quinta-feira, 28 de abril de 2011

28 de abril de 2011 • Conselho Deliberativo • Diretoria
Conselho Deliberativo aprova contas de 2010 por unanimidade
Assim como no ano passado, o Conselho Deliberativo do Atlético aprovou, por unanimidade, as contas correspondentes ao exercício de 2010 da gestão do presidente Alexandre Kalil. A reunião ordinária que apreciou a matéria foi realizada na noite desta quinta-feira, no Auditório Elias Kalil, na Sede de Lourdes, e presidida por Emir Cadar, presidente do Conselho.
Na reunião, o presidente Alexandre Kalil apresentou ao Conselho Deliberativo a comissão de negociação com a Rede Globo. A comissão é formada por:
Emir Cadar – presidente do Conselho Deliberativo
Rodolfo Gropen – diretor de gestão
Lázaro Cândido da Cunha – diretor jurídico
Carlos Fabel – diretor financeiro
Luiz César Villamarim – assessor da Presidência
Pedro Tavares de Melo Costa – membro do Conselho Fiscal

Réver espera sucesso na reedição da dupla de zaga atleticana com Werley 28/04/2011 16h12 - Atualizado em 28/04/2011 16h12


Réver lembra de bons momentos atuando ao lado
de Werley (Foto: Agência Estado)
Os dois devem ser os titulares na decisão contra o América-MG neste sábado
Por Marco Antônio Astoni
Belo Horizonte
Réver e Werley devem formar a zaga do Atlético-MG no clássico decisivo contra o América-MG, sábado, às 18h30m (de Brasília), na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. O jogo vale vaga na grande final do Campeonato Mineiro. O Galo pode perder por até dois gols de diferença que se classifica para a decisão.
Réver, o capitão atleticano, espera acertar a dupla com Werley e ver uma boa atuação do sistema defensivo.
- A dupla Réver e Werley teve momentos bons, assim como teve momentos ruins. Tive também com o Leonardo. Espero que a gente possa estar voltando a fazer esta dupla e pegar o momento bom que a gente teve no Campeonato Brasileiro e em alguns jogos do Campeonato Mineiro.
A média de gols sofridos pelo time com Werley em campo é de 1,75 por jogo. Em oito jogos, o time foi vazado 14 vezes. Sem Werley, foram sete gols em oito partidas, o que dá uma média de 0,875. Para Réver, os números negativos do companheiro não são problema. Segundo ele, uma boa conversa ajuda a resolver problemas de posicionamento e melhorar o desempenho da zaga.
- Procuro conversar não só com o Werley, mas com todos, principalmente do setor defensivo, pra que a possa se acertar e corrigir os erros que a gente sabe que não são poucos. No dia-a-dia isso fica evidente. Tem erros, até porque somos ser humanos. Os números, às vezes, podem ser mentirosos, porque a gente estava tomando muitos gols e fazendo muitos gols. Isto quer dizer que nossa equipe era profundamente ofensiva e acabava esquecendo um pouco da parte defensiva. Nos últimos jogos, estamos procurando marcar mais e agredir. Estamos tentando agradar a todos os gostos, então espero que no sábado a gente consiga sair com o resultado positivo, se possível, sem tomar gols. A gente esse ano tem tomado muitos, mas nos últimos jogos tem melhorado bastante.

Réver espera sucesso na reedição da dupla de zaga atleticana com Werley 28/04/2011 16h12 - Atualizado em 28/04/2011 16h12


Réver lembra de bons momentos atuando ao lado
de Werley (Foto: Agência Estado)
Os dois devem ser os titulares na decisão contra o América-MG neste sábado
Por Marco Antônio Astoni
Belo Horizonte
Réver e Werley devem formar a zaga do Atlético-MG no clássico decisivo contra o América-MG, sábado, às 18h30m (de Brasília), na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. O jogo vale vaga na grande final do Campeonato Mineiro. O Galo pode perder por até dois gols de diferença que se classifica para a decisão.
Réver, o capitão atleticano, espera acertar a dupla com Werley e ver uma boa atuação do sistema defensivo.
- A dupla Réver e Werley teve momentos bons, assim como teve momentos ruins. Tive também com o Leonardo. Espero que a gente possa estar voltando a fazer esta dupla e pegar o momento bom que a gente teve no Campeonato Brasileiro e em alguns jogos do Campeonato Mineiro.
A média de gols sofridos pelo time com Werley em campo é de 1,75 por jogo. Em oito jogos, o time foi vazado 14 vezes. Sem Werley, foram sete gols em oito partidas, o que dá uma média de 0,875. Para Réver, os números negativos do companheiro não são problema. Segundo ele, uma boa conversa ajuda a resolver problemas de posicionamento e melhorar o desempenho da zaga.
- Procuro conversar não só com o Werley, mas com todos, principalmente do setor defensivo, pra que a possa se acertar e corrigir os erros que a gente sabe que não são poucos. No dia-a-dia isso fica evidente. Tem erros, até porque somos ser humanos. Os números, às vezes, podem ser mentirosos, porque a gente estava tomando muitos gols e fazendo muitos gols. Isto quer dizer que nossa equipe era profundamente ofensiva e acabava esquecendo um pouco da parte defensiva. Nos últimos jogos, estamos procurando marcar mais e agredir. Estamos tentando agradar a todos os gostos, então espero que no sábado a gente consiga sair com o resultado positivo, se possível, sem tomar gols. A gente esse ano tem tomado muitos, mas nos últimos jogos tem melhorado bastante.

FMF divulga árbitros das semifinais do Mineiro

Assim como ocorreu nos jogos de ida, trios de arbitragens são de fora de Minas Gerais
LANCEPRESS!
Publicada em 28/04/2011 às 16:40
Belo Horizonte (MG)
A Federação Mineira de Futebol (FMF) divulgou nesta quinta-feira à tarde, a escala de árbitros para os jogos de volta das semifinais do Campeonato Mineiro. Assim como ocorreu nos jogos de ida, as arbitragens serão de fora de Minas.
O Clássico entre Atlético-MG e América-MG, marcado para o próximo sábado, às 18h30, terá Cléber Wellington Abade, de São Paulo, como árbitro. Seus auxiliares serão: Bruno Boschilia (PR) e Thiago Gomes Brígido (CE).
Já o confronto entre Cruzeiro e América de Teófilo Otoni, marcada para o próximo domingo, às 16h, terá como árbitro, o pernambucano Cláudio Luciano Mercadante Júnior. Fábio Pereira (TO) e Marcos André Gomes da Penha (ES) serão os seus auxiliares.

Volante do Marcílio Dias pode reforçar o Atlético-MG

Com apenas 22 anos, Gilberto já realiza exames médicos em Belo Horizonte e deve ser anunciado ainda nesta quinta-feira
LANCEPRESS!
Publicada em 28/04/2011 às 16:36
Belo Horizonte (MG)
O Atlético-MG está prestes a anunciar o seu 16º reforço nesta temporada. Após fechar com grandes nomes do futebol nacional, o Alvinegro decide fazer uma aposta. O volante Gilberto, de apenas 22 anos, pode acertar sua ida para a Cidade do Galo.
O jogador está em Belo Horizonte, onde realiza exames médicos e, caso seja aprovado, pode ser definitivamente anunciado como contratação atleticana. Segundo a assessoria de comunicação do clube, Gilberto foi indicado pelo técnico Dorival Júnior. Há a expectativa de que a contratação do jogador de 22 anos seja concluída ainda nesta quinta-feira. O volante, que tem 70% dos direitos firmados ao empresário Eduardo Uram, seria apresentado na manhã desta sexta-feira, na Cidade do Galo.
Caso seja confirmado como reforço, Gilberto será o sexto volante da equipe. Há três semanas, o Atlético-MG havia anunciado Dudu Cearense, que atua na mesma posição da provável contratação.
Dados do jogador
Nome completo: Gilberto dos Santos Souza Júnior
Nascimento (Local; Data): Serrinha-BA; 20/10/1988 (22 anos)
Posição: Volante
Clubes: Bragantino, Corinthians, Mogi Mirim-SP, Atlético H. Aichinger-SC, Oeste-SP e Marcílio Dias-SC

Kalil diz que reunião com Sanchez e Koff serviu para detalhar fim de C13 28/04/2011 - 13h00


Alexandre Kalil, presidente do Atlético-MG, diz que Globo não tem interesse que cartolas se organizem
Gustavo Franceschini e Ricardo Perrone
Em Brasília (DF)
Andrés Sanchez, um dos líderes dos clubes dissidentes do imbróglio político do futebol, dividiu mesa no restaurante Fasano, em São Paulo, com Fábio Koff, presidente do Clube dos 13 e Alexandre Kalil, presidente do Atlético-MG e último a resistir ao assédio da Globo. O encontro, revelado pelo blog do Juca Kfouri, aconteceu para tratar dos detalhes do fim do C13, que deve ser ratificado na assembleia geral da entidade, no próximo dia 3.
“O Clube dos 13 não continua. Se eles quisessem simplesmente tirar o Fábio Koff eles teriam pedido isso em assembleia. Mas não se fecha uma entidade assim do nada. Tem de pagar as contas, discutir algumas coisas”, disse Alexandre Kalil, em entrevista ao UOL Esporte.
Fábio Koff, também procurado pela reportagem, confirmou que as contas dos clubes foram tema do encontro, mas não foi tão taxativo a respeito do fim do Clube dos 13. “Eu não sei o que eles estão pensando. Eles vão decidir em assembleia. Eu sou um representante da vontade dos clubes, eles que decidem”, disse o dirigente.
Os dois negaram, no entanto, que Andrés Sanchez tenha pedido a cabeça de Ataíde Gil Guerreiro, diretor-executivo do Clube dos 13. Foi o cartola, ligado ao São Paulo, que comandou a licitação dos direitos de transmissão que deu origem a todo o imbróglio político atual.
Kalil também descartou a criação de uma liga independente de clubes, ideia já aventada por outros dirigentes. O presidente do Atlético-MG entende que a Globo está por trás dos dissidentes e que ela não tem interesse que os cartolas se organizem.
“A Globo quer é dominar. Eles não querem nenhum tipo de instituição. Isso não interessa a eles”, disse o dirigente atleticano, que reforçou a postura de não conversar sobre direitos de TV com a emissora. Segundo ele, é o Conselho do clube quem deve tratar de um possível contrato individual.
O possível fim do C13 pode ser o ponto final na briga. A Globo entregou, na última quarta-feira, os contratos assinados com 15 clubes para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) avaliar a legalidade dos compromissos. Em audiência pública no Senado, Fernando Furlan, presidente do órgão federal, já deu indícios de que não vai interferir na manobra da Globo.
Pelo menos até antes do jantar, o C13 ainda tinha um fio de esperança. Acreditava ser possível um acordão. Por ele, a entidade seria mantida pelo menos até dezembro, com Koff na presidência. E a Globo cederia os jogos para a Rede TV!, como faz hoje com a Band. Nesse cenário, Sanchez estaria livre para se candidatar à presidência a partir de janeiro, quando já não será mais presidente do Corinthians.
Porém, a Globo demonstra ser contra o acordo. Parte dos clubes também. Eles avaliam que as feridas abertas na batalha com o C13 ainda não cicatrizaram. Os ressentimentos não permitiriam um pacto agora.

Dorival cita trabalho à frente do rival para dizer que Atlético está no rumo certo 28/04/2011 - 10h10


Técnico Dorival Júnior compara o momento do Atlético-MG com o do rival Cruzeiro em 2007
Do UOL Esporte
Em Belo Horizonte
Ainda em busca de um time competitivo, o técnico Dorival Júnior faz um paralelo entre a situação vivida pelo Atlético-MG nesta temporada com o trabalho realizado no rival Cruzeiro em 2007, quando assumiu o time celeste às vésperas do Brasileirão daquele ano. O ponto coincidente, de acordo com o treinador, é a necessidade de montar equipes com competições em andamento.
Além disso, Dorival Júnior acredita que 2011 pode ser um ano tão importante para o Atlético como 2007 foi para o Cruzeiro, por entender que foi naquela temporada que o clube celeste montou a base do time que está em sua quarta Libertadores consecutiva, além de ter sido vice-campeão brasileiro em 2010.
“Foi um ano importante para o Cruzeiro (2007). Estreamos sábado contra o Fluminense e eu havia chegado numa quarta-feira. Foi a estreia do Ramires, aliás foi o meu primeiro combate no Cruzeiro, colocar o Ramires, sendo que quase ninguém conhecia o jogador”, lembrou Dorival Júnior, em entrevista à Rádio Itatiaia.
Da mesma forma que está fazendo no Atlético, o treinador foi obrigado a testar jogadores e a fazer várias mudanças. “Trocamos 10 jogadores ao longo da competição, onde tivemos dificuldades, perdemos dois, três jogos no Mineirão e fomos buscando resultados fora de casa. Aí chegaram Charles, Fernandinho, Thiago, voltou Guilherme da seleção, o Fábio, o Wagner. A equipe foi montada naquele ano, a partir dali o Cruzeiro teve três, quatro anos muito bons”, comentou.
Dorival Júnior observa que o trabalho no futebol é sempre moroso e quase nunca há resultados imediatos. “É preciso acabar com essa impaciência no futebol. O trabalho só vai ter resultado a partir do momento que se estrutura bem, para que depois possa corrigi-lo e, em um terceiro momento alcançar resultado”, comentou.
“Isso fatalmente vai acontecer no Atlético-MG, se será com Dorival não sei. O Atlético-MG está se preparando muito, para ganhar e quando começar a ganhar vai ser para ficar e não de forma eventual e aleatória”, complementou o treinador atleticano.
No caso do Atlético-MG, Dorival Júnior observa que o trabalho de montagem da equipe está sendo feito pela segunda vez no ano. “Foi uma situação inusitada a equipe vinha sendo trabalhada com uma formação. No jogo de domingo, comparado com a fase classificatória contra o mesmo América nós tínhamos sete jogadores diferentes”, disse.
“Aconteceram fatos que nós não imaginávamos que fossem acontecer, claro que a saída de um ou outro atleta não surpreende, mas perdemos de uma só vez sete ou oito atletas, o que realmente quebrou muito daquela formação da equipe tentando consolidação”, afirmou Dorival Júnior. “Tivemos de refazer totalmente este trabalho”, acrescentou.