sábado, 27 de janeiro de 2018

'Paguei pelas minhas escolhas, mas nunca fiz mal a ninguém', diz Ramon Osni, ex-joia do Galo Frederico Ribeiro e Henrique André esportes@hojeemdia.com.br 27/01/2018 - 06h00 - Atualizado 12h28 “Não é sobre quão duro você bate. Se trata do quanto você aguenta apanhar e seguir em frente”. Quando a frase de Rocky Balboa chegou às telas de cinema, o meia-atacante Ramon era considerado uma das grandes joias do futebol brasileiro. A filosofia do personagem de Sylvester Stallone ilustra bem o que o jogador, hoje aos 30 anos, vivenciou com a bola. De diamante do Atlético aos 17 anos, quando foi campeão sul-americano e vice mundial da categoria, Ramon foi pra Rússia, voltou ao Brasil, defendeu as camisas de Corinthians e Flamengo, mas viu a carreira tomar um rumo inesperado, mas explicável. Nesta entrevista, o filho mais ilustre de Nova Era (MG) conta da saída repentina do Democrata-GV antes do Mineiro 2018 começar, mas também lembra as escolhas erradas que fez na vida, confessa o exagero das baladas, mas também revela dramas pessoais como a morte do pai: “meu maior ídolo”. Hoje longe dos holofotes do futebol, Ramon assinou por seis meses com o Barretos EC, time da Série A3 do Campeonato Paulista. Foi à lona várias vezes e carregou rótulos de “garoto-problema”, e agora ele chega ao 13º ano da carreira com história para contar. Se não ficou glorificado, ao menos tem a certeza de “nunca ter feito mal a ninguém” e ter “ajudado a colocar comida na mesa de muita gente”. Você seria uma das figuras do Campeonato Mineiro 2018. O que aconteceu para sair do Democrata-GV antes mesmo de jogar? Esse episódio ficou um mal entendido. Eu tinha uma proposta financeiramente melhor antes do Democrata. Mas era a chance de voltar ao futebol mineiro, de jogar perto da minha cidade (Nova Era-MG). Fiquei treinando 45 dias com aval da comissão técnica. Então eles alegam que havia deficiência física e técnica minha e do Mateus (zagueiro, ex-Cruzeiro e Boa). O jogador com meu currículo, que jogou em grandes times, falar de deficiência técnica? Ficou nítido para mim é que foi algo pessoal. Mas isso já passou, estou em outro clube já, me acostumei a tomar essas porradas do futebol. Agora já há um acerto como Barretos-SP. Como encara essa nova mudança? É um recomeço, de alguns que já tive na carreira. Hoje eu tenho a cabeça bem diferente daquele menino que surgiu no Atlético. Algo até natural, amadurecimento com o tempo. Acertei com o Barreto (Série A3 do Paulista) um contrato de seis meses. Você está prestes a fazer 30 anos, sendo 13 anos de carreira, 16 times. Como avalia sua trajetória? Tive ótimos momentos, desde o surgimento no Atlético, fui muito bem na Rússia, com lembranças positivas e títulos o currículo. Lógico que poderia estar num lugar melhor agora, sei da minha capacidade. Mas infelizmente fazemos escolhas erradas na vida, todo ser humano erra, comigo não foi diferente, até porque muita gente não sabe o que eu vivi. Reprodução Recomeço: Ramon Osni está no Barretos EC, da 3ª divisão do Paulistão Recomeço: Ramon Osni está no Barretos EC, da 3ª divisão do Paulistão Quando se fala em Ramon Osni, o que se vem à cabeça são alguns rótulos: “talento desperdiçado”, “era pra ter sido craque”. Como você lida com isso? As pessoas que não me conhecem acham que o Ramon é maluco, é um cara do mal. Eu nunca fiz mal a ninguém, a verdade é essa. Não sou uma pessoa de má índole, nunca precisei passar ninguém para trás para conseguir qualquer coisa na minha vida. Como eu falei, minha carreira poderia ter seguido um caminho diferente, mas jamais prejudiquei outra pessoa. Fiz escolhas ruins, paguei por isso. Mas também fiz coisas boas, pois ajudei a minha família a ter condições melhores, também já coloquei comida no prato de muita gente. Mas isso não vira notícia, isso não interessa pras pessoas. Sempre se fala do seu comportamento extra-campo como grande prejudicial. As noitadas te minaram? Excesso de alcóol? Drogas? Eu surgi muito novo, com 17 anos fazia a minha estreia no profissional do Atlético. Então algumas coisas foram difíceis de lidar com tranquilidade. Acabei curtindo muito a noite, em baladas. Mas droga eu nunca usei. Com menos de 20 anos, eu passei a ter uma situação financeira boa, podia comprar tudo que desejava. Errei, como toda pessoa estaria sujeita a errar sob estas condições. Voltando no começo de tudo, como você chegou ao Atlético? Cheguei com 9 anos, passando por peneiras de 300 meninos, vindo de Nova Era. Passei a treinar no clube, pegando ônibus da minha cidade até BH. Meu pai me levava, quando não era ele, era os amigos. Fui subindo de categoria, cheguei nas Seleções de base até o profissional. E você aparece como uma grande revelação, mas num período conturbado do clube. Ao mesmo tempo, foi lapidado por Tite, atual técnico da Seleção. Foi uma felicidade muito grande trabalhar com o Tite. Infelizmente o clube passava por dificuldades financeiras, era uma época que o time acabou caindo para a Série B Qual sua relação com o Galo, atualmente? Relação de torcedor, fui em alguns jogos em 2013 na Libertadores. Tenho contato com alguns funcionários lá, o Belmiro (massagista), o Domênico (Bhering, diretor de comunicação). Visitei o CT em outras ocasiões e sempre tento ajudar a molecada da base. Sou muito grato ao Atlético, pois foi o clube que tirou a minha família de um lugar mais humilde para morar em outro de melhores condições de vida. Do Atlético você é vendido para o fundo de investimentos MSI, que o coloca no Corinthians. Foi um passo planejado por você? Eu tinha um ano de profissional do Atlético quando me venderam. Fiz essa negociação porque o Atlético precisava de dinheiro. Eu estava na Seleção sub-20 quando meu empresário falou que eu estava vendido. Eu queria ter continuado mais tempo no Galo, mas era uma situação que o clube tinha necessidade financeira. Eu já tinha recebido sondagem de clubes europeus, do Benfica, do próprio CSKA, mas fui para o Corinthians, outro grande clube. De lá você fica pouco tempo e é vendido pela MSI ao CSKA. Do que lembra da passagem da Rússia? Muitas lembranças boas. Fui campeão lá, fiz muitas amizades, tinha brasileiros lá como o Jô, que depois brilhou no Atlético e é um grande amigo. Fui treinado pelo Zico. Era uma legião de brasileiros, e éramos muito unidos. Experiência maravilhosa, com 4 anos e meio de clube. É um país muito diferente, outra cultura, frio excessivo. Imagina sair de Nova Era para Moscou? Mas vivi ótimos momentos em campo. O lado negativo é o racismo que lá é algo até comum, não deveria ser. Da Rússia você chega ao Flamengo, emprestado. Curta passagem até voltar para o CSKA. Depois volta para o Bahia, passa por Náutico e começa a defender times pequenos... Recebo a oferta do Flamengo para ser emprestado. Lembro da minha mãe me ligando para falar. Era a decisão certa, trocar o CSKA pelo Flamengo. O time era o atual campeão brasileiro, tinha o Vágner Love que jogou comigo, Adriano Imperador. Fiz boas atuações, com assistências. Um ano depois eu volto pro Brasil pro Bahia e depois o Náutico, que foi a minha última oportunidade num time, digamos assim, que tem chance de disputar a Primeira Divisão. Depois fui para o Japão, pra jogar no Consadole Sapporo, um lugar ótimo de viver. Mas lá cometi um erro de pedir a rescisão contratual, mais uma escolha errada na vida. Você volta para jogar no Remo, depois Brasiliense, Goianésia, Rio Verde-Go, Araxá, Democrata-SL. Neste período, viveu o nascimento do seu filho, mas teve talvez a maior tristeza da vida... Sim. Foi quando meu pai adotivo morreu. Sou criado por dois pais adotivos. Tenho contato com minha mãe biológica, que mora em Nova Era, mas foram outras pessoas que me criaram, me deram uma infância sem faltar nada. Meu pai é meu maior ídolo e ele faleceu há três anos. Isso foi um grande baque na minha vida. Ainda tive que conviver com um problema que minha irmã teve. Hoje, graças a Deus, ela está recuperada. Mas se meteu numa vida errada, se envolveu com drogas. Eu fiquei fraco no momento em que tinha de ser forte. Nestes 13 anos de carreira, qual foi o melhor e o pior momentos? O melhor foi minha primeira passagem no CSKA, os dois primeiros anos. Fiz gols, assistências, consegui jogar em bom nível e fui campeão. Também o começo no Atlético, quando eu era destaque da Seleção de base. O pior momento foi quando fiquei seis meses desempregado em 2016, quando fiquei em casa e meu empresário dizia que não tinha oferta de ninguém. Neste momento minha irmã chegou a ter uma recaída, eu engordei, não queria mais jogar futebol. Mas voltei para o Brasiliense e fui campeão do Estadual em 2017. Se você tivesse o poder de voltar ao tempo, o que o Ramon prestes a fazer 30 anos falaria para aquele Ramon de 17 que surgia no Atlético? Ter boas escolhas de amizade, não se apegar à fama. Não se deslumbrar e, acima de tudo, ser profissional, se dedicar aos treinos. Saber que é preciso se cuidar, que a balada terá o momento certo. Infelizmente, tive que apanhar da vida. Mas sou um Ramon com outra cabeça, outro pensamento, estou amadurecido, fui pai muito novo, mas hoje tenho um filho de seis anos, cumpro minhas responsabilidades e com disposição para seguir a carreira. a
27.01.18 Base / Futebol / Infantil / Júnior / Juvenil Anderson Valiñas (Canela) será o novo técnico do sub-20 A base do Atlético terá mudanças nas comissões técnicas de todas as categorias para 2018. Nesta sexta-feira, o treinador do Sub-20 Caio Zanardi rescindiu o contrato com o Atlético devido à problemas familiares e aceitou uma proposta para assumir a equipe profissional do Desportivo Brasil. Após bons resultados com a equipe sub-15 do Galo, o técnico Anderson Valiñas (Canela) assumirá a equipe sub-20. O novo treinador do time sub-17 será Ricardo Resende, que treinava a equipe sub-20. Sérgio Alves, que comandava o sub-17, assumirá o sub-15. Helberth Barbosa treinará a equipe sub-14. Publicado 27 de Janeiro de 2018, às 12:48.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

ACORDO América, Atlético e Cruzeiro renovam patrocínio com a Caixa para 2018 De volta à Série A, o Coelho foi o único que conseguiu um reajuste no valor; Galo e Raposa receberão R$ 12,5 milhões Patrocínio Grandes clubes mineiros garantiram patrocinador master para 2018 PUBLICADO EM 26/01/18 - 15h31 Da Redação @SuperFC Em momento de crise financeira no país e principalmente nos clubes do futebol brasileiro, América, Atlético e Cruzeiro podem respirar aliviados. Em reunião na prefeitura de Belo Horizonte realizada na quinta-feira (25), o presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, confirmou aos dirigentes dos três clubes mineiros a extensão do patrocínio até o fim desta temporada. As diretorias do alvinegro e do clube estrelado tentaram um reajuste no valor, mas não tiveram sucesso. Com isso, Galo e Raposa receberão R$ 12,5 milhões cada por estampar a marca do banco na parte mais nobre do seu uniforme. Já o Coelho, campeão da Série B do Campeonato Brasileiro do ano passado e que vai disputar a Série A do Nacional nesta temporada, deve receber um pouco mais do que os R$ 2 milhões recebidos em 2017. Apesar de os valores terem sido mantidos, as cúpulas celestes e atleticanas saíram satisfeitas da reunião, já que muitos clubes estão encontrando sérias dificuldades para encontrar um patrocinador master. O anúncio foi feito na quinta-feira, mas o contrato deve ser animado na próxima semana.
Recuperado Lucas Cândido quer deixar, de vez, sequência de lesões para trás Liberado pelo departamento médico, jogador aprimora forma física após terceira lesão de reconstrução do ligamento do joelho Lucas Cândido espera receber oportunidades em breve pelo técnico Oswaldo de Oliveira PUBLICADO EM 26/01/18 - 16h28 Daniel Ottoni @superfc A três interrupções na carreira serviram de aprendizado e muito amadurecimento para Lucas Cândido, volante do Atlético, que está perto de voltar aos gramados. Mesmo longe de campo, sem poder fazer o que mais gosta, ele sabe que os dias de sacrifício em horas na fisioterapia valerão a pena assim que ele retornar de forma oficial. O jogador já foi liberado pelo departamento médico do clube depois de passar por uma terceira cirurgia para reconstruir o ligamento do joelho. O foco, agora, é recuperar a parte física para estar em um bom nível de condicionamento. "O importante agora é adquirir preparo físico e retomar a confiança. Estou feliz demais por poder voltar a trabalhar com meus companheiros e não vejo a hora de voltar a jogar uma partida e sentir o calor da torcida. A recuperação foi muito boa, sem pular etapas, respeitando o meu corpo para voltar 100% e sem maiores complicações", comemora o jogador, que também pode atuar como lateral-esquerdo. Com apenas 24 anos, ele ainda tem uma longa trajetória dentro do futebol e espera estar pronto, o quanto antes, para ser relacionado e poder ajudar o Atlético. "Todos sabem que posso atuar bem nas duas funções, às vezes fazendo as duas em uma única partida. Quero recuperar o tempo perdido e brigar pelo meu espaço. A diretoria nos trouxe excelentes jogadores, que já tem mostrado neste início de temporada que serão fundamentais para alcançarmos os nossos objetivos, e sou mais um entre eles querendo somar. A comissão técnica e o professor Oswaldo sabem que podem contar comigo", comenta.
REFORÇO Tomás Andrade revela indicação de Pratto: 'clube incrível' Meia-atacante emprestado pelo River Plate foi apresentado nesta sexta-feira como reforço do Atlético Tomás Andrade foi apresentado como reforço pelo Atlético PUBLICADO EM 26/01/18 - 17h53 Wallace Graciano @SuperFC Apresentado nesta sexta-feira (26) como mais novo reforço do Atlético para o meio-campo, o armador Tomás Andrade, de 21 anos, tinha propostas do América e Chapecoense para deixar o River Plate, clube que o revelou e foi considerado uma joia rara, após um ótimo Mundial de Clubes Sub-17, em 2013. Porém, um velho conhecido da torcida alvinegra, o atacante Lucas Pratto, que recentemente assinou com os “Millionarios” o dissuadiu de optar por outros caminhos e o fez escolher a Cidade do Galo. Segundo Tomás Andrade, as palavras do “Urso” foram determinantes para ele chegar à Cidade do Galo. “Procurei informações com o Pratto, nos cinco dias que convivemos. Ele me disse que é o Atlético é um clube incrível e que Belo Horizonte também é uma cidade incrível e muito boa de se morar”, explicou. Outro motivo destacado por Thomás Andrade foi a grandeza do clube, ao qual sempre viu jogos na Argentina. “Resolvi vir para cá porque estava jogando em uma equipe muito grande na Argentina e queria jogar em outra equipe muito grande. De todos que me fizeram proposta, foi a que mais gostei. Chego com expectativas de fazer algo grande. Fiquei muito feliz de receber a oportunidade do Alexandre (Gallo). É uma grande oportunidade para mim, para poder jogar, e creio que vou corresponder”, afirmou o novo armador do Galo. O meia-armador argentino, de 21 anos, foi oficializada pelo Galo na última quarta-feira. Ele foi emprestado pelo River Plate até o final da temporada, com opção de compra estipulada em 3,5 milhões de euros (R$ 14,9 milhões) , segundo a imprensa local.
NO DOMINGO Oswaldo faz treino tático e confirma titulares no Atlético Treinador comandou atividade com o mesmo time que derrotou o Democrata na segunda rodada do Campeonato Mineiro Oswaldo de Oliveira Oswaldo vai colocar time titular diante do Patrocinense PUBLICADO EM 26/01/18 - 18h00 Wallace Graciano @SuperFC Mantendo sua premissa de intercalar os grupos, o técnico Oswaldo de Oliveira comandou, na tarde desta sexta-feira (26), um trabalho tático na Cidade do Galo, no qual confirmou que irá com a equipe principal para o duelo contra o Patrocinense, que será disputado no domingo, no Independência, a partir das 17h, válido pela quarta rodada do Campeonato Mineiro. Durante a atividade, o técnico manteve a equipe titular que enfrentou o Democrata-GV, pela segunda rodada, com exceção do goleiro Victor, que fez trabalhos à parte por ter enfrentado o Villa Nova, na quinta-feira. Michel atuou no seu lugar. Assim, o Galo deverá ir a campo com Victor, Samuel Xavier, Leonardo Silva, Gabriel, Fábio Santos; Arouca, Elias, Cazares; Rooger Guedes, Ricardo Oliveira e Otero. Além da confirmação da equipe principal para atuar diante da torcida alvinegra, o destaque do treino ficou por conta do meia argentino Tomás Andrade, que trabalhou entre os reservas, ao lado de Cleiton, Carlos César, Santana, Maidana, Mansur; Adilson, Roger Bernardo, Bruno Roberto; Marco Túlio e Alerrandro . Os atletas da equipe alternativa que enfrentaram o Villa Nova, como os meia-atacantes Erik, Valdívia e Hyuri, fizeram trabalhos de recuperação. Entre as atividades, o treinador exigiu aproximação das linhas, na qual os jogadores alvinegros não podiam dar chutões quando apertados.
LIBERADO Reforço fica à disposição de Oswaldo de Oliveira PUBLICADO EM 26/01/18 - 19h32 Wallace Graciano @SuperFC Nem bem chegou, e o armador Tomás Andrade já poderá estrear com a camisa 45 do Atlético no próximo domingo (28), quando a equipe encara o Patrocinense, no Independência, a partir das 17 horas, pela quarta rodada do Campeonato Mineiro. O nome do meia apareceu no Boletim Informativo Diário (BID) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Dessa forma, o atleta já tem condições de jogo, dependendo apenas do técnico Oswaldo de Oliveira seu aproveitamento. Tomás saberá ou não se irá com a equipe alvinegra para o duelo após o treino deste sábado, marcado para ter início às 10h, quando o comandante divulgará a lista de relacionados para o embate. O meia-armador argentino, de 21 anos, foi oficializada pelo Galo na última quarta-feira. Ele foi emprestado pelo River Plate até o final da temporada, com opção de compra estipulada em 3,5 milhões de euros (R$ 14,9 milhões) , segundo a imprensa local.