segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

INSTÁVEL Aproveitamento de Oswaldo deixaria Galo como vice-líder Galo de Oswaldo teve 58,9% de aproveitamento, rendimento bem melhor do que os 44,4% de Roger Machado e 40,7% de Rogério Micale Oswaldo de Oliveira tem buscado unidade dentro do grupo atleticano PUBLICADO EM 04/12/17 - 13h48 Lucas Henrique Gomes* @SuperFC Três técnicos, três diretores de futebol, três posições e três pontos de diferença para a vaga direta na fase de grupo da Libertadores. A instabilidade no comando do Atlético custou caro no fim da temporada, já que agora o clube depende do título do Flamengo na Sul-Americana para se classificar para a pré-Libertadores do ano que vem. Contratado em setembro, Oswaldo de Oliveira chegou ao Atlético depois de duas experiências frustrantes com treinadores da "nova geração" do futebol brasileiro. Apesar da primeira colocação geral na fase de grupo da Libertadores, o Galo de Roger Machado não empolgou e perdeu pontos preciosos jogando em Belo Horizonte. Nas mãos de Rogério Micale, anunciado em julho deste ano, o time foi goleado pelo Botafogo na Copa do Brasil e eliminado pelo limitado Jorge Wilstermann, nas oitavas de final da Libertadores. Com Oswaldo de Oliveira, o time demonstrou mais confiança em campo. Fred e Robinho voltaram a ser decisivos e mostraram grandes atuações que há meses não apareciam. Os números do treinador alvinegro mostram a diferença em relação ao ano do Atlético. No Brasileiro, o Galo de Oswaldo teve 58,9% de aproveitamento, rendimento bem melhor do que os 44,4% de Roger Machado e 40,7% de Rogério Micale na competição. Se o aproveitamento obtido por Oswaldo nos 13 jogos em que comandou o alvinegro fosse conquistado durante toda a competição, o Atlético terminaria o campeonato como vice-líder com 67 pontos, cinco a menos que o campeão Corinthians. (*) Sob supervisão de Cândido Henrique Silva

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