sexta-feira, 2 de junho de 2017
Raro, belo e muito importante
Otero comemora gol olímpico que abriu caminho para a vaga nas quartas de final da Copa do BrasilEnviar por e-mail
Herói da noite. Especialista na bola parada, Otero foi recompensado no jogo contra o Paraná Clube
PUBLICADO EM 02/06/17 - 03h00
Bruno Trindade
Difícil, antológico, improvável, com muito efeito, de rara felicidade, para poucos. As referências ao gol olímpico marcado por Otero, contra o Paraná, se alternam entre a plasticidade do lance e o nível de complexidade que tal jogada exige. E entre os que já realizaram o feito estão atletas com habilidades singulares na arte de bater na bola: Petkovic, Ronaldinho Gaúcho, Éder Aleixo, Marcelinho Carioca, Roberto Carlos e Zico. E foi justamente essa característica da bola parada que fez Romulo Otero se destacar no futebol e ser contratado pelo Atlético.
O jogador falou de sua felicidade por fazer esse tipo de gol pela primeira vez. “Estou muito contente. Nunca tinha feito um gol olímpico. Esse foi meu primeiro, e comemorei muito. Todos os meus companheiros disseram que foi um belo gol. E como o Yago falou: ‘Com um goleiro daquele tamanho, como eu consegui marcar?’ Eu não bati para fazer o gol, mas, graças a Deus, a bola entrou”, revela.
O gol olímpico, além de colocar o venezuelano em um rol especial de craques, consolida ainda mais sua marca registrada. “Quase todos os meus gols são de bola parada. Eu sempre procuro treinar muito para ser melhor a cada dia. Esse gol foi graças a Deus e a meu pai, que me ensinou a bater na bola. Vou procurar evoluir para marcar muito mais gols”, diz.
Otero conta como foram as aulas particulares que ele teve com seu pai desde a infância. “Meu pai me ensinou desde muito pequeno. Eu tinha uns 12, 13 anos. Ele me ensinou como bater na bola, como bater forte. Eu sempre assisti a muitos vídeos também de bola parada. Sempre gostei. Quando tinha 15 anos, fui para um time profissional, treinava sempre e consegui fazer com que todos me conhecessem por causa da bola parada”, declara.
E dentre os atletas que o inspiravam, está o ex-atleticano Ronaldinho Gaúcho. “Não é porque estou jogando no Brasil que falo isso, mas eu sempre gostei muito do Ronaldinho, da forma como ele joga, da forma como ele bate na bola. Eu me inspiro nele”, afirma.
Depois de revelar que o gol foi sem querer, Otero afirma que irá tentar realizar a jogada mais vezes, sem comprometer, é claro, as jogadas de bola aérea alvinegra. “Com certeza vou tentar outras vezes. Vou seguir treinando. Nesta semana, eu treinei muito essas bolas mais fechadas. Mas o treinador gosta da batida mais aberta, para os jogadores cabecearem. O Fred e o Felipe Santana, quando estão no primeiro pau, têm muita facilidade para cabecear. Se vier o gol olímpico de novo, será bom para todos”.
Carioca
Retorno. O Atlético iniciou nessa quinta-feira, na Cidade do Galo, a preparação para enfrentar o Palmeiras, no domingo, pelo Brasileiro. A novidade foi a presença de Rafael Carioca, poupado no jogo contra o Paraná.
DE OLHO
Alex Silva é confirmado na lateral direita, mas Galo monitora mercado
Presença do jogador se deve às lesões de Carlos César e Marcos Rocha, ambos no estaleiro, o último por tempo indeterminado
Alex Silva terá chance já contra o Palmeiras, no domingo, em São Paulo
PUBLICADO EM 02/06/17 - 12h38
Da redação
@superfc
O técnico Roger Machado confirmou nesta sexta-feira que o lateral-direito Alex Silva, reintegrado ao elenco após empréstimo ao América, será o novo titular no setor. O jogador fará sua reestreia com a camisa alvinegra justamente contra o atual campeão brasileiro, o Palmeiras, no Allianz Parque, em São Paulo, às 16h, no domingo. Um teste de fogo.
A presença do jogador se deve às lesões de Carlos César e Marcos Rocha, ambos no estaleiro, o último por tempo indeterminado após ter uma lesão no tendão da coxa esquerda confirmada nesta sexta-feira.
“Antes de uma improvisação, buscamos o retorno do Alex para suprir a ausência do Carlos César, que havia se machucado contra o Flamengo. É a primeira opção, embora o Yago tenha ajudado em dois momentos, mas também temos a ausência de um volante, que é o Adílson. O Alex será o substituto tanto de Carlos César quanto de Marcos Rocha”, afirmou Roger, em entrevista coletiva.
Roger ainda foi questionado sobre a possibilidade de o Atlético ir ao mercado em busca de um novo lateral para o setor.
"A gente tem que pensar. Desde o momento da confirmação da lesão do Rocha, a gente passa a pensar em alternativas. Monitorar mercado a gente está sempre monitorando. O Alex nos dá uma tranquilidade, porque é um jogador da função. E também (dá tranquilidade) ter no grupo outro jogador que possa fazer e já fez (a função), é o caso do Yago. Tem que estar atento. Se a gente entender a necessidade, vamos pelo menos tentar uma alternativa diferente. Hoje, o que a gente tem é o Alex, que é um jogador da casa, que já teve muita experiência jogando com a camisa do Atlético, estava emprestado, retorna motivado. Tenho certeza que vai dar conta do recado para este início. Se houver necessidade, a gente pensa em uma segunda opção. Tenho muita confiança que o Alex vai dar um bom retorno", salientou o comandante.
Outra alternativa para o setor seria a improvisação do volante Yago.
Nada de álcool
Ainda sem acordo, torcida do Atlético segue sem cerveja no Horto
Quando a venda estava ocorrendo normalmente, o Galo chegou a liberar bebida de graça para os sócios-torcedores
Bares que comercializam cerveja no Independência ficaram fechados nesta quarta
PUBLICADO EM 31/05/17 - 21h21
BRUNO TRINDADE
@SUPERFC
O impasse continua. O Atlético ainda não conseguiu entrar em acordo com a distribuidora que comercializa as cervejas nas arquibancadas da Arena Independência. Por conta disso, os torcedores atleticanos, há alguns jogos, não conseguem comprar as bebidas nas partidas realizadas no Horto. A situação se repete nesta quarta-feira, quando o Galo encara o Paraná, pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil.
Os bares responsáveis pelas vendas permanecem fechados. Conforme a assessoria do clube, o problema está ocorrendo por falta de acordo comercial. Assim que as partes fecharem a parceria, as cervejas voltam a ser disponibilizadas no estádio.
Quando a venda estava ocorrendo normalmente, o Galo chegou a liberar bebida de graça para os sócios-torcedores.
Troca em vão? 'Sumido', Marlone jogou mais minutos no Galo do que Clayton no Corinthians
Frederico Ribeiro
fmachado@hojeemdia.com.br
02/06/2017 - 19h47 - Atualizado 20h27
Há mais de dois meses, Atlético e Corinthians se reuniam para selar uma troca mútua de jogadores. Os estaduais acabaram, o Brasileirão chegou e nenhuma das peças trocadas se tornou protagonista nos novos clubes. Marlone fez apenas cinco jogos no Galo e corre o risco de ficar ainda mais tempo "sumido". Clayton, apesar de ter mais oportunidades no Corinthians, soma menos minutos em campo no Timão que o meia-atacante no clube mineiro.
Marlone não dar o ar da graça numa partida do Atlético há um mês. A última vez que entrou em campo foi na final do Campeonato Mineiro, no jogo de ida, quando foi titular e posteriormente sacado no segundo tempo. De lá para cá foram quatro jogos no banco de reservas, sem ser aproveitado. Somou, entretanto, 296 minutos totais em campo, contra 263 minutos de Clayton no Corinthians.
Se for considerar os minutos em campo, Marlone fez 3,2 partidas inteiras pelo Atlético; enquanto Clayton atuou 2,92 jogos no Corinthians. O atacante passa em branco, já o meia anotou um gol
Clayton tem mais espaço em Itaquera do que o meia-atacante do Galo. A diferença é que, mesmo tendo participado de nove partidas do Timão, atuou um jogo completo apenas uma vez (Inter 1x1 Corinthians na Copa do Brasil, em Porto Alegre), e entra mais como suplente, nas retas finais dos jogos. O camisa 9 do Corinthians nunca ficou mais de 45 minutos em campo além desta partida isolada como titular.
Dois fatores que limitam a participação de Marlone nos jogos é o fato de estar indisponível na Copa do Brasil (por já ter atuado na competição pelos paulistas) e ainda esperar ser inscrito na Copa Libertadores, algo que está sob ameaça. Marlone passou, até aqui, os três jogos do Brasileirão sentado no banco; Clayton não fica muito distante desta realidade, uma vez que jogou apenas quatro minutos nestas três rodadas.
Agora na Libertadores, o jogador é um dos quatro novos nomes que o Atlético pode inscrever na Libertadores. E no atual cenário, é o mais provável a ficar fora. Isso porque o clube será praticamente obrigado a inscrever o lateral-direito Alex Silva, uma vez que Carlos César e Marcos Rocha estão lesionados. Além disso, o Galo fez um esforço maior para trazer Valdívia, que atua na mesma posição de Marlone, e já recebeu o volante Roger Bernardo, com funções mais defensivas.
Há mais de dois meses, Atlético e Corinthians se reuniam para selar uma troca mútua de jogadores. Os estaduais acabaram, o Brasileirão chegou e nenhuma das peças trocadas se tornou protagonista nos novos clubes. Marlone fez apenas cinco jogos no Galo e corre o risco de ficar ainda mais tempo "sumido". Clayton, apesar de ter mais oportunidades no Corinthians, soma menos minutos em campo no Timão que o meia-atacante no clube mineiro.
Marlone não dar o ar da graça numa partida do Atlético há um mês. A última vez que entrou em campo foi na final do Campeonato Mineiro, no jogo de ida, quando foi titular e posteriormente sacado no segundo tempo. De lá para cá foram quatro jogos no banco de reservas, sem ser aproveitado. Somou, entretanto, 296 minutos totais em campo, contra 263 minutos de Clayton no Corinthians.
Se for considerar os minutos em campo, Marlone fez 3,2 partidas inteiras pelo Atlético; enquanto Clayton atuou 2,92 jogos no Corinthians. O atacante passa em branco, já o meia anotou um gol
Clayton tem mais espaço em Itaquera do que o meia-atacante do Galo. A diferença é que, mesmo tendo participado de nove partidas do Timão, atuou um jogo completo apenas uma vez (Inter 1x1 Corinthians na Copa do Brasil, em Porto Alegre), e entra mais como suplente, nas retas finais dos jogos. O camisa 9 do Corinthians nunca ficou mais de 45 minutos em campo além desta partida isolada como titular.
Dois fatores que limitam a participação de Marlone nos jogos é o fato de estar indisponível na Copa do Brasil (por já ter atuado na competição pelos paulistas) e ainda esperar ser inscrito na Copa Libertadores, algo que está sob ameaça. Marlone passou, até aqui, os três jogos do Brasileirão sentado no banco; Clayton não fica muito distante desta realidade, uma vez que jogou apenas quatro minutos nestas três rodadas.
Agora na Libertadores, o jogador é um dos quatro novos nomes que o Atlético pode inscrever na Libertadores. E no atual cenário, é o mais provável a ficar fora. Isso porque o clube será praticamente obrigado a inscrever o lateral-direito Alex Silva, uma vez que Carlos César e Marcos Rocha estão lesionados. Além disso, o Galo fez um esforço maior para trazer Valdívia, que atua na mesma posição de Marlone, e já recebeu o volante Roger Bernardo, com funções mais defensivas.
Avanços na Copa do Brasil e Libertadores já rendem R$ 10,5 milhões em premiação ao Galo
Frederico Ribeiro
fmachado@hojeemdia.com.br
01/06/2017 - 18h45 - Atualizado 01h59
A virada diante do Paraná com a vitória de 2 a 0 na volta das oitavas de final e a classificação para o mata-mata da Copa Libertadores tendo a melhor campanha da fase de grupos será sinal de cofres recheados para o Atlético. No avanço nas duas competições, o Galo terá direito a embolsar premiações da Conmebol e da CBF, num acumulo atual já garantido de R$ 10.481.755,00.
Apesar de ser criticada pelo "avareza" na hora de bonificar os clubes da Libertadores, é da Conmebol que vem a maior porcentagem deste montante. Para disputar as oitavas da competição, o alvinegro receberá 750 mil dólares da entidade (R$ 2,4 milhões).
Tal valor se soma à cota dos participantes da fase de grupos, que recebem 600 mil dólares por cada jogo em casa (total de US$ 1,8 milhão = R$ 5,8 milhões). Portanto, até agora, o Galo já receberá da confederação sul-americana um prêmio de R$ 8,2 milhões.
Na Copa do Brasil, a CBF havia congelado os prêmios por participação e avanço de fase. Entretanto, segundo o blog do jornalista Wellington Campos, da Rádio Itatiaia, a entidade do futebol brasileiro decidiu distribuir mais R$ 17 milhões de cota aos times.
Assim, o Galo já recebeu R$ 1,05 milhão por jogar as oitavas e, com passagem para as quartas, ganhará mais R$ 1,19 milhão. O total acumulado no momento pelo Atlético no mata-mata brasileiro é de R$ 2,24 milhões, que resulta em quase R$ 10,5 milhões na soma do acúmulo da Libertadores.
'PAGANDO' ELIAS
Este valor alto já conquistado pelo Atlético é superior ao que foi gasto na contratação de Elias, o jogador mais caro da formação do elenco em 2017. O volante custou ao clube mineiro 2,5 milhão de euros (R$ 9,05 milhões na cotação atual, R$ 8,4 milhões na cotação da época).
O Galo adquiriu 70% dos direitos econômicos de Elias e uma das cláusulas do contrato é o pagamento de 500 mil euros em caso de conquista da Libertadores e o mesmo valor se vencer o Brasileirão.
AS COTAS RECEBIDAS PELO GALO
Atingir as oitavas da Copa do Brasil: R$ 1.050.000,00.
Atingir as quartas de final da CdB: R$ 1.195.000,00
Sub-Total: R$ 2.245.000,00
Participar da fase de grupos da Libertadores: R$ 5.814.180,00
Atingir oitavas da Libertadores: R$ 2.422.575,00
Sub-Total: 8.236.755,00
TOTAL: R$ 10.481.755,00.
AS COTAS DE UM CAMPEÃO, ACUMULADAS:
Copa do Brasil: 9,745 milhões
Libertadores: US$ 7.750.000 (R$ 25 milhões)
Atlético acerta rescisão amigável com Carlos Eduardo; 14 jogos, 2 assistências e nenhum gol
Frederico Ribeiro
Hoje em Dia - Belo Horizonte
02/06/2017 - 17h04
O meia-atacante Carlos Eduardo se reuniu com a diretoria do Atlético na tarde desta sexta-feira (2) para acertar a rescisão contratual com o clube mineiro. Depois de apenas 14 jogos realizados em um ano, o atleta deixa o clube mineiro, sem ter brilhado nenhuma vez.
O jogador que surgiu muito bem na base do Grêmio e foi vice-campeão da Libertadores 2007 pelos gaúchos chegou a ser uma das grandes promessas do futebol, sendo vendido a peso de ouro do Hoffeinhem para o Rubin Kazan. Sofreu com problemas físicos e nunca mais foi o mesmo.
Cadu chegou a participar da Copa do Brasil 2013 pelo Flamengo, com gol importante que eliminou o Cruzeiro. Retornou à Rússia e, dispensado, acertou com o Atlético no ano passado. Jamais conseguiu completar uma partida inteira com a camisa do alvinegro. Não anotou nenhum gol e foram apenas duas asssitências (contra Vitória e São Paulo no Brasileirão de 2016).
O jogador, portanto, é mais um garantido a sair da lista de inscritos da Libertadores. Além dele, o atacante Clayton, emprestado ao Corinthians, também deverá ser substituído pelo Atlético. São permitidas três mudanças na lista de inscritos para as oitavas da competição. Assim, o Galo terá de escolher mais um atleta a sair para a entrada dos novos nomes: Valdívia, Alex Silva, Roger Bernardo e Marlone (um deles ficará fora).
Vale lembrar que a única troca na lista que a Conmebol permite, de forma excepcional e fora de qualquer "janela" é quando um goleiro se lesiona. Neste quadro, o arqueiro machucado pode ser substituído por outro atleta.
Fora do Atlético, Pratto mantém academia em BH e terá Léo Silva como 'garoto-propaganda'
Frederico Ribeiro
fmachado@hojeemdia.com.br
02/06/2017 - 16h16
Lucas Pratto esteve em Belo Horizonte na semana passada. Mesmo não sendo mais jogador do Atlético, o argentino fincou raízes na capital mineira após morar na cidade entre dezembro de 2014 e fevereiro de 2017. Tanto que mantém a academia de musculação "Pratto Fitness" e terá um ex-companheiro de Galo como aliado no empreendorismo.
O zagueiro Leonardo Silva será parceiro de Pratto na academia. O capitão do Atlético mantém relação de amizade com o ex-camisa 9 do Galo e, além disso, ambos são patrocinados pela mesma empresa de materiais esportivos - Adidas. Léo, inclusive, já realizou ensaio fotográfico como garoto-propaganda da "Pratto Fitness".
Localizada na Avenida Bernardo Vasconcelos, a academia do atual centroavante do São Paulo passa por mudanças. Mauro Lopes, empresário que cuida da carreira de Pratto no Brasil, confirmou ao Hoje em Dia a presença de Léo Silva como parceiro do negócio, mas preferiu manter em segredo sobre os detalhes de como será a nova "Pratto Fitness".
Pratto inaugurou o espaço para malhação em Belo Horizonte em outubro de 2015, quando já estava bastante popular na torcida do Atlético. Hoje, a relação é mais fria, desde que o argentino solicitou ser negociado ao São Paulo no começo da atual temporada. Ele acabou indo para o tricolor paulista pela segunda maior venda da história do Galo, segundo o presidente Daniel Nepomuceno.
Reprodução/Instagram e Bruno Cantini/Galo / N/A
'Garoto-propaganda' da academia de Pratto, Léo Silva compareceu à inauguração do espaço em 2015
'Garoto-propaganda' da academia de Pratto, Léo Silva compareceu à inauguração do espaço em 2015
FRED NA CAMPANHA
No Galo, o jogador poderia cair num rodízio com o artilheiro Fred e temia perder espaço e, assim, ser esquecido na Seleção Argentina. Acontece que Pratto no Morumbi, apesar de ser protagonista do time de Rogério Ceni, foi eliminado do Paulistão, Copa do Brasil e Sul-Americana, além de ver o responsável pela sua convocação à Argentina - Edgardo Bauza - cair do cargo.
Para os boatos de que Fred e Pratto não se davam bem, a "Pratto Fitness" ajuda a desmentir. O atual camisa 9 do Atlético foi um dos jogadores do atual elenco do clube mineiro que gravou vídeo anunciando as novidades que a academira trará. Além de Fred, Rafael Moura, Victor e Fabio Santos também mandaram recado.
Assinar:
Postagens (Atom)