O novo Independência deu um plus na centenária rivalidade entre Atlético e América. E um capítulo obrigatório nessa história é o ano de 2018, que terá no próximo domingo (14), às 19h, o quinto encontro pelos dois clubes no estádio, um recorde desde que a arena foi reinaugurada, em abril de 2012, como parte da participação de Belo Horizonte como sede das Copas das Confederações (2013) e do Mundo (2014).
arte
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Com a arbitragem como tema principal em quase todos os jogos, atleticanos e americanos viveram no Horto algumas das maiores emoções deste ano, numa história que só teve final feliz para um lado.
Com quatro vitórias alvinegras, o clássico teve polêmicas demais no Campeonato Mineiro. Na fase classificatória, os 3 a 0 do Atlético tiveram uma arbitragem muito polêmica. E isso voltou a acontecer no jogo de ida pelas semifinais, que terminou com vitória do Galo por 1 a 0 e dois gols americanos anulados por impedimento, um deles num lance bastante duvidoso.
No terceiro encontro do ano, a volta das semifinais do Estadual, o Atlético venceu por 2 a 0.
TORCIDA
No turno do Campeonato Brasileiro, como mandante, o América não aceitou uma proposta atleticana de dar mais espaço aos visitantes, que ficaram limitados mesmo apenas ao setor destinado a eles no estádio, com capacidade para pouco mais de 1.800 torcedores.
Agora, por contrato, pois o América cedeu o terreno para a construção do Independência, a sua torcida tem de ficar na rua Pitangui, mas foi disponibilizado pelo Atlético o chamado setor VIP, com capacidade para pouco mais de mil pessoas.
PRESSÃO
Se a rivalidade separa Atlético e América, o momento vivido pelos dois clubes é idêntico neste momento, pois o clássico dificilmente deixará de gerar crise em um deles, sendo que no caso alvinegro isso deve acontecer até mesmo com um empate.
Se o retrospecto entrar em campo, a vantagem alvinegra é considerável, pois o Galo tem neste momento sua maior sequência de vitórias sobre o Coelho, no novo Independência, pois ganhou os últimos cinco confrontos.
Além disso, nos dois únicos jogos entre os clubes, pelo Campeonato Brasileiro, no Horto, o Atlético saiu de campo vencedor.
O América aposta na troca de comando, pois quatro dessas cinco derrotas nos últimos clássicos contra o Atlético foram com Enderson Moreira.
Apenas na primeira partida, em 2016, o português Sérgio Vieira estava no banco de reservas.
Com certeza, o próximo domingo será dia de emoção no Independência.
sexta-feira, 12 de outubro de 2018
Ano clássico: temporada 2018 será marcada na história da rivalidade entre Atlético e América
Alexandre Simões
asimoes@hojeemdia.com.br
12/10/2018 - 07h00
O novo Independência deu um plus na centenária rivalidade entre Atlético e América. E um capítulo obrigatório nessa história é o ano de 2018, que terá no próximo domingo (14), às 19h, o quinto encontro pelos dois clubes no estádio, um recorde desde que a arena foi reinaugurada, em abril de 2012, como parte da participação de Belo Horizonte como sede das Copas das Confederações (2013) e do Mundo (2014).
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Com a arbitragem como tema principal em quase todos os jogos, atleticanos e americanos viveram no Horto algumas das maiores emoções deste ano, numa história que só teve final feliz para um lado.
Com quatro vitórias alvinegras, o clássico teve polêmicas demais no Campeonato Mineiro. Na fase classificatória, os 3 a 0 do Atlético tiveram uma arbitragem muito polêmica. E isso voltou a acontecer no jogo de ida pelas semifinais, que terminou com vitória do Galo por 1 a 0 e dois gols americanos anulados por impedimento, um deles num lance bastante duvidoso.
No terceiro encontro do ano, a volta das semifinais do Estadual, o Atlético venceu por 2 a 0.
TORCIDA
No turno do Campeonato Brasileiro, como mandante, o América não aceitou uma proposta atleticana de dar mais espaço aos visitantes, que ficaram limitados mesmo apenas ao setor destinado a eles no estádio, com capacidade para pouco mais de 1.800 torcedores.
Agora, por contrato, pois o América cedeu o terreno para a construção do Independência, a sua torcida tem de ficar na rua Pitangui, mas foi disponibilizado pelo Atlético o chamado setor VIP, com capacidade para pouco mais de mil pessoas.
PRESSÃO
Se a rivalidade separa Atlético e América, o momento vivido pelos dois clubes é idêntico neste momento, pois o clássico dificilmente deixará de gerar crise em um deles, sendo que no caso alvinegro isso deve acontecer até mesmo com um empate.
Se o retrospecto entrar em campo, a vantagem alvinegra é considerável, pois o Galo tem neste momento sua maior sequência de vitórias sobre o Coelho, no novo Independência, pois ganhou os últimos cinco confrontos.
Além disso, nos dois únicos jogos entre os clubes, pelo Campeonato Brasileiro, no Horto, o Atlético saiu de campo vencedor.
O América aposta na troca de comando, pois quatro dessas cinco derrotas nos últimos clássicos contra o Atlético foram com Enderson Moreira.
Apenas na primeira partida, em 2016, o português Sérgio Vieira estava no banco de reservas.
Com certeza, o próximo domingo será dia de emoção no Independência.
O novo Independência deu um plus na centenária rivalidade entre Atlético e América. E um capítulo obrigatório nessa história é o ano de 2018, que terá no próximo domingo (14), às 19h, o quinto encontro pelos dois clubes no estádio, um recorde desde que a arena foi reinaugurada, em abril de 2012, como parte da participação de Belo Horizonte como sede das Copas das Confederações (2013) e do Mundo (2014).
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Com a arbitragem como tema principal em quase todos os jogos, atleticanos e americanos viveram no Horto algumas das maiores emoções deste ano, numa história que só teve final feliz para um lado.
Com quatro vitórias alvinegras, o clássico teve polêmicas demais no Campeonato Mineiro. Na fase classificatória, os 3 a 0 do Atlético tiveram uma arbitragem muito polêmica. E isso voltou a acontecer no jogo de ida pelas semifinais, que terminou com vitória do Galo por 1 a 0 e dois gols americanos anulados por impedimento, um deles num lance bastante duvidoso.
No terceiro encontro do ano, a volta das semifinais do Estadual, o Atlético venceu por 2 a 0.
TORCIDA
No turno do Campeonato Brasileiro, como mandante, o América não aceitou uma proposta atleticana de dar mais espaço aos visitantes, que ficaram limitados mesmo apenas ao setor destinado a eles no estádio, com capacidade para pouco mais de 1.800 torcedores.
Agora, por contrato, pois o América cedeu o terreno para a construção do Independência, a sua torcida tem de ficar na rua Pitangui, mas foi disponibilizado pelo Atlético o chamado setor VIP, com capacidade para pouco mais de mil pessoas.
PRESSÃO
Se a rivalidade separa Atlético e América, o momento vivido pelos dois clubes é idêntico neste momento, pois o clássico dificilmente deixará de gerar crise em um deles, sendo que no caso alvinegro isso deve acontecer até mesmo com um empate.
Se o retrospecto entrar em campo, a vantagem alvinegra é considerável, pois o Galo tem neste momento sua maior sequência de vitórias sobre o Coelho, no novo Independência, pois ganhou os últimos cinco confrontos.
Além disso, nos dois únicos jogos entre os clubes, pelo Campeonato Brasileiro, no Horto, o Atlético saiu de campo vencedor.
O América aposta na troca de comando, pois quatro dessas cinco derrotas nos últimos clássicos contra o Atlético foram com Enderson Moreira.
Apenas na primeira partida, em 2016, o português Sérgio Vieira estava no banco de reservas.
Com certeza, o próximo domingo será dia de emoção no Independência.
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