sexta-feira, 26 de julho de 2019
Ponto de equilíbrio do Atlético, Jair revela inspiração em Iniesta e Busquets
Volante tem se destacado pelas roubadas de bola e o acerto nos passes
Roger Dias /Estado de Minas
postado em 26/07/2019 07:00 / atualizado em 25/07/2019 19:26
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O futebol costuma enaltecer quem aproveita seus 15 minutos de fama, mas também distingue aqueles que mantêm a regularidade. O volante Jair pode ser encaixado nos dois exemplos, o que ajuda a explicar seu crescimento em pouco mais de sete meses de Atlético. A primeira impressão deixada pelo jogador de 24 anos aos torcedores alvinegros foi um belo gol por cobertura nos 4 a 0 sobre a URT, em janeiro, no Independência. Agora, ele vem se tornando o ponto de equilíbrio da equipe de Rodrigo Santana, com bons números nas roubadas de bola e no acerto de passe.
Gaúcho de Ibirubá, Jair teve o estilo de jogo comparado ao do pentacampeão mundial Gilberto Silva pelo presidente Sérgio Sette Câmara. Ele ganhou de Rodrigo a oportunidade de ser titular no segundo clássico contra o Cruzeiro, pela Copa do Brasil, e não saiu mais da equipe. Além de se destacar contra o maior rival, teve boa participação na vitória sobre o Botafogo por 1 a 0, no Rio, que deixou o Galo em situação favorável para o jogo de volta da Copa Sul-Americana, quarta-feira que vem, no Independência.
Coincidentemente, Jair vem ocupando o lugar de outro gaúcho, Adilson, que recentemente se aposentou dos gramados por causa de problema cardíaco. O jogador começou sua trajetória na base do Grêmio, em 2011. Logo despertou o interesse do Internacional e se transferiu para o Beira-Rio, onde subiu para os profissionais. A partir daí, foram vários clubes de menor expressão – Rio Verde-GO, Boa, Veranópolis, Juventude e Sport – até chegar ao Atlético no começo desta temporada. O clube mineiro pagou R$ 1,6 milhão ao rubro-negro pernambucano para ficar com o volante.
Rodrigo Santana avalia que Jair tem sido essencial para a compactação defensiva da equipe: “Admiro muito o futebol do Jair. Ele tem este privilégio de jogar como primeiro ou segundo volante, mas gosto mais do Jair por trás da linha da bola, quando vem com ela dominada. Ele é muito criativo, consegue achar passes entre as linhas do adversário. É um cara muito inteligente, sabe fazer as infiltrações, se posicionar no espaço que o adversário deixa, sempre com a tranquilidade. O Adilson era um atleta que dava muita qualidade na saída de bola, e com a saída dele o Jair também tem essa qualidade”.
No Sport, o volante viveu situação ruim com a diretoria por causa do atraso no pagamento de salários, luvas e direitos de imagem e acionou a Justiça do Trabalho para obter a liberação. A proposta do Galo veio no momento certo. Em praticamente uma temporada, o volante saiu da Série D (divisão que o Juventude disputou na temporada passada) para a elite nacional.
PRESERVADO Como os demais titulares, Jair deve ser preservado contra o Goiás, domingo, às 19h, no Serra Dourada, pelo Campeonato Brasileiro, em outra frente que o Atlético trabalha nesta temporada. Mesmo que as atenções estejam voltadas para a Sul-Americana, o objetivo no cerrado é ao menos conquistar um empate para manter a equipe entre os primeiros colocados.
QUATRO PERGUNTAS PARA... Jair, volante do Atlético
Você vem ganhando espaço e contribuindo para a organização tática da equipe. A que se deve esse crescimento individual? Qual é a parcela de contribuição do Rodrigo Santana?
Acredito que tivemos uma mudança de postura nos últimos quatro jogos em que não fomos derrotados. O crescimento coletivo é resultado do empenho nos treinos e por respeitarmos o que o Rodrigo pede.
Quem é seu ídolo no futebol? Como ele inspira seu estilo de jogo?
Nunca tive um ídolo específico, admiro muito os maiores jogadores de futebol. Como referências, posso dizer que atletas como Iniesta ou Busquets sempre me inspiraram.
Você teve base em grandes clubes (Grêmio e Inter) e depois rodou o Brasil até chegar ao Galo. Qual dessas experiências foi a mais marcante?
Todas elas foram muito importantes. A escola no Grêmio e no Inter, as experiências nos demais clubes, as últimas passagens por Juventude e Sport e a minha realidade no Galo me transformaram no que sou hoje. Devo muito a todas essas oportunidades e me dediquei por completo em cada uma delas.
4) De que forma você projeta o ano do Atlético? Buscar esse título da Sul-Americana amenizaria as eliminações na Libertadores e na Copa do Brasil? Como tem sido o discurso do grupo?
Vamos trabalhar bastante para conquistarmos novas vitórias, visando sempre os títulos das competições que estamos disputando. Este tem que ser o pensamento de quem veste a camiseta do Atlético e representa a história vencedora deste clube dentro campo.
Centroavantes do Atlético somam quase 23 horas sem fazer gol; maior jejum é de Ricardo Oliveira
Indefinição sobre comandante do ataque titular continua
João Vitor Marques /Superesportes
postado em 26/07/2019 06:30 / atualizado em 25/07/2019 18:36
Juntos, os três centroavantes do elenco do Atlético somam 1372 minutos - ou 22 horas e 52 minutos - sem fazer gol. Ricardo Oliveira, Alerrandro e Papagaio vivem momentos distintos, mas nenhum deles é titular absoluto da equipe comandada pelo técnico Rodrigo Santana.
A situação mais incômoda é a de Ricardo Oliveira. O experiente centroavante de 39 anos não vai às redes desde o dia 27 de abril, quando o Atlético venceu o Avaí por 2 a 1, no Independência, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. São 935 minutos (15 horas e 35 minutos) sem gol.
“Sei que só com muito trabalho e muita dedicação que isso muda. Faz parte da vida de um atleta. Não foi a primeira vez que estou passando por isso, porém eu acho que é o momento mais complicado assim dentro da minha carreira profissional”, admitiu, após perder duas chances claras na vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo, nessa quarta-feira.
A partida no estádio Nilton Santos, pela ida das oitavas de final da Copa Sul-Americana, marcou o retorno de Ricardo Oliveira à condição de titular. Nos jogos anteriores, o experiente centroavante havia perdido posição para o jovem Alerrandro, de 19 anos.
Depois de boas atuações e gols, a joia da base alvinegra ganhou sequência de jogos. Ele, porém, não conseguiu ter rendimento tão bom quanto o que havia demonstrado antes. Em quatro jogos como titular, marcou um gol, perdeu pênalti no empate por 2 a 2 com o Fortaleza e não conseguiu convencer. São 332 minutos (5 horas e 12 minutos) sem marcar.
Com os momentos instáveis de Ricardo Oliveira e Alerrandro - artilheiros do time na temporada, com 13 gols cada -, surge uma terceira via. Papagaio, emprestado pelo Palmeiras até o final do ano, deve ganhar novas oportunidades. Ao menos foi isso o que garantiu Rodrigo Santana.
“Com certeza, cada vez que ele for entrando assim (jogando bem), as oportunidades vão aumentando para ele entrar como titular. Não se sabe se será no próximo jogo ou não, mas ele vem provando isso aos poucos”, disse.
Papagaio só disputou quatro partidas pelo Atlético - sempre entrando no decorrer dos jogos. São 105 minutos (1 hora e 45 minutos) em campo, sem gols marcados.
Outra opção para o setor é Denílson, de volta ao clube após cumprir período de empréstimo no Al-Faisaly, da Arábia Saudita. Ele, porém, não está nos planos da comissão técnica.
Rodrigo Santana começará a definir o titular da próxima partida no treinamento desta sexta-feira. Neste domingo, a partir das 19h, o Atlético visitará o Goiás, no Serra Dourada, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Jejum de Ricardo Oliveira
Atlético 2 x 1 Avaí (43 minutos) - Fez gol aos 7 minutos do segundo tempo
Vasco 1 x 2 Atlético (96 minutos)
Ceará 1 x 2 Atlético (87 minutos)
Atlético 0 x 2 Palmeiras (69 minutos)
Atlético 0 x 0 Santos (95 minutos)
Atlético 2 x 1 Flamengo (52 minutos)
Grêmio 1 x 0 Atlético (98 minutos)
Atlético 1 x 0 Unión La Calera (47 minutos)
Santos 1 x 2 Atlético (69 minutos)
Santos 3 x 1 Atlético (74 minutos)
Atlético 1 x 1 São Paulo (2 minutos)
Chapecoense 1 x 2 Atlético (101 minutos)
Atlético 2 x 0 Cruzeiro (27 minutos)
Botafogo 0 x 1 Atlético (75 minutos)
Total: 935 minutos
Jejum de Alerrandro
Atlético 1 x 1 São Paulo (64 minutos) - Fez gol aos 43 minutos do primeiro tempo
Cruzeiro 3 x 0 Atlético (96 minutos)
Atlético 2 x 0 Cruzeiro (69 minutos)
Atlético 2 x 2 Fortaleza (103 minutos)
Total: 332 minutos
Jejum de Papagaio
Tupynambás 1 x 2 Atlético (47 minutos)
Ceará 1 x 2 Atlético (8 minutos)
Chapecoense 1 x 2 Atlético (24 minutos)
Botafogo 0 x 1 Atlético (26 minutos)
Total: 105 minutos
'Esquecido', Papagaio vira opção no Galo diante do jejum de gols do ataque
Jogador deverá ser titular diante do Goiás, no domingo, quando o Atlético deverá utilizar um time misto
Thiago Nogueira | @superfcoficial
26/07/19 - 08h00
O experiente atacante Ricardo Oliveira não marca há 13 jogos. O jovem Alerrandro não balança as redes há três. Com o incômodo jejum dos centroavantes, o técnico Rodrigo Santana já passa a cogitar uma terceira opção para a função. Jogador de poucas oportunidades na temporada, o atacante Papagaio entrou no último jogo contra o Botafogo, pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana, no Rio.
A movimentação e a ajuda na marcação agradou o treinador, mas o atacante, emprestado do Palmeiras ao Atlético até o fim do ano, ainda requer ritmo. Esse foi só o quarto jogo de Papagaio com a camisa alvinegra. Sua estreia aconteceu no Campeonato Mineiro, quando jogou o segundo tempo diante do Tupynambás.
De lá pra cá atuou pouco, jogando quatro, 13 e 18 minutos contra Ceará, Chapecoense e Botafogo, respectivamente. Papagaio encara a situação de forma natural, sem bronca com Rodrigo Santana ou com o antigo treinador, Levir Culpi.
“A gente não tem que avaliar nada, a gente só tem que trabalhar, como estou fazendo todos os dias. Respeito a escolha do professor. Estou aqui para causar dúvida nele. Se for jogar eu, o Ricardo ou o Alerrandro, vai entrar para dar o melhor e ajudar o Atlético”, afirmou o atacante, de 20 anos.
Depois do duelo no Engenhão, Rodrigo Santana fez elogios a Papagaio. “O jogo de hoje (quarta-feira) se desenhou muito para o Papagaio. Ele tem mais intensidade para marcar volantes. Tem treinado muito bem e está muito focado. Ele já entrou em Chapecó e hoje entrou bem também. A medida em que ele for entrando as oportunidades vão aparecendo mais como titular. ele vem provando aos poucos”, destacou o comandante alvinegro.
No próximo domingo, contra o Goiás, em Goiânia, o Atlético vai escalar uma equipe reserva e Papagaio terá a chance de começar jogando pela primeira vez. “Estava há bastante tempo sem jogar, mas hoje tive uma minutagem no jogo. O importante é estar trabalhando no dia a dia e, quando for solicitado, estar pronto para ajudar”, reforçou o atacante.
Crise dos 13: Ricardo Oliveira e Alerrandro não marcaram gol após a Copa América
Henrique André
@ohenriqueandre
26/07/2019 - 06h00
Bruno Cantini / Atletico /
Falar do número 13 perto de um atleticano e o mesmo não remetê-lo ao Galo é algo praticamente impossível de acontecer. Contudo, para os atacantes Ricardo Oliveira e Alerrandro, os algarismos não têm trazido sorte. Apesar de ser a quantidade de gols que cada um anotou na temporada, ambos não balançaram a rede depois da Copa América, disputada no Brasil.
Contratado em 2018 para ser o sucessor de Fred, Oliveira correu para o abraço 35 vezes desde então. Neste ano, porém, vive o que classifica como a pior fase de sua vitoriosa carreira. Para se ter ideia do jejum, o pastor não marca desde abril, na vitória sobre o Avaí, na primeira rodada do Campeonato Brasileiro. De lá para cá, o camisa 9 acumula 934 minutos, em 13 jogos – olha o número aparecendo novamente! – sem fazer o que mais sabe.
“Momento difícil, que eu não lembro ter passado na carreira, tanto tempo assim sem fazer gols. Mas sou um cara que me olho no espelho, me cobro muito, tenho autocrítica, sei quando as coisas não estão bem” comentou Oliveira após a vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo.
“O único culpado sou eu. É com trabalho, com dedicação que as coisas mudam”, acrescentou o atacante, que perdeu duas chances incríveis no duelo da Copa Sul-Americana e que já havia desperdiçado uma cobrança de pênalti contra a Chapecoense, pelo Brasileirão.
Jovem preservado
Segunda opção do técnico Rodrigo Santana, Alerrandro começa a ser alvo das críticas de parte de imprensa e também dos torcedores alvinegros. Importante em vários jogos em 2019, no momento amarga seca de três partidas sem estufar a rede. O último gol do prata da casa de 19 anos foi em 13 de junho, no 1 a 1 contra São Paulo; a partida foi a última antes da parada para a Copa América.
Depois de passar em branco nos dois duelos contra o Cruzeiro, na Copa do Brasil, e contra o Fortaleza, pela Série A, o atacante foi poupado por Santana contra a Chape, também pelo Brasileirão, e preservado contra o Botafogo, anteontem.
Papagaio
Aparecendo como possível solução nesta fase de vacas magras, Rafael Papagaio começa a surgir como possível solução.
Emprestado pelo Palmeiras até dezembro, o jogador de 20 anos pode, inclusive, surgir entre os titulares na próxima rodada do Brasileirão, contra o Goiás. Apesar de ter sido contratado como joia do time paulista, Papagaio não vem tendo muitas chances.
Até o momento, o atacante de origem fez apenas quatro partidas, nenhuma delas como titular; foram apenas 80 minutos em campo em 2019.
Sub-17 e Sub-15 voltam a campo pelo Campeonato Mineiro
Publicado 26 de Julho de 2019 às 10:07.
O fim de semana da base alvinegra será bastante agitado, com jogos pelo Campeonato Mineiro, nas categorias Sub-17 e Sub-15, contra o Betim Futebol, válidos pela 10ª rodada, na Cidade do Galo.
Nas duas categorias teremos a estreia dos treinadores, Filipe Mattos, no Sub-15, e Lucas Batista, no Sub-17.
O time sub-17, que busca o tetracampeonato estadual, jogará às 11h. O Galinho está invicto e lidera a competição, com 20 pontos, seis vitórias e dois empates.
O Alvinegro tem o melhor ataque do torneio, com 27 gols, e a defesa menos vazada, com apenas um gol sofrido. O atacante Felipe é o vice artilheiro da competição, com seis gols.
O Sub-15 jogará às 9h. O Atlético está invicto e ocupa o 3º lugar na tabela, com 18 pontos. São cinco vitórias e três empates, 19 gols a favor e apenas três contra. O atacante Levi é o vice artilheiro do torneio, com seis gols.
Nas duas categorias, o torneio está sendo disputado por 15 equipes, que se enfrentam em turno único. As oito melhores avançam para as quartas de final.
Sub-17 e Sub-15 voltam a campo pelo Campeonato Mineiro
Publicado 26 de Julho de 2019 às 10:07.
O fim de semana da base alvinegra será bastante agitado, com jogos pelo Campeonato Mineiro, nas categorias Sub-17 e Sub-15, contra o Betim Futebol, válidos pela 10ª rodada, na Cidade do Galo.
Nas duas categorias teremos a estreia dos treinadores, Filipe Mattos, no Sub-15, e Lucas Batista, no Sub-17.
O time sub-17, que busca o tetracampeonato estadual, jogará às 11h. O Galinho está invicto e lidera a competição, com 20 pontos, seis vitórias e dois empates.
O Alvinegro tem o melhor ataque do torneio, com 27 gols, e a defesa menos vazada, com apenas um gol sofrido. O atacante Felipe é o vice artilheiro da competição, com seis gols.
O Sub-15 jogará às 9h. O Atlético está invicto e ocupa o 3º lugar na tabela, com 18 pontos. São cinco vitórias e três empates, 19 gols a favor e apenas três contra. O atacante Levi é o vice artilheiro do torneio, com seis gols.
Nas duas categorias, o torneio está sendo disputado por 15 equipes, que se enfrentam em turno único. As oito melhores avançam para as quartas de final.
Sub-17 e Sub-15 voltam a campo pelo Campeonato Mineiro
Publicado 26 de Julho de 2019 às 10:07.
O fim de semana da base alvinegra será bastante agitado, com jogos pelo Campeonato Mineiro, nas categorias Sub-17 e Sub-15, contra o Betim Futebol, válidos pela 10ª rodada, na Cidade do Galo.
Nas duas categorias teremos a estreia dos treinadores, Filipe Mattos, no Sub-15, e Lucas Batista, no Sub-17.
O time sub-17, que busca o tetracampeonato estadual, jogará às 11h. O Galinho está invicto e lidera a competição, com 20 pontos, seis vitórias e dois empates.
O Alvinegro tem o melhor ataque do torneio, com 27 gols, e a defesa menos vazada, com apenas um gol sofrido. O atacante Felipe é o vice artilheiro da competição, com seis gols.
O Sub-15 jogará às 9h. O Atlético está invicto e ocupa o 3º lugar na tabela, com 18 pontos. São cinco vitórias e três empates, 19 gols a favor e apenas três contra. O atacante Levi é o vice artilheiro do torneio, com seis gols.
Nas duas categorias, o torneio está sendo disputado por 15 equipes, que se enfrentam em turno único. As oito melhores avançam para as quartas de final.
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