quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
'Eu não tinha a mesma motivação, por causa da dor', diz Pierre, sobre aposentadoria aos 37 anos
Frederico Ribeiro
Hoje em Dia - Belo Horizonte
14/02/2019 - 17h02 - Atualizado 17h42
A eterna formação do Atlético campeão da Libertadores 2013 ganhou mais um ex-jogador. Após Ronaldinho e Gilberto Silva anunciarem a aposentadoria oficial, o volante Pierre também pendurou as chuteiras. Chamado de "Pitbull" pela torcida do Galo, o ex-camisa 5 postou uma mensagem de despedida no Instagram e vira um atleta aposentado aos 37 anos. A ideia era ir além, mas o tornozelo não deixou.
Em entrevista ao Hoje em Dia, o ex-volante revela que a dor sentida no local, onde sua cartilagem foi prejudicada por lesões e cirurgias, o tirava a sensação prazerosa de acordar todas as manhãs e se preparar para treinos e jogos. Pierre não atuava desde maio de 2018 e sua última aventura no futebol foi com o Joinville.
"Todo jogo era anti-inflamatório, tomava injeção. Então não valia mais a pena. Eu acordava de manhã e não tinha mais a mesma motivação, por causa da dor. Eu cheguei a ir pro Atlético-PR, fui campeão estadual, tive rápida passagem no Joinville, mas rescindi o contrato de dois anos justamente por causa do tornozelo", afirmou Pierre.
Titular da equipe de Cuca, paredão do meio de campo ao lado de Leandro Donizete, Pierre viu no capo o Atlético construir o time que levaria a máxima glória ao clube. Depois, seu ciclo foi se fechando após a Copa do Brasil de 2014, principalmente com a chegada de Rafael Carioca. Ele não queria sair do Atlético, mas se viu sem espaço e acertou com o Fluminense.
Agora, terá tempo de descansar com a família, cuidar das filhas ao lado da esposa Moema e também retornar ao futebol, em outra função, ainda a ser definida. "Não sei em que área atuar ainda, mas é no futebol. Pode ser treinador... Não sei. Estou orando a Deus pra me guiar. Penso em me especializar, tomar alguns cursos".
Veja a entrevista completa de Pierre:
Você anunciou no Instagram que as chuteiras foram oficialmente penduradas. Uma tomada de decisão que deixa a torcida do Atlético com tempo reservado pra homenageá-lo. E tudo por conta do tornozelo?
Eu tinha em mente ainda de ir mais um pouco, pelo fato de eu me cuidar bastante. Mas há uns dois anos, sofri bastante com o tornozelo esquerdo, fiz quase três cirurgias. Primeiro no Palmeiras, depois uma artroscopia no Fluminense, junto com um reparo ligamentar. Então começou a afetar a cartilagem do tornozelo e eu sofria muito pra jogar. Todo jogo era anti-inflamatório, tomava injeção. Então não valia mais a pena. Eu acordava de manhã e não tinha mais a mesma motivação, por causa da dor. Eu cheguei a ir pro Atlético-PR, fui campeão estadual, tive rápida passagem no Joinville, mas rescindi o contrato de dois anos justamente por causa do tornozelo. Conversei bastante com a família e chegamos à conclusão que minha carreira profissional já tinha chegado ao seu tempo (de encerramento).
E como foi tomar essa decisão? Abrir mão de uma profissão, que dá prazer, meios de sobrevivência. Imagino você escrevendo o texto no Instagram...
Pra mim foi difícil, mas foi uma decisão bem pensada, bem tomada. Cheguei a rescindir com o Joinville em junho do ano passado. Cheguei à conclusão de que não tinha mais capacidade de desempenhar o meu futebol. Tive convite pra disputar a Série A neste ano, mas não seria do meu perfil... A cabeça queria, o coração, mas o tornozelo não estava deixando. Comecei a não conseguir ter aquele rendimento, aquela capacidade que tinha antes. Não queria, vamos dizer, ficar 'enganando'.
Não estava em condições de empenhar em alto nível. Achei melhor parar, parar bem. A trajetória foi muito linda, vitoriosa, com carinho de vários clubes e torcidas.
Aqui no Atlético, você segue com muito carinho da torcida, que sempre te chama de Pitbull. Mas esse problema do tornozelo é um símbolo do sacrifício da profissão....
É um preço que o atleta paga. Quantas vezes eu não fui pra jogo com o tornozelo com entorse? Tive que infiltrar no tornozelo para não perder um jogo. É uma questão de entrega. Fui um jogador que dificilmente fiquei fora de alguma partida por lesão. Fico feliz com essa sensação. Tenho a sensação de dever cumprido, dei o meu melhor e fiz o impossível pra dar alegrias aos jogadores
Esse problema no tornozelo prejudica o seu dia a dia?
Reflete. Eu perdi parte da cartilagem no tornozelo. Eu tento brincar de bola, mas só paradinho, bem calmo. Pra jogar em alto nível, com certeza não tenho mais condições nenhuma. Mas consigo fazer as atividades do dia a dia de forma tranquila.
E o futuro é no futebol?
Eu tenho muito a contribuir com o futebol ainda. Acho que o meu futuro será no esporte. O que vivi nos 19 anos jogando profissionalmente é uma grande bagagem. Eu cheguei ao Ituano em 2000, em 2001 virei profissional e fui campeão paulista no ano seguinte. Não sei em que área atuar ainda, mas é no futebol. Pode ser treinador... Não sei. Estou orando a Deus pra me guiar. Penso em me especializar, tomar alguns cursos.
Você voltou pra Itororó-BA?
Eu estou em São Paulo, mas daqui uma "semaninha", vou pra Belo Horizonte. Eu fico entre BH e Bahia. Eu tenho negócios na Bahia também, mas a nossa morada, da família, é permanecer em BH mesmo. O que a gente viveu na cidade, nesses quatro anos e meio, foi muito intenso. Calor, carinho e respeito da torcida. O que o Atlético proporcionou na minha vida é gratificante. Só tenho a agradecer.
A sua saída do Atlético... Você leu uma carta no CT, foi marcante...
Sem dúvida. Eu não queria sair do Atlético. A realidade é essa. Em nenhum momento eu cogitava na minha cabeça de sair do Atlético. Eu sai quando não me quiseram mais no Atlético. Eu não estava jogando, depois não ia pro banco de reserva. Quando veio a proposta do Fluminense, ninguém se colocou contrário à minha saída e eu rescindi o contrato que duraria até dezembro de 2015 (Pierre se despediu em 10 de abril de 2015).
Você é um bom contador de histórias. E tem aquela famosa do Ronaldinho na final da Libertadores, do pênalti...
Naquele momento de tensão... Caramba, o Mineirão com 60 mil pessoas. Todo mundo apreensivo. Eu não iria bater o pênalti e estava aflito, imagina quem iria bater. Eu tentando passar tranquilidade pros companheiros, e chega o Ronaldo: 'eu vou cavar'. Eu: 'você vai o que?'. 'Eu vou cavar'. 'Você está é maluco. Escolhe outro jogo, você cava, bate de letra'. Vai que essa bola cai errado, mata todo mundo. Mas ele falou mesmo.
E você acabou virando amigo do Ronaldo, ele até postou foto com você pra falar da aposentadoria.
Conseguir a amizade dele foi algo extraordinário. Apesar todo o status que ele representa pro futebol mundial, é um cara com humildade fora de série. Um cara que eu vou levar pro resto da vida, como um sonho realizado de ter atuado ao lado dele e marcado história no Atlético.
Aquele elenco deve ter muita história, devia ser legal jogar naquele time.
Nosso ambiente foi fundamental, de amizade, alto astral. Não tinha melindre. Quando um jogava, não tinha ninguém que ficava 'bicunho', todo mundo entendi. Eram pessoas capacitadas, de ótimo ambiente. E quando junta isso tudo só resta títulos.
Foram 171 jogos pelo Atlético de 2011 a 2015. Faltou o gol? E você chegou a fazer um gol no Atlético...
Foi mesmo! Curiosamente, eu fiz um gol no Atlético em 2003, pelo Paraná, no Pinheirão. Olha que coisa inusitada: não fiz gol pelo Galo, mas fiz gol no Galo. Tem no Youtube. O goleirão falha e eu dou uma cabeçada (risos)...
Papagaio realiza exames no Atlético e assinará empréstimo de um ano com 'passe' fixado
Frederico Ribeiro
Hoje em Dia - Belo Horizonte
14/02/2019 - 13h38 - Atualizado 13h50
César Greco/Divulgação/Palmeiras /
Depois de participar do Sul-Americano Sub-20 com a Seleção Brasileira, o atacante Rafael Papagaio deve pouco tempo de descanso e já chegou a Belo Horizonte nesta quinta-feira (14) para se apresentar ao Atlético. Fará exames médicos antes de assinar contrato por um ano.
Vindo de lesão no tornozelo, em contusão sofrida no curso do torneio de júnior, no Chile, Papagaio chega ao Atlético com a missão de lutar para ser o reserva imediato de Ricardo Oliveira, em posto ocupado hoje pelo também jovem Alerrandro.
Aos 19 anos, destaque da base do Palmeiras, Rafael Papagaio é mais um jogador que o Galo pega emprestado do multimilionário elenco palestrino. Para a temporada, será o sétimo reforço, após Réver, Guga, Igor Rabello, Vina, Maicon Bolt e o volante Jair.
Papagaio chega ao Atlético com os direitos econômicos fixados em 3.5 milhões de euros. Um valor alto, que o Galo teria de pagar para ter 50% do jogador. Outra cláusula é que o atleta pode aceitar uma oferta do exterior e só ficará no Atlético caso o clube mineiro cubra a proposta.
Lenha pra queimar: Ricardo Oliveira derruba gigantes com um gol a cada 45 minutos
Frederico Ribeiro
Frederico Ribeiro
14/02/2019 - 07h12 - Atualizado 13h50
O tanque de combustível de Ricardo Oliveira está longe da reserva. Pelo contrário, a locomoção parece ainda mais leve, fatal. Depois de um 2017 de poucos gols, jejum preocupante em 2018, o camisa 9 é o artilheiro do Brasil, do Campeonato Mineiro e da Copa Libertadores. Isso tudo só com cinco jogos atuados.
Com menos de três meses faltando para o 39º aniversário, o pastor alvinegro soma 9 gols marcados em 408 minutos em campo na temporada.
Em média, é como se ele balançasse a rede adversária a cada 45 minutos. Início de temporada arrasador também para quebrar recordes. Com quatro gols na Libertadores - “dobletes” nos compromissos de ida e volta contra o Danubio – Ricardo tirou Zico, Pelé e Robinho do caminho. É, agora, o maior artilheiro brasileiro da Libertadores ainda em atividade, com 18 gols.
Falta apenas um para ele deixar para trás outra figura do Atlético – Guilherme Alves, que marcou 19 gols na competição, sendo 10 só em 2000 pelo Galo.
“Sem sombra de dúvidas. Esse é um dos principais objetivos – fazer marcas históricas para deixar um legado bacana. E que essas marcas individuais venham com o sucesso coletivo”, afirmou Ricardo Oliveira, após marcar o primeiro gol de pênalti pelo Galo – o batedor oficial é Fábio Santos, e anotar, minutos depois, o 378º gol da carreira iniciada em 2000.
Ricardo soma 9 gols em 2019, em apenas cinco jogos. Mesmo número de tentos que o tornou artilheiro da Libertadores em 2003, pelo Santos, quando também foi vice-campeão.
“O aproveitamento está ótimo, o segredo é trabalhar bastante, com muita disciplina e dedicação. Essa profissão é maravilhosa. Quero desfrutar muito disso aqui. Fico feliz que os gols estejam contribuindo para a vitória da equipe e o crescimento coletivo”, completou o jogador.
Voando
Veterano, segundo jogador mais velho do elenco, Ricardo Oliveira é exemplo de dedicação e vitória sobre o tempo. Na quarta, em dia de folga para os titulares, ele esteve presente na Cidade do Galo.
Em entrevista ao SporTV, o fisiologista do clube mineiro, Roberto Chiari, revelou que o camisa 9 consegue atingir a velocidade de 30km/h em vários momentos das partidas. O gol de pênalti no Danubio se originou de uma arrancada do próprio campo.
“É um jogador de grande força muscular e explosiva. Atinge uma velocidade bem elevada. Ricardo é um exemplo pra gente. Exemplo de dedicação e está colhendo frutos”, pontuou.
O tanque de combustível de Ricardo Oliveira está longe da reserva. Pelo contrário, a locomoção parece ainda mais leve, fatal. Depois de um 2017 de poucos gols, jejum preocupante em 2018, o camisa 9 é o artilheiro do Brasil, do Campeonato Mineiro e da Copa Libertadores. Isso tudo só com cinco jogos atuados.
Com menos de três meses faltando para o 39º aniversário, o pastor alvinegro soma 9 gols marcados em 408 minutos em campo na temporada.
Em média, é como se ele balançasse a rede adversária a cada 45 minutos. Início de temporada arrasador também para quebrar recordes. Com quatro gols na Libertadores - “dobletes” nos compromissos de ida e volta contra o Danubio – Ricardo tirou Zico, Pelé e Robinho do caminho. É, agora, o maior artilheiro brasileiro da Libertadores ainda em atividade, com 18 gols.
Falta apenas um para ele deixar para trás outra figura do Atlético – Guilherme Alves, que marcou 19 gols na competição, sendo 10 só em 2000 pelo Galo.
“Sem sombra de dúvidas. Esse é um dos principais objetivos – fazer marcas históricas para deixar um legado bacana. E que essas marcas individuais venham com o sucesso coletivo”, afirmou Ricardo Oliveira, após marcar o primeiro gol de pênalti pelo Galo – o batedor oficial é Fábio Santos, e anotar, minutos depois, o 378º gol da carreira iniciada em 2000.
Ricardo soma 9 gols em 2019, em apenas cinco jogos. Mesmo número de tentos que o tornou artilheiro da Libertadores em 2003, pelo Santos, quando também foi vice-campeão.
“O aproveitamento está ótimo, o segredo é trabalhar bastante, com muita disciplina e dedicação. Essa profissão é maravilhosa. Quero desfrutar muito disso aqui. Fico feliz que os gols estejam contribuindo para a vitória da equipe e o crescimento coletivo”, completou o jogador.
Voando
Veterano, segundo jogador mais velho do elenco, Ricardo Oliveira é exemplo de dedicação e vitória sobre o tempo. Na quarta, em dia de folga para os titulares, ele esteve presente na Cidade do Galo.
Em entrevista ao SporTV, o fisiologista do clube mineiro, Roberto Chiari, revelou que o camisa 9 consegue atingir a velocidade de 30km/h em vários momentos das partidas. O gol de pênalti no Danubio se originou de uma arrancada do próprio campo.
“É um jogador de grande força muscular e explosiva. Atinge uma velocidade bem elevada. Ricardo é um exemplo pra gente. Exemplo de dedicação e está colhendo frutos”, pontuou.
14.02.19 Futebol
Carlos César pode completar 100 jogos pelo Atlético
Caso entre em campo no jogo deste sábado, contra o Tupi, na Arena Independência, pelo Campeonato Mineiro, o lateral-direito Carlos César completará a expressiva marca de 100 jogos com a camisa alvinegra.
“Fazendo uma retrospectiva do meu começo, eu estava olhando o meu primeiro gol, contra o Ceará, na Arena do Jacaré. Então, é muito bom você olhar para trás e ver sua trajetória para poder saber o caminho que você trilhou para chegar a essa marca. Então, é um momento muito feliz este que estou vivendo agora”, declara o lateral.
No Galo desde 2011, Carlos César foi o convidado especial da Live Galo desta quinta-feira (14/2),
Publicado 14 de fevereiro de 2019, às 19:29.
14.02.19 Galo na Veia
Libertadores: sócio Galo na Veia pode voar com o time para o Uruguai
O Atlético voltará ao Uruguai, na próxima semana, pela Copa Conmebol Libertadores, e sócio Galo na Veia pode voar junto com a delegação para Montevidéu.
Não perca essa oportunidade!
O ingresso para o jogo contra o Defensor está incluso no pacote, que tem o valor de U$600,00.
Atenção: o pacote inclui, apenas, transporte aéreo de ida e volta e ingresso.
A saída será no domingo (17/2) ou na segunda-feira (18/2), dependendo da data em que a Conmebol marcará o jogo.
Ligue agora para a Unitour e faça a sua reserva: (31) 2125-4600
Vagas limitadas.
Publicado 14 de fevereiro de 2019, às 18:14.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
Comentário Filipe Choucair Horto lotado,Galo classificado
O jogo de terça teve 2 tempos distintos no 1 tempo o Galo foi quase perfeito até o Patric cometer o penâlti.
Com isso o Danubio diminuindo voltou com força total para pressionar e fazer um bonito gol o segundo do time.
Vi comentários de muita gente criticando o Victor no lance do segundo gol,mas na minha opinião a culpa foi da marcação que deixou o atleta adversário chutar.
Tanto o Cazares quanto o Ricardo Oliveira foram os jogadores que fizeram a diferença.
No lance do penâlti que resultou no 2 gol o Ricardo Oliveira teve 1 pique de 1 garoto de 21 anos.
O tanto que o Cazares jogou também foi brincadeira,apesar que teve 1 lance que podia ter passado a bola para o Ricardo Oliveira.
Só não concordo com esse lema que não for sofrido não é Galo.
Isso tem que acabar .
É a mesma coisa na minha opinião os torcedores dizerem que roubado é mais gostoso.
Isto não cola pessoalmente.
Vamos ampliar o número de sócios.
Massa.
Já temos 119125.
VIVA O GALO.
Comentarista analisa começo de temporada do Atlético-MG: "Sofrendo com questão defensiva"
Ana Thais Matos aponta ajustes a serem feitos por Levir Culpi mesmo após classificação na Libertadores. Sérgio Xavier adota cautela para elogiar equipe: "Não engrenou ainda"
Por SporTV.com — Rio de Janeiro
12/02/2019 23h58 Atualizado há um dia
Depois de empatar fora de casa por 2 a 2 contra o Danubio, o Atlético-MG abriu três gols de diferença jogando em casa e parecia encaminhar uma classificação tranquila na segunda fase da Libertadores. A equipe mineira, no entanto, não teve vida tão fácil e acabou sofrendo dois gols da equipe uruguaia.
O Galo venceu por 3 a 2, mas não convenceu os comentaristas do Troca de Passes. No programa desta terça-feira, Ana Thais Matos disse que ainda não vê grande evolução em relação a 2018 e apontou fatores para Levir Culpi ajustar.
- Precisava ter um pouco mais de velocidade. O time é diferente, mas ainda não é melhor (que o do ano passado). Mesmo mudando a zaga, está sofrendo com a questão defensiva - resumiu.
Para o comentarista Sérgio Xavier, ainda falta algo para incluir a equipe entre as "tops" do Brasil.
- Não engrenou ainda. Está cedo para pegar o ímã do Atlético-MG e colocar em cima na geladeira, ainda está no meio. O Cruzeiro, por exemplo, está mais consistente, teve um início melhor.
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