sábado, 4 de janeiro de 2020

Novo comando: Rafael Dudamel é o treinador do Atlético Publicado 04 de Janeiro de 2020 às 11:40. O Atlético anuncia a contratação do técnico Rafael Dudamel, que se destacou nos últimos anos ao elevar o patamar do futebol venezuelano. O novo treinador alvinegro dirigia a seleção principal da Venezuela desde 2016 e assinará contrato com o Galo por duas temporadas. Antes de assumir a seleção principal da Venezuela, função que exerceu com brilhantismo durante três temporadas, Dudamel realizou trabalho notável nas categorias Sub-17 e Sub-20 da “Vinotinto”, como é chamada a Seleção Venezuelana. Sob seu comando, o time Sub-20 da Venezuela foi vice-campeão mundial, em 2017, na Coreia do Sul. Na categoria Sub-17, comandou a equipe vice-campeã sul-americana, em 2013. O trabalho de excelência realizado por Dudamel na Venezuela despertou o interesse do Atlético, que buscava um treinador com histórico de sucesso no aproveitamento de jovens atletas e encontrou, em Dudamel, o nome ideal para conduzir o projeto do Clube. Comissão técnica - Dudamel trará quatro membros para a comissão técnica. Todos eles trabalhavam com o treinador na Seleção Venezuelana: Marcos Mathías (auxiliar técnico), Joseph Cañas (preparador físico), Rodrigo Piñón (analista de desempenho) e Jeremías Álvarez (coach motivacional). Sucesso também como atleta - Rafael Dudamel também se destacou dentro das quatro linhas, como goleiro da Seleção Venezuelana e de grandes clubes como Deportivo Cali, Millonarios, América de Cáli e Independiente Santa Fe, entre outros. Em sua carreira como atleta, também se notabilizou por ter marcado 22 gols. Estrangeiros no comando atleticano - Dudamel é o 12º treinador estrangeiro a comandar o Atlético. Antes dele, dirigiram o Galo os seguintes técnicos: Eugênio Medgyessy - húngaro (1928 a 1931) Gregório Suárez - argentino (1944) Ignác Amsel - húngaro (1945) Felix Magno - uruguaio (1946 a 1948) Darío Letona - peruano (1947) Ondino Vieira - uruguaio (1954 e 1955) Ricardo Diez - uruguaio (1950 a 1951, 1955 a 1956 e 1958) Fleitas Solich - paraguaio (1967 a 1968) Walter Oliveira - uruguaio (1985) Darío Pereyra - uruguaio (1999) Diego Aguirre - uruguaio (2016) Ficha do treinador Nome: Rafael Edgar Dudamel Ochoa Data de nascimento: 7 de janeiro de 1973 Naturalidade: San Felipe (VEN) Carreira: 2010: Estudiantes de Mérida (VEN) 2012-2013: Seleção Venezuelana Sub-17 2014-2015: Deportivo Lara (VEN) 2015-2017: Seleção Venezuelana Sub-20 2016-2019: Seleção Venezuelana

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Em batalha com tricolores, Atlético segue priorizando contratação do volante Allan Luciano Dias @jornlucianodias 31/12/2019 - 09h06 Um grande problema do Atlético na temporada 2019 esteve relacionado à sua dupla de volantes. Com Gustavo Blanco fora de combate por lesão desde o ano passado, Elias vivendo seu pior momento com a camisa do clube, que ele não vestirá mais, pois seu contrato se encerra no início de 2020, e Zé Welison mostrando irregularidade, assim como o paraguaio Ramón Martínez, as soluções vieram de onde menos se esperava, pois Jair, que chegou para ser reserva e hoje é o principal nome do setor, e Nathan, que na verdade é meia, foram os melhores da posição. Isso explica a insistência alvinegra para tentar contratar o volante Allan, de 22 anos, destaque do Fluminense neste ano e que tem direitos econômicos presos ao Liverpool, da Inglaterra. Lucas Merçon/Fluminense F. C. Allan volante Fluminense pretendido pelo Atlético Apesar da temporada ruim do Fluminense, Allan se destacou no clube carioca e despertou o interesse do Atlético, que estaria disposto a investir R$ 12 milhões para contar com o volante, que tem direitos econômicos presos ao Liverpool, da Inglaterra Além do próprio tricolor carioca, o paulista, no caso o São Paulo, também tem interesse no jogador. Mas o clube do Morumbi viu a negociação esfriar há uma semana ao ter a notícia de que o Atlético estaria disposto a investir R$ 12 milhões na contratação do volante. O Galo não confirma este valor, mas na previsão orçamentária do clube para 2020 estão reservados R$ 20 milhões para a contratação de atletas. Resta saber se gastaria 60% do previsto apenas em uma contratação. Se isso acontecer, dificilmente o Fluminense terá condições de concorrer com o Atlético, apesar de ter um acerto salarial com o atleta adiantado e ter feito proposta de compra de 80% dos seus direitos ao Liverpool. E a tendência é de que o Galo conte com a ajuda de parceiros para ter Allan, que é um jogador jovem, com passagens pelas Seleções Brasileiras sub-20 e sub-23 e com potencial para se valorizar e ser novamente vendido ao mercado europeu, onde não conseguiu se firmar. O Liverpool tem interesse em negociar o jogador porque em seis meses ele poderá assinar pré-contrato com outro clube. Assim, o clube inglês precisa recuperar parte do investimento feito no atleta. Modelo De toda forma, Allan aparece como modelo do que pretende o Atlético para 2020. Em entrevista ao programa Bastidores, da Rádio Itatiaia, logo após o término da participação alvinegra na temporada 2019, o presidente Sérgio Sette Câmara colocou como fundamental para o ano que vem abaixar a média de idade do time do Galo, que era alta nesta temporada. Sua intenção é uma equipe com mais intensidade de jogo. E essa é justamente a principal característica de Allan, que apesar da temporada ruim do Fluminense se destacou pela movimentação em campo e por ser um volante com bom passe, que tem capacidade de participar da armação de jogadas. Essas características fazem dele o preferido do Galo para formar a dupla de volantes de 2020 com Jair, principal nome do time na segunda metade da temporada e que além da movimentação ainda chega bem na área para finalizar. E depois de iniciar 2019 com uma dupla de volantes acima dos 30 anos, pois ela era formada por Adilson, de 32, que largou os gramados no meio da temporada por causa de problemas cardíacos, passando a integrar a comissão técnica, e Elias, de 34, o Galo espera em 2020 poder unir Allan, de 22, e Jair, de 25.
Com novo técnico engatilhado, Atlético lutará para não entrar em 'dança das cadeiras' Henrique André @ohenriqueandre 31/12/2019 - 06h00 Bruno Cantini/Atlético / Escolher um nome para “morrer abraçado” ´foi a tática que o Atlético utilizou neste fim de temporada, pensando nos dois próximos anos. Buscando acabar com a famosa “dança das cadeiras” e ter um técnico para um projeto de médio a longo prazo, a diretoria do alvinegro estudou nomes e, após o “não” do argentino Jorge Sampaoli, dá todas as pistas de que o venezuelano Rafael Dudamel será o comandante da equipe a partir de janeiro. Ex-goleiro e um dos responsáveis pela transformação da Seleção de seu país, Dudamel parece se encaixar no perfil que a cúpula atleticana deseja para o futuro. Além de saber lidar com os chamados “medalhões”, o técnico de 46 anos tem como diferencial o tratamento com os jovens da base. O “olhar clínico”, inclusive, foi um dos pontos que fez despertar a atenção dos mineiros. Conforme apurou a reportagem do HD, Dudamel se reuniu com Sérgio Sette Câmara, presidente do Atlético, e outros representantes do clube durante quatro horas. Mantendo mistério em relação ao novo dono da prancheta, Sette Câmara deixa a revelação para 3 de janeiro, quando oficializará também a contratação de alguns reforços. Contudo, todos os caminhos levam ao nome de Dudamel. 3 TÉCNICOS Teve o Atlético em 2019. Levir Culpi, Rodrigo Santana e Vagner Mancini foram os comandantes do alvinegro na atual temporada. Fim de um vício A última vez que o Atlético teve um mesmo treinador por duas temporadas seguidas (completas) foi na “Era Cuca”, que deu ao clube a tão sonhada e inédita conquista da Copa Libertadores, em 2013. Acertado com o Shandong Luneng, da China, ainda durante o Mundial de Clubes, o curitibano deu lugar a Paulo Autuori, contratado pelo até então presidente Alexandre Kalil. De lá para cá, o Atlético se acostumou a colecionar comandantes. Ainda em 2014, ano em que conquistou a Copa do Brasil e a Recopa Sul-Americana, Levir Culpi surgiu como sucessor de Autuori e pôs no currículo os canecos; no cargo até o fim de 2015, ele acabou sendo substituído pelo interino Diogo Giacomini, que fez a função nas partidas contra Grêmio e Chapecoense. Em 2016, vieram outras três trocas: o uruguaio Diego Aguirre, o ex-jogador Marcelo Oliveira e, novamente como interino, o “bombeiro” Giacomini. No ano seguinte, Roger Machado, Rogério Micale e Oswaldo de Oliveira. O último, substituído pelo jovem Thiago Larghi, já em 2018. Neste mesmo ano, Levir, em sua quinta passagem pelo clube, completou a “roda gigante”, até que, em abril de 2019, assinou mais uma demissão.
Ex-Cruzeiro e Atlético, Alex Alves 'Capoeira' completaria 45 anos nesta segunda Henrique André @ohenriqueandre 30/12/2019 - 12h58 - Atualizado 13h04 Humberto Nicoline/Hoje em Dia; Reprodução/Youtube / Um baiano que chegou em Minas Gerais na década de 90 parar fazer história com seus gols importantes e a tradicional comemoração em ritmo de capoeira. Assim pode ser resumida a carreira do ex-atacante Alex Alves, que faleceu em 2012, vítima da leucemia, e que nesta segunda-feira (30) completaria 45 anos. Revelado pelo vitória, Alves chegou ao Cruzeiro em 1998 e, pela Raposa, fez 111 jogos e anotou 54 gols. No clube, levantou o Estadual e a Recopa Sul-Americana, no mesmo ano em que assinou contrato, e a Copa dos Campeões Mineiros, na temporada seguinte. Em 2003, quando deixou o Hertha Berlim, da Alemanha, o ex-atacante firmou vínculo com o Atlético. Com a camisa alvinegra, ele fez apenas 27 jogos e marcou 8 gols. Sem o mesmo sucesso que havia feito pela Raposa, acabou se transferindo para o Vasco em 2004. Além do Vitória e dos clubes mineiros, Alex Alves defendeu também Palmeiras, Portuguesa, Hertha Berlim, Vasco, Boavista, Fortaleza, Kavala, da Grécia, e União Rondonópolis. No currículo, Alex teve o Campeonato Brasileiro de 1994, quando era reserva do Palmeiras, além dos vices nacionais pelo Vitória, em 1993, pela Portuguesa, em 1996, e pelo Cruzeiro, em 1998.
Rebaixamento do rival aumenta pressão em cima do Galo na temporada 2020 Thiago Prata @ThiagoPrata7 30/12/2019 - 06h00 - Atualizado 07h56 Cristiano Couto/Arquivo Hoje em Dia / O rebaixamento do Cruzeiro à Segunda Divisão do Brasileiro amenizou um pouco o ano ruim do Atlético, uma vez que a pressão passou para o lado celeste da Lagoa. Só que a outra “metade da cidade” se vê agora sob um outro tipo de cobrança, curiosamente agravada pelo mesmo motivo, ou seja, por conta do descenso do arquirrival. Por ser o único clube a disputar a Série A do Nacional, o Galo tem algumas obrigações, como atesta a própria diretoria. Duas delas são evidentes. Uma é ser campeão mineiro, haja vista que, na teoria, terá um elenco mais forte que os dos outros concorrentes ao título – pelo menos se houve uma comparação dos investimentos. A segunda é conquistar um grande título e, consequentemente, disputar a Libertadores em 2021, ano do centenário do arquirrival. Para encarar – e concretizar – esses desafios, o Atlético voltará a mandar seus jogos no Mineirão, como revelou o presidente do clube, Sérgio Sette Câmara, em algumas ocasiões neste ano. Obter o título estadual tendo o Gigante da Pampulha como mando de campo é algo que não acontece desde 2010, quando o time abocanhou a última taça de campeão antes do início das obras no estádio, que viria a ser sede das Copas das Confederações (2013) e do Mundo (2014). Naquela ocasião, o Galo chegou à final contra o Ipatinga e venceu por 2 a 0, com gols de Diego Tardelli e Marques. Depois da reforma, o Mineirão voltou a receber partidas em 2013, mas de lá para cá, o Atlético fez do Independência sua casa. Houve uma ocasião em que o time se sagrou campeão mineiro na “nova arena”, em 2013, mas o mando da decisão pertencia ao Cruzeiro. Título grande Desde 2014 que o Atlético não conquista um título de expressão – Libertadores, Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro ou Sul-Americana. Depois de bater o Cruzeiro no Mineirão – mando da Raposa –, por 1 a0, e conquistar a Copa do Brasil daquele ano, o time bateu na trave duas vezes, sendo vice na Série A de 2015 e no torneio mata-mata nacional de 2016. Em 2018, com o time voltando a mandar alguns jogos no Mineirão, esteve perto de chegar a mais uma decisão, mas caiu na semifinal da Sul-Americana, para o Colón, da Argentina, perdendo a disputa de pênaltis, no estádio da Pampulha. Para 2020, último ano de Sérgio Sette Câmara neste triênio como presidente, a equipe preta e branca tenta retomar o caminho dos grandes títulos. Muito depende da montagem do novo elenco e do treinador que virá – ao que tudo indica será o venezuelano Rafael Dudamel –, situações que passam pela diretoria alvinegra.
Galinho perde na estreia da Copa São Paulo Publicado 03 de Janeiro de 2020 às 17:26. Em partida válida pela 1ª rodada do Grupo 23 da Copa São Paulo de Futebol Júnior, a equipe sub-20 do Atlético perdeu por 1 a 0 para o River-PI, na tarde desta sexta-feira (3), no Estádio Joaquim de Moraes Filho, em Taubaté. Na próxima rodada, segunda-feira (6), o Galinho enfrentará o Ricanato-TO, às 15h, no mesmo local, com transmissão do Sportv. O técnico Marcos Valadares escalou a equipe com Jean; Carlos Daniel, Isaque (Deivison), Micael (Carlos Eduardo), Kevin (Matheus Lima), Stockl (Yago), Wesley, Calebe (Luciano), Guilherme, Echaporã (Giovanni) e Thiago Juan. Os dois primeiros colocados de cada grupo avançam para a 2ª fase. A final do torneio será no Pacaembu, em 25 de janeiro, data do aniversário de 466 anos da cidade de São Paulo. O Atlético é tricampeão da competição (1975, 1976 e 1983) e campeão da Super Taça São Paulo de Futebol Júnior (1994).
Galo Futebol Feminino terá patrocínio da Temperatta Publicado 03 de Janeiro de 2020 às 16:35. O Galo Futebol Feminino tem novo patrocinador para a temporada 2020. Trata-se da Temperatta, empresa mineira do ramo de alimentos, que estampará sua marca na barra frontal das camisas. O gerente de patrocínios do Atlético, Pedro Melo, destaca a importância da parceria. “É um patrocínio que se encaixa perfeitamente porque tanto a Temperatta como o Galo Futebol Feminino estão em processo constante de crescimento”, comenta Pedro Melo. Leandro Seabra, diretor da Temperatta, afirma que a empresa pretende incentivar a prática do futebol feminino. "Nós, da Temperatta, estamos honrados em poder patrocinar o futebol feminino do Atlético. Além de vincular nossa marca a um grande clube, acreditamos que as mulheres merecem maior incentivo para a prática do futebol”, destaca. Em 2020, o Galo futebol Feminino disputará o Campeonato Mineiro, o Campeonato Brasileiro A2 e o Campeonato Brasileiro Sub-18. Sobre a empresa - Criada em 2008, a Temperatta é uma empresa em franco crescimento. Rapidamente, conquistou o reconhecimento dos consumidores, pela qualidade, sabor e praticidade dos seus produtos: Molhos, Temperos, Conservas, Especiarias/Condimentos e Linha de Alhos (In Natura e processados). Temperatta, toque de amor para o tempero da família!