terça-feira, 7 de abril de 2020

Belletti e Guilherme falaram bastante sobre o Brasileirão de 1999, confira: Um time que ficou marcado Guilherme - “Nossa equipe, no começo da competição, não tinha cara de que chegaria tão longe como chegou, e com chance de vencer, de ser campeão. Era um grupo muito unido. Tínhamos muitos problemas de estrutura. Foi um time formado dentro da competição, mas que conseguiu dar liga. Esse time, embora tivesse alguns talentos individuais, o primordial é que o grupo era muito unido. Essa união, essa liga que deu, fez com que chegássemos onde chegamos. Aquele time era tão especial, o ano foi tão especial, que o time ficou marcado mesmo sem ter sido campeão, é impressionante”. Belletti - Quando entendemos que a gente não tinha o melhor time tecnicamente e ganha confiança com as vitórias na primeira fase, principalmente a vitória por 2 a 0 sobre o Palmeiras, no Independência, contra um dos maiores Palmeiras da história, esses momentos nos traziam a confiança. Acho que na correria a gente pode surpreender e isso nos dava um gás, uma energia diferente para seguir na competição, aí vieram jogos contra Flamengo e Santos, no Mineirão, contra o Corinthians, no Maracanã, que foram nos dando essa confiança”. Clássicos nas quartas de final Guilherme – “O time do Cruzeiro, tecnicamente, era melhor que o nosso, era um time realmente muito bom. Era uma melhor de três jogos e não houve a necessidade do terceiro jogo, matamos em dois jogos, sem nenhum erro de arbitragem, sem nenhuma discussão. Ganhamos os dois jogos com propriedade e isso nos deu uma força par chegar à final. Foram os dois jogos mais marcantes pela disparidade que havia, técnica, estrutural e financeira. Era bem difícil para nós. Só no futebol esse tipo de situação pode acontecer. Tivemos duas vitórias acachapantes”. Belletti – “Eles eram um dos favoritos, se classificaram em segundo e nós em sétimo. Só de ser clássico já é legal. Você ter o seu adversário mais próximo, seu maior rival, já transforma um simples jogo em algo épico. Em se tratando de um jogo eliminatório de Campeonato Brasileiro, aí toma proporções gigantes”. Semifinais contra o Vitória Belletti – Considero esses primeiros cinco minutos dessa semifinal entre Atlético e Vitória como um dos maiores momento da minha carreira. Você imagina o Mineirão com 76 mil pessoas e, em 45 minutos, em uma semifinal de Campeonato Brasileiro, você marca três gols. Nem deu tempo de descansar da comemoração e um gol para outro. O Guilherme fez os dois primeiros gols e eu marquei o terceiro. Foi o primeiro gol que fiz depois da volta do acidente de carro que tive na primeira fase. O lado emocional tomou conta dessa celebração”. A decisão Guilherme - “Quando o Marques se machuca no primeiro jogo da final, no Mineirão, as possibilidades diminuíram e diminuíram bastante porque tínhamos um time forte, mas não um elenco forte. Com todo o respeito aos outros jogadores, mas ninguém teria condições de fazer ou chegar perto de fazer o que ele vinha fazendo. Infelizmente, foi o que aconteceu, foram dois jogos em que não conseguimos fluir o nosso jogo, não conseguimos incomodar muito o adversário. Tivemos, sim, um pênalti a nosso favor naquele terceiro jogo, isso é indiscutível, mas, quando perdemos o Marques no primeiro jogo, as coisas ficaram bem ruins para nós”. Belletti – O Atlético havia vencido o Corinthians na primeira fase por 4 a 0, no Maracanã, um baita jogo. Então, chegamos à final acreditando que dava para vencer. Já mostramos isso naquele jogo. Fizemos 2 a 0 logo de cara e o Corinthians também sabia da nossa qualidade física. Eles eram melhores tecnicamente, tinham grandes jogadores, muito chegaram à Seleção Brasileira, um meio-campo com Vampeta, Ricardinho, Rincón. Mas, por tudo que a gente havia feito até ali, nos dava essa confiança. Aí, o Marques machuca. Não foi nem apenas a gente perder o poder ofensivo, as jogadas de linha de fundo, de incomodar o adversário durante 90 minutos, mas é a “festa” do adversário com isso, uma preocupação grande a menos, o cara que tinha a melhor jogada ofensiva pelo lado, criava ocasiões. Era como se o Corinthians perdesse ali o Luizão ou o Edilson. No primeiro jogo, até o primeiro tempo, estava tudo controlado. O Guilherme marcou os três gols, uma assistência minha, uma do Robert e uma do Adriano”. Artilharia Guilherme – “Foram 28 gols em 27 jogos. Foi mais de um gol por jogo porque cheguei depois que o campeonato começou e, nas fases finais, foi um absurdo. Nos jogos decisivos, para mim foram ótimos. Foi gol todo jogo, fiz três no primeiro jogo da final”.
Para Belletti e Guilherme, torcida fez a diferença na campanha de 99 Publicado 06 de abril de 2020 às 21:37. Convidados do programa Galo em Casa desta segunda-feira (6/4), os ex-atletas do Galo Guilherme e Belletti afirmaram que a Massa Alvinegra foi o grande diferencial do Atlético na campanha do vice-campeonato brasileiro, em 1999. “Nessa competição, tivemos um combustível extra fundamental e a gente falava sobre isso nas reuniões: a torcida. Esse combustível que tivemos nesse campeonato foi sensacional. No jogo contra o Flamengo, quando vencemos por 3 a 0, tínhamos mais de 70 mil pessoas no Mineirão. Era um time que lutava muito, vendia caro, mas a torcida era o nosso combustível, realmente, em 99”, disse o ex-atacante Guilherme. Belletti recordou a força que os jogadores sentiam na entrada da equipe em campo. “Tínhamos aquela reunião que os jogadores fazem antes de entrar dentro do campo. Nos reuníamos ali e falávamos: vamos esperar, a torcida vai vir junto. Aí, naquele momento, o Mineirão e o Independência começavam a gritar, cantar, gritar, e aí começava o jogo par a gente, e a correria fazia a diferença”, disse. Belletti e Guilherme falaram bastante sobre o Brasileirão de 1999, confira: Um time que ficou marcado Guilherme - “Nossa equipe, no começo da competição, não tinha cara de que chegaria tão longe como chegou, e com chance de vencer, de ser campeão. Era um grupo muito unido. Tínhamos muitos problemas de estrutura. Foi um time formado dentro da competição, mas que conseguiu dar liga. Esse time, embora tivesse alguns talentos individuais, o primordial é que o grupo era muito unido. Essa união, essa liga que deu, fez com que chegássemos onde chegamos. Aquele time era tão especial, o ano foi tão especial, que o time ficou marcado mesmo sem ter sido campeão, é impressionante”. Belletti - Quando entendemos que a gente não tinha o melhor time tecnicamente e ganha confiança com as vitórias na primeira fase, principalmente a vitória por 2 a 0 sobre o Palmeiras, no Independência, contra um dos maiores Palmeiras da história, esses momentos nos traziam a confiança. Acho que na correria a gente pode surpreender e isso nos dava um gás, uma energia diferente para seguir na competição, aí vieram jogos contra Flamengo e Santos, no Mineirão, contra o Corinthians, no Maracanã, que foram nos dando essa confiança”. Clássicos nas quartas de final Guilherme – “O time do Cruzeiro, tecnicamente, era melhor que o nosso, era um time realmente muito bom. Era uma melhor de três jogos e não houve a necessidade do terceiro jogo, matamos em dois jogos, sem nenhum erro de arbitragem, sem nenhuma discussão. Ganhamos os dois jogos com propriedade e isso nos deu uma força par chegar à final. Foram os dois jogos mais marcantes pela disparidade que havia, técnica, estrutural e financeira. Era bem difícil para nós. Só no futebol esse tipo de situação pode acontecer. Tivemos duas vitórias acachapantes”. Belletti – “Eles eram um dos favoritos, se classificaram em segundo e nós em sétimo. Só de ser clássico já é legal. Você ter o seu adversário mais próximo, seu maior rival, já transforma um simples jogo em algo épico. Em se tratando de um jogo eliminatório de Campeonato Brasileiro, aí toma proporções gigantes”. Semifinais contra o Vitória Belletti – Considero esses primeiros cinco minutos dessa semifinal entre Atlético e Vitória como um dos maiores momento da minha carreira. Você imagina o Mineirão com 76 mil pessoas e, em 45 minutos, em uma semifinal de Campeonato Brasileiro, você marca três gols. Nem deu tempo de descansar da comemoração e um gol para outro. O Guilherme fez os dois primeiros gols e eu marquei o terceiro. Foi o primeiro gol que fiz depois da volta do acidente de carro que tive na primeira fase. O lado emocional tomou conta dessa celebração”. A decisão Guilherme - “Quando o Marques se machuca no primeiro jogo da final, no Mineirão, as possibilidades diminuíram e diminuíram bastante porque tínhamos um time forte, mas não um elenco forte. Com todo o respeito aos outros jogadores, mas ninguém teria condições de fazer ou chegar perto de fazer o que ele vinha fazendo. Infelizmente, foi o que aconteceu, foram dois jogos em que não conseguimos fluir o nosso jogo, não conseguimos incomodar muito o adversário. Tivemos, sim, um pênalti a nosso favor naquele terceiro jogo, isso é indiscutível, mas, quando perdemos o Marques no primeiro jogo, as coisas ficaram bem ruins para nós”. Belletti – O Atlético havia vencido o Corinthians na primeira fase por 4 a 0, no Maracanã, um baita jogo. Então, chegamos à final acreditando que dava para vencer. Já mostramos isso naquele jogo. Fizemos 2 a 0 logo de cara e o Corinthians também sabia da nossa qualidade física. Eles eram melhores tecnicamente, tinham grandes jogadores, muito chegaram à Seleção Brasileira, um meio-campo com Vampeta, Ricardinho, Rincón. Mas, por tudo que a gente havia feito até ali, nos dava essa confiança. Aí, o Marques machuca. Não foi nem apenas a gente perder o poder ofensivo, as jogadas de linha de fundo, de incomodar o adversário durante 90 minutos, mas é a “festa” do adversário com isso, uma preocupação grande a menos, o cara que tinha a melhor jogada ofensiva pelo lado, criava ocasiões. Era como se o Corinthians perdesse ali o Luizão ou o Edilson. No primeiro jogo, até o primeiro tempo, estava tudo controlado. O Guilherme marcou os três gols, uma assistência minha, uma do Robert e uma do Adriano”. Artilharia Guilherme – “Foram 28 gols em 27 jogos. Foi mais de um gol por jogo porque cheguei depois que o campeonato começou e, nas fases finais, foi um absurdo. Nos jogos decisivos, para mim foram ótimos. Foi gol todo jogo, fiz três no primeiro jogo da final”.
Galo em Casa traz campeões da Libertadores nesta quarta-feira Publicado 07 de abril de 2020 às 17:37. Campeões da Libertadores de 2013 pelo Atlético, Leonardo Silva e Pierre estarão no programa Galo em Casa desta quarta-feira (8/4), não perca!!! Sorteio - Preencha o formulário e concorra a camisas oficiais e outros prêmios, oferecidos pela Loja do Galo e pela Konami/PES: https://bit.ly/galoemcasa Faça um único cadastro para concorrer a prêmios em todas as lives do Galo em Casa. SIGA AS REDES SOCIAIS DO GALO Instagram: @atletico Twitter: @atletico Facebook: /atletico YouTube: /tvgaloweb GALO EM CASA SEMANA 1 Exibido de segunda a sexta-feira, sempre às 16h, nas plataformas da TV Galo (YouTube, Twitter e Facebook), o Galo em Casa estreou no dia 23/3, com a participação do presidente Sérgio Sette Câmara e do vice-presidente Lásaro Cândido da Cunha, idealizadores do programa. Na terça-feira (24/3), o bate-papo foi com o diretor de futebol do Atlético, Alexandre Mattos. O programa seguinte teve a presença do presidente Sérgio Sette Câmara, do conselheiro Rubens Menin, do vice-presidente do Conselho Deliberativo do Atlético, Rafael Menin, e do CEO da Arena MRV, Bruno Muzzi. Já na quinta-feira (26/3), os atletas Diego Tardelli e Fábio Santos foram os convidados. Na sexta (27/3), foi a vez de dois membros da comissão técnica atleticana: o fisiologista Roberto Chiari e o nutricionista Evandro Vasconcelos. SEMANA 2 Na terça-feira (31/3), o programa foi com o diretor médico Rodrigo Lasmar e do médico Otaviano Oliveira. Na quarta (1/4), marcaram presença o diretor de comunicação Domênico Bhering e o gerente de multimídia Emmerson Maurilio. Já na quinta-feira (2/4), o diretor das categorias de base do Atlético falou sobre os aspectos que envolvem a formação de atletas. Nesta sexta (3/4), a live foi com representantes do departamento jurídico do Atlético. Estiveram presentes o vice-presidente do clube, Lásaro Cândido da Cunha, e os advogados Lucas Ottoni, Pedro Torquato e Najara Araújo. SEMANA 3 A terceira semana do Galo em Casa começou nesta segunda-feira (6/4), em grande estilo, com a presença de dois ídolos da Massa Atleticana: os ex-atletas Belletti e Guilherme. Nesta terça-feira (7/4), os torcedores conheceram um pouco mais do trabalho realizado pelo departamento de fisioterapia do Clube Atlético Mineiro, com a participação dos fisioterapeutas Guilherme Fialho e Ismael Liu. #EmCasaAGenteViraOJogo Confira a playlist com todas as edições do Galo em Casa:

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Guilherme Fialho e Ismael Liu Publicado 06 de abril de 2020 às 18:03. No Galo em casa desta terça-feira (7/4), você poderá conhecer um pouco mais sobre o trabalho realizado pelo departamento de fisioterapia do Clube Atlético Mineiro. O programa começará às 16h, na TV Galo, e terá como convidados os fisioterapeutas Guilherme Fialho e Ismael Liu. Acompanhe!!! Sorteio - Preencha o formulário e concorra a camisas oficiais e outros prêmios, oferecidos pela Loja do Galo e pela Konami/PES: https://bit.ly/galoemcasa Faça um único cadastro para concorrer a prêmios em todas as lives do Galo em Casa.
Muito patrimônio, muita dívida, estádio à vista: vice do Atlético-MG analisa e projeta finanças do clube Lásaro Cândido lista imóveis que pertencem ao Galo, mas lembra da dívida milionária que precisa ser resolvida: "O Atlético paga, de juros, por volta de R$ 50 milhões por ano" Por GloboEsporte.com — Belo Horizonte 05/04/2020 05h15 Atualizado há um dia Na última semana, em uma "live" produzida pela TV Galo, canal oficial do Atlético-MG, integrantes da cúpula do clube projetaram que o Galo fará parte, no futuro, de um grupo seleto de "cinco enormes" do futebol brasileiro. A projeção é muito baseada na expectativa de receitas que o clube tem quando vislumbra seu estádio próprio - que deve ter as obras iniciadas nos próximos dias, com previsão de 26 a 30 meses para inauguração. Nessa sexta-feira, foi a vez de Lásaro Cândido, atual vice-presidente, fazer avaliações importantes da condição do Atlético para os próximos anos e décadas. O advogado e líder do departamento jurídico do Atlético fez questão de destacar que não atua diretamente na área financeira do clube, mas fez avaliações importantes e relevantes. Para começar, destacou o patrimônio do Galo. - O Atlético é um gigante. Ele tem clubes sociais, dois clubes (Labareda e Vila Olímpica). Ele tem a sede (administrativa). Ele tem a Cidade do Galo. Nós temos, hoje, 49,9% do Diamond (Mall, shopping center). E teremos o estádio. O Atlético, se as administrações do clube forem eficientes e cuidadosas, o Atlético é um gigante. Na sequência da avaliação, Lásaro destacou o que complica, hoje, a saúde financeira do Alvinegro: as dívidas. - Agora, há um problema: o Atlético tem uma dívida e paga juros muito altos. A esperança é que a gente construa logo esse estádio, pra ter receita consistente, ou pra resolver o problema desta dívida. Pra que a gente não fique pagando juros. Só para as pessoas terem ideia, o Atlético paga, de juros, por volta de R$ 50 milhões por ano. A conclusão é condizente com o que todos os dirigentes do clube têm falado nos últimos anos: a Arena MRV, futura casa do Galo, tem tudo para ser a redenção financeira do Alvinegro. Por fim, Lásaro citou que o Atlético precisa, após equilibrar seus cofres, criar mecanismos para que uma nova dívida milionária não seja criada. - Se (o clube) encontrasse um mecanismo de resolver essa dívida, o Atlético é auto sustentável. Mas você também precisa de um mecanismo para que futuros presidentes e diretores não endividem e inviabilizem o clube.

domingo, 5 de abril de 2020

Presidente do Fortaleza quer o retorno do atacante Edinho, do Galo Com poucas possibilidades de ser utilizado por Sampaoli, o atacante pode ter seu caminho traçado por um novo retorno ao time cearense Edinho Fortaleza Edinho fez uma boa temporada no Fortaleza e ainda deixa saudades no seu torcedor-(Kid Junior) Valinor Conteúdo 02/04/2020 11:27 Belo Horizonte Mesmo retornando para o Atlético-MG, o atacante Edinho ainda deixa saudades no seu ex-clube, o Fortaleza. E, a prova que a volta do jogador para o Leão da Pici é sempre pauta no time cearense. O presidente do Fortaleza, Marcelo Paz fez uma live na TV oficial do clube admitindo interesse na contratação de Edinho. Porém, aparentemente Edinho, de 25 anos, não deve ter grandes oportunidades com Jorge Sampaoli o que pode abrir espaço para mais um retorno ao Fortaleza, o que pode acontecer durante essa nova “janela” de mercado aberta com a pausa forçada do futebol pela pandemia de coronavírus. -O Edinho nós temos interesse, mas ele é jogador do Atlético e temos que respeitar isso. Ele está lá, treinando, tem o salário dele lá, e isso envolve negociação entre os clubes. Quem sabe, quando a coisa acalmar, ele não possa vir?-disse Marcelo Paz. O Galo comprou o jogador em 2018 justamente do Fortaleza, mas como foi pouco aproveitado, o emprestou para o time comandado por Rogério Ceni em 2019. O jogador fez boa temporada e o time mineiro pediu o seu retorno em 2020. Edinho chegou a jogar pelo Galo em 2020, não fez gol, e perdeu as chances de entrar em campo ainda sob o comando de Rafael Dudamel.

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Comentário Filipe Choucair Saída de Patric do GALO

A informação de agora da saída do PATRIC DO GALO,que foi informado pelo JORGE NICOLA que gostou muito,e acerta nas maioria das vezes,foi confirmado pela rádio da MASSA ATLETICANA 90.3 agora pouco e pelo repórter Cláudio Rezende da Itatiaia que também gosto muito do seu trabalho. A saída do PATRIC ,já era tempo de sair do GALO. Não na minha opinião por uma questão de ingratidão,mas sim por 1 ciclo que durou uma década no clube. Se o MARCOS ROCHA,saiu durando 5 anos de ciclo de 2013 época que o GALO ganho LIBERTADORES E COPA DO BRASIL,qual motivo o PATRIC não sairia? É bom renovar seja em todas as modalidades esportivas. Principalmente quando se trata do futebol brasileiro,que só enaltece dirigentes,jogadores quando conquista campeonatos. Galo quando foi vice em 2015 ninguém valia nada,LEVIR CULPI,DONIZETE, entre outros. O PATRIC nunca foi craque,era bem limitado,mas se esforçava nos treinos ,jogos,enfim,por isso que os técnicos durante este tempo todo que jogou pelo GALO,gostava dele. Aguirre na coletiva falava muito bem do PATRIC,LEVIR CULPI,enfim. O PATRIC nunca foi 1 atleta de polêmica em coletivas,igual o LUAN uma vez em 2014 reclamou na coletiva que o Emerson Conceição ganhava mais do que ele. Isto acho ridículo se expor para imprensa,se o atleta não gosta faz uma sala de reunião entre os dirigentes e conversa reservadamente. No mais que o PATRIC tenha sorte no Sport. Pelo menos se dedicou e respeitou a instituição CLUBE ATLÉTICO MINEIRO. No mais é isto. VIVA O GALO.