Atlético se prepara para encarar os paulistas no domingo
Daniela Mineiro - Superesportes
Rodrigo Fonseca - Superesportes
Publicação:27/10/2011 16:58
Atualização:27/10/2011 17:13
Mesmo com Magno Alves recuperado de lesão, o técnico Cuca armou o ataque do Atlético com Neto Berola e André, no treinamento tático orientado na tarde desta quinta-feira na Cidade do Galo. O Alvinegro se prepara para encarar o Palmeiras, domingo, às 18h, na Arena do Jacaré, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O lateral-direito Carlos César, que havia sido poupado das atividades de quarta-feira, treinou normalmente. O volante Pierre, cuja escalação custará R$ 200 mil ao Atlético, mais uma vez figurou entre os titulares. Pierre está emprestado pelo Palmeiras ao Galo e o contrato prevê multa caso enfrente o Verdão.
O time que participou do trabalho tático foi: Renan Ribeiro; Carlos César, Réver, Leonardo Silva e Triguinho; Pierre, Fillipe Soutto, Daniel Carvalho e Bernard; André e Neto Berola.
No final do treinamento, Cuca exigiu bastante dos jogadores nas jogadas de bola parada.
sábado, 29 de outubro de 2011
Defendendo a bola e o povo
Eugênio Moreira - Estado de Minas
Publicação:27/10/2011 09:08
Com 20 anos dedicados ao Atlético, pelo qual jogou 504 vezes, de 1935 a 1954, o goleiro Kafunga foi vereador em Belo Horizonte por quatro mandatos. O primeiro deles começou em 1948. Em 26 de outubro de 1947 – uma semana antes o Atlético havia terminado o Estadual como campeão, com vitória por 3 a 1 sobre o Cruzeiro, em jogo em que o goleiro defendeu um pênalti –, o Estado de Minas anunciava o início de sua campanha.
No dia anterior, Kafunga estivera no Estádio da Alameda e, acompanhado do presidente do América, Alair Couto, conversou com os jogadores profissionais e aspirantes no centro do campo, antes de um treino. O goleiro disse que sua candidatura era a candidatura dos esportistas da cidade, indiferentemente de suas preferências clubísticas e fez questão de ressaltar que, se fosse eleito, defenderia na Câmara Municipal os interesses de todos os jogadores. Kafunga foi aplaudido pelos jogadores do América.
O goleiro mandou confeccionar 30 mil cédulas e as distribuía diariamente no Bar Cinédia e no Café Palhares, no centro da cidade, e na sede do Atlético. Durante a campanha, Kafunga visitou seus colegas em várias clubes, inclusive os amadores. Seus companheiros de equipe também apoiaram a candidatura e assinaram um manifesto pedindo votos para o goleiro. “Os atleticanos trabalham entusiasticamente para levar à Câmara Municipal o seu antigo defensor, como prêmio à sua brilhante carreira no clube, posta à prova através de 13 anos de lutas”, ressaltava o EM de 22 de novembro, véspera das eleições.
Olavo Leite Kafunga Bastos foi eleito pelo Partido Social Democrático (PSD), com 1.119 votos. No mesmo pleito, Otacílio Negrão de Lima recebeu 33.842 votos e se tornou prefeito de Belo Horizonte pela segunda vez. O ex-goleiro atleticano voltou à Câmara Municipal de Belo Horizonte de 1977 a 1982.
Publicação:27/10/2011 09:08
Com 20 anos dedicados ao Atlético, pelo qual jogou 504 vezes, de 1935 a 1954, o goleiro Kafunga foi vereador em Belo Horizonte por quatro mandatos. O primeiro deles começou em 1948. Em 26 de outubro de 1947 – uma semana antes o Atlético havia terminado o Estadual como campeão, com vitória por 3 a 1 sobre o Cruzeiro, em jogo em que o goleiro defendeu um pênalti –, o Estado de Minas anunciava o início de sua campanha.
No dia anterior, Kafunga estivera no Estádio da Alameda e, acompanhado do presidente do América, Alair Couto, conversou com os jogadores profissionais e aspirantes no centro do campo, antes de um treino. O goleiro disse que sua candidatura era a candidatura dos esportistas da cidade, indiferentemente de suas preferências clubísticas e fez questão de ressaltar que, se fosse eleito, defenderia na Câmara Municipal os interesses de todos os jogadores. Kafunga foi aplaudido pelos jogadores do América.
O goleiro mandou confeccionar 30 mil cédulas e as distribuía diariamente no Bar Cinédia e no Café Palhares, no centro da cidade, e na sede do Atlético. Durante a campanha, Kafunga visitou seus colegas em várias clubes, inclusive os amadores. Seus companheiros de equipe também apoiaram a candidatura e assinaram um manifesto pedindo votos para o goleiro. “Os atleticanos trabalham entusiasticamente para levar à Câmara Municipal o seu antigo defensor, como prêmio à sua brilhante carreira no clube, posta à prova através de 13 anos de lutas”, ressaltava o EM de 22 de novembro, véspera das eleições.
Olavo Leite Kafunga Bastos foi eleito pelo Partido Social Democrático (PSD), com 1.119 votos. No mesmo pleito, Otacílio Negrão de Lima recebeu 33.842 votos e se tornou prefeito de Belo Horizonte pela segunda vez. O ex-goleiro atleticano voltou à Câmara Municipal de Belo Horizonte de 1977 a 1982.
Pontaria descalibrada
Embora tenha resolvido o problema na defesa, Galo ainda não está em situação tranquila no Brasileiro por um motivo simples: o ataque tem um dos piores desempenhos do returno
Paulo Galvão - Estado de Minas
Publicação:27/10/2011 09:06
Atualização:27/10/2011 09:08
Melhor defesa do returno do Campeonato Brasileiro, com apenas 10 gols sofridos em 12 partidas, o Atlético tenta melhorar o desempenho ofensivo para terminar a competição de forma tranquila. O alvinegro tem apenas 37 gols marcados na competição, três a menos que o lanterna América. Levando-se em conta só a segunda metade do torneio, foram 13 gols marcados, 15º pior desempenho, ao lado do Bahia, e à frente apenas de Ceará, Cruzeiro, Palmeiras e Atlético-PR.
Se o sistema defensivo evoluiu, na frente ocorreu o contrário. Mesmo fazendo péssimo primeiro turno, o Galo conseguiu marcar 24 gols em 19 jogos, média de 1,26 gol por jogo. Já levando-se em conta as últimas 12 partidas, a média cai para 1,08.
Ainda que tenha marcado duas vezes na última partida, quando venceu o Fluminense em pleno Engenhão, os jogadores que atuam mais à frente sabem que precisam melhorar. E para isso prometem se aplicar nos treinamentos e também ter mais concentração na hora de definir as jogadas.
“A gente sabe que pode sempre dar mais, que não podemos nos acomodar. Mas o importante é a equipe vencer, fazer gol é vaidade pessoal. Não só eu, mas também o Bernard, o Magno Alves, o Neto Berola e os outros atacantes vamos procurar marcar os gols para ajudar o Atlético a conquistar os resultados que desejamos”, declarou o atacante André, que chegou ao quarto gol no Brasileiro a completar de cabeça cruzamento do armado Daniel Carvalho no sábado.
Ele não marcava desde 22 de agosto, quando o Galo foi derrotado por 3 a 1 pelo Botafogo, no Rio, pela 18ª rodada do Nacional. Desde então, participou de outras oito partidas sem conseguir balançar as redes e não esconde que estava incomodado com o jejum. “Para a gente que joga na frente, a confiança tem que estar em alta. Como passei muitos jogos sem marcar, estava um pouco sem confiança, sim. Precisava desse gol. Agora é ter sequência para continuar bem física e tecnicamente para poder ajudar ainda mais o Atlético”, disse o jogador, que teve 20% dos direitos adquiridos pelo alvinegro em julho, por 2,2 milhões de euros (cerca de R$ 5,5 milhões) e foi emprestado pelo Dínamo de Kiev, da Ucrânia, até julho.
Como outros jogadores, o atacante se sente melhor agora que o Galo finalmente deixou a zona de rebaixamento. Porém, lembra que a situação ainda não está resolvida e é preciso manter a mesma disposição do jogo com o Flu para afastar definitivamente a ameaça de queda.
“É muito ruim trabalhar com a pressão de estar na zona de rebaixamento. Conseguimos sair e agora só queremos nos manter fora para termos um fim de ano feliz e podermos com tranquilidade pensar na próxima temporada”, afirmou André.
TESTES Pelos treinos coletivos que o técnico Cuca comandou ontem, André será titular contra o Palmeiras, domingo, na Arena do Jacaré. Porém, seu companheiro ainda está indefinido, até porque Magno Alves está voltando de contusão muscular.
Pela manhã, com o experiente jogador ainda treinando à parte, o treinador escalou Neto Berola na frente. A atividade da tarde também começou com esse ataque, mas trocou o velocista por Magno Alves. Na sequência, tirou o armador Daniel Carvalho e voltou com Neto Berola, compondo a equipe de forma bastante ofensiva.
Outra mudança foi na defesa. Réver não treinou pela manhã devido a fadiga muscular, mas marcou presença no treino da tarde. Já o lateral-direito Carlos César começou o dia como titular, mas também reclamou cansaço e foi poupado de parte da atividade da manhã e todo o treino da tarde, dando lugar a Serginho.
Paulo Galvão - Estado de Minas
Publicação:27/10/2011 09:06
Atualização:27/10/2011 09:08
Melhor defesa do returno do Campeonato Brasileiro, com apenas 10 gols sofridos em 12 partidas, o Atlético tenta melhorar o desempenho ofensivo para terminar a competição de forma tranquila. O alvinegro tem apenas 37 gols marcados na competição, três a menos que o lanterna América. Levando-se em conta só a segunda metade do torneio, foram 13 gols marcados, 15º pior desempenho, ao lado do Bahia, e à frente apenas de Ceará, Cruzeiro, Palmeiras e Atlético-PR.
Se o sistema defensivo evoluiu, na frente ocorreu o contrário. Mesmo fazendo péssimo primeiro turno, o Galo conseguiu marcar 24 gols em 19 jogos, média de 1,26 gol por jogo. Já levando-se em conta as últimas 12 partidas, a média cai para 1,08.
Ainda que tenha marcado duas vezes na última partida, quando venceu o Fluminense em pleno Engenhão, os jogadores que atuam mais à frente sabem que precisam melhorar. E para isso prometem se aplicar nos treinamentos e também ter mais concentração na hora de definir as jogadas.
“A gente sabe que pode sempre dar mais, que não podemos nos acomodar. Mas o importante é a equipe vencer, fazer gol é vaidade pessoal. Não só eu, mas também o Bernard, o Magno Alves, o Neto Berola e os outros atacantes vamos procurar marcar os gols para ajudar o Atlético a conquistar os resultados que desejamos”, declarou o atacante André, que chegou ao quarto gol no Brasileiro a completar de cabeça cruzamento do armado Daniel Carvalho no sábado.
Ele não marcava desde 22 de agosto, quando o Galo foi derrotado por 3 a 1 pelo Botafogo, no Rio, pela 18ª rodada do Nacional. Desde então, participou de outras oito partidas sem conseguir balançar as redes e não esconde que estava incomodado com o jejum. “Para a gente que joga na frente, a confiança tem que estar em alta. Como passei muitos jogos sem marcar, estava um pouco sem confiança, sim. Precisava desse gol. Agora é ter sequência para continuar bem física e tecnicamente para poder ajudar ainda mais o Atlético”, disse o jogador, que teve 20% dos direitos adquiridos pelo alvinegro em julho, por 2,2 milhões de euros (cerca de R$ 5,5 milhões) e foi emprestado pelo Dínamo de Kiev, da Ucrânia, até julho.
Como outros jogadores, o atacante se sente melhor agora que o Galo finalmente deixou a zona de rebaixamento. Porém, lembra que a situação ainda não está resolvida e é preciso manter a mesma disposição do jogo com o Flu para afastar definitivamente a ameaça de queda.
“É muito ruim trabalhar com a pressão de estar na zona de rebaixamento. Conseguimos sair e agora só queremos nos manter fora para termos um fim de ano feliz e podermos com tranquilidade pensar na próxima temporada”, afirmou André.
TESTES Pelos treinos coletivos que o técnico Cuca comandou ontem, André será titular contra o Palmeiras, domingo, na Arena do Jacaré. Porém, seu companheiro ainda está indefinido, até porque Magno Alves está voltando de contusão muscular.
Pela manhã, com o experiente jogador ainda treinando à parte, o treinador escalou Neto Berola na frente. A atividade da tarde também começou com esse ataque, mas trocou o velocista por Magno Alves. Na sequência, tirou o armador Daniel Carvalho e voltou com Neto Berola, compondo a equipe de forma bastante ofensiva.
Outra mudança foi na defesa. Réver não treinou pela manhã devido a fadiga muscular, mas marcou presença no treino da tarde. Já o lateral-direito Carlos César começou o dia como titular, mas também reclamou cansaço e foi poupado de parte da atividade da manhã e todo o treino da tarde, dando lugar a Serginho.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Bernard aposta na velocidade do Atlético-MG para superar Palmeiras26/10/2011 - 18h53

Bernardo Lacerda
Jovem Bernard afirma que Atlético adota postura ofensiva, mas tem atuado de forma organizada
Em Vespasiano (MG)
O meia-atacante Bernard crê que a velocidade do Atlético-MG pode ser o diferencial da equipe diante do Palmeiras, domingo, às 18h, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, pela 32ª rodada do Brasileirão. Para o jovem jogador, o esquema adotado pelo técnico Cuca deixa o time mineiro mais rápido.
No treino desta quarta-feira, Cuca mandou a campo o Atlético com dois jogadores de maior velocidade, Neto Berola e Bernard. Porém, durante o treinamento, o treinador optou em escalar ainda Magno Alves, na vaga de Berola, deixando a equipe com três atacantes.
“Time muito rápido, nesta situação que a gente está precisa do resultado, time forte, ofensivo, mas organizado. Os dois atacantes estão voltando para marcar os laterais, estamos ofensivos, mas preocupados na marcação e organização”, disse Bernard.
O jogador deverá mais uma vez atuar aberto, pela ponta, como vem fazendo nos últimos jogos. “Tento fazer o que o Cuca me pede e um pouco a mais. Se precisar correr, eu vou estar ali para ajudar. No momento em que o grupo precisar eles podem confiar em mim”, destacou Bernard.
O time titular foi formado por Renan Ribeiro; Serginho, Réver, Leonardo Silva e Triguinho; Pierre, Fillipe Soutto, Bernard e Daniel Carvalho (Neto Berola); Neto Berola (Magno Alves) e André. Carlos César foi poupado com dores musculares, mas não será problema para domingo.
Para Bernard, é importante o técnico Cuca manter uma base na escalação do Atlético e repetir durante os jogos no Campeonato Brasileiro. Principalmente do meio para trás, o time atleticano vem sendo repetido ao longo dos jogos.
“É importante o time ter sequência de jogos, vai dar para trabalhar um pouco mais o conjunto, o Cuca pode achar o conjunto e dar sequência”, ressaltou Bernard.
Jogadores do Atlético-MG não se deixam influenciar pela crise do Palmeiras 26/10/2011 - 18h26

Meia atleticano Bernard minimiza crise do Palmeiras, adversário do próximo domingo
Bernardo Lacerda
Em Vespasiano (MG)
O Campeonato Brasileiro para o Atlético-MG está sendo marcado por crises e luta contra o rebaixamento. Agora, o alvinegro mineiro enfrentará no próximo domingo, às 18h, o Palmeiras, que vive situação complicada fora e dentro de campo. Os jogadores atleticanos, no entanto, deixam de lado a situação adversa do time paulista.
“A gente procura ficar um pouco fora, mas temos de pensar no nosso momento, estamos concentrados. O Palmeiras é uma equipe difícil, mas vamos jogar em casa, contra uma equipe que tem tradição”, comentou o meia Bernard. Segundo ele, com casa cheia, o Atlético-MG tem de se concentrar no objetivo de somar os três pontos. “Vamos esquecer um pouco a crise do Palmeiras”, acrescentou.
O Palmeiras não vence há seis jogos no returno do Campeonato Brasileiro e tem uma das piores campanhas da segunda fase, com apenas nove pontos somados em 36 possíveis, o que fez com que se afastasse das primeiras colocações e fosse para a zona intermediária do campeonato. Do lado de fora de campo, o time paulista convive com problemas com as suas estrelas, Kleber e Valdívia.
O Atlético-MG também viveu momento conturbado durante o ano. O time vem lutando contra o rebaixamento durante toda a competição, trocou de treinador, saindo Dorival Júnior e entrando Cuca, além de ter dispensado jogadores, como Ricardinho e Zé Luís, entre outros.
Para o jovem meia atleticano, a crise do adversário não irá interferir no desempenho do time paulista em campo. Bernard destaca que os jogadores poderão inclusive entrar mais motivados em campo, como aconteceu com o Atlético.
“Não é que facilita, se facilitasse em algumas rodadas atrás a gente estava em crise, mas a gente se impôs. Às vezes os jogadores sabendo da crise no time pode ser uma motivação a mais, não vamos ter jogos fáceis, vai ser complicado, a atenção tem de ser grande o tempo todo”, comentou Bernard.
O experiente atacante Magno Alves ressalta que o momento do time paulista precisa ser deixado de lado. “Não podemos entrar achando que o adversário está em crise, temos de entrar com tudo, força máxima e fazer prevalecer o fator casa. Temos de sufocar desde o inicio para que eles possam sentir a força do Atlético nesta reta final”, observou.
Crise no Palmeiras vira alerta no Atlético-MG antes do confronto de domingo26/10/2011 - 16h01

Lateral atleticano Carlos César crê que Palmeiras adotará postura defensiva na Arena do Jacaré
Do UOL Esporte
Em Belo Horizonte
O momento ruim do Palmeiras, que não vence há seis rodadas no Brasileirão e ainda enfrenta problemas extracampo, não serve de motivação ao Atlético-MG para a partida de domingo, às 18h, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, válida pela 32ª rodada.
Ao contrário. A crise vivida pelo adversário é motivo de alerta no elenco atleticano. “Acho que é mais complicado enfrentar time que está vivendo momento ruim, o time do Felipão é forte na marcação e eles vão se fechar lá atrás”, observou o lateral-direito Carlos César.
O jogador acredita que a equipe paulista adotará uma postura defensiva no confronto de domingo “Todos os jogos são difíceis, jogo com o Palmeiras vai ser difícil, eles estão em momento difícil e vão vir fechados”, afirmou o lateral.
“O Felipão já está acostumado a formar times assim, fortes na defesa, eles vão fazer o que a gente fez com o Fluminense, ficar lá trás, marcando forte para aproveitar as chances que criarem”, acrescentou Carlos César.
O Palmeiras tem a terceira pior campanha do returno do Brasileirão, atrás apenas de Cruzeiro e Ceará, que lutam contra o rebaixamento. Em 12 rodadas, venceu apenas uma vez, empatou seis e perdeu cinco. Foram nove pontos conquistados em 36 disputados. Além disso, o ambiente no clube tem sido marcado por brigas, como a que resultou no afastamento do atacante Kléber.
Para tentar bater o time paulista e se afastar da zona de rebaixamento, Carlos César espera contar com apoio da torcida em Sete Lagoas. “Esperamos que esteja lotado, que a torcida compareça, lote o estádio, temos de pensar primeiro no jogo do Palmeiras, fazer a nossa parte e vencer este jogo importante”, ressaltou o lateral.
Com contrato até maio de 2012, Daniel Carvalho quer ficar mais tempo no Atlético26/10/2011 - 08h45
Do UOL Esporte
Em Belo Horizonte
Destaque na vitória do Atlético-MG sobre o Fluminense, por 2 a 0, sábado passado, o meia-atacante Daniel Carvalho, que esteve perto de ser afastado pelo clube na fase de troca de técnico, quando Cuca substituiu a Dorival Júnior, manifestou sua intenção de seguir no alvinegro mineiro em 2012. Segundo o jogador, isso independe da Divisão em que o time atleticano estiver em 2012.
Daniel Carvalho revela estratégia usada por Cuca em preleção no Engenhão
Por Pierre, Leonardo Silva cogita até 'caixinha' para ajudar Atlético-MG a pagar multa
O contrato de Daniel Carvalho com o Atlético-MG termina em maio do próximo ano. Indagado se tem interesse em renová-lo, Daniel Carvalho disse que sim, mas empurrou a decisão para a diretoria do alvinegro mineiro. “Isso não cabe a mim, vontade e interesse de permanecer no clube, com certeza eu tenho”, afirmou o meia-atacante, em entrevista ao Programa Alterosa no Ataque, exibido pelo SBT/Alterosa.
Daniel Carvalho, que está no Atlético-MG desde 2010, é dono de seus direitos econômicos. Ele reafirmou que para permanecer no futebol brasileiro teve que pagar uma quantia em dinheiro, não revelada, ao CSKA, da Rússia.
“Sou feliz aqui no Atlético, independente da situação, claro que a gente vai fazer ao máximo para ficar com o Atlético na Primeira Divisão”, enfatizou Daniel Carvalho. “É como já disse não cabe a mim, tem de ter interesse das duas, publicamente eu disse que teria interesse”, acrescentou o meia-atacante. Ele reconhece que não estava em boa fase sob o comando de Dorival Júnior.
“Não posso só julgar ou criticar o Dorival por eu não estar jogando no passado, a maior parte da parcela de culpa é minha. Não vou culpar o Dorival, que foi uma pessoa que teve bastante paciência comigo, de repente eu não aproveitei, por diferentes motivos. É difícil dar resposta porque no passado não jogava com o Dorival e no presente jogo com o Cuca, sendo que também com Cuca não iria jogar”, observou.
Quando houve a troca no comando atleticano, Daniel Carvalho revelou que tinha sido informado por Dorival, pouco antes de deixar o clube, que não fazia mais parte dos seus planos. O meia-atacante também não estava no planejamento de Cuca, mas fez um pedido ao novo treinador para que tivesse uma chance e conseguiu agarrá-la. Com Cuca, o jogador, de 28 anos, só ficou fora do time por contusão.
Em Belo Horizonte
Destaque na vitória do Atlético-MG sobre o Fluminense, por 2 a 0, sábado passado, o meia-atacante Daniel Carvalho, que esteve perto de ser afastado pelo clube na fase de troca de técnico, quando Cuca substituiu a Dorival Júnior, manifestou sua intenção de seguir no alvinegro mineiro em 2012. Segundo o jogador, isso independe da Divisão em que o time atleticano estiver em 2012.
Daniel Carvalho revela estratégia usada por Cuca em preleção no Engenhão
Por Pierre, Leonardo Silva cogita até 'caixinha' para ajudar Atlético-MG a pagar multa
O contrato de Daniel Carvalho com o Atlético-MG termina em maio do próximo ano. Indagado se tem interesse em renová-lo, Daniel Carvalho disse que sim, mas empurrou a decisão para a diretoria do alvinegro mineiro. “Isso não cabe a mim, vontade e interesse de permanecer no clube, com certeza eu tenho”, afirmou o meia-atacante, em entrevista ao Programa Alterosa no Ataque, exibido pelo SBT/Alterosa.
Daniel Carvalho, que está no Atlético-MG desde 2010, é dono de seus direitos econômicos. Ele reafirmou que para permanecer no futebol brasileiro teve que pagar uma quantia em dinheiro, não revelada, ao CSKA, da Rússia.
“Sou feliz aqui no Atlético, independente da situação, claro que a gente vai fazer ao máximo para ficar com o Atlético na Primeira Divisão”, enfatizou Daniel Carvalho. “É como já disse não cabe a mim, tem de ter interesse das duas, publicamente eu disse que teria interesse”, acrescentou o meia-atacante. Ele reconhece que não estava em boa fase sob o comando de Dorival Júnior.
“Não posso só julgar ou criticar o Dorival por eu não estar jogando no passado, a maior parte da parcela de culpa é minha. Não vou culpar o Dorival, que foi uma pessoa que teve bastante paciência comigo, de repente eu não aproveitei, por diferentes motivos. É difícil dar resposta porque no passado não jogava com o Dorival e no presente jogo com o Cuca, sendo que também com Cuca não iria jogar”, observou.
Quando houve a troca no comando atleticano, Daniel Carvalho revelou que tinha sido informado por Dorival, pouco antes de deixar o clube, que não fazia mais parte dos seus planos. O meia-atacante também não estava no planejamento de Cuca, mas fez um pedido ao novo treinador para que tivesse uma chance e conseguiu agarrá-la. Com Cuca, o jogador, de 28 anos, só ficou fora do time por contusão.
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