terça-feira, 25 de outubro de 2016

Volante Júnior Urso quer bom resultado do Atlético fora para não ter sofrimento em casa Galo encara o Inter em Porto Alegre pela semifinal da Copa do Brasil postado em 25/10/2016 16:39 / atualizado em 25/10/2016 16:43 Gazeta Press Bruno Cantini/ Atlético Após a classificação diante do Juventude na última quarta-feira, o técnico do Atlético, Marcelo Oliveira, destacou que não é necessário tanto sofrimento nas decisões do Galo. Pensamento parecido ao do volante Júnior Urso, que já deseja um bom resultado em Porto Alegre, contra o Internacional, nesta quarta, no primeiro encontro da decisão das semifinais da Copa do Brasil. “Na Copa do Brasil a gente tem uma segunda chance, um jogo de volta. Mas não podemos nos apegar a isso, relaxar no primeiro jogo. Tem tudo para a gente fazer um jogo bom fora de casa e definir essa semifinal. Temos que buscar a vitória, para ter a vantagem no jogo em casa. Já no Brasileiro não tem esse segundo jogo, não temos essa gordurinha para queimar mais”, explicou o jogador. Apesar da grande diferença na posição das equipes na tabela do Campeonato Brasileiro, com o Galo disputando o título e o Inter na luta contra seu primeiro rebaixamento na história do torneio, Urso espera um duelo complicado. “É uma partida muito difícil para a gente. A gente enfrentou eles lá no Brasileiro, enfrentamos muitas dificuldades. A gente vivia outra realidade naquela época. Eles impuseram um ritmo muito forte naquela partida, mas agora é outra realidade. Eles vão querer dar o máximo nessa partida, mas a gente está preparado para isso. Estamos vencendo partidas, é um jogo para ser a cara do Galo. Vamos buscar sair com o resultado positivo de lá”, finalizou. Para a partida, Marcelo Oliveira não poderá contar com o atacante Fred, por já ter vestido a camisa do Fluminense na Copa do Brasil.
Volante Júnior Urso quer bom resultado do Atlético fora para não ter sofrimento em casa Galo encara o Inter em Porto Alegre pela semifinal da Copa do Brasil postado em 25/10/2016 16:39 / atualizado em 25/10/2016 16:43 Gazeta Press Bruno Cantini/ Atlético Após a classificação diante do Juventude na última quarta-feira, o técnico do Atlético, Marcelo Oliveira, destacou que não é necessário tanto sofrimento nas decisões do Galo. Pensamento parecido ao do volante Júnior Urso, que já deseja um bom resultado em Porto Alegre, contra o Internacional, nesta quarta, no primeiro encontro da decisão das semifinais da Copa do Brasil. “Na Copa do Brasil a gente tem uma segunda chance, um jogo de volta. Mas não podemos nos apegar a isso, relaxar no primeiro jogo. Tem tudo para a gente fazer um jogo bom fora de casa e definir essa semifinal. Temos que buscar a vitória, para ter a vantagem no jogo em casa. Já no Brasileiro não tem esse segundo jogo, não temos essa gordurinha para queimar mais”, explicou o jogador. Apesar da grande diferença na posição das equipes na tabela do Campeonato Brasileiro, com o Galo disputando o título e o Inter na luta contra seu primeiro rebaixamento na história do torneio, Urso espera um duelo complicado. “É uma partida muito difícil para a gente. A gente enfrentou eles lá no Brasileiro, enfrentamos muitas dificuldades. A gente vivia outra realidade naquela época. Eles impuseram um ritmo muito forte naquela partida, mas agora é outra realidade. Eles vão querer dar o máximo nessa partida, mas a gente está preparado para isso. Estamos vencendo partidas, é um jogo para ser a cara do Galo. Vamos buscar sair com o resultado positivo de lá”, finalizou. Para a partida, Marcelo Oliveira não poderá contar com o atacante Fred, por já ter vestido a camisa do Fluminense na Copa do Brasil.
Presidente do Atlético lamenta morte de Carlos Alberto Torres, técnico do clube em 1998 Em 26 jogos no comando do Galo, foram 12 vitórias, oito empates e seis derrotas postado em 25/10/2016 14:16 / atualizado em 25/10/2016 15:08 Redação /Superesportes Jorge Gontijo/EM Faleceu nesta terça-feira, aos 72 anos, no Rio de Janeiro, o capitão do tricampeonato da Seleção Brasileira, Carlos Alberto Torres. O ‘eterno capitão’ foi vítima de enfarte fulminante. Treinador do Atlético em 1998, o ex-jogador teve sua morte lamentada pelo clube alvinegro, em publicação do presidente Daniel Nepomuceno. “O Clube Atlético Mineiro lamenta a morte do eterno capitão da Seleção Brasileira, Carlos Alberto Torres, técnico do #Galo em 1998”, publicou Daniel Nepomuceno em seu Twitter. No Atlético, Carlos Alberto Torres comandou a equipe em 26 partidas, com 12 vitórias, oito empates e seis derrotas. A estreia dele foi no triunfo alvinegro por 3 a 2, sobre o Grêmio, em Porto Alegre, no dia 2 de agosto de 1998. A última partida foi no empate por 0 a 0 com a Ponte Preta, em Campinas, no dia 12 novembro de 1998. O empate no Moisés Lucarelli deixou o Atlético fora do mata-mata daquele ano. O Galo terminou em nono, uma posição fora da zona de classificação, com 36 pontos, mesmo número do Grêmio, que avançou por ter uma vitória a mais que o Alvinegro.
Dupla histórica, golaço, "Beckham e Maradona": a classificação do Galo sobre o Inter em 2002 Na Copa do Brasil daquele ano, Atlético eliminou o Colorado nas oitavas de final; agora mineiros e gaúchos disputam uma vaga na decisão do torneio de 2016 postado em 25/10/2016 16:10 / atualizado em 25/10/2016 16:27 Atlético e Internacional iniciam nesta quarta-feira, em Porto Alegre, a disputa por uma vaga na decisão da Copa do Brasil. Esse não será o primeiro mata-mata entre as equipes na história do torneio. Em 2002, Galo e Colorado ficaram frente a frente nas oitavas de final. E quem levou a melhor no duelo foram os mineiros. O Atlético tinha em campo uma dupla histórica: Marques e Guilherme. E ela foi decisiva para o time abrir vantagem de 2 a 0 na partida de ida, no Mineirão. O primeiro gol, foi um golaço. E é justamente Marques quem descreve a jogada: “Eu me lembro bem. Foi uma jogada iniciada pelo Mancini na direita. Eu e o Guilherme jogávamos muito no intuitivo, sabendo o que o outro faria em campo. Que dupla! Esses caras jogavam até mais ou menos... Ele toquei de primeira e passei. Ele devolveu de calcanhar e matou a defesa do Inter. Só toquei para as redes”, disse o ex-atacante. O Galo fechou o placar com o matador Guilherme, de cabeça. Na volta em Porto Alegre, o Atlético foi derrotado por 3 a 2. Porém, os gols marcados fora de casa levaram o time mineiro às quartas de final. O Inter vencia por 2 a 0 quando, no segundo tempo, o Galo contou com “Beckham” para marcar o gol que encaminhou a vaga. “Beckham” era o apelido do meia Rodrigo, ex-Botafogo e conhecido também pelo chute forte. Curiosamente, nos confrontos com o Inter, o “Beckham” brasileiro foi substituído por “Maradona”, ou melhor, o armador Ewerton, que carregava o apelido do ídolo argentino. O Inter ampliou para 3 a 1, mas Kim, em outro belo gol, decretou o 3 a 2. Em 2002, o Atlético parou nas semifinais, sendo surpreendido pelo Brasiliense, após duas derrotas, 3 a 0 em pleno Mineirão e 2 a 1 em Brasília. Naquela época, recorda Marques, o Galo jogava em função da dupla de ataque e era muito dependente do time considerado titular. A saída de um ou outro atleta comprometia o desempenho da equipe. Hoje, destaca o ex-atacante, o clube conta com um dos elencos mais fortes do Brasil, se dando ao luxo de poupar atletas como Robinho e Lucas Pratto no jogo contra o Figueirense, domingo passado, pelo Campeonato Brasileiro. Arquivo EM DA Press Marques elogia elenco elenco do Galo em 2016 “Era um time que jogava em função da dupla ofensiva, contava muito com minhas jogadas e as do Guilherme. O clube montava bons times, mas era um time, não um elenco. Hoje você vê o Atlético se dar ao luxo de poupar Robinho e Lucas Pratto. Entra o Otero, que me lembrou Marcelinho Carioca cobrando falta, e decidiu, sem contar Fred, que sempre marca gol. O elenco tem muita qualidade. Isso é fundamental quando as competições se afunilam”, disse.
25/10/2016 13h46 - Atualizado em 25/10/2016 13h46 Fora contra o Inter, Fred vai ver jogo no sofá, com o pai: "Sofrimento demais" Centroavante do Atlético-MG não pode jogar contra o Inter, pela Copa do Brasil, e descreve sensação de acompanhar de casa, ao lado pai, que é torcedor do Galo Por Maurício Paulucci Belo Horizonte Você já conhece o Fred dentro de campo: chuteiras pretas, número 99 nas costas e, agora, usando um novo adereço: a faixa de capitão, fazendo parceria com Robinho. Artilheiro isolado do Campeonato Brasileiro, com 13 gols, o atacante não poderá entrar em campo pela Copa do Brasil, porque já disputou a competição eliminatória pelo Fluminense. Então, na quarta-feira, no jogo de ida da semifinal do torneio, contra o Internacional, no Beira-Rio, às 21h45 (de Brasília), Fred vai trocar a chuteira pelo chinelo, a camisa pela bermuda, a faixa de capitão pelo controle da televisão. E a parceria não vai ser mais com Robinho, e, sim, com seu pai, o senhor Juarez. Fred tenta explicar como é a sensação de se tornar torcedor por um dia, sem a oportunidade de estar dentro de campo. Diz que a parceria é com o pai, seu Juarez, que é torcedor fanático do Atlético-MG. Na partida contra o Internacional, os dois estarão em frente à televisão para acompanhar o time de Marcelo Oliveira na missão de começar o caminho para a final da Copa do Brasil. - Quando o jogo é aqui (em Belo Horizonte), eu vou ao campo. Mas quando fico em casa assisto com meu pai, com a minha família, meus amigos. Mais na casa do meu pai mesmo. E quando é assim é mais resenha, sofrimento... torcendo, vibrando. A gente fica desesperado. Meu pai é atleticano demais e fica sofrendo bastante lá. É melhor estar em campo do que na TV. Foco no Inter O centroavante do Galo acredita que a vitória contra o Figueirense deixou acesa a esperança no título do Campeonato Brasileiro. Mas Fred explica que o momento é de pensar apenas no Colorado. - Desligar um pouquinho agora do Brasileiro e focar na Copa do Brasil. Não posso jogar, mas vou estar torcendo. O atacante comemora o bom momento, com os gols no Brasileiro - ele marcou contra o Botafogo e contra o Figueirense. E entra no embalo da torcida para acreditar nos dois títulos nacionais nesta temporada. - Estou feliz porque a bola está chegando e tenho conseguido concluir as chances na frente. Feliz pelas vitórias, porque é o que importante para a gente, é o que mantém vivo no sonho de conquistar o título. Nós ouvimos o torcedor cantando "eu acredito", e a gente está acreditando também.
25/10/2016 19h30 - Atualizado em 25/10/2016 19h30 Carlos César quer bom resultado fora para não ter pressão no jogo de volta Lateral garante que time alvinegro não prioriza a Copa do Brasil ou o Brasileirão Por GloboEsporte.comPorto Alegre Pela primeira vez nesta Copa do Brasil, o Atlético-MG decidirá a vaga jogando em casa. Contra o Internacional, o duelo de ida será nesta quarta-feira, no Beira-Rio, às 21h45 (de Brasília), e o jogo de volta no Independência, na quarta-feira da próxima semana. Apesar do bom histórico recente pelo torneio quando é mandante, o discurso no Galo é de atenção total também fora de casa. O lateral Carlos César, que volta ao time após cumprir suspensão no duelo contra o Juventude, pelas quartas de final do torneio, entende a vantagem de decidir em casa, mas destaca que ela só ganha efeito se o resultado fora for bom. - Teoricamente, é melhor decidir em casa, mas como a Copa do Brasil é um campeonato diferente, se a gente não tiver um resultado bom aqui, podemos levar uma pressão pra casa e dificultar o jogo. A gente tem que fazer um bom jogo aqui pra fazer valer o resultado em casa e lá ser um ponto a mais pra gente conquistar a nossa classificação. Único semifinalista da Copa do Brasil que ainda sonha com o título do Campeonato Brasileiro, o Atlético-MG divide as atenções entre os dois torneios, mas não tem prioridade por um ou por outro, garante Carlos César. - A gente trata as duas competições da mesma forma, e vamos buscar o nosso objetivo nas duas competições. A gente não pode colocar uma na frente da outra, porque a gente pode se complicar. A gente sabe que vai enfrentar um jogo difícil. Eu não sei o que o Inter prioriza, mas a gente sabe que eles conquistaram um resultado bom diante do Santos, jogando com um time mesclado. Vamos trabalhar forte, sabemos que vamos encontrar uma equipe forte. Estamos jogando fora de casa e estamos preparados pra fazer uma grande partida. O Atlético-MG encerrou sua preparação para o jogo contra o Internacional nesta terça-feira, em treino no CT do Grêmio. O técnico Marcelo Oliveira fechou a atividade e não deu sinais de quem será titular, mas o provável Galo que joga nesta quarta-feira terá: Victor; Carlos César, Erazo, Gabriel e Fábio Santos; Leandro Donizete, Júnior Urso e Otero (Cazares); Clayton, Robinho e Lucas Pratto.
25/10/2016 20h02 - Atualizado em 25/10/2016 20h02 Jogadores de Galo e Raposa evitam falar sobre possível decisão mineira Cruzeiro e Atlético-MG podem reeditar final de 2014 da Copa do Brasil, mas, por enquanto, afirmam estar focados nos adversários gaúchos da semi da competição Por GloboEsporte.comBelo Horizonte e Porto Alegre Em 2014, Atlético-MG e Cruzeiro chamaram a atenção ao decidirem a Copa do Brasil. Dois anos depois, os dois times mineiros buscam repetir a façanha e voltar à final do principal torneio de mata-mata no Brasil. Para isso, Galo e Raposa precisam eliminar Internacional e Grêmio, respectivamente, e assim fazerem a decisão da competição. Nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), o Colorado recebe o Alvinegro, no Beira-Rio, enquanto o Tricolor gaúcho encara o Cruzeiro, no Mineirão, na primeira rodada da semifinal da disputa. A possibilidade de mais um Atlético-MG e Cruzeiro na decisão mexe com o imaginário do torcedor, mas fica do lado de fora dos clubes. Dos dois lados, o discurso é parecido: um jogo de cada vez antes de pensar na possibilidade de uma decisão mineira. LEIA TAMBÉM Marcelo fecha parte do treino em Porto Alegre, e escalação no meio é mistério Mesmo com mistério, Cruzeiro vai com força máxima diante do Grêmio, nesta quarta No Cruzeiro, o goleiro Rafael, que busca o primeiro título como titular, pensa apenas em curto prazo. Para ele, antes de pensar em uma decisão contra o rival, tem o Grêmio primeiro e também o Atlético-PR, adversário do Brasileiro. - Conquistar um título como titular é um sonho. Mas tenho as metas em curto prazo. Não adianta pensar em ser campeão, sendo que ainda temos jogos dificílimos. O próximo é amanhã, então temos que fazer resultado bom. Penso no amanhã primeiro para depois buscar o mais longe. Tenho na cabeça o jogo desta quarta, depois vou pensar no jogo com o Atlético-PR. Um jogo de cada vez. Do lado atleticano, o discurso é parecido. Fábio Santos garante foco apenas no Internacional e em ser campeão, independente se na decisão foi o rival ou o Grêmio, dois times que o lateral já defendeu na carreira. - A gente está focado no Internacional, sabe que é um adversário dificílimo, e nem deu tempo de pensar caso venha a passar para uma final. Pra mim é indiferente quem eu vou jogar na final, se é o Cruzeiro ou se voltaria com todo o prazer a Porto Alegre pra jogar contra o Grêmio também. Eu quero é buscar a vaga na final e ser campeão, independentemente de quem for o adversário - analisou o lateral atleticano.