sexta-feira, 28 de abril de 2017

Dois anos Uma equipe inteira de jejum Onze jogadores e o técnico Roger Machado ainda não sentiram o gosto de vencer o maior rival Incômodo. Como boa parte do elenco atleticano foi contratado nos dois últimos anos, alguns atletas ainda não venceram o Cruzeiro PUBLICADO EM 28/04/17 - 03h00 Thiago Nogueira e Lohanna Lima @superfc Gabriel, Erazo, Felipe Santana, Fábio Santos, Elias, Cazares, Otero, Marlone, Fred, Robinho, Rafael Moura e o técnico Roger Machado. Esse não é o esboço da equipe do Galo para o clássico de domingo, mas sim a lista de atleticanos que já entraram em campo em um duelo contra o Cruzeiro com a camisa alvinegra, mas ainda não tiveram o gostinho de comemorar uma vitória sobre o maior rival. O Atlético não bate o Cruzeiro desde o segundo jogo da semifinal do Campeonato Mineiro de 2015, quando venceu por 2 a 1. Desde então, foram sete partidas, com cinco vitórias azuis e dois empates. Nestes dois anos de jejum, o alvinegro mudou bem o elenco. Só Victor e Rafael Carioca, que estiveram no último triunfo, estarão em campo no fim de semana. Luan também atuou naquele jogo mas, machucado, não terá condições para o duelo de agora. Os atletas não escondem que essa sequência incomoda. “É uma final, um jogo importante para toda a BH. Desde que cheguei, nunca ganhei do Cruzeiro. Acho que agora está na hora”, destacou o venezuelano Otero, que enfrentou a Raposa três vezes. Do atual plantel, o zagueiro Gabriel e o atacante Robinho são os que mais encararam o rival: quatro vezes. Neste ano, Atlético e Cruzeiro jogaram duas vezes, com duas vitórias da equipe celeste. Reforços para a temporada, Elias, Felipe Santana, Rafael Moura e Marlone chegaram a atuar em, ao menos, um desses embates e já pegaram bem como é o sentido do clássico. “A gente sabe que o clássico entre Cruzeiro e Atlético vira pressão até em pelada. É um querendo ganhar do outro. A gente tem que estar preparado para cada detalhe do jogo. Nós estamos focados para fazer uma bela partida e começar realmente com o pé direito. Cada jogo é uma história, e esperamos que esse tenha uma história boa e feliz para a gente também”, destacou Marlone. Atleticano desde criança, Rafael Moura, suspenso, não entrará em campo, mas fala por todos. “Neste ano, acabamos perdendo os dois clássicos que fizemos contra eles, mas agora é procurar nos prepararmos bem para buscar este título”, destacou o atacante, que comemorou a liberação de Fred para o primeiro jogo da final. “Felizmente, ele ganhou condições e vai ser muito importante”, completou. Ex-cruzeirense, Fred é outro que já fez três jogos contra o Cruzeiro e ainda não venceu. Ironia. Por causa da melhor campanha na primeira fase, o Atlético não precisa vencer o Cruzeiro para ser campeão. Bastam dois empates para ficar com a taça.

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