sexta-feira, 26 de maio de 2017

ATLÉTICO Galo fecha um dos setores mais baratos do Independência para próximos jogos Portão 7 não será aberto para jogos em que não houver grande público Thiago Madureira /Superesportes , Guilherme Paranaiba /Estado de Minas postado em 26/05/2017 12:15 / atualizado em 26/05/2017 13:27 Facebook Google+ Twitter Bruno Cantini/Atlético Portão 7 estará aberto para grandes jogos. Na Libertadores, local abrigará torcedores O Atlético decidiu fechar o portão 7 do Independência para os próximos jogos do clube contra Ponte Preta, pelo Campeonato Brasileiro, e Paraná, pela Copa do Brasil. A decisão foi administrativa e será adotada em todas as partidas em que não houver expectativa de estádio lotado. No entendimento do clube, outros espaços do Horto já atendem a demanda da torcida. Para confrontos da Libertadores, o setor será aberto normalmente. O portão 7 é um dos mais baratos do estádio. Ele fica na parte superior do setor onde tradicionalmente a Galoucura permanece, atrás do gol. O espaço é um dos preferidos para muitos atleticanos, porque a entrada para o estádio não precisa ser com tanta antecedência em busca de um bom lugar, como ocorre em outros setores. No portão 7, os atleticanos acessam a arena minutos antes da partida, sem problemas na entrada. Guilherme Paranaiba / Superesportes Torcedores foram surpreendidos com grades no portão 7 antes do jogo contra o Fluminense O Galo fechou o espaço já na partida contra o Fluminense, no último domingo, embora a venda tenha ocorrido normalmente. Os ingressos custaram R$ 48 para o público em geral e R$ 24 para os sócios Galo na Veia da categoria prata. Os preços foram o mesmo praticados nos portões 5 e 10. Os torcedores, contudo, só ficaram sabendo que o espaço estava interditado no acesso às cadeiras, já dentro da Arena Independência. Os atleticanos encontraram a entrada fechada com grades de metal. Um funcionário da LuArenas informava que todos deveriam ocupar lugares no portão 5, que nesse jogo custou o mesmo preço. A maioria das pessoas acatou essa recomendação, mas um grupo mais exaltado exigiu a mudança para outro setor, o que foi atendido pela empresa. Nesse caso, os mais incomodados com a falta de explicação acabaram conseguindo ver o jogo no portão 9, setor Vip Minas, posicionado entre os portões 6 e 7.
Galo divulga parcial de ingressos para jogo com a Ponte; dois setores estão esgotados Até o fim da tarde desta sexta, mais de 13 mil bilhetes haviam sido comprados Redação /Superesportes postado em 26/05/2017 18:45 / atualizado em 26/05/2017 19:52 Facebook Google+ Twitter Bruno Cantini/Atlético Torcida do Atlético garantiu mais de 13 mil ingressos para a partida deste domingo contra a Ponte Preta O Atlético divulgou, no final da tarde desta sexta-feira, a parcia da venda de ingressos para o jogo contra a Ponte Preta, às 11h deste domingo, no Independência, pela terceira rodada do Brasileiro. De acordo com o clube alvinegro, foram comercializados 13.303 bilhetes - número que não inclui tickets de sócios da categoria Galo na Veia Preto, que poderão levar um acompanhante à partida. Os setores Especial Pitangui (portão 3) e Cadeira Pitangui (portão 5) estão esgotados. Restam ingressos para os setores Especial Minas, Vip Pitangui, Vip Minas e Cadeira Ismênia. A venda para sócios se encerra às 20h deste domingo. Contra a Ponte Preta, o Atlético buscará sua primeira vitória no Campeonato Brasileiro. Depois do empate fora de casa, contra o Flamengo, na estreia, o Alvinegro foi vencido pelo Fluminense, no último domingo, também no Horto. Veja, abaixo, as informações sobre a venda de ingressos: Confira abaixo todos os detalhes e preços. GALO NA VEIA PRETO Sócios Galo na Veia Preto poderão levar 01 acompanhante ao jogo. A entrada desse acompanhante deve ser simultânea à do sócio. GALO NA VEIA PRATA, BRANCO E CLUBES Venda on-line (ingressogalonaveia.com.br) Início: 23/05/2017 (20h) Término: 26/05/2017 (20h) Venda presencial conjunta com o público em geral 27/05/2017 (Sábado) (SEM DESCONTO PARA SÓCIOS) 10 às 17h – Bilheteria Ismênia do Independência, Labareda e Postinho Alaska 28/05/2017 (domingo) (SEM DESCONTO PARA SÓCIOS) 8 às 12h15 – Bilheteria Ismênia 8 às 11h45 – Bilheteria Pitangui 8 às 11h45 – Bilheteria Visitante (Portão 8) PREÇOS (Os descontos para sócios GNV Prata são válidos até 26/5, em todos os postos de venda). Especial Pitangui – Portão 03 - ESGOTADO Especial Minas – Portão 06 Inteira: R$ 50,00 GNV Prata: R$ 30,00 GNV Branco: R$ 50,00 GNV Clubes: R$ 50,00 Cadeira Pitangui – Portão 05 - ESGOTADO Vip Pitangui – Portão 04 Inteira: R$ 120,00 GNV Prata, GNV Branco e GNV Clubes: R$ 60,00 Vip Minas – Portão 09 Inteira: R$ 120,00 GNV Prata, GNV Branco e GNV Clubes: R$ 60,00 Cadeira Ismênia - Portão 10 Inteira: R$ 48,00 GNV Prata, GNV Branco e GNV Clubes: R$ 30,00
Atlético alcança marca importante no século, mas precisa quebrar tabu na Libertadores Time marcou 17 gols na primeira fase da competição e só é superado por quatro equipes desde 2001; rótulo de melhor ataque, entretanto, é 'zicado' João Vitor Marques /Superesportes postado em 26/05/2017 15:59 / atualizado em 26/05/2017 19:51 Facebook Google+ Twitter Bruno Cantini/Atlético Fred é o artilheiro do Atlético na Libertadores, com seis gols; Cazares marcou cinco vezes no torneio A quinta-feira de Copa Libertadores foi animadora para o Atlético. Apesar de não ter entrado em campo, o time alvinegro contou com o tropeço do River Plate para ficar com a melhor campanha da fase de grupos do torneio. E, além da liderança geral, garantiu também o melhor ataque entre os 32 times desta etapa: 17 gols, quinta melhor marca do século XXI. As únicas equipes que registraram números melhores que o Atlético neste quesito nos últimos 16 anos foram Cruzeiro, Santos, Boca Jrs. e Vélez Sarsfield. Em 2011, o rival da equipe alvinegra marcou impressionantes 20 gols nas primeiras seis partidas da competição. O Cruzeiro, entretanto, parou no Once Caldas-COL já nas oitavas de final. O segundo colocado do “ranking” é o Boca Jrs, de 2015, que balançou as redes rivais 19 vezes. O time argentino também caiu nas oitavas, contra o arquirrival River Plate, que viria a ser campeão. Na sequência, com 18 gols marcados, aparecem o Santos, em 2005, e o Vélez, em 2006. O time paulista seria eliminado pelo futuro vice-campeão Atlético-PR nas quartas. A equipe argentina parou na mesma fase, contra o Chivas-MEX. Assim como o Atlético, o River Plate e o Pumas-MEX, em 2016, e o Cerro Porteño-PAR, em 2001, também marcaram 17 gols na fase de grupos. Zica? Conforme mostra o histórico, o rótulo de melhor ataque é “zicado”. De 2001 para cá, apenas uma vez o time que mais balançou as redes rivais na fase de grupos encerrou a Libertadores com o título. E esse time foi justamente o Atlético. Em 2013, a equipe alvinegra marcou impressionantes 16 gols nesta etapa do torneio. O desfecho é conhecido por todos: mata-mata emocionante e título conquistado nos pênaltis contra o Olimpia-PAR, que, curiosamente, anotara a mesma quantidade de gols do rival mineiro. A trajetória Bruno Cantini/Atlético Adilson fortaleceu o sistema defensivo do Atlético, que sofreu seis gols na fase de grupos da Libertadores Em 2017, a campanha atleticana pode ser resumida em goleadas. Afinal, foram três placares elásticos nos seis primeiros jogos na competição: 5 a 2 e 5 a 1 sobre o Sport Boys-BOL, além dos 4 a 1 contra o Godoy Cruz-ARG. E foi justamente o bom desempenho ofensivo que garantiu o Atlético na liderança geral do torneio. Com os mesmos 13 pontos de Lanús-ARG, Grêmio, River Plate e Palmeiras, a equipe alvinegra derrotou os rivais em função do saldo de 11 gols. Defensivamente, entretanto, a equipe deixou a desejar. Foi vazada em seis oportunidades, média de uma vez por jogo. As melhores defesas da fase de grupos da Libertadores pertencem ao Nacional-URU e ao Lanús, que sofreram três gols cada. O time argentino, na verdade, tomou cinco gols - dois deles foram “descontados” em função da mudança de resultado do jogo contra a Chapecoense. Os catarinenses venceram por 2 a 1. O resultado oficial, entretanto, foi 3 a 0 para o Lanús, em função da escalação irregular do zagueiro Luiz Otávio. No século XXI, o melhor desempenho defensivo é o do Atlético Nacional-COL, em 2016. A equipe, que viria a ser campeã do torneio, terminou a fase de grupos sem levar gols. Em seguida, aparecem o Grêmio (2009 e 2014), o Cruzeiro (2011), o Santos (2007), o Goiás (2006) e o Nacional (2001), que foram vazados uma vez. Apesar do desempenho irregular do sistema defensivo, o Atlético terminou a fase com o melhor saldo de gols entre os 32 times que disputam a competição. Agora, os comandados de Roger Machado aguardam sorteio no dia 14 de junho para conhecer o rival das oitavas de final. Tags: atleticomg interiormg galo futnacional futinternacional libertadores2017 defesa ataque números
Atlético Sistema defensivo do Atlético em alerta após tropeço no Sul Equipe vem de duas derrotas consecutivas em que falhas na retaguarda ficaram em evidência; Roger tenta ajustar setor para recuperar bom rendimento Falhas. Jogadores do sistema defensivo do Galo sofreram falhas individuais nos últimos jogos, que contribuíram para o time deixar o campo com duas derrotas seguidas PUBLICADO EM 26/05/17 - 03h00 Lohanna Lima Pesadelo do Atlético nas temporadas passadas, o setor defensivo do time esteve em evidência nesta semana e por um motivo longe de ser comemorado. Diante do Fluminense, pelo Campeonato Brasileiro, a equipe sofreu dois gols, em dois minutos, o que culminou na primeira derrota da equipe no Nacional. Diante do Paraná, dessa vez pela Copa do Brasil, o time sofreu três gols pela primeira vez no ano e largou em desvantagem na briga por uma vaga nas quartas de final. Coincidentemente, o Atlético abusou na criação de chances no ataque nas duas partidas, mas pecou na conclusão. Contra os cariocas, o Galo poderia, pelo menos, ter empatado a partida. Já em Curitiba, a equipe teve totais condições de matar o jogo ainda na primeira etapa, depois de dominar todas as ações ofensivas. Porém, a soma do controle de jogo com as chances desperdiçadas e o vacilo da defesa, fez com que o Atlético amargasse a segunda derrota consecutiva em três dias. O perfil de Roger Machado passa longe de optar pelo deus nos acuda na defesa. Enquanto alguns profissionais tem como característica comandar equipes que sofrem e fazem muitos gols, o técnico alvinegro preza pelo equilíbrio e tenta montar suas equipes para que não deem chances ao adversário. Até por isso, a chateação do comandante foi maior no fim do jogo, além do revés por si só. No ano passado, a quantidade de gols sofridos no Brasileiro foi determinante para que o Galo perdesse o fôlego na luta pelo título na reta final do Brasileiro. O Galo foi a quinta pior defesa do torneio, com 53 gols, enquanto o campeão Palmeiras, ao lado do Atlético-PR, sofreu 32 e teve a defesa menos vazada. “Pela primeira vez no ano minha equipe sofreu três gols. Temos que entender isso. O Brasileiro é de regularidade, você não pode oferecer três gols para o adversário nunca. Uma equipe experiente, que saiu na frente, não pode dar essa chance ao adversário”, disse o treinador em referência ao jogo com o Paraná. O próximo compromisso do Galo pelo Brasileiro é contra a Ponte Preta. Em dois jogos pela competição, o Galo marcou apenas duas vezes e sofreu três gols. Falhas individuais. Quando falamos do setor defensivo como um todo, a avaliação individual também precisa ser considerada. Contra o Fluminense, o lateral-direito Marcos Rocha, que vinha de uma sequência com boas atuações pelo Galo, teve uma tarde infeliz e foi responsável direto pelos dois gols sofridos. No duelo com o Paraná, Victor foi quem esteve em evidência em dois dos três gols marcados pelo adversário. Tanto na cobrança de falta de Guilherme Biteco, como na batida de fora da área do meia no terceiro gol, o camisa 1 deixou passar bolas que, costumeiramente, não deixaria.
WO com a Chape: STJD defere pedido do Atlético e Cazares se livra de suspensão Frederico Ribeiro fmachado@hojeemdia.com.br 26/05/2017 - 18h28 O meia-atacante Juan Cazares não precisa mais se preocupar com o cartão vermelho recebido na 36ª rodada do Brasileirão 2016. Ele está totalmente livre de suspensão e pode atuar na edição atual da competição. O jogador havia recebido dois jogos de gancho por agressão a um atleta do Santa Cruz e o STJD entendeu que o W.O. contra a Chapecoense é válido no abatimento da pena. O relator da Medida Inominada acionada pelo Atlético no STJD, João Bosco Luz, que já ocupou a cadeira de presidente do Goiás Esporte Clube, entendeu que a partida diante da Chape, que não foi realizada por conta do luto pós-tragédia aérea, pode ser levada em consideração como "jogo pago" pelo meia equatoriano. Cazares atuou normalmente na estreia do Atlético no Brasileirão, contra o Flamengo. Naquela ocasião, o Galo entrou com efeito suspensivo no STJD e o Tribunal liberou o camisa 10 para atuar, afirmando que analisaria o pedido do clube mineiro de levar o W.O. em consideração. Caso o STJD rejeitasse a argumentação do alvinegro, o armador ficaria automaticamente suspenso da rodada subseguinte. "O Pleno do STJD do Futebol deferiu a Medida Inominada impetrada pelo Atlético/MG afim de confirmar o cumprimento de suspensão ao atleta Cazares. Em sessão realizada nesta quinta, dia 25 de maio, os Auditores entenderam que o jogador cumpriu a pena restante na última rodada da Série A e, consequentemente, está em condições para atuar na competição de 2017", disse o Superior Tribunal da bola, em nota oficial. Na antepenúltima rodada do Brasileirão 2016, Cazares recebeu um vermelho por agredir um jogador do Santa Cruz, no Arrudão. Cumpriu a automática na 37ª rodada contra o São Paulo e se preparava para findar a pena diante da Chape. O jogador chegou a receber um primeiro gancho de 4 jogos, reduzidos a 2 partidas após recurso do Galo.
10 assistências: Cazares iguala 'garçom de 2016', mira número de R10 e recorde de Dátolo Frederico Ribeiro fmachado@hojeemdia.com.br 26/05/2017 - 19h51 Juan Cazares vem ressurgindo no Atlético. Depois de altos e baixos em 2016, o equatoriano se torna protagonista da atual temporada. E um número que evidencia a evolução do jogador é os passes para gol. São quatro nos últimos cinco jogos, 10 no total. Diante do Paraná Clube, o atleta participou dos dois gols e assistiu Robinho. O camisa 10, assim, igualou em cinco meses o número de assistências do garçom do Galo na temporada passada, o próprio camisa 7. Cazares também cobrou o escanteio que originou o primeiro gol alvinegro no Couto Pereira, de Elias. Entretanto, a bola desviou em Fred, "tirando" a assistência do equatoriano. De qualquer forma, o atleta segue com a visão de jogo apurada. Da final do Campeonato Mineiro contra o Cruzeiro até a derrota na Copa do Brasil, o armador só não contabilizou passe para gol no jogo contra o Flamengo. Naquele 1 a 1, foi Fred que assistiu Elias. Leia mais: WO com a Chape: STJD defere pedido do Atlético e Cazares se livra de suspensão Faltando mais sete meses pela frente, Cazares tem pique para alcançar o que Dátolo aprontou na temporada 2014. O jogador argentino foi responsável por 20 assistências quando o Atlético foi campeão da Copa do Brasil. Mas se a de Dátolo possa parecer uma marca distante, Juanito pode se preparar para superar Ronaldinho. O eterno R10 foi o garçom do Atlético em duas temporadas seguidas. Fez 16 passes para gol em 2012, quando chegou em junho, e mais 14 em 2013, ano de título da Copa Libertadores. Um feito Cazares já pode celebrar, rendeu, em termos de assistência, mais do no ano passado inteiro, quando deu 8 passes para gol, dois a menos que Robinho, número este com os dias contados...
Na regra antiga das oitavas, Atlético enfrentaria o Nacional do Uruguai na Copa Libertadores Frederico Ribeiro fmachado@hojeemdia.com.br 26/05/2017 - 12h55 Com oito pontos, Nacional-URU foi a equipe de pior campanha entre os classificados para as oitavas Se o regulamento da Copa Libertadores não tivesse sido modificado para 2017, o Atlético se prepararia para visitar o Uruguai pela primeira vez desde que retomou a disputa da competição, há três anos. Por ter sido o melhor primeiro colocado da fase de grupos, o Galo iria enfrentar o Nacional do Uruguai, pior classificado entre os segundos colocados. Entretanto,a Libertadores mudou drasticamente no formato de disputa. Antes apertada em seis meses do primeiro semestre, a competição foi alargada para o ano inteiro. Além disso, o critério para definição dos confrontos das oitavas será por sorteio. Times classificados em primeiro lugar podem enfrentar qualquer equipe que avançou como segunda colocada. De 2000 até 2016, a Conmebol adotava um critério "técnico" para a definição do chaveamento das oitavas. Era assim: o melhor 1º colocado x o pior 2º colocado; o segundo melhor 1º colocado x o segundo pior 2º colocado; por diante. O Atlético, em 2013, por exemplo, acabou enfrentando o São Paulo nas oitavas de final, porque o time paulista se classificou em segundo lugar com a pior campanha. Vale ressaltar que o tricolor era da mesma chave do Galo. Outra lembrança é de 2015, quando o River Plate foi campeão do torneio sendo o time de pior campanha entre os classificados na fase de grupos. Nas oitavas, pegou o rival Boca Juniors, que havia feito 100% de aproveitamento na sua chave. Os Millonarios eliminaram os Xeneizes naquela partida marcada pelo gás de pimenta disparado pela torcida boquista contra os jogadores do River. FECHANDO A AMÉRICA DO SUL O hipotético confronto contra o Nacional do Uruguai faria o Atlético completar o roteiro da Libertadores, contabilizando os jogos do clube mineiro na competição de 2013 em diante. O alvinegro realizou partidas em todos os países da América do Sul e também no México (não participante em 2017), faltava apenas o Uruguai. Mas ainda há chance de o Galo enfrentar o Nacional, desde que sejam sorteados para tal. Além do time de Montevidéu, os outros possíveis adversários alvinegros nas oitavas são: Godoy Cruz, Guaraní, Emelec, Barcelona-EQU, Atlético-PR, The Strogest e Jorge Wilstermann.