0 contra o Tupi, no último sábado. Chance para os reservas. Além de pensar nas questões psicológica e física dos atletas, o treinador alvinegro ressalta a possibilidade de fazer alterações táticas, dando mais chances para os reservas mostrarem a cara e mantendo o grupo na direção da conquista de títulos. “É humanamente impossível deixar a equipe motivada para determinados jogos. Então, temos que estar muito concentrados, fechados. Mas é um dos motivos que nos levam ao título, o respeito ao adversário, independentemente da competição”, disse o técnico. Pressão. A pressão por resultados também é trabalhada no Mineiro, fato que será novamente realidade na Libertadores, como já foi ressaltado pelos atletas do Galo. A cobrança pelo título no Estadual também é grande, mesmo com as possíveis mudanças na equipe quando começarem a intercalar jogos das duas competições deste início de ano, fato que dará mais chances para os reservas mostrarem serviço. “A competitividade é muito grande. Isso é bom, pois não acomoda. Todos que entram querem mostrar, quem vai quebrar a cabeça é o treinador”, comentou o lateral Pedro Botelho.

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