domingo, 3 de maio de 2020
Saiba quem são os maiores artilheiros de cada clube na história do Campeonato Brasileiro
1ª rodada da edição 2020 estava marcada para esse fim de semana
Dinamite Zico e Luis Fabiano
André Schmidt
03/05/2020
09:05
Dinamite, Zico e Luis Fabiano são os únicos com mais de 100 gols por um time (Divulgação e Ale Cabral/LANCE!Press)
André Schmidt
03/05/2020
09:05
O fim de semana era para ser de gols pelo Brasil, torcedores em festa - outros nem tanto - e rivalidade à flor da pele. Começaria neste sábado o Campeonato Brasileiro 2020, mas assim como todos os grandes eventos, foi adiado - ainda sem definição de volta - em razão da pandemia de coronavírus.
E se os artilheiros estão impedidos momentaneamente de estufar as redes, nos resta relembrar o passado. O Números da Bola foi atrás das estatísticas de todos os clubes da Série A para descobrir quem são os três maiores goleadores de todos os tempos de cada equipe no Brasileirão - de 1971 a 2019. Confira o TOP 3 dos clube:
ATHLETICO-PR
1º - Kléber Pereira - 51 gols
2º - Alex Mineiro - 38 gols
3º - Washington - 34 gols
ATLÉTICO-MG
1º - Reinaldo - 89 gols
2º - Marques - 63 gols
Guilherme - 55 jogos
ATLÉTICO-GO
1º - Juninho - 13 gols
2º - Anselmo - 12 gols
Elias - 12 gols
BAHIA
1º - Douglas - 35 gols
2º - Nonato - 31 gols
3º - Beijoca - 26 gols
BOTAFOGO
1º - Túlio - 69 gols
2º - Mendonça - 47 gols
3º - Nilson Dias - 36 gols
BRAGANTINO
1º - Kelly - 19 gols
Silvio - 19 gols
João Santos - 14 gols
CEARÁ
1º - Jorge Costa - 18 gols
2º - Samuel - 14 gols
3º - Thiago Galhardo - 12 gols
Felipe Azevedo - 12 gols
Ivanir - 12 gols
Washington - 12 gols
CORINTHIANS
1º - Marcelinho Carioca - 52 gols
2º - Sócrates - 41 gols
3º - Geraldão - 35 gols
CORITIBA
1º - Zé Roberto - 33 gols
2º - Keirrison - 25 gols
3º - Alex - 23 gols
FLAMENGO
1º - Zico - 135 gols
2º - Bebeto - 41 gols
3º - Renato Abreu - 40 gols
FLUMINENSE
1º - Fred - 91 gols
2º - Magno Alves - 45 gols
3º - Romário - 34 gols
FORTALEZA
1º- Rinaldo - 27 gols
2º - Amílton Melo - 19 gols
Marciano - 19 gols
GOIÁS
1º - Paulo Baier - 50 gols
2º - Túlio - 48 gols
3º - Araújo - 46 gols
GRÊMIO
1º - Tarciso - 76 gols
2º - Baltazar - 46 gols
3º - Jonas - 40 gols
INTERNACIONAL
1º - Valdomiro - 59 gols
2º - Leandro Damião - 43 gols
Christian - 43 gols
PALMEIRAS
1º - Dudu - 41 gols
2º - Leivinha - 40 gols
3º - Edmundo - 34 gols
SANTOS
1º - Neymar - 54 gols
2º - Robinho - 52 gols
Kléber Pereira - 52 gols
SÃO PAULO
1º - Luis Fabiano - 108 gols
2º - Serginho Chulapa - 83 gols
3º - Rogério Ceni - 65 gols
SPORT
1º - Diego Souza - 38 gols
2º - Leonardo - 32 gols
3º - André - 29 gols
VASCO
1º - Roberto Dinamite - 181 gols
2º - Romário - 83 gols
3º - Edmundo - 79 gols - 83 gols
3º - Rogério Ceni - 65 gols
SPORT
1º - Diego Souza - 38 gols
2º - Leonardo - 32 gols
3º - André - 29 gols
VASCO
1º - Roberto Dinamite - 181 gols
2º - Romário - 83 gols
3º - Edmundo - 79 gols
sábado, 2 de maio de 2020
Henry Leonel: a aposta na zaga do Atlético-MG para o futuro
Aos 16 anos, zagueiro encanta o Galo por profissionalismo e qualidade
Valinor Conteúdo
01/05/2020
20:28
Belo Horizonte
00:20Ad
Uma história de superação. Assim pode ser resumida a vida do zagueiro Henry Leonel, do sub-17, do Atlético Mineiro. Atuando no clube mineiro há dois anos, Henry conquistou o respeito, carinho e admiração de todos no clube. Educação, talento e profissionalismo são algumas marcas do jovem nascido em Taboão da Serra, São Paulo.
Conhecido por sua boa estatura aliada a uma grande qualidade técnica, Henry é um dos atletas que o Galo aposta para o futuro.
- O Henry é um garoto exemplar. Tem consciência dentro e fora de campo. Mesmo com a pouca idade, é um atleta na concepção da palavra. Um garoto com um cabeça muito boa e, claro, uma qualidade técnica excelente. Que consiga seguir nesse caminho para escrever uma linda história no futebol – afirma Luiz Carlos Ferreira, representante próximo do atleta.
Superação é uma marca do zagueiro de 16 anos. Perda do pai aos 14 anos e uma fratura de tornozelo. A recuperação da lesão no tornozelo? Em tempo recorde. 5 meses e já estava de volta aos gramados.
- É um atleta com a cabeça muito acima da média para a idade. Supera bem as adversidades e tem garra e gana de vencer. A base familiar e todo o carinho da mãe que mora com ele hoje em Minas Gerais são fundamentais. São dois anos defendendo uma grande equipe. Isso é a prova que o trabalho dele tem sido bem feito – comenta Luiz Carlos Ferreira.
Atlético-MG tem outra dívida com a Udinese, da Itália: pela compra do lateral-esquerdo Douglas Santos
O clube mineiro não quitou na totalidade os 2,8 milhões de euros da transação, feita em 2015. O Galo pagou apenas duas das cinco parcelas acordadas
Douglas Santos
Douglas Santos foi vendido pelo Galo em 2016, para o Hamburgo-ALE, não jogando bem duas temporadas inteiras-(Divulgação/Atlético-MG)
Valinor Conteúdo
02/05/2020
20:06
Belo Horizonte
Parece que a quitação da dívida de mais de R$ 13 milhões à Udinese, da Itália, feita pelo Atlético-MG na última segunda-feira, 27 de abril, não sanou os problemas do alvinegro com os italianos.
O clube mineiro tem outra dívida com o time de Udine, desta vez por outra compra feita junto aos italianos do lateral-esquerdo Douglas Santos, que jogou até 2016 pelo alvinegro.
O Galo deve à Udinese 2,8 milhões de euros( R$ 16 829 400,00) em valores atuais), parcelados em cinco vezes de 571 mil euros(R$ 3.431.995,50), mais 100 mil euros (R$ 601 050,00) pelo empréstimo do jogador antes do acordo de compra.
No entanto, o Atlético não quitou esse valor total, fazendo apenas dois pagamentos das parcelas de compra. O caso está na FIFA, com o parecer favorável aos italianos.
O Galo tem de resolver a situação e pagar mais duas parcelas de 571 mil euros, ou poderá sofrer penalizações. Até agora, foram quitadas duas parcelas, faltando mais três, além do valor do empréstimo. A Udinese protestou a cobrança da terceira e quarta parcela, ainda não se pronunciando sobre a quinta.
A Udinese diz, com concordância da FIFA, alegando que o Atlético teve como quitar o débito com o clube italiano, pois Douglas Santos fora vendido em 2016, após os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, para o Hamburgo-ALE, por 7,5 milhões de euros, o que garantiria o dinheiro necessário para encerrar a dívida.
Todavia, não houve o acerto, gerando outra pendência na entidade máxima do futebol para o alvinegro. O Galo entrou com uma ação no TAS(Tribunal Arbitral do Esporte, na Suíça) para evitar a penalização na FIFA, conseguindo mais prazo.
O caso se arrasta desde 2015 e em 23 de dezembro de 2019, o Comitê Disciplinar da Fifa encaminhou dois ofícios à CBF, notificando o time mineiro que teria de de quitar as duas parcelas de 571 mil euros para a Udinese em de 60 dias, o que ainda não aconteceu.
Os prazos para que a dívida seja quitada com a Udinese podem ser estendidos, porém, caso o clube mineiro não acelere o processo, poderá ser punido pela FIFA.
Galo contesta R$ 20 milhões pedidos por Maicon Bolt na Justiça
O vice-presidente do clube, Lasaro Cândido, afirmou ser absurdo o valor e que está negociando com o advogado do jogador um acordo
Maicon Bolt vem sendo elogiado pelas boas atuações desde que chegou ao Galo
Bolt fez apenas 28 jogos pelo Galo, com dois gols e cinco assistências desde sua chegada, em 2019-(Bruno Cantini/Atlético-MG)
Valinor Conteúdo
02/05/2020
19:01
Belo Horizonte
O atacante Maicon Bolt e o Atlético-MG estão em disputa judicial, com o jogador pedindo na Justiça do Trabalho R$ 20 milhões para compensar a rescisão de contrato com o clube, que iria até o fim de 2021. Bolt alega que tem direito a ser ressarcido pela ruptura unilateral.
A diretoria alvinegra reagiu e afirma ser um completo absurdo o pedido do ex-atacante, que teve uma passagem apagada no Atlético, desde a sua contratação, em 2019.
Na ação, Maicon Bolt cobrou do alvinegro o direito de receber o salário de janeiro, direitos de imagem entre novembro de 2019 e janeiro deste ano, FGTS, 13º salário proporcional, premiações, luvas, rescisão, multas e indenização,o que, na sua conta totalizam os R$ 20 milhões.
-É bom esclarecer o caso dele(Maicon Bolt). O advogado dele precisa aprender a fazer conta. Veja bem, ele teria direito de renovar para 2021 se fizesse 60% dos jogos considerando os dois anos. Se ele jogasse todos os jogos como titular, em todo o tempo, no período restante, não faria 60%. Ele contou com uma hipótese que é impossível. Isso já virou objeto de contestação, e o processo tramita em segredo de Justiça. Em relação a esse ponto, que ele pede que o contrato seja entendido também no ano de 2021, é uma brincadeira. Bastava ele ler, que ele ia descobrir que se você somar todos os jogos restantes do Atlético na temporada, ele jogando em todos, não daria 60%- explicou o vice-presidente do Galo, Lásaro Cândido, em entrevista à Rádio Super, 91.7FM.
A conta de Lásaro para contestar o pedido de Maicon Bolt se baseia no número de partidas em que o atacante atuou pelo. Foram 28 jogos em 77 possíveis, o que dá 57,8% de atuações, menos do que o jogador alega para cobrar do clube a indenização na Justiça.
Lásaro Cândido disse que não entende alguns pedidos de Bolt e que o representante do jogador está em contato com o clube para tentar um acordo.
-O Atlético tem acerto com ele, contrato até o fim do ano, discussão de imagem também, mas são outras situações. Uma coisa é pedir dentro do que é razoável, dentro do que é correto. Aliás, o advogado dele ligou, mandou mensagem para nós dizendo ‘e aí, vamos tentar um acordo?- concluiu.
Maicon Bolt, revelado pelo Fluminense, foi contratado pelo Atlético em janeiro de 2019. Ele estava livre, com passagens pelo Lokomotiv-RUS e Antalyaspor-TUR. Em 28 jogos, marcou dois gols e deu cinco assistências, mas sem desempenhos regulares, ficou de fora dos planos dos treinadores que chegavam ao clube, incluindo Jorge Sampaoli, em 2020. Ele recebia cerca de 100 mil euros(R$ 476 mil) e não correspondeu a expectativa criada sobre seu futebol.
Galo em Casa recebe PVC e Cadu Doné
Publicado 01 de maio de 2020 às 18:12.
O Galo em Casa desta segunda-feira (4/5) trará dois grandes comentaristas esportivos: PVC e Cadu Doné, para abrir a sétima semana do programa. A live especial começa sempre às 16h, na TV Galo!
Idealizado pelo presidente Sérgio Sette Câmara e o vice-presidente Lásaro Cândido da Cunha, o Galo em Casa vem cumprindo um importante papel nesse período de isolamento social, aproximando o clube do torcedor alvinegro.
O Galo em Casa é exibido de segunda a sexta e começa sempre às 16h, nas plataformas da TV Galo (YouTube, Twitter e Facebook).
Sorteio - Preencha o formulário e concorra a camisas oficiais e outros prêmios, oferecidos pela Loja do Galo e pela Konami/PES: https://bit.ly/galoemcasa
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GALO EM CASA
SEMANA 1
O Galo em Casa estreou no dia 23/3, com a participação do presidente Sérgio Sette Câmara e do vice-presidente Lásaro Cândido da Cunha, idealizadores do programa.
Na terça-feira (24/3), o bate-papo foi com o diretor de futebol do Atlético, Alexandre Mattos.
O programa seguinte teve a presença do presidente Sérgio Sette Câmara, do conselheiro Rubens Menin, do vice-presidente do Conselho Deliberativo do Atlético, Rafael Menin, e do CEO da Arena MRV, Bruno Muzzi.
Os atletas Diego Tardelli e Fábio Santos foram os convidados de quinta-feira (26/3).
Na sexta (27/3), foi a vez de dois membros da comissão técnica atleticana: o fisiologista Roberto Chiari e o nutricionista Evandro Vasconcelos.
SEMANA 2
O programa de terça-feira (31/3) foi com o diretor médico Rodrigo Lasmar e do médico Otaviano Oliveira.
Na quarta (1/4), marcaram presença o diretor de comunicação Domênico Bhering e o gerente de multimídia Emmerson Maurilio.
O diretor das categorias de base do Atlético, Júnior Chávare, foi o convidado de quinta-feira (2/4).
Na sexta (3/4), a live foi com representantes do departamento jurídico do Atlético. Estiveram presentes o vice-presidente do clube, Lásaro Cândido da Cunha, e os advogados Lucas Ottoni, Pedro Torquato e Najara Araújo.
SEMANA 3
A terceira semana do Galo em Casa começou na segunda-feira (6/4), em grande estilo, com a presença de dois ídolos da Massa Atleticana: os ex-atletas Belletti e Guilherme.
Na terça-feira (7/4), os torcedores conheceram um pouco mais do trabalho realizado pelo departamento de fisioterapia do Clube Atlético Mineiro, com a participação dos fisioterapeutas Guilherme Fialho e Ismael Liu.
Os campeões da Libertadores de 2013 pelo Atlético Leonardo Silva e Pierre foram os convidados do Galo em Casa de quarta-feira (8/4).
O programa de quinta-feira (9/4) foi com os jornalistas Mário Henrique Caixa e Sérgio Utsch. O Galo em Casa teve convidados para lá de especiais na sexta-feira (10/4): os ídolos Taffarel e Dedê.
Excepcionalmente, o Galo em Casa também foi ao ar no sábado (11/4), quando os torcedores puderam conhecer todos os detalhes do projeto da Arena MRV, com o arquiteto Bernardo Farkasvölgyi.
SEMANA 4
A presença dos ídolos alvinegros Éder, Reinaldo e Marcelo Oliveira marcou a abertura da 4ª semana do Galo em Casa, na segunda-feira (13/4).
Na terça-feira (14/4), estiveram presentes no programa os craques do Futsal Falcão e Vinícius, além do supervisor do Atlético Pax de Minas, campeão mundial e bicampeão brasileiro na década de 1990.
O encontro na quarta-feira (15/4) foi com o técnico Emerson Leão e o ex-volante Doriva.
Conversaram com a TV Galo na quinta-feira (16/4) o ator Daniel de Oliveira e o apresentador Dudu Galo Doido.
Nesta sexta (17/4), A TV Galo recebeu dois representantes da imprensa nacional: o apresentador Chico Pinheiro e o comentarista Mário Marra.
SEMANA 5
A quinta semana do Galo em Casa estreou com artilharia pesada nesta segunda-feira (20/4), com a presença dos goleadores Obina e Renaldo.
O Galo em casa de quinta-feira (23/4) foi musical, com os rappers Djonga, Vuks e Thiago SKP.
Já na sexta-feira (24/4), o programa recebeu dois craques do vôlei: Lucarelli e Sheilla.
SEMANA 6
Na abertura da sexta semana, segunda-feira (27/4), o Galo em Casa recebeu dois atletas do time profissional do Galo: os laterais Guga e Guilherme Arana.
Na terça-feira (28/4), foi a vez dos jornalistas Cláudio Rezende (Rádio Itatiaia) e Igor Assunção (Rádio 98) participarem da live.
Dois craques do passado (Toninho Cerezo e Éverton) foram os convidados do programa desta quarta-feira (29/4).
Na quinta-feira (30/4), conversaram com a TV Galo o músico Paulo Xisto, baixista da banda Sepultura, e o jornalista Nenel Neto, criador do blog Baixa Gastronomia.
Fechando a semana, sexta-feira (1/5), o bate-papo foi com o Atleticano Gustavo Ziller, professor de empreendedorismo e processos criativos, autor dos livros 'Escalando Sonhos', 'Aconcágua' e 'Kilimanjaro', e idealizador da série 7 Cumes, do Canal Off.
#EmCasaAGenteViraOJogo
Confira a playlist com todas as edições do Galo em Casa:
sexta-feira, 1 de maio de 2020
Custo de R$ 530 milhões, receitas futuras, somas e juros: a "nova conta" do estádio do Atlético-MG
Orçamento, inicialmente de R$ 410 milhões, já chega na casa dos R$ 530 milhões (considerando obras periféricas, de contrapartidas sociais); entenda o que mudou
Por Frederico Ribeiro e Guilherme Frossard — Belo Horizonte
30/04/2020 04h17 Atualizado há um dia
Custo de R$ 530 milhões, receitas futuras, somas e juros: a Custo de R$ 530 milhões, receitas futuras, somas e juros: a
Reprodução/Farkasvölgyi Arquitetura
No dia 18 de setembro de 2017, na sede de Lourdes, o conselho deliberativo do Atlético-MG votou para aprovar a venda de 50,1% do Shopping Diamond Mall, dinheiro que proporcionaria ao clube construir seu estádio próprio. Naquela ocasião, o Galo vendeu metade do centro comercial por R$ 250 milhões e orçava um gasto de R$ 410 milhões para erguer sua arena. Os R$ 160 milhões faltantes viriam de vendas de cadeiras cativas (R$ 100 milhões) e naming rights (R$ 60 milhões). A conta estava redonda e "fechada". Hoje, 31 meses depois, a equação é diferente.
A primeira notícia de variação dos valores foi positiva para o torcedor atleticano: os R$ 250 milhões renderam durante esses 31 meses e, hoje, beiram os R$ 300 milhões. Por outro lado, se o dinheiro em caixa aumentou, os gastos previstos com a Arena também aumentaram. E em maior volume.
Durante entrevista ao podcast GE Atlético, na última segunda-feira, Bruno Muzzi, CEO da Arena MRV, revelou que o orçamento da obra, hoje, está em aproximadamente R$ 530 milhões. São R$ 120 milhões a mais que o valor inicial, mas a maior parte desse dinheiro (R$ 80 milhões) será gasta com obras "periféricas", as já famosas "contrapartidas" exigidas pelo poder público. São obras de trânsito e em equipamentos que serão usados pela comunidade. É de praxe esse tipo de exigência em grandes empreendimentos.
O reajuste no preço da arena em si, portanto, foi de aproximadamente R$ 40 milhões. O estádio, antes orçado em R$ 410 milhões, vai custar, segundo a projeção atual, R$ 450 milhões. Com a soma dos R$ 80 milhões previstos para as contrapartidas, chega-se ao valor de R$ 530 milhões.
Voltemos, então, à conta original. O Atlético-MG contava com R$ 250 milhões da venda de metade do Diamond Mall, com R$ 100 milhões da venda de cadeiras cativas e com R$ 60 milhões de naming rights (MRV). O valor arrecadado com a venda do shopping foi reajustado para aproximadamente R$ 300 milhões. Neste caso, somando os outros R$ 160 milhões, o Atlético teria R$ 460 milhões. Faltariam, ainda, R$ 70 milhões. E aí? Como a conta fecha?
O GloboEsporte.com foi atrás dessa resposta e conversou com fontes diretamente ligadas ao projeto. Uma delas citou que o valor arrecadado com cadeiras cativas pode ser superior a R$ 100 milhões. Ainda segundo a apuração, uma cadeira cativa deve ter o custo médio (para o torcedor comprador) de R$ 25 mil (por 15 anos). De acordo com a última versão do projeto, a Arena MRV terá 4.470 cadeiras cativas. Esse número multiplicado por R$ 25 mil significaria uma receita total de R$ 111.750.000,00, quase R$ 12 milhões a mais que a projeção inicial. Ainda assim, faltariam quase R$ 60 milhões.
Questionada sobre isso, uma outra pessoa diretamente ligada ao projeto citou que há outras fontes de renda previstas, entre elas a venda de camarotes e acordos com empresas que explorarão algumas áreas do estádio, como o estacionamento e os bares. Viriam daí, portanto, os outros R$ 60 milhões (aproximadamente). A reportagem apurou que, no nascimento do projeto, a ideia era que esses valores arrecadados com camarotes e empresas parceiras não fossem usados na obra. Com as mudanças na conta, porém, tudo indica que isso será necessário.
A equação atual para que a conta da Arena MRV feche (com valores aproximados):
Custos previstos
R$ 450 milhões - estádio
R$ 80 milhões - contrapartidas
TOTAL: R$ 530 milhões
Receitas previstas
R$ 300 milhões - Diamond Mall
R$ 100 milhões (ou R$ 112 milhões) - cadeiras cativas
R$ 60 milhões - naming rights
R$ 70 milhões (ou R$ 58 milhões) - venda de camarotes e acordos com empresas parceiras
TOTAL: R$ 530 milhões
Ranking mostra quais são os "times da virada" da Série A dos últimos cinco Brasileirões
"O time da virada" é entoado por muitas torcidas, mas uns times confirmam mais isso em campo. Levantamento mostra quem tem maior índice de vitórias após levar primeiro gol do jogo
Por Valmir Storti — Rio de Janeiro
01/05/2020 08h07 Atualizado há 17 horas
Ranking mostra quais são os Ranking mostra quais são os
Infoesporte
Não fosse a pandemia de Covid-19, neste fim de semana começaria o Brasileirão 2020. Entre os 30 times que disputaram a Série A do Campeonato Brasileiro nos últimos cinco anos, o Atlético-MG é a equipe com maior percentual de vitórias nos jogos em que o adversário fez o primeiro gol do jogo. Em 189 partidas (lembrando que o jogo contra a Chapecoense, pela última rodada de 2016, não foi realizado após o acidente aéreo sofrido pela equipe catarinense), o Atlético-MG sofreu o primeiro gol do jogo em 86 delas, mas ainda assim conseguiu vencer 16, um índice de recuperação de 18,6%.
Levantamento do Espião Estatístico reuniu todos os 1.899 jogos dos últimos cinco anos para descobrir qual o índice de sucesso dos times depois de estarem sob pressão por terem levado o primeiro gol do jogo. Houve pelo menos um gol em 1.729 dessas partidas (9% dos jogos acabaram em 0 a 0) e, na média, os times da Série A conseguiram uma virada no placar em 9,8% das vezes após terem sofrido o primeiro gol do jogo. O Athletico-PR é o segundo colocado desse ranking seguido de Flamengo, Internacional e Corinthians, como mostra o quadro abaixo.
Quando separadas por temporadas, o Flamengo de 2019 teve o melhor desempenho entre as cem campanhas conseguindo cinco viradas nos dez jogos em que levou o primeiro gol da partida (50%). O Internacional e o Athletico-PR, ambos em 2018, fecham o pódio. O Flamengo volta a figurar na quarta colocação com a campanha de 2016, como mostra o ranking abaixo.
A equipe do Espião Estatístico é formada por: Caio Carvalho, Guilherme Maniaudet, Guilherme Marçal, Leandro Silva, Roberto Maleson e Valmir Storti.
Quando separadas por temporadas, o Flamengo de 2019 teve o melhor desempenho entre as cem campanhas conseguindo cinco viradas nos dez jogos em que levou o primeiro gol da partida (50%). O Internacional e o Athletico-PR, ambos em 2018, fecham o pódio. O Flamengo volta a figurar na quarta colocação com a campanha de 2016, como mostra o ranking abaixo.
A equipe do Espião Estatístico é formada por: Caio Carvalho, Guilherme Maniaudet, Guilherme Marçal, Leandro Silva, Roberto Maleson e Valmir Storti.
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