terça-feira, 11 de outubro de 2011

Números comprovam a ineficiência do ataque atleticano no Brasileirão


Magno Alves: 17 gols no ano

Borges: 20 gols no Brasileiro

Sozinho, artilheiro da competição, Borges, tem mais gols do que todos os alvinegros
Rodrigo Fonseca - Superesportes
Thiago de Castro - Superesportes
Publicação:11/10/2011 09:00
Atualização:11/10/2011 14:08
Os dois últimos jogos deixaram evidente a dificuldade que o Atlético tem para marcar gols no Campeonato Brasileiro. A ineficiência do setor não foi problema apenas contra Ceará e América, mas em toda a competição, como os números comprovam.
Diversos pontos de vista mostram que a pontaria está ruim. Um exemplo é que, somando os gols de todos os atacantes do clube, o número é inferior ao que Borges, do Santos, já conseguiu. O artilheiro do Brasileiro tem 20 gols, contra 15 de Magno Alves, Neto Berola, André, Jonathas Obina, Guilherme e Marquinhos Cambalhota, juntos.
Magno Alves é quem mais contribuiu com gols para o setor ofensivo do Galo. Foram seis bolas na rede. O goleador alvinegro, no entanto, fica abaixo de outros 26 jogadores na tabela de artilharia do Brasileiro. Até mesmo quem não tem obrigação de marcar, como armadores, tem desempenho melhor. É o caso de Lucas (São Paulo), Thiago Neves (Flamengo) e Diego Souza (Vasco), por exemplo.
Outra comparação mostra que o ataque está devendo em 2011. Magno Alves é também o artilheiro atleticano do ano. Contudo, nem com todos os gols da temporada, ele alcança Borges, só no Brasileirão. São 17 gols contra 20 do jogador santista.
Carência tem nomes
Os centroavantes não conseguiram marcar nos últimos cinco jogos. Tal jejum dificilmente aconteceria nos melhores tempos da dupla Diego Tardelli e Obina no Atlético.
Tardelli, inclusive, mesmo tendo disputado apenas seis jogos na temporada, é ainda o quarto maior artilheiro do clube no ano. Foram seis tentos anotados com a camisa alvinegra, média de um gol por jogo.
Em toda a sua passagem pelo Galo, Tardelli teve média de gols de 0,64. O desempenho de Obina foi ainda superior, com média de 0,69. Já o rendimento dos atuais responsáveis por empurrar a bola para as redes fica muito abaixo. Confira:

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