sábado, 24 de agosto de 2019

Leo Silva e Nathan dizem que time reserva do Atlético sentiu a falta de ritmo de jogo Atletas alvinegros, contudo, salientaram que a opção por poupar os titulares não justifica a derrota em casa Redação /Superesportes postado em 24/08/2019 14:12 / atualizado em 24/08/2019 15:20 Facebook Twitter 11 Para Leonardo Silva e Nathan, embora tenha jogado melhor, o time alternativo do Atlético sentiu a falta de ritmo de jogo e, por isso, saiu do Independência derrotado pelo Bahia por 1 a 0. Apesar disso, o zagueiro e o meio-campista ressaltaram que a pouca sequência não pode servir de justificativa para o revés. De acordo com Leonardo Silva, dono da braçadeira de capitão na partida deste sábado, o Galo, mesmo atuando com uma equipe desentrosada, conseguiu criar diversas jogadas de ataque. "A equipe se superou dentro das circunstâncias de não jogar muito e só treinar. O ritmo pesa, mas a equipe jogou bem e dominou o jogo. Sabíamos que o Bahia estava interessado no contra-ataque e eliminamos isso. Por um detalhe saímos derrotados, mas jogando melhor que o adversário", disse, em entrevista à Rádio Itatiaia, lamentando os gols perdidos. Nathan fez menção, ainda, ao horário da partida. Na visão do camisa 23, o forte calor comprometeu a partida, disputada sob o sol do fim da manhã, prejudicou a atuação alvinegra.
Calor foi adversário extra de Atlético e Bahia em jogo às 11h Jogadores dos dois times tiveram que lidar com desgaste dentro do jogo e mudanças na rotina nos últimos dias Daniel Otoni | @SuperFCoficial 24/08/19 - 13h19 O horário das 11h da manhã atrapalhou os lados de Atlético e Bahia, que se enfrentaram neste sábado, na Arena Independência, em Belo Horizonte, pela rodada 16 do Campeonato Brasileiro. Uma nova rotina precisou ser estabelecida, nos últimos dias, pelos dois times, para se acostumarem comas diferenças de um duelo neste horário. "Às 11h, nossos treinos da manhã estão terminando. Quando chega por volta das 12h, 13h, o desgaste em campo fica ainda maior. É diferente jogar pela manhã, precisamos acordar às 7h e os atletas sofrem bastante. Mas quando vencemos, vale o sacrifício", detalha o goleiro Douglas, destaque do jogo. O atleta fez a diferença para 'fechar a porta do ataque do Galo e garantir três pontos para o Bahia. O Atlético perdeu invencibilidade de 23 jogos em casa. Desde novembro de 2018 que o time não caía dentro do Horto.
Com time titular ou reserva, Santana diz que responsabilidade é a mesma Técnico alvinegro poupou os titulares e disse que o time reserva é forte para dar sequência aos próximos duelos Lorena K. Martins | @SuperFCoficial 24/08/19 - 15h08 Foi poupando os seus titulares neste sábado que o técnico Rodrigo Santana, do Atlético, viu sua equipe ser derrotada pelo Bahia por 1 a 0, na Arena Independência, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. Foi a primeira vez que o alvinegro perdeu um duelo em 2019, após 23 jogos de vitória seguidas. O técnico avaliou que o time reserva era a melhor opção para poupar os titulares que enfrentam, na próxima terça-feira, o La Equidad (COL), pelas quartas de final da Copa Sul-Americana, no estádio El Campín, em Bogotá. O técnico destacou que a responsabilidade de qualquer jogador para trazer o resultado é a mesma. "A responsabilidade sempre vai aumentar, independentemente se for um time alternativo ou titular. Futebol é isso: vitória e resultado", avaliou. Para o técnico as duas competições possuem o mesmo peso para o clube. "Responsabilidade a gente tem a cada jogo. Parece que jogamos toda a responsabilidade para a próxima terça-feira, mas a gente também teve hoje a preocupação de vencer dentro de casa e se manter próximo aos líderes", destaca.
'Precisamos dar sequência e ritmo para esses jogadores', destaca Santana Técnico alvinegro, que optou por escalar reservas, falou sobre baixo aproveitamento nas conclusões contra o Bahia Lorena K. Martins | @SuperFCoficial 24/08/19 - 15h43 Um único gol foi suficiente para marcar a perda da invencibilidade do Galo no Horto neste sábado. O tento de Gilberto, ainda no primeiro tempo, garantiu a vitória do Bahia em partida que abriu a 16ª rodada do Brasileirão. O técnico Rodrigo Santana optou por escolher jogadores reservas e poupar os titulares e falou sobre o baixo aproveitamento da equipe nas conclusões. "Está faltando atenção e mais capricho e precisão nos cruzamentos", destacou após o duelo. Para as próximas partidas, o técnico disse que vai cobrar ritmo de seus jogadores ao mesmo tempo que concordou com o desgaste em campo, uma vez que a partida foi realizada sob um forte sol, às 11h. "Nós temos um grupo forte. Precisamos dar sequência e ritmo para esses jogadores. Se o jogador não tiver com ritmo, no momento que precisar jogar, pode ser prejudicial ao grupo. Ninguém gosta de perder. Merecíamos a vitória, mas infelizmente não aconteceu", disse Santana. O técnico comentou também sobre a o retorno de Luan, agora como titular, que saiu sob vaias da torcida. "Ele movimentou muito para marcar, mas é inevitável cansar um pouco, até por causa do forte sol", esclarece. Santana agradeceu o prestígio da torcida que marcou presença mesmo em um horário incomum. "É bastante chato saber que o torcedor fez a parte dele e lotou o estádio mesmo em um sábado de manhã. Até lamento pelo torcedor, não é isso que a gente quer e nos próximos jogos precisamos da torcida para lotar o estádio", disse. Na 17ª rodada do Campeonato Brasileiro, os dois times voltam a jogar no próximo final de semana. No sábado, o Bahia recebe o CSA na Fonte Nova, em Salvador, e no domingo, o Galo vai a São Paulo enfrentar o Corinthians.
Deu ruim: com os reservas, Atlético perde para o Bahia e vê invencibilidade cair no Horto Henrique André @ohenriqueandre 24/08/2019 - 12h51 - Atualizado 12h58 Bruno Cantini/Atlético / Abrir mão dos titulares neste sábado (24) custou caro ao Atlético. Focado no segundo jogo das quartas de final da Copa Sul-Americana, contra o La Equidad, o técnico Rodrigo Santana preservou as principais peças do time para o duelo contra o Bahia e, com o gol do artilheiro Gilberto, sofrido ainda no primeiro tempo, viu a invencibilidade no Horto em 2019 ir para o espaço. Numa partida em que apenas dois titulares encararam o tricolor baiano, o goleiro Cleiton e o zagueiro Igor Rabello, o time mineiro tentou, tentou, mas não conseguiu ser competente na hora das finalizações. Num jogo movimentado, mas sem fortes emoções, o que se viu no Independência foi uma Arena lotada (mais de 22 mil pessoas), perdendo a paciência com a seca de gols e com a equipe pouco criativa. Antes de a bola rolar, o Atlético acumulava 23 jogos em 2019 no Horto e ainda não havia sentido o gostinho da derrota. Santana, que assumiu a equipe em abril, somava 13 partidas. Além disso, o jogo da 16ª rodada significou para o Bahia o primeiro triunfo como visitante nesta edição do Campeonato Brasileiro. O próximo desafio dos mineiros será na Colômbia. Na terça (27), será a vez de tentar desbancar o La Equidad, em Bogotá. Vitorioso no jogo de ida, quando venceu por 2 a 1, o alvinegro precisa de um empate para avançar às semifinais do torneio internacional. FICHA TÉCNICA Atlético x Bahia Árbitro: Rodolpho Toski Marques (FIFA-PR) Auxiliares: Bruno Boschilia e Victor Hugo Imazu dos Santos (ambos do PR) VAR: José Claudio Rocha Filho, de São Paulo, com auxílio de Douglas Marques das Flores e Luciano Roggenbaum, de São Paulo e Paraná. Cartões amarelo: Flávio e Artur (Bahia) Gol: Gilberto, aos 19 minutos do primeiro tempo para o Bahia. Atlético: Cleiton; Guga, Léo Silva, Igor Rabello e Lucas Hernández; Zé Welison; Nathan, Luan (David Terans), Otero (Maicon Bolt) e Geuvânio; Alerrandro (Di Santo). Técnico: Rodrigo Santana. Bahia: Douglas; Nino Paraíba, Lucas Fonseca, Juninho e Giovanni; Gregore, Flávio e Ronaldo (Guerra); Artur, Lucca (Élber) e Gilberto (Fernandão). Técnico: Roger Machado.
Entrevista: Atuando no Shandong Luneng, da China, Roger Guedes deixou saudades no Galo Henrique André @ohenriqueandre 24/08/2019 - 06h30 - Atualizado 08h53 Bruno Cantini/Atlético / Revelação do Campeonato Catarinense de 2016, pelo Criciúma, e campeão brasileiro no mesmo ano, pelo Palmeiras, o atacante Roger Guedes chegou ao Atlético dois anos depois, por empréstimo, para fazer parte de um elenco em reformulação. Apesar do início conturbado, em que oscilava boas e más partidas, o gaúcho de Ibirubá caiu nos braços da Massa e, negociado com o Shandong Luneng, da China, deixou o alvinegro como o artilheiro da Série A. Pelo clube, balançou a rede 13 vezes em 28 partidas disputadas. Mesmo aos 22 anos, já deixa saudade em grande parte da torcida atleticana e tem o nome constantemente pedido para reforçar o elenco. Nesta entrevista ao Hoje em Dia, Guedes conta como tem sido a adaptação no outro lado do mundo, fala da ansiedade pela final da Copa da China – o Shandong encara o Shanghái Shenhua a partir de novembro –, relembra a passagem pelo Atlético, diz o que o carinho dos atleticanos representa em sua vida e ratifica que, para ele, o Galo é o maior clube de Minas Gerais. Como tem sido a vida na China? Após um período de altos e baixos, parece que você tem vivido a melhor fase do outro lado do mundo. Minha vida aqui na China tem sido muito positiva. Venho fazendo uma grande temporada, estou muito adaptado, fazendo grandes jogos, conseguindo marcar gols. Estamos disputando título. Então estou em um grande momento aqui. Quais foram as principais dificuldades que você enfrentou nos primeiros meses no país? A adaptação sempre leva um tempo, mas graças a Deus consegui me adaptar rápido aqui na China, no clube e no futebol chinês. Então, cara, o idioma foi um pouco mais difícil no começo, mas tive brasileiros que me ajudaram, os tradutores. Então foi um período tranquilo para mim. Você esteve próximo de acertar sua transferência para Portugal. Por que não se concretizou? Sobre a transferência eu deixo sempre com meu empresário. Sempre procuro focar dentro de campo, em fazer o melhor pela equipe que estou defendendo, e no Shandong não vem sendo diferente. Constantemente, o torcedor do Atlético pede seu retorno. Como encara esse carinho, apesar de tão pouco tempo pelo clube? Fico muito feliz com esse carinho e agradeço muito. Tive um grande momento no Atlético, onde consegui desempenhar bem meu futebol e, juntamente com meus companheiros, ajudar o clube. Então, sem dúvidas, foi um momento muito bom na minha carreira, e fico feliz por esse reconhecimento. Você deixou o Atlético como artilheiro do time na temporada. Se arrepende de ter saído naquele momento? Acha que poderia ter feito mais com a camisa alvinegra? Como eu disse, foi um momento muito bom na minha carreira essa passagem no Galo, mas apareceu essa oportunidade de vir jogar na China. Foi um momento ótimo que tive na carreira, aí em Minas, e sei que dei meu melhor enquanto vesti a camisa do Atlético, clube que sou muito grato. Em algum momento esteve perto de retornar ao clube, após a ida para China? Foi procurado? Houve negociação? É um desejo voltar ao Atlético em breve? Esteve perto de um outro grande do país neste período? Este tipo coisa, como disse anteriormente, eu deixo para meu empresário. Procuro focar mais dentro de campo. Agora tenho contrato com o Shandong, e meu objetivo é dar meu melhor aqui e buscar as metas no clube. Você, em algumas declarações, chamou o Atlético de “O Maior de Minas”. Essa sua visão foi para aumentar a rivalidade com o Cruzeiro ou, de fato, é uma opinião que vai além disso? Todo time que defendo eu procuro vestir a camisa da melhor forma possível, e no Atlético não foi diferente. Foi um time importante na minha carreira. E sou um cara sincero, então de fato é uma opinião de que o Atlético é o maior de Minas, e sou muito agradecido ao clube por tudo que vivi lá. Alguns jogadores tiveram chances com Tite, mesmo atuando na China. O que falta para que você seja lembrado e que tenha uma oportunidade na Seleção. Acha que este momento está próximo de acontecer? Você se convocaria hoje? Eu procuro fazer meu trabalho da melhor maneira possível em todos os clubes, pois você só chega à Seleção fazendo seu melhor onde está. Então, claro que tenho o sonho de vestir a camisa da Seleção Brasileira, de defender meu país, disputar uma Copa do Mundo. Esse é o grande sonho do jogador. Mas, como eu disse, é pensar em fazer sempre o melhor no clube para, se Deus quiser, um dia ter essa oportunidade. Você sempre teve fama de ser um jogador explosivo, pelo temperamento forte. Acredita que será sempre assim? E aquelas conversas com o Éder Aleixo? Foi um grande amigo que fez no futebol? Eu sou um cara muito tranquilo, uma pessoa muito família. Amo estar com meu filho, junto da minha esposa. Nas horas vagas, procuro sempre estar com eles, com meus amigos. Então, sou bem tranquilo quanto a isso. E o Éder, sem dúvida, foi uma pessoa importante, que me passava muitos conselhos, não só para mim, mas para todos os jogadores. Quais são seus planos para o futuro? O grande sonho, as metas como jogador e também na vida pessoal... Meu plano é seguir jogando em alto nível, fazendo meu melhor na equipe que eu estiver defendendo. Temos a oportunidade agora de vencer a Copa da China, em que estamos na final. Então, ser campeão aqui, para mim, seria muito gratificante. E, claro, vestir a camisa da Seleção Brasileira, defender meu país em uma Copa do Mundo. Sou um jogador jovem ainda, com muita vontade de vencer, e, se Deus quiser, buscarei muitas conquistas ainda na minha carreira.

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Comentário Filipe Choucair Time reserva amanhã

O jogo de amanhã contra o Bahia que ocorre ás 11 da manhã vai ser todo reserva. Se não for todo ,pelo menos 80% reserva. Concordo ser dessa forma especificamente para este jogo,pois terça tem o mata-mata e vale uma vaga para semifinal da sul-americana que o campeão garante vaga para fase de grupos da Libertadores de 2020. Tem momentos que tem que correr riscos,e este é o momento para isso. Lógico que amanhã como o jogo da última rodada são 3 pontos e isto pode influenciar no melhor posicionamento da tabela,mas faz parte correr riscos. No mais é bom até para provar se o GALO tem elenco para ver se tem condições de algum atleta substituir o outro jogo por jogo. O INDEPENDÊNCIA vai estar lotado,com a MASSA apaixonada esgotando os ingressos,restando agora só camarotes de 400 e 300 com e sem buffet pelo portão 1. Venda indo até ás 9 da manhã. TV premiere o jogo. No mais é isso. VIVA O GALO.