30 de agosto de 2010 • Futebol Profissional • Comissão Técnica • Futebol Profissional • Galo • Futebol Profissional • Jogos • Futebol Profissional • Treino
Atlético inicia preparação para enfrentar o Goiás
O elenco atleticano se reapresentou na tarde desta segunda-feira, na Cidade do Galo, e deu início à preparação para o jogo contra o Goiás, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. A partida contra a equipe esmeraldina será disputada às 21h desta quarta-feira, no estádio Serra Dourada, em Goiânia.
Os jogadores que atuaram no último domingo fizeram trabalho regenerativo na academia e os demais participaram de um coletivo com atletas da equipe júnior.
O lateral-esquerdo Leandro, o zagueiro Jairo Campos e o atacante Obina estão liberados pelo departamento médico. Jairo Campos e Leandro realizaram trabalho físico à parte, enquanto Obina participou do coletivo.
Nesta terça-feira, o treino será às 10h, com a delegação seguindo às 15h para Goiânia.
terça-feira, 31 de agosto de 2010

“Clube Atlético Mineiro, o Time de Minas”

30 de agosto de 2010 • Falaram bem do Galo
Falaram bem do Galo: colunista do Blog Galo é Meu Amor comenta situação do Atlético
Colunista do Blog Galo é Meu Amor, o juiz federal Lincoln Pinheiro Costa comenta a situação do Atlético em postagem intitulada ‘09 de Outubro de 1988′, e que também foi publicada no Blog do jornalista Chico Maia.
data que intitula este artigo representa a nossa “Queda de Constantinopla”.
Explico: por convenção, considera-se que a queda de Constantinopla, ocorrida em 29 de maio de 1453, marca o fim do Império Romano do Oriente e também da Idade Média.
09 de Outubro de 1988 marca o fim de nossa era de prosperidade, de hegemonia incontestável e de nossa entrada por caminhos erráticos que nos conduziram ao inferno futebolístico; caminhos que a duras penas estamos tentando abandonar.
Dr. Lincoln Pinheiro Costa/ Juiz Federal
O que aconteceu naquela data?
Depois de uma derrota para o Criciúma pelo campeonato brasileiro, em uma tarde que o Mineirão recebeu pouco mais de seis mil torcedores, a diretoria do Atlético demitiu o técnico de Telê Santana, que saíra xingado do estádio.
O que nos diria hoje aquele torcedor que xingou o Mestre naquela tarde e o viu, pouco tempo depois, conquistar dois campeonatos mundiais por outro time?
Não é preciso consultar qualquer instituto de pesquisa para sabermos que Telê é considerado o melhor técnico brasileiro de todos os tempos.
Nós o tínhamos aqui e por pressão de torcedores de visão curta, que enxerga a árvore, mas não vê a floresta, o mandamos embora.
Quem tiver a curiosidade de pegar a ficha técnica daquele jogo verá que Telê estava trabalhando em uma renovação. Os grandes craques do início dos anos 80 já não jogavam mais. Estávamos em uma entressafra e não demos tempo ao Mestre.
Depois de 22 anos vagando no deserto, período em que fomos dirigidos por toda sorte de charlatão, temos novamente o melhor técnico brasileiro comandando o nosso time.
Mas alguns torcedores, com a mesma visão daqueles que xingaram o Mestre naquele domingo de outubro de 1988, já pedem a cabeça do nosso treinador.
Ao que tudo indica o nosso presidente não vai seguir os maus conselhos, não vai se deixar influenciar por vaias e xingamentos e o pesadelo daquela histórica data não vai se repetir.
Lincoln Pinheiro Costa
30 de agosto de 2010 • Galo
Trio baiano apitará Goiás x Atlético
O árbitro Jailson Macedo Freitas, da Federação Baiana, comandará a partida entre Atlético e Goiás, a ser realizada às 21h da próxima quarta-feira, no Serra Dourada, em Goiânia. O jogo será válido pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Luiz Carlos Silva Teixeira (BA) e Adaílton José de Jesus Silva (BA) serão os auxiliares.
Trio baiano apitará Goiás x Atlético
O árbitro Jailson Macedo Freitas, da Federação Baiana, comandará a partida entre Atlético e Goiás, a ser realizada às 21h da próxima quarta-feira, no Serra Dourada, em Goiânia. O jogo será válido pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Luiz Carlos Silva Teixeira (BA) e Adaílton José de Jesus Silva (BA) serão os auxiliares.
30 de agosto de 2010 • Galo
Infantil vence o Vasco e está na final da Copa Amizade
O time infantil do Atlético venceu o Vasco por 4 a 2, na manhã desta segunda-feira, e se classificou para a final da Copa Amizade Brasil-Japão, que está sendo disputada no Rio de Janeiro. O jogo foi realizado no campo 3 do CFZ (Centro de Futebol Zico). No tempo normal, as equipes empataram por 2 a 2 e, na prorrogação, o time alvinegro conseguiu marcar dois gols e garantiu a vaga na decisão.
O adversário na final será o Botafogo, em jogo que será disputado nesta terça-feira, às 10h, no campo 1 do CFZ.
Na semifinal desta segunda-feira, a equipe atleticana saiu atrás no placar, após sofrer um gol no primeiro minuto do jogo. O empate aconteceu aos 16 minutos, com o meia Anderson. Ainda na etapa inicial, o adversário voltou a ficar na frente, aos 32 minutos.
No segundo tempo, o time alvinegro pressionou bastante e conseguiu novamente a igualdade aos 37 minutos, com Carlos, resultado que levou o jogo para a prorrogação. No tempo extra, o atacante Carlos marcou mais duas vezes, aos dois e aos oito minutos da segunda etapa, e garantiu a classificação para a final.
O técnico Ricardo Resende escalou o time com Rodolfo; Ricardo (Mucuri), Rodrigo, Andrey (Matheus) e Pedro (Adalto); Yago, Juninho (Wellington), Anderson (João Bruno) e Vagner; Carlos e Zé Alberto.
A campanha atleticana na Copa Amizade apresenta quatro vitórias e um empate. Na primeira fase, o time alvinegro terminou na liderança do Grupo E, após vencer a Seleção da J-League (4 x 0) e o Boavista/RJ (8 x 0), e empatar com o Vasco (1 x 1). Nas quartas-de-final, o Atlético derrotou o Duque de Caxias por 4 a 0.
Infantil vence o Vasco e está na final da Copa Amizade
O time infantil do Atlético venceu o Vasco por 4 a 2, na manhã desta segunda-feira, e se classificou para a final da Copa Amizade Brasil-Japão, que está sendo disputada no Rio de Janeiro. O jogo foi realizado no campo 3 do CFZ (Centro de Futebol Zico). No tempo normal, as equipes empataram por 2 a 2 e, na prorrogação, o time alvinegro conseguiu marcar dois gols e garantiu a vaga na decisão.
O adversário na final será o Botafogo, em jogo que será disputado nesta terça-feira, às 10h, no campo 1 do CFZ.
Na semifinal desta segunda-feira, a equipe atleticana saiu atrás no placar, após sofrer um gol no primeiro minuto do jogo. O empate aconteceu aos 16 minutos, com o meia Anderson. Ainda na etapa inicial, o adversário voltou a ficar na frente, aos 32 minutos.
No segundo tempo, o time alvinegro pressionou bastante e conseguiu novamente a igualdade aos 37 minutos, com Carlos, resultado que levou o jogo para a prorrogação. No tempo extra, o atacante Carlos marcou mais duas vezes, aos dois e aos oito minutos da segunda etapa, e garantiu a classificação para a final.
O técnico Ricardo Resende escalou o time com Rodolfo; Ricardo (Mucuri), Rodrigo, Andrey (Matheus) e Pedro (Adalto); Yago, Juninho (Wellington), Anderson (João Bruno) e Vagner; Carlos e Zé Alberto.
A campanha atleticana na Copa Amizade apresenta quatro vitórias e um empate. Na primeira fase, o time alvinegro terminou na liderança do Grupo E, após vencer a Seleção da J-League (4 x 0) e o Boavista/RJ (8 x 0), e empatar com o Vasco (1 x 1). Nas quartas-de-final, o Atlético derrotou o Duque de Caxias por 4 a 0.
‘Senhor dos Pontos Corridos’, Muricy já liderou o Brasileirão em 82 rodadas 29/08/2010 07h05

Muricy domina o Brasileirão nos pontos corridos
(Foto: arte esporte
Técnico do Fluminense domina o ranking da era dos pontos corridos com folga. Em segundo, vem Luxemburgo, com 64
Por GLOBOESPORTE.COM
Rio de Janeiro
Após 16 rodadas, Muricy Ramalho lidera com folga o Brasileirão 2010 comandando o Fluminense – tem 36 pontos contra 31 do Corinthians. Nos últimos anos, isso tem sido normal. Estranho seria o contrário. Desde 2003, quando o campeonato com a fórmula atual começou a ser disputado, o ‘Senhor dos Pontos Corridos ‘se solidifica como o cara. Até hoje, o treinador já liderou o Brasileirão por 82 rodadas, sendo uma delas pelo pequeno São Caetano, em 2004. Além do Tricolor carioca, ele dominou a classificação à frente do Inter, com o qual foi vice em 2005, e, claro, pelo São Paulo, tricampeão em 2006, 2007 e 2008.
Neste domingo, às 18h30m, no Maracanã, Muricy encara o Tricolor Paulista e, mesmo que perca, tem pelo menos mais uma rodada como líder a ser computada, a sua 83ª, já que o Timão tem cinco pontos a menos e, mesmo vencendo o Vitória, às 16h no Pacaembu, permanecerá em segundo.
O segredo? Além do trabalho, tão enfatizado por Muricy, também são necessários alguns fatores de suma importância:
- A história dos pontos corridos mostra que as equipes que se prepararam melhor levam vantagem. É só pegar os campeões e ver. O campeonato não se ganha só em casa, tem que se arriscar fora também - costuma dizer o treinador.
Em segundo lugar no ranking da liderança, com 64 rodadas, está o pentacampeão brasileiro Vanderlei Luxemburgo (Palmeiras (2), Corinthians, Cruzeiro e Santos), que atualmente sofre com o Atlético-MG na zona de rebaixamento. Em seguida, muito distante, vem Celso Roth, que recentemente foi campeão da Libertadores dirigindo o Internacional. Até hoje, ele liderou o Brasileiro em 29 oportunidades. Daí em diante seguem Antônio Lopes (15), Cuca (14)...até Péricles Chamusca (1).
Um outro nome que merece destaque por uma curiosidade é o do atual campeão brasileiro: Andrade só liderou o Brasileirão 2009 por duas rodadas com o Flamengo. Justamente as duas últimas.
Obviamente, o aproveitamento de Muricy e Luxemburgo destoa dos demais treinadores desde que o Brasileirão começou a ser disputado em pontos corridos. O técnico do Flu conquistou 60% dos pontos dos 283 jogos que disputou. Luxa vem um pouco abaixo, com 58% em 250 partidas.
Diretoria do Galo tenta aumentar capacidade do Ipatingão Publicada em 29/8/2010 às 16:08
Expectativa é que 27 mil torcedores no estádio assistam à partida com o São Paulo no estádio
LANCEPRESS!
O jogo com o Palmeiras teve mais de 11 mil pagantes, capacidade máxima liberada para o Ipatingão pelo Corpo de Bombeiros. Contra o São Paulo, no próximo domingo, o Atlético quer mudar as coisas. Mais uma vez o ingresso deve custar R$ 5, porém a diretoria alvinegra quer ver 27 mil atleticanos diante do Tricolor paulista, capacidade máxima do Ipatingão após a colocação de cadeiras.
Para ter a capacidade máxima o Atlético entrará numa briga política, que envolve o presidente Itair Machado com o capitão Neri Mattos, comandante do Corpo de Bombeiros em Ipatingão. Briga essa que segura a capacidade do Ipatingão em 11 mil lugares.
– Fizemos tudo o que foi pedido para termos 20 mil lugares liberados. Mas agora pediram mais um portão – explica Douglas Xavier, que é o administrador do estádio.
O portão mede 23,4m e já estápronto. Vai ser instalado após o jogo entre Ipatinga e Portuguesa, que acontece amanhã. Assim o Corpo de Bombeiros fará nova vistoria na sexta-feira, o que pode liberar o estádio para até 27 mil pessoas. Com a força política do Atlético, é bem possível acreditar que agora vai.
LANCEPRESS!
O jogo com o Palmeiras teve mais de 11 mil pagantes, capacidade máxima liberada para o Ipatingão pelo Corpo de Bombeiros. Contra o São Paulo, no próximo domingo, o Atlético quer mudar as coisas. Mais uma vez o ingresso deve custar R$ 5, porém a diretoria alvinegra quer ver 27 mil atleticanos diante do Tricolor paulista, capacidade máxima do Ipatingão após a colocação de cadeiras.
Para ter a capacidade máxima o Atlético entrará numa briga política, que envolve o presidente Itair Machado com o capitão Neri Mattos, comandante do Corpo de Bombeiros em Ipatingão. Briga essa que segura a capacidade do Ipatingão em 11 mil lugares.
– Fizemos tudo o que foi pedido para termos 20 mil lugares liberados. Mas agora pediram mais um portão – explica Douglas Xavier, que é o administrador do estádio.
O portão mede 23,4m e já estápronto. Vai ser instalado após o jogo entre Ipatinga e Portuguesa, que acontece amanhã. Assim o Corpo de Bombeiros fará nova vistoria na sexta-feira, o que pode liberar o estádio para até 27 mil pessoas. Com a força política do Atlético, é bem possível acreditar que agora vai.
Luxa x Felipão: duelo de técnicos consagrados em má fase Publicada em 29/8/2010 às 10:07

Luxa e Felipão se enfrentam neste domingo (fotos: Paulo Sérgio e Eduardo Viana
Jogo entre Atlético-MG e Palmeiras, neste domingo, marca reencontro dos consagrados comandantes
Eles são dois dos treinadores mais consagrados do futebol brasileiro, com títulos e currículo de dar inveja. Em suas trajetórias como treinadores, travaram duelos decisivos, principalmente, na década de 90. Atualmente, porém, a situação é bem diferente daquela época.
Neste domingo, às 16h, no Ipatingão, Vanderlei Luxemburgo e Luiz Felipe Scolari serão os comandantes de Atlético-MG e Palmeiras, respectivamente, em duelo marcado pela má fase das duas equipes. Título? É só um sonho. A luta do Galo é contra o rebaixamento - é o 18º. colocado. O Verdão, por sua vez, está apenas na 13ª posição.
Na partida deste domingo, que terá transmissão em tempo real pelo LANCENET!, Luxa e Felipão tentarão dar início a uma nova arrancada vitoriosa. Apagar o atual retrospecto negativo de seus times é a grande meta.
Pelo Atlético, Luxa foi campeão mineiro este ano, mas tem tido aproveitamento pífio no Brasileiro - 29%, com quatro vitórias, dois empates e dez derrotas. Felipão, que assumiu o Verdão na metade da temporada, também não vem tendo bom desempenho: em dez partidas, foram duas vitórias, cinco empates e três derrotas - 37% de eficiência.
Não fosse pelo passado de glórias, os dois comandantes já estariam na corda bamba em seus respectivos clubes. Luxa e Felipão merecem crédito.
Ambos já foram campeões pela Seleção Brasileira, treinaram grandes clubes da Europa, e conquistaram diversos títulos importantes na carreira. São técnicos tops, que recebem salários astronômicos - cerca de R$ 700 mil mensais. Mas, neste domingo, a meta é afastar a má fase.
PERGUNTA PARA LUXEMBURGO:
Como será reencontrar Felipão, mas agora em situação diferente, ambos na parte de baixo da tabela?
É legal o reencontro. Estamos no mercado há muito tempo. É a primeira vez que vivemos essa situação. Vejo com naturalidade, o futebol é dessa forma. Não estamos passando por um bom momento por diversas coisas que aconteceram. Mas tanto a capacidade dele e quanto a minha fatalmente farão as coisas se desenvolverem. E os resultados vão voltar a aparecer, com certeza.
PERGUNTA PARA FELIPÃO:
Você e Luxemburgo são dois técnicos tops e, atualmente, estão longe da disputa pelo título. Como você explica essa situação?
É isso: estamos longe da disputa pelo título, não tem o que falar. Essa conversa de treinador top não existe. Essa história de top é conversa para boi dormir. Todos os treinadores brasileiros têm grande qualidade. Uns são mais velhos, experientes, ganharam mais títulos, mas todos têm muita qualidade.
Semelhanças entre Luxa e Felipão
Trabalhos na Europa
Os dois treinadores dirigiram grandes clubes da Europa. Ambos, porém, não tiveram sucesso. Em 2005, Luxemburgo comandou o Real Madrid (ESP), e foi demitido no fim do ano. Já Felipão chegou no Chelsea (ING) na metade de 2008 e foi mandado embora no começo do ano seguinte.
Seleção Brasileira
Na Seleção Brasileira, Luxemburgo e Scolari construíram histórias diferentes. O primeiro assumiu em 1998 e foi campeão da Copa América do ano seguinte. Porém, envolveu-se em diversas polêmicas e foi demitido em 2000. Já Felipão chegou à Seleção em 2001 com a missão de salvar a equipe, ameaçada de não ir à Copa do Mundo. O treinador conseguiu e, além disso, conquistou o Mundial de 2002.
Psicologia no esporte
Tanto Felipão quanto Luxa utilizam muito o trabalho psicológico com os jogadores de seus clubes, inclusive quando comandaram a Seleção. O primeiro utiliza até hoje, no Palmeiras, os serviços da profissional Regina Brandão. Já o técnico do Galo trabalhou por muito tempo com a psicóloga Suzi Fleury.
Jogadores medianos
Considerados como os principais técnicos do país, os dois não tinham a mesma qualidade dentro de campo. Felipão foi apenas um zagueiro aguerrido, que não jogou em grandes clubes. Já o rival atuou por Flamengo, Inter e Botafogo, mas nunca teve grande destaque em campo.
Destaque em clubes pequenos
O início da carreira de técnico da dupla foi muito parecido. Os dois despontaram em clubes pequenos do futebol. Em 1991, Scolari levou o Criciúma à conquista inédita da Copa do Brasil, enquanto Luxemburgo conquistou o Campeonato Paulista do ano anterior pelo Bragantino, além da Série B do Brasileiro de 1989.
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