terça-feira, 9 de junho de 2020
Galo está perto de fechar com o zagueiro Junior Alonso, do Boca, segundo imprensa argentina
O defensor estava emprestado ao time de Buenos Aires pelo Lille, da França, mas não deve permanecer mais no Boca Juniors
Junior Alonso anunciado pelo Boca Juniors
Valinor Conteúdo
09/06/2020
15:37
Belo Horizonte
O Atlético-MG está muito perto de concretizar outra contratação de um estrangeiro. Trata-se do zagueiro Junior Alonso, que atualmente está no Boca Juniors-ARG. A informação da vinda do defensor paraguaio é do site TyC Sports.
Alonso está emprestado ao Boca pelo Lille, da França, dono dos seus direitos econômicos. O time argentino tem preferência na compra, mas já avisou que não irá exercer o direito de adquirir o zagueiro, o que abre caminho para o Galo fechar o negócio. a está "a um passo" de acertar com o Atlético-MG.
Ainda segundo o TyC Sports, Junior Alonso recebeu uma proposta de quatro anos para defender o time mineiro, mas os franceses querem três milhões de euros (R$ 16,6 milhões) para liberar o zagueiro. O valor é para o Lille não ficar sem nenhuma compensação financeira, já que Junior Alonso tem apenas mais um ano de contrato com os franceses.
Junior Alonso, de 27 anos, começou no mundo da bola no Cerro Porteño, do Paraguai, sendo negociado para o Lille, porém sem se firmar. gerando empréstimos para . Celta de Vigo, da Espanha, e mais recentemente ao Boca, em 2019.
A diretoria do Boca Juniors publicou uma nota informando que não compraria os direitos do zagueiro, pois Alonso teria feito o pedido para não ficar na Argentina por problemas particulares.
O Atlético-MG está firme no mercado, com dois reforços confirmados, os volantes Léo Sena e Alan Franco, e um encaminhado, do atacante Marrony, do Vasco, cuja negociação ainda não foi concluída, pois, os clubes ainda negociam a forma de pagamento, à prazo, ou à vista do jogador, de 21 anos.
Atlético Mineiro 'GALO FORTE VINGADOR'
Galo não garante renovação de contrato com o goleiro Victor
O acordo com o arqueiro se encerra no fim deste ano e a permanência do jogador dependerá de uma avaliação de Sampaoli com a diretoria
Victor recebeu uma placa comemorativa do presidente do clube, Sérgio Sette Câmara
Valinor Conteúdo
08/06/2020
16:41
Belo Horizonte
O Atlético-MG pode não renovar o contrato do goleiro Victor, que se encerra no fim de 2020. A afirmação partiu do próprio presidente do clube, Sérgio Sette Câmara.
Para que o “Santo” do Galo continue, haverá uma análise no restante da temporada da diretoria e do técnico Jorge Sampaoli. Outro fator que poderá ou não pesar no “fico” do goleiro é o processo eleitoral que o Galo terá no fim do ano, quando escolherá um novo presidente, ou reelegerá Sette Câmara, que tentará ficar no cargo novamente.
-É uma análise que será feita mais adiante. Nós temos analistas, diretor de futebol, temos uma eleição pela frente. A palavra do treinador, para manter por um ano e meio, no mínimo, vai pesar, claro. Eu não posso te garantir agora que vai acontecer uma renovação-disse o presidente à Rádio Itatiaia. Em seguida fez elogios aos nomes da posição que o Galo possui no momento, focando em Rafael, que veio do Cruzeiro.
- Eu adoro o Victor, mas também fui uma das pessoas responsáveis pela contratação do Rafael. Conversei com ele, havia o temor de trocar o Cruzeiro pelo Atlético, existia uma dificuldade. São dois grandes goleiros. O Atlético está bem servido - complementou.
Victor, de 37 anos, poderá, a partir de junho assinar com outra equipe um pré-contrato sem que o Galo receba algo em troca. Caso não haja a renovação, há a possibilidade de Victor se aposentar, caso ele não fique no Atlético.
Victor está no Galo desde 2012, comprado junto ao Grêmio. Ele se tornou ídolo da torcida atleticana, com 422 jogos e 447 gols sofridos e muitos títulos: foram seis títulos pelo Galo: Libertadores (2013), Recopa Sul-Americana (2014), Copa do Brasil (2014) e Campeonato Mineiro (2013, 2015 e 2017).
Falta pouco: Vasco encaminha venda de Marrony para o Atlético-MG
Atacante deve ir para o clube de Belo Horizonte por um valor estimado em R$ 21 milhões de reais. Cruz-Maltino receberia à vista, embora o Galo pague parceladamente. Entenda
Marrony - Vasco
Marrony vive, muito provavelmente, seus últimos momentos com a camisa vascaína (Foto: Divulgação/ Palmeiras)
Felippe Rocha
08/06/2020
12:45
Rio de Janeiro (RJ)
A transferência de Marrony para o Atlético-MG está por detalhes. O negócio deverá ser fechado por R$ 21 milhões sendo pagos de forma parcelada, mas o Cruz-Maltino receberá à vista, como sempre desejou, e precisa para aliviar a crise financeira.
Na operação, o Galo, sob a força monetária da construtora MRV, negocia com o banco BMG, patrocinador dos dois clubes. Este último ator é quem receberá as parcelas e, ao Vasco, pagará de uma única vez.
Marrony já tem bases salariais acertadas com o Atlético-MG. É possível, inclusive, que o atacante abra mão de parte do que lhe é devido pelo Vasco. Ele faz parte do grupo que não recebeu salários em 2020 e também tem direitos de imagem de 2019 em aberto.
Atualmente, o Vasco deve, para o elenco:
- Fevereiro, março e abril para os jogadores que recebem salários mais baixos
- As quatro folhas salariais de 2020, para jogadores de salários mais elevados
- Uma parte de março e abril, para funcionários que recebem até R$ 1.800.
- Parte de janeiro, parte de fevereiro, março e abril para funcionários que recebem mais de R$ 1.800.
- Valores de quase um ano relativos a direitos de imagem ou pagamentos a pessoa jurídica.
Marrony, de 21 anos completados em fevereiro, estreou no time profissional em 2018. Pedido do técnico atleticano Jorge Sampaoli, ele soma 82 jogos e dez gols pela equipe principal.
Veja o que o Vasco avalia para selar negociação de Marrony com o Galo
Busca por amenizar problemas financeiros, desafio de compensar perda de sua promessa... Há muito em jogo! Tratativas seguem e desfecho pode acontecer já nesta segunda-feira
RESENDE X VASCO - Marrony
LANCE!
08/06/2020
07:30
Rio de Janeiro (RJ)
O mistério em torno do futuro de Marrony passa pela luta para o Vasco se equilibrar minimamente. Prestes a encarar mais um ato da sua negociação com a diretoria do Atlético-MG, o mandatário cruz-maltino, Alexandre Campello, destacou o que está em jogo em relação a uma possível saída do camisa 7 da Colina.
- Eu disse que não adianta vender o jogador e não obtermos recursos para o que temos mais dificuldade no momento, que é a questão financeira. Além de não me beneficiar, eu vou perder esportivamente. Por isto, para que se concretize a venda do atleta, a gente tem de ter algum benefício financeiro - afirmou, à Rádio Tupi.
O Galo já acertou as bases salariais com o jogador de 21 anos. Entretanto, a concretização do acordo esbarra na forma de pagamento. O Atlético-MG estaria disposto a parcelar a quantia de 3,5 milhões de euros (cerca de R$ 20 milhões) por Marrony, enquanto a cúpula vascaína só aceita este pagamento à vista.
Campello despista ao falar sobre a possibilidade do negócio ser fechado nesta segunda-feira.
- Talvez. Negociação é negociação... Estamos conversando, cheguei a falar com o (diretor de futebol) Alexandre Mattos e o próprio (presidente do Atlético-MG) Sérgio Sette Câmara. É só conseguirem um mecanismo para que o dinheiro já entre neste primeiro momento - destacou.
O risco de o Cruz-Maltino não dar o devido valor ao camisa 7 também passa pelo campo. Mesmo com um início de 2020 no qual passou em branco em 13 partidas, Marrony segue visto como uma válvula de escape para formar a linha de frente ao lado de Talles Magno e Germán Cano.
Ramon Menezes, efetivado em meio à paralisação das competições, já teria na retomada das competições a missão de encontrar outra solução para dar solidez ao ataque cruz-maltino sem o jogador de 21 anos. Já na Colina, o início promissor e o fato de ser um atacante veloz que pode ser lapidado fazem com que o jovem se torne valioso para uma eventual transferência, ainda mais com o clube mergulhado em problemas salariais.
Com muito em jogo, o Cruz-Maltino terá um início de semana com contornos decisivos nos bastidores.
- Vamos voltar a conversar segunda-feira (hoje) para ver se tudo fica acertado - disse Alexandre Campello.
segunda-feira, 8 de junho de 2020
Atlético-MG acumula prejuízo em parceria de oito anos com Independência Atlético-MG adotou o estádio Independência como casa em 2012, ainda na gestão de Alexandre Kalil - Bruno Cantini/Atlético-MG Atlético-MG adotou o estádio Independência como casa em 2012, ainda na gestão de Alexandre Kalil Imagem: Bruno Cantini/Atlético-MG Thiago Fernandes Do UOL, em Belo Horizonte 04/06/2020 04h00 Resumo da notícia O Atlético-MG voltou a ter um ano deficitário na parceria com o estádio Independência A sociedade se iniciou em 2012, durante a gestão de Alexandre Kalil, e nunca apurou resultado positivo O clube não dá detalhes, como de praxe, mas voltou a informar contas que teve prejuízo com o local no ano passado.
O Galo é sócio participante da SCP (Sociedade em Conta de Participação) Arena Independência e tem direito a 50% dos resultados líquidos obtidos na parceria, conforme descrito nas demonstrações do resultado do último exercício. Contudo, desde o início da atividade, nunca houve lucro. O documento informa que "em 2019 e 2018, não foram apurados resultados positivos.
sexta-feira, 5 de junho de 2020
Atlético-MG convoca 22 jogadores das categorias de base e monta time de "sparring"; veja nomes
Atletas aguardam resultados de exames de Covid-19 e vão iniciar trabalhos na Cidade do Galo com o treinador Leandro Zago; grupo ficará à disposição para treinos de Jorge Sampaoli
Por Guilherme Frossard — Belo Horizonte
01/06/2020 19h25 Atualizado há 3 dias
O elenco profissional do Atlético-MG retomou os treinamentos no dia 19 de maio, e o clube ainda não tem previsão para retorno das categorias de base e da equipe feminina. Mas há um grupo de jovens jogadores que já foi convocado para retornar. É que o Galo está montando um time de "sparring", que nada mais é que uma reformulação da equipe de transição. Com coordenação de Leonardo Silva, a equipe tem Leandro Zago como treinador e terá 22 atletas, que iniciam treinos nos próximos dias (veja a lista no fim da matéria).
Os 22 já foram convocados para exames de Covid-19 e, estando tudo certo, iniciarão trabalhos no mesmo formato do time principal: em grupos reduzidos, respeitando todos os protocolos necessários em função da pandemia.
Funcionará assim: no dia a dia, a comissão técnica de Leandro Zago será responsável pelos garotos, mas eles estarão constantemente à disposição de Jorge Sampaoli, que pode solicitar reforços da equipe de "sparring" sempre que quiser. Um dos auxiliares do argentino ficará em constante comunicação com o time de transição.
Sérgio Sette Câmara e Leonardo Silva na Cidade do Galo — Foto: Guilherme Frossard
Sérgio Sette Câmara e Leonardo Silva na Cidade do Galo — Foto: Guilherme Frossard
Neto (que era volante e migrou para a lateral direita), o meia Guilherme Castilho e o atacante Felipe Felício já haviam sido convocados. Eles se unem ao grupo de 22 atletas. Por outro lado, dois jogadores que faziam parte da equipe de transição seguirão com o grupo de Jorge Sampaoli: o goleiro Matheus Mendes e o zagueiro Gustavo Henrique.
Gustavo Henrique seguirá fazendo parte do time profissional do Atlético — Foto: Pedro Souza/Atlético
Gustavo Henrique seguirá fazendo parte do time profissional do Atlético — Foto: Pedro Souza/Atlético
A reformulação da equipe de transição já era uma tendência desde o início do ano. Ao contrário do grupo da última temporada, o novo elenco da transição tem atletas em idades mais variadas. O mais novo é Sávio, atacante de apenas 16 anos. Os mais velhos são nascidos em 1999 e já "estouraram" a idade de sub-20 (Vitor Mendes, Léo Griggio, Adriano, Alessandro Vinícius e Guilherme Castilho). Veja, abaixo, a lista completa.
Novo time de transição do Atlético (ano de nascimento)
Goleiros: Jean (2000) e Cristian (2002)
Laterais-direitos: Neto (2002), Talisson (2000) e Claudinho (2000)
Lateral-esquerdo: Kevin (2000)
Zagueiros: Vitor Mendes (1999), Léo Griggio (1999) e Isaque (2001)
Volantes: Adriano (1999), Matheus Stockl (2000), Iago Campos (2000)
Meias: Alessandro Vinícius (1999), Wesley (2000), Guilherme Castilho (1999) e Calebe (2000)
Atacantes: Echaporã (2000), Sávio (2004), Luciano (2000), Guilherme Santo (2001), Felipe Felício (2002) e Giovane (2001)
Atlético-MG concentra investimento em volantes e gasta R$ 35 milhões em um ano
Dos últimos sete grandes investimentos, quatro foram em volantes; "sina" com machucados e dificuldade de adaptação de Martínez ajudam a explicar
Por Guilherme Frossard e Guilherme Macedo — Belo Horizonte
05/06/2020 03h03 Atualizado há 6 horas
Considerando um período de um ano, desde junho de 2019 até o presente momento, o Atlético-MG fez 14 contratações, já considerando Léo Sena e Alan Franco. Dessas, sete foram sem custo ou com valores "baixos" (inferiores a R$ 2 milhões): Franco Di Santo, Wilson, Hyoran, Maílton, Dylan Borrero, Diego Tardelli e Rafael. A outra metade custou caro (no mínimo R$ 2 milhões cada uma). E, dos sete altos investimentos feitos pelo Galo, desde o meio do ano passado, quatro foram em volantes.
Os sete "itens caros" no carrinho de compras do Atlético foram: Lucas Hernández, Ramón Martínez, Allan, Guilherme Arana, Savarino, Léo Sena e Alan Franco. Vale lembrar que esta reportagem considera apenas o custo da compra, e não valores gastos com salários. Só com Martínez, Allan, Léo Sena e Alan Franco foram gastos mais de R$ 35 milhões (valor aproximado e considerando o momento do fechamento de cada negócio). A "volância" é a posição na qual o Galo mais investiu nesse período.
Allan em ação no clássico contra o Cruzeiro — Foto: Douglas Magno/BP Filmes
Allan em ação no clássico contra o Cruzeiro — Foto: Douglas Magno/BP Filmes
Custo detalhado e aproximado de cada um
Ramón Martínez: R$ 8,7 milhões
Allan: R$ 16,3 milhões
Léo Sena: R$ 4 milhões
Alan Franco: mais de R$ 6 milhões (valor preciso não revelado)
Dos quatro, dois (Léo Sena e Alan Franco) ainda estão chegando ao clube. Allan, que chegou neste ano (comprado do Liverpool), tem status de titular absoluto. A decepção - pelo menos até aqui - é Ramón Martínez. O Galo desembolsou aproximadamente R$ 8,7 milhões na compra do volante, mas ele jogou pouquíssimo e foi até liberado da reapresentação dos atletas na Cidade do Galo no retorno aos treinos pós-quarentena. Apesar disso, o paraguaio ainda pode ser reintegrado, e o Atlético tem esperança de recuperar o prejuízo.
O alto investimento em volantes, especialmente na contratação dos dois últimos (Léo Sena e Alan Franco), também tem a "sina dos machucados" como uma das explicações. O Galo tem convivido com frequentes lesões de Gustavo Blanco (desde 2018) e Jair (desde 2019), dois potenciais titulares. Nenhum deles tem previsão de retorno, e o Galo teve que ir com mais firmeza ao mercado.
Explicação tática
Com os reforços recém-contratados, o Atlético terá, em caso de recuperação dos lesionados, cinco volantes no elenco (Allan, Jair, Gustavo Blanco, Léo Sena e Alan Franco). Isso sem considerar as possibilidades de reintegração de Martínez, de improvisação de Nathan e de ascensão de algum garoto do time de "sparring". Dois fatores ajudam a explicar a formação do grupo rico em opções no setor.
O primeiro é Gustavo Blanco. Em função das três lesões graves em sequência, o Atlético, na avaliação interna, entende que o futuro do volante é uma incógnita. O clube deposita muita esperança no jogador, mas não sabe quando ele terá totais condições de jogos sequenciais e, por isso, não pode depender dele. A outra explicação é tática e tem a ver com o modelo de jogo de Jorge Sampaoli.
Um dos esquemas preferidos pelo técnico é o 4-3-3. Nessa formação, o meio-campo é formado por um volante mais recuado (teoricamente, Allan e Jair concorrem) e outros dois jogadores mais avançados, que também levam o time ao ataque. Caso ele repita esse esquema, muito usado no Santos, por exemplo, o time pode ter, na prática, três volantes jogando juntos.
Mas, apesar de as primeiras contratações da "era Mattos e Sampaoli" serem volantes, o Galo está no mercado em busca de, no mínimo, um zagueiro e um atacante. O Vasco tem uma proposta nas mãos, do Atlético, por Marrony.
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