domingo, 23 de dezembro de 2018
Luan leva terceiro amarelo e desfalca o Galo contra o Grêmio
Além do atacante, o lateral-direito reserva Patric também terá de cumprir suspensão no final de semana
Bernardo Lacerda | @Supernoticiafm
29/10/18 - 21h48
O técnico Levir Culpi seguirá sem poder repetir o time titular do Atlético em dois jogos seguidos. Na sua terceira partida na volta ao Galo, diante do Ceará, o comandante perdeu dois jogadores que levaram o terceiro cartão amarelo.
Luan cometeu falta e recebeu o amarelo ainda no primeiro tempo da partida no Castelão. O atacante, titular nos dois jogos com Levir, será desfalque diante do Grêmio.
Outro problema, mas bem menor, é o lateral-direito Patric, que também que levou o terceiro amarelo e não poderá jogar contra o Grêmio. Mas o atleta é reserva.
Cazares marca gol e quebra seca de quase 300 minutos do ataque do Galo
Meia-atacante tinha sido o último jogador a assinalar tento pelo Atlético, na vitória sobre o Sport, por 5 a 2
Bernardo Lacerda | @Supernoticiafm
29/10/18 - 21h13
Foram três jogos, quase 300 minutos sem que o Atlético conseguisse marcar um gol no Campeonato Brasileiro, mas coube justamente Cazares, até então último atleta a marcar tento, a encerrar esta seca.
O último gol do Galo havia sido assinalado por Cazares na vitória atleticana sobre o Sport, por 5 a 2, no dia 30 do mês passado.
Depois de quase 300 minutos de seca, o meia-atacante foi o responsável por empatar o duelo contra o Ceará, nesta segunda-feira, no Castelão.
"A gente sabe que temos que ganhar. Estamos há muitos jogos sem ganhar. A cobrança sempre vem. A gente está focado, sabe o que tem que fazer. O gol foi bonito, tabelamos bem", disse Cazares na saída do campo, no primeiro tempo.
Levir Culpi tem confiança em Ricardo Oliveira para jogo com o Ceará
Treinador atleticano destacou potencial do jogador, que é o principal artilheiro do Galo na Série A, com 11 gols
Da Redação | @supernoticiafm
29/10/18 - 12h04
Uma das principais esperanças de gol do Atlético para o jogo desta segunda-feira (29) contra o Ceará, o atacante Ricardo Oliveira tem a confiança do técnico Levir Culpi para ajudar o clube em sua busca pela vaga na Copa Libertadores do ano que vem.
“Já trabalhei com ele no Santos e é um jogador que dispensa comentários. É um cara que sabe o que tem que fazer e você nem precisa muito passar uma ordem tática para ele”, disse Levir Culpi, que destacou a condição de goleador do atacante alvinegro.
“A gente conta muito com ele e espero que ele receba muitas assistências, porque depende disso. O nosso conjunto precisa jogar um pouco melhor para ele crescer, mas acho que vai crescer junto com todos”, afirmou o comandante atleticano.
Contra o Ceará, Ricardo Oliveira vai fazer sua partida de número 50 com a camisa do Atlético nesta temporada. O atacante é o principal artilheiro do clube no Campeonato Brasileiro, com 11 gols, mas não balança as redes adversárias desde o dia 30 de setembro, na vitória do Galo por 5 a 2 sobre o Sport.
Chegada de Levir Culpi renova esperanças de Nathan no Galo
Meia que veio do futebol europeu fez apenas sete partidas com a camisa atleticana e ainda não caiu nas graças da torcida
Das sete partidas de Nathan na atual temporada, quatro foram como titular
Da Redação | @supernoticiafm
29/10/18 - 11h10
A chegada de um novo treinador sempre desperta uma esperança renovada para jogadores que não vinham sendo aproveitados com frequência. Este é o caso do armador Nathan, que ainda não convenceu a torcida do Atlético nas partidas feitas até aqui. Dos sete jogos que fez com a camisa do Galo, Nathan atuou em quatro como titular, quando o time ainda era comandado por Thiago Larghi.
Nesta segunda-feira, ele será opção no banco de reservas do técnico Levir Culpi, que estará no comando da equipe pela segunda vez, diante do Ceará, fora de casa, às 20h.
Nathan espera que receba novas oportunidades e que tenha reconhecido o trabalho que tem realizados nos treinos. "Estou feliz, o clube nos proporciona uma estrutura muito boa de trabalho. Tenho me esforçado nos treinos, sabemos que o professor Levir precisa do grupo pronto. É uma nova fase que se inicia, mas ele tem total conhecimento do clube e confiança na gente", afirma o jogador, que saiu da Europa para retornar ao futebol brasileiro, procurando um destaque em Minas Gerais. "Acredito que minha adaptação foi rápida e me sinto apto, física e tecnicamente, pra entrar em campo e colaborar", completa.
Um duelo que promete ser animado no Castelão
Levir Culpi e Lisca Doido são as apostas de Galo e Ceará para terminar a temporada com objetivos alcançados
Fernando Martins Y Miguel | @superfc
29/10/18 - 08h00
Dois treinadores do Sul do país, que protagonizam ótimas entrevistas com algumas respostas que beiram a falta de noção, vão se enfrentar nesta segunda-feira (29): Levir Culpi e Lisca Doido são esperanças de Atlético e Ceará, respectivamente, para terminar o ano sem crise.
O confronto entre os alvinegros é marcado pelas semelhanças entre os treinadores e diferenças dos momentos que as equipes atravessam no Campeonato Brasileiro. Enquanto o Ceará tem a sexta melhor campanha do returno, com uma das melhores defesas da segunda metade da competição, o Galo vem de três jogos sem vitória, de uma troca no comando técnico e pressão enorme nos bastidores, com protestos sucessivos por parte da torcida contra a diretoria.
A chegada de Levir é a grande aposta do Galo para conquistar uma vaga na Libertadores de 2019. Clube e torcida esperam que o treinador repita no Galo o que Lisca vem fazendo com o time nordestino, já que vem em uma grande reação e deixou a zona de rebaixamento.
Levir sabe da importância de Lisca no crescimento do Ceará no Brasileiro, pela questão técnica e também motivacional. “Mais um gaúcho na nossa vida. Ele está muito bem no Ceará. O time está numa evolução muito grande. Só que agora eles vão jogar contra o Atlético. E o Atlético tem espírito vencedor. Tem que ter isso. Um time sem espírito é um time sem graça. E sem graça não serve para jogar no Atlético. Eu vou tentar dar uma mexida para buscar essa vaga na Libertadores. E ano que vem vou montar um time com olhos brilhando”.
Larghi projeta futuro e culpa desmanche do time por oscilação do Galo
Antes de assumir outro clube, Larghi vai para a Europa em busca de mais especialização
Gláucio Castro | @supernoticiafm
28/10/18 - 07h00
Foram 49 jogos como interino e efetivo do Atlético, sendo 23 vitórias 12 empates e 14 derrotas. Com 55% de aproveitamento, acabou demitido. Substituído por Levir Culpi, Thiago Larghi não esconde que foi pego de surpresa e explica que gostaria de dar sequência ao trabalho. Estudioso, o treinador de 38 anos revela que não recebeu proposta da diretoria para reassumir o cargo de auxiliar técnico e acredita que a mudança de jogadores no meio da temporada comprometeu o trabalho. Antes de assumir outro clube, Larghi vai para a Europa em busca de mais especialização.
Como estão sendo esses dias após sua saída do Atlético? Primeiramente procurei fazer uma avaliação de tudo que aconteceu. Foi um ano bastante difícil em que a gente trabalhou muito desde o primeiro semestre com o acúmulo de jogos. Passamos por reformulação quando muitos jogadores saíram, outros, que estavam disponíveis, chegaram, mas sem grandes investimentos. Então acho que foi uma avaliação positiva pois terminamos a parada da Copa em segundo lugar e atingimos a primeira metade do Brasileiro dentro da meta. Mas com o alto nível da competição faltou um entrosamento melhor na segunda parte, mas conseguimos manter o clube na zona de classificação da Libertadores que era a meta.
Já conseguiu apontar seus erros e acertos? É difícil isolar um fator apenas. O futebol são vários componentes, jogadores, entrosamento. Mas o que eu gostaria mesmo era de ter tido um pouco mais de tempo com os jogadores que chegaram e que talvez um ou outro poderia ter uma resposta um pouco mais rápida para a gente manter o nível que gente vinha mantendo no primeiro semestre.
Muitas contratações foram questionadas. Qual sua participação nas negociações? Acho que eles (a diretoria) sabiam o que tinham que fazer porque eles têm o conhecimento financeiro do clube. A nós cabia os cuidados técnicos. É difícil comparar o nível de um jogador com outro em nível financeiro na hora das contratações porque não é nosso papel. Essa tomada de decisão é da diretoria. A gente só é capaz de avaliar o aspecto técnico do atleta.
Mas você acha que algum jogador ficou abaixo do esperado?Acho que os jovens que chegaram podem render mais e precisam render mais diante da grandeza que é o Atlético e o que se espera de resultado deles.
Por que você não quis permanecer no Atlético reassumindo o cargo de auxiliar técnico? Eles não fizeram nenhuma proposta. Eu vi até alguma coisa disso saindo da imprensa, mas em nenhum momento isso me foi oferecido.
Se tivesse sido, você teria ficado? Com certeza eu conversaria para ver o que o clube queria também precisaria saber do profissional que viria. Isso era questão de conversar. O fato é que cheguei ao Atlético no ano passado, quando o time estava a dois pontos da zona de rebaixamento, e conseguimos tirar da 14ª posição e terminar na nona. E esse ano trabalhamos o tempo todo dentro da zona de Libertadores. A expectativa era continuar, sobreviver a esse ano, classificar para a Libertadores porque isso é importante até em termos de receita. Infelizmente não pegamos esse benefício do ano passado. Esse ano foi duro mas saímos de cabeça erguida.
Você acha que você pagou o pato de uma diretoria que pregou austeridade e não abriu os cofres para contratar? Acho que a troca de jogadores de fato prejudicou. O entrosamento que a gente tinha com a parada da Copa, com os jogadores que a gente tinha, a gente foi prejudicado com as mazelas do futebol brasileiro.
Você se sentiu traído pela diretoria que praticamente acertou com Levir na hora do almoço antes mesmo de te demitir? Sai magoado? Acho que na vida a gente tem que tirar as coisas boas. Tenho muita gratidão pelo clube, pela diretoria, pela torcida. O respaldo que tenho na rua, o apoio do torcedor é nítido. Eles viram o trabalho que foi feito principalmente no primeiro semestre quando a gente tinha um padrão de um time. Depois, com a cabeça um pouco mais fresca, o torcedor entendeu as dificuldades que tivemos e ainda assim conseguimos manter o time na zona de classificação.
A torcida tem menos paciência com treinadores novatos do que com medalhões? Em relação à torcida e boa parte da diretoria, eu acho que sim, pelo histórico que eles têm. Mas acho que os jogadores hoje em dia reconhecem um trabalho quando ele é bem feito. Eles valorizam o que é bem feito. O grupo do Atlético precisa se reforçar para o ano que vem, mas tem uma base boa.
Você vivenciou vários atos de indisciplina com jogadores que reclamavam ao ser substituídos. Acha que faltou respeito dos jogadores por você ser novato e também respaldo da diretoria?Acho que não. Acho que o comportamento dos jogadores é resultado dos problemas que eles estão vivendo no momento. Outro dia teve o caso do Diego (Alves), goleiro do Flamengo, que não viajou com a delegação. Já aconteceu com o Dorival Júnior, que é experiente. Acho que isso pode acontecer com qualquer treinador, independentemente da idade.
Houve pressão em algum momento para você escalar os times no Atlético? Eu respondi isso na época e volto a afirmar que desconheço esse fato.
Ter assumido logo em sua primeira experiência como treinador um clube grande como o Atlético pode ter atrapalhado de alguma maneira? Eu me preparei bem para isso nas experiências como auxiliar, meu trabalho na seleção brasileira me capacitou bastante, fiz estágios na Europa e isso tudo me ajudou a crescer e me formar. Como apareceu a oportunidade, eu acho que estava preparado e o papel foi bem feito pelas dificuldades do ano que foi muito complicado.
O que o Thiago Larghi planeja para o futuro? Estou em vista de fazer cursos e estágios na Europa agora no fim do ano e voltar no ano que vem.
Levir manda recado a Cazares: 'tem que se acostumar com essa marcação'
Treinador comentou a declaração do meia equatoriano de que sua irregularidade em campo seria por conta da marcação individual que recebe no jogos
Fernando Martins y Miguel | @supernoticiafm
27/10/18 - 12h00
O técnico Levir Culpi mandou recado para o meia Cazares: “tem que saber que vai ser muito marcado’. Foi com essa afirmação que o treinador comentou sobre a declaração do meia equatoriano de que sua irregularidade em campo seria por conta da marcação individual que recebe no jogos.
Perguntado sobre o fato de Cazares ter se justificado pela dificuldade em enfrentar a marcação dos adversários, Levir cobrou consciência do jogador.
“Eu gostaria que ele pensasse nisso. Porque ele se meteu jogando ali?! O cara que joga ali está todo mundo querendo marcar. Ali joga o geniozinho, o craquizinho. E é ele. A gente vê que o cara é muito técnico, que tem muita qualidade”, disse.
E o treinador completou dizendo que o cenário não irá mudar e que cabe a ele fazer algo diferente para voltar a ser destaque no time do Atlético.
“Ele tem que dormir sabendo que vai ser muito marcado. Ele tem que saber que ele tem que quebrar essa linha de defesa. Os grandes jogadores têm que se acostumar a essa marcação”, concluiu o treinador.
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