terça-feira, 30 de maio de 2017

Fred completa 50 jogos diante da Ponte Preta Paulo Henrique Silva phenrique@hojeemdia.com.br 28/05/2017 - 10h41 Diante da Ponte Preta, o artilheiro Fred chega aos 50 jogos com a camisa atleticana. Apesar de não repetir o mesmo desempenho do início do ano, o atacante continua sendo um dos principais goleadores da temporada, com 17 gols. Desde quando estreou no Galo, em 12 de junho do ano passado, Fred já marcou 28 vezes. No total, são 28 vitórias, 10 empates e 11 derrotas. No Campeonato Mineiro, o seu primeiro título pelo clube, ele foi o artilheiro, com 10 tentos.
Fred pode reencontrar seu maior desafeto no jogo deste domingo, contra a Ponte Preta Alexandre Simões asimoes@hojeemdia.com.br 27/05/2017 - 15h11 As brigas entre o centroavante Fred e o zagueiro Rodrigo foram uma marca dos clássicos entre Fluminense e Vasco nas temporadas de 2015 e 2016. Em junho do ano passado, quando o atacante trocou as Laranjeiras pela Cidade do Galo, o defensor ironizou o desafeto numa entrevista coletiva no dia em que a transferência foi confirmada. “É... hoje eu não estou legal, não. Estou meio triste com a saída dele (do Fred). Quem sabe ano que vem eu possa enfrentá-lo de novo. Não estou legal”, afirmou o então capitão vascaíno. Este encontro no ano que vem, que foi declarado por Rodrigo, pode acontecer neste domingo (28), na partida entre Atlético e Ponte Preta, às 11h, no Independência, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. Fred vai comandar o ataque atleticano. Rodrigo, que deixou o Vasco recentemente, após a chegada do técnico Milton Mendes, numa saída carregada de polêmica, faz parte dos relacionados pelo técnico Gilson Kleina e deve ficar no banco de reservas, o que já aconteceu na derrota de 2 a 0 para o Botafogo, no último domingo (21), no Engenhão, no Rio de Janeiro. Marllon e Kadu formam a dupla de zaga titular da Macaca. Portanto, a possibilidade do reencontro de Fred com Rodrigo é real, já que no Brasileiro do ano passado eles não se enfrentaram, pois o Atlético disputou a Série A, e o Vasco, onde o zagueiro atuava, jogou a Série B. “Ele é um cara que se sente incomodado, que não sabe jogar contra um defensor como eu, que marca em cima, marca forte. Aí, ele se perde”. Esta declaração de Rodrigo, ainda no gramado do Maracanã, após a vitória vascaína por 2 a 1, em 19 de julho de 2015, pelo Brasileirão, num jogo em que ele e Fred se estranharm em campo o tempo todo, irritou tanto o camisa 9 tricolor que ele respondeu de forma dura, no mesmo dia, em entrevista coletiva. “Esse jogador aí (Rodrigo), acho que ele deveria desfrutar dos últimos momentos dele. Deveria aproveitar mais esses momentos para fazer coisas boas ao futebol. Sinceramente eu não trocaria esses três pontinhos de hoje, dele, essa situação que ele vive hoje pela minha. Olho para trás, vejo tudo, olho para frente, e não troco o que eu tenho hoje pelo o que ele representa. Ele deveria aproveitar melhor esses últimos momentinhos, porque está acabando. O negócio é o seguinte. Existem jogadores que têm feeling muito bom para praticar o bem e o mal. Eu não vou dar ibope para ele”, disparou Fred. O duelo entre Fred e Rodrigo naquele dia acabou roubando a cena de uma partida que teve antes de a bola rolar a apresentação de Ronaldinho Gaúcho como reforço do Fluminense para o restante do Campeonato Brasileiro. Em 18 de abril do ano passado, Vasco e Fluminense decidiram a Taça Guanabara na Arena da Amazônia, em Manaus. Antes e a bola rolar, no momento dos cumprimentos entre os dois times, Rodrigo se recusou a apertar a mão de Fred, que ficou no chamado vácuo. Os vascaínos ficaram com a taça vencendo por 1 a 0, gol de Riascos. As brigas entre Fred e Rodrigo apimentaram a história recente da rivalidade entre Fluminense e Vasco. E agora pode ter mais um capítulo com ambos vestindo camisas diferentes no Atlético x Ponte Preta deste domingo, às 11h, no Independência, pelo Brasileirão.
Zagueiro Gabriel sonha em fazer história no Atlético Henrique André hcarmo@hojeemdia.com.br 27/05/2017 - 06h31 - Atualizado 11h57 Percorrer os cerca de 30km que separam Matozinhos, na Região Metropolitana, da Cidade do Galo, em Vespasiano, faz parte da rotina do zagueiro Gabriel há uma década. Hoje, de carro, ele gasta 25 minutos e consegue pegar o almoço da mãe, dona Edcarla, ainda quentinho na panela. Elogiado pelo técnico Tite na última convocação da Seleção Brasileira, a revelação de 22 anos virou destaque na mídia e viu o mercado da bola se abrir em poucos dias, mesmos não estando na lista. Comparado ao zagueiro Marquinhos (Paris Saint Germain-FRA), o camisa 30 da zaga alvinegra curte o bom momento, mas rechaça deixar o Galo antes de uma grande conquista. Das peladinhas na rua Aimorés, ao lado dos amigos Bruno, Daniel e do irmão Pedro, à titularidade absoluta no Atlético, onde atua com Victor, Marcos Rocha, Robinho, Fred e outros consagrados jogadores, o tempo passou como sopro na vida do defensor. Em entrevista exclusiva ao Hoje em Dia, o filho de Sr. Sebastião, ou Chico, fala sobre como é atuar no clube de coração, comenta o elogio de Tite, revela o sonho de atuar na Europa, e destaca a amizade com o atacante Fred, do qual tem recebido vários conselhos para prosperar na carreira. Em 2016, você fez 25 partidas. Em cinco meses de 2017, já são 23 jogos. Uma mudança de papel que pode mexer com a cabeça de um jogador de 22 anos. Como é se tornar titular absoluto de uma equipe tão concorrida como a do Atlético? É fruto de muito trabalho. Todo jogador que vem da base tem este propósito de conquistar espaço no Atlético. Graças a Deus, no primeiro ano, e agora, no segundo, estou tendo vários jogos em sequência. Então fico muito feliz e sei que posso ajudar e acrescentar muito ainda. E, é claro, conquistar títulos. Você praticamente cresceu no Atlético. O ar de Vespasiano é praticamente o de Matozinhos, onde você foi criado. Isso te faz se sentir mais em casa que os outros? A rotina é muito boa e estar perto de casa e da família é muito bom. Meus familiares são meu porto seguro. Nos momentos de tristeza tenho todos ao meu lado. É uma motivação muito grande para entrar em campo. É gratificante ter o reconhecimento de todos e vê-los orgulhosos. “Fico feliz por ter feito esses gols nos últimos jogos. Isso (altura) não me atrapalha. Os melhores zagueiros do mundo não tinham mais de 1,83m. Puyol, Cannavaro, Gamarra e outros. Procuro trabalhar bastante para estar sempre preparado” Como é chegar à equipe principal e ser campeão sobre o Cruzeiro, maior rival, o qual você sempre enfrentou nas categorias de base? O Atlético é meu time de coração. Você vai criando um amor maior ainda pelo clube, e ser campeão sobre o maior rival, com o Independência cheio, e também com os torcedores que foram ao Mineirão e fizeram uma festa excepcional, te faz ficar muito feliz por dar este sabor e o título à nossa torcida que tanto merece. Ainda sobre o Cruzeiro. Você venceu mais ou acumula mais derrotas nos clássicos? Já ganhei mais. Clássico é difícil demais, mas eu sempre tive a felicidade de vencer mais do que perder. Tem amigos lá? Tenho sim. O Judivan e o Fabrício Bruno, que agora está na Chapecoense, são amigos meus. O Lucas França e alguns outros também. Eles têm um grupo muito bom e sou amigo de vários que cresceram comigo na base. Temos um relacionamento muito bom. Bruno Cantini/Atlético gabriel zagueiro atlético Como os jogadores encaram as brigas que acabam vitimando várias pessoas em dias de clássico na capital? A melhor coisa do futebol é a rivalidade. Somos rivais, mas não somos inimigos. Ficamos tristes ao ver este tipo de notícia, porque o esporte é algo que existe para unir as pessoas e, não, ter mortes e famílias destruídas. Espero que isso melhore em breve. Não faz parte do futebol. Você é agenciado por parceiros do ex-jogador Deco, que tem ótimo trânsito no futebol europeu, tendo inclusive ajudado a trazer o Otamendi para o Atlético em 2014. Ver você atuando em solo europeu é uma realidade de um futuro próximo? Tenho este sonho sim, mas quero pensar apenas no Atlético. Quero marcar meu nome na história do clube para depois pensar nisso. Deixo nas mãos dos meus empresários e do clube. Quero conquistar títulos importantes e ser muito feliz aqui. Sondagens já apareceram? Várias sondagens apareceram, mas nada de concreto. Para mim, não chegou nada oficial. Porém, nem penso nisso, pois só quero fazer história com a camisa do Atlético. Esse tipo de procura te assusta? Os milhões mexem com você? Tento absorver da melhor maneira possível. Mostra que o trabalho está sendo bem feito, mas isso não sobe à minha cabeça. Você e Fred parecem ser grandes amigos aqui no dia a dia do Atlético. Qual a importância de ser “apadrinhado” por um jogador mais veterano? Qual é o relacionamento seu com o jogador fora de campo? Ele me ajuda muito, até nessas questões de especulação. Ele me pede para manter a cabeça no trabalho e o foco no Atlético. Somos amigos, saímos juntos, conversamos muito e ele me ajuda demais, desde que chegou. É um cara experiente, então fico feliz com esta amizade. Conversamos muito, e estudamos muito a Bíblia nas concentrações. Ele é um pai de família e um cara muito sábio. Como você aprendeu a lidar com as críticas? Quando errava, como reagia ao colocar a cabeça no travesseiro? Me apego a Deus e, principalmente, à minha família. Eles estão ao meu lado em todos os momentos. Sabia que era apenas uma fase e tirei muito aprendizado dela. Isso me fortaleceu e me fez chegar neste grande momento. “O Atlético é meu time de coração. Você vai criando um amor maior ainda pelo clube, e ser campeão sobre o maior rival, com o Independência cheio, te faz ficar muito feliz e realizado” Como é chegar a Matozinhos? Qual é a reação das pessoas ao te ver? É muito bacana. O pessoal me para, pede autógrafo, foto, e isso é muito legal. Tenho amigos de infância lá, conheço a maioria das pessoas desde pequeno, então é muito bom ter esse reconhecimento dentro da cidade. O ambiente é muito bom. As pessoas te olham com outros olhos, sim, mas jogador de futebol é como qualquer outra profissão. É questão de dom. Não somos nada de outro mundo. Acha que a divisão entre os religiosos e os “baladeiros” pode atrapalhar a harmonia do elenco? Claro que não! Pelo contrário. A gente se respeita demais. Cada um segue a religião que se sentir melhor. Todo mundo tem sua crença, e é o máximo de respeito possível. Todos nós somos muito tranquilos e amigos. Apesar de ser o “baixinho” entre os zagueiros, você já tem três gols pelo Atlético. Felipe Santana e Erazo, mais altos do que você, ainda não balançaram as redes. Tamanho, no futebol, é documento? Fico feliz por ter feito esses gols nos últimos jogos. Isso (altura) não me atrapalha. Os melhores zagueiros do mundo não tinham mais de 1,83m. Puyol, Cannavaro, Gamarra e outros. Procuro trabalhar bastante para estar sempre preparado. Qual foi a sua reação e da família ao saberem do elogio que o Tite fez, te comparando ao Marquinhos do PSG? Eu estava em casa almoçando, e um amigo me ligou contando o que o Tite tinha dito. Não cheguei a ver. Só depois vi as matérias. Meus pais ficaram muito felizes. Para eles, é uma satisfação imensa, pois criaram o filho dando tudo do bom e do melhor, às vezes até deixando de fazer coisas para eles mesmos. É sempre bom receber um elogio do treinador da Seleção. Dá muita confiança. Mas tenho que seguir focado e trabalhando no Atlético. O Tite é referência no futebol brasileiro e até mundial, isso motiva, sim.
Nenhum gol sofrido, 100% de aproveitamento e G-4: o Atlético no 'Brasileirão das 11h' Alexandre Simões asimoes@hojeemdia.com.br 27/05/2017 - 06h00 No ano passado, Galo e Macaca foram justamente os clubes que mais jogaram no horário. A Ponte entrou em campo sete vezes, repetindo 2015, edição na qual também havia sido a recordista. Atlético e Figueirense ficaram logo atrás, com seis partidas. Nos tempos de Grêmio, quando disputou o título com Corinthians e Atlético, em 2015, o técnico Roger Machado se sentiu prejudicado por uma série de partidas às 11h, sem que os rivais atuassem na mesma proporção neste horário. “Tem um fator positivo. A gente viu as famílias no estádio, 46 mil pessoas, um público diferente, com crianças e mulheres. A única coisa que gostaria de ter é um equilíbrio entre todos os times. Eu tenho esse levantamento. Tem time que não jogou ainda”, reclamou Roger na época. Como foi a campo na quarta-feira, na derrota por 3 a 2 para o Paraná, em Curitiba, pela Copa do Brasil, o treinador viverá mais uma vez uma situação de desequilíbrio físico. A última partida da Ponte foi no domingo, quando perdeu por 2 a 0 para o Botafogo, no Rio de Janeiro. E o confronto deste domingo vale muito para os dois clubes. O Atlético tem apenas um ponto, e mesmo um empate seria desastroso. Já a Ponte vem de derrota e aparece no meio da tabela, em nono lugar. ficha Atlético Ponte Preta Histórico Jogando às 11h, o Galo tem 100% de aproveitamento e nunca sofreu um gol sequer atuando em Belo Horizonte. Foram quatro vitórias e seis tentos marcados. Manter esse rendimento é fundamental para o time de Roger após duas derrotas seguidas. “Embora seja a terceira rodada, para nossas motivações, a gente precisa acumular pontos. Em casa, tem que vencer sempre”, disse o comandante atleticano. Já a Macaca tenta acabar com a “maldição das 11h” vivida em 2016. Dos sete jogos, a Ponte Preta perdeu seis e empatou um (aproveitamento de só 4,7%). Com certeza o Horto viverá mais uma manhã de festa. Para a turma dentro de campo, porém, a tarefa não será tão agradável. E tomara que o temor do técnico Tite, pouco antes de assumir a Seleção Brasileira, siga sem se confirmar. “É um risco que se corre muito grande. Se você pega um jogo com menos de 72 horas (de descanso) e joga às 11h, estamos correndo o risco de daqui a pouco algum problema de saúde e de alguma morte”, afirmou, em maio de 2016.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Comentário Filipe Choucair Vitória Maiúscula

A vitória contra o Godoy Cruz foi maiúscula. Logo de cara o Marcos Rocha deu um passe que encontrou Cazares na cara do gol. O time no todo foi muito bem. O único defeito do Cazares é que tem que tocar a bola na hora que tiver vendo o companheiro mais bem posicionado. No mais é mais jogador que o Otero. Não que o Otero não seja bom jogador,muito pelo contrário,mas a qualidade técnica do Cazares é maior que a do Otero. O Felipe Santana que os torcedores tanto criticaram,sequer não perdeu uma pelo alto. Contra o Flamengo sua atuação também foi boa. Agora é esperar a definição do chaveamento para ver quem vamos enfrentar. Parabéns ao GALO por passar sem sustos para a fase mata-mata agora é outro tipo de campeonato e temos que saber jogar fora de casa. Viva o GALO.

Comentário Filipe Choucair 3 pontos perdidos

O jogo contra o Fluminense não foi o GALO que eu conheço ,Marcos ROCHA que gosto tanto foi mal no lance dos 2 gols do Fluminense. No primeiro na hora que o Felipe Santana estava acompanhando o atleta do Fluminense ele fez um pênalti bobo. No segundo nem sequer subiu junto com o atacante do Fluminense no lance do segundo gol. Agora temos mais que recuperar de forma urgente no Brasileiro domingo contra a Ponte nem que seja na marra. Que esse jogo fique de lição e não volte a repetir esses erros bobo.

Comentário Filipe Choucair Empate amargo

No jogo de estreia do Brasileiro contra o Flamengo na minha avaliação o GALO foi superior em relação ao Urubu . Se não fosse a contusão do Carlos César o GALO venceria o jogo,pois até os 35 minutos do segundo tempo o time do GALO estava dominando o jogo mesmo quando tomou o gol. O time de um do geral foi da nota 6 até 7 com exceção do Fábio Santos que destoou do time. Antes o GALO jogava com medo de estádio lotado,o jogo contra o Flamengo provou que o GALO não tem medo de estádio lotado e que pode muito bem brigar lá em cima. O empate até de certa forma foi justo,pois na hora que o Urubu fez 1 a 0 no fim o Guerrero perdeu um gol praticamente feito que se naquele momento faz o segundo o Flamengo venceria o jogo e até golearia se desse bobeira,mas pelas oportunidades o GALO teve mais que o Flamengo,por isso disse que o empate foi amargo. No mais viva o GALO.