sábado, 1 de abril de 2017

Menor é ferido por bala de borracha durante briga de torcedores com a PM em Betim Da Redação portal@hojeemdia.com.br 01/04/2017 - 15h06 Mais um conflito envolvendo torcedores terminou com uma pessoa ferida na tarde deste sábado (1º). Desta vez, a briga ocorreu no bairro Filadélfia, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Mais cedo, torcedores se envolveram numa briga que também deixou um ferido em Contagem. A recorrência é devido ao jogo entre o Atlético e Cruzeiro, que acontecerá no Mineirão mais tarde. Testemunhas denunciaram à Polícia Militar (PM) que cerca de 100 indivíduos encapuzados estavam indo em direção ao Viaduto Jacitão. Várias viaturas da polícia foram para o local. Os militares, porém, foram recebidos com rojões e pedradas. Segundo a PM, para se defender, os militares revidaram com balas de borracha. Um indivíduo foi atingido e foi socorrido para UPA Uai Sete de Setembro, onde foi constatado que ele teve queimadura. Por ser menor de idade, uma conselheira tutelar acompanhará o registro do boletim de ocorrência. A família do adolescente também foi informada sobre o ocorrido. O menor foi apreendido por ato infracional. Materiais usados durante a briga também foram apreendidos pelos militares. A ocorrência será finalizada na Delegacia de Plantão de Policia Civil de Betim.
Atlético tem Fred expulso, Cruzeiro faz gol-relâmpago e vence mais um clássico em 2017 Frederico Ribeiro fmachado@hojeemdia.com.br 01/04/2017 - 18h00 - Atualizado 18h05 Um gol de jogada trabalhada logo no segundo minuto de jogo, um erro do goleiro e uma expulsão infantil do melhor jogador do adversário pavimentaram a vitória do Cruzeiro no "clássico da mentira" contra o Atlético, neste sábado (1º), pelo Campeonato Mineiro. A Raposa, sem chance de tirar a liderança do rival, pôde fazer a festa no Mineirão e vencer, pela segunda vez no ano. Desta vez, com um placar de 2 a 1. Mal o juiz Igor Junio Benevenuto apitou o começo da partida, uma bola mal afastada pela zaga atleticana na direita permitiu que Thiago Neves recebece na entrada da área. O camisa 30 chegou antes de Fábio Santos e com um chute sem força, contou com a falha de Giovanni, que aceitou a finalização. A equipe celeste abria o placar. O Atlético, assim como aconteceu no duelo contra o Godoy Cruz, demorou para se recuperar do baque inicial. O jogo se equilibrou novamente mas, com pouca amplitude com a bola nos pés, o Galo pouco chegou ao gol do rival. A melhor chance foi uma falta cobrada com efeito, por Otero. Só que Rafael, ao contrário do colega de posição, conseguiu fazer a defesa em dois tempos. Pouco depois, então, um lance determinaria o andamento da partida. Bola jogada na área do Cruzeiro, disputa árera entre Fred e Manoel. O atacante do Galo agride o defensor celeste e cai. Antes mesmo de se levantar do gramado, o artilheiro da competição é expulso de campo. Com um a menos, um gol no início, o Atlético só consegue achar jogadas ofensivas na raça de Robinho e na vontade de Luan (que entrou ainda no 1º tempo) e num chute de Elias na trave, após o volante roubar a bola. Mas uma mudança vinda do banco mudaria o panorama da partida para o Galo, que quase alcançou o empate. Sem homens suficientes para armar um ataque efetivo, o Atlético tentava se superar na vontade. Mas não mostrou capacitação defensiva no clássico. Já a Raposa, como já provou nesta temporada, é um time mais acertado, com toques rápidos. Foi assim que Thiago Neves recebeu na ponta direita da área e, com um simples toque, deixou Arrascaeta na cara de Giovanni. O camisa 10 fuzilou e o goleiro desviou a bola para o ângulo, balançando as redes e levando os torcedores celestes à loucura. Mais uma aparição decisiva do meia-atacante uruguaio no clássico. No outro duelo deste ano, pela Primeira Liga, Arrascaeta já havia marcado o gol da vitória do Cruzeiro. NA RAÇA A Raposa acabou relaxando na partida, pois sabia que a vitória era praticamente certa. Neste momento, Rafael Moura surgiu como um ponto ideal para o Atlético levar a partida além da capacidade técnica ou tática. Com força e inteligência, o He-Man desbravou a defesa celeste e deixou Elias na condição de diminuir a diferença no Mineirão. O camisa 13 quase sai do estádio como herói. Saiu do banco e mudou o Atlético com um a menos. Foi a entrega de He-Man, que chegou a fazer um gol bem anulado, que permitiu ao torcedor do Galo a sair da arquibancada cantando o hino do clube. O Galo perde a invencibilidade no Campeonato Mineiro e, assim como aconteceu em 2012 com Cuca, deixa escapar a chance de alcançar a 10ª vitória seguida na primeira fase do Estadual, o que seria um recorde. Já o Cruzeiro ganha um ânimo sem preço para a sequência de partidas decisivas em abril. Afinal, até gritos de "olé" foram ouvidos no Mineirão, na reta final da partida. FICHA TÉCNICA CRUZEIRO 2X1 ATLÉTICO Cruzeiro: Rafael, Ezequiel, Léo, Manoel e Diogo Barbosa (Fabrício); Hudson e Ariel Cabral (Lucas Silva); Thiago Neves, Arrascaeta e Rafinha (Ábila); Rafael Sóbis. Técnico: Mano Menezes. Atlético: Giovanni; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Gabriel e Fabio Santos; Rafael Carioca, Elias, Otero (Marlone), Cazares (Luan) e Robinho; Fred. Técnico: Roger Machado. Gols: Thiago Neves, aos 2'/1ºT; Arrascaeta, aos 13'/2ºT e Elias, aos 42'/1ºT Cartões amarelos: Ariel Cabral, Diogo Barbosa, Ezequiel e Rafael (Cruzeiro); Marcos Rocha (Atlético) Cartões vermelhos: Fred, aos 26'/1ºT (Atlético) Arbitragem: Igor Junio Benevenuto, auxiliado por Felipe Alan Costa Oliveira e Ricardo Junio de Souza. Público: 35.459 pagantes Renda: R$ 1.000.426,00
Após falhar no clássico, goleiro Giovanni admite 'dia ruim' em derrota para o Cruzeiro Frederico Ribeiro fmachado@hojeemdia.com.br 01/04/2017 - 19h17 Assim como foi no clássico da Primeira Liga, as qualidades do Cruzeiro se somaram a falhas individuais do Atlético. A torcida do Galo crucificou Felipe Santana no duelo da Primeira Liga. Desta feita, neste sábado, o goleiro Giovanni é quem irá para casa de cabeça quente, assim como o atacante Fred. No caso do o goleiro reserva, substituto de Victor lesionado, a cobrança é por uma falha clamorosa no primeiro gol da Raposa, em chute fraco de perna direita de Thiago Neves. Posteriormente, também não conseguiu evitar que a finalização de Arrascaeta entrasse no gol. "Era defensável, mas todo mundo sabe do nível do trabalho que eu venho fazendo durante a temporada. A torcida do Atlético me apoia, mas infelizmente hoje foi um dia ruim e vamos trabalhar para melhorar", afirmou o camisa 20 alvinegro. Giovanni ainda deve ficar na titularidade do Atlético, já que Victor segue sem previsão de retorno aos gramados. Até lá, ele espera que o Galo consiga retomar o caminho das vitórias e mantenha a pegada que demonstrou no 2º tempo, mesmo com um a menos. "Acho que não, acho que desde que tomamos o primeiro gol, tivemos mais posse de bola e no segundo tempo, mesmo com um a menos, chegamos no gol do Cruzeiro. Vamos trabalhar porque temos jogos importantes nesta caminhada", completou.
Marlone estreia com derrota, mas elogia postura da torcida do Atlético: 'Nos deu força' Frederico Ribeiro fmachado@hojeemdia.com.br 01/04/2017 - 19h52 O meia-atacante Marlone experimentou os primeiros minutos como jogador do Atlético. Recém-contratado por empréstimo, o jogador já fez dois gestos para que a torcida alvinegra o adote. A primeira, que pode ter outro motivo, foi a escolha do número. A segunda foi elogiar a postura da Massa no clássico contra o Cruzeiro. Marlone ajudou o Atlético a melhorar de postura no segundo tempo, e esteve presente quando o Galo, com um jogador a menos, diminuiu a derrota para 2 a 1. O jogador, que escolheu a numeração 92 para usar no Galo, (diretamente, se refere ao ano de nascimento dele, e indiretamente à goleada de 9x2 do Atlético contra o Cruzeiro) disse que a torcida alvinegra incentivou bastante o time, mesmo em desvantagem númerica em campo e no placar. "Estou feliz por estar no Atlético. Viu que a torcida não parou de cantar em nenhum momento. Mesmo a gente atrás do placar, mostra a força da Massa do Atlético. Eles transmitem força para dentro do time, e foi o que aconteceu. Conseguimos um gol e mostramos superação. Até teve o segundo gol, mas o Rafael tava impedido. O importante foi ter lutado e não ter desistido", disse Marlone. "O professor Roger pediu que eu flutasse com a bola e partice para cima no mano a mano. Procurando sempre a profundidade. E foi o que aconteceu. O Rafael vinha na beirada e eu no meio para confundir. Conseguimos achar alguns espaços, tanto que saímos o gol e criamos chances. Mas agora é descansar e pensar no próximo jogo, porque tem muitas coisas para a gente colher ainda", completou o jogador.
Súmula relata soco, e Fred é expulso pela terceira vez seguida por causa de agressão Frederico Ribeiro fmachado@hojeemdia.com.br 01/04/2017 - 20h37 O atacante Fred foi, novamente, decisivo para o Atlético no Campeonato Mineiro. Só que, desta vez, para o lado negativo. O jogador agrediu o zagueiro Manoel com um soco, conforme relato da súmula da partida entre Galo e Cruzeiro. Ambos já haviam se estranhado no clássico deste sábado, o camisa 9 perdeu a cabeça e recebeu o cartão vermelho direto. Artilheiro da competição com 10 gols, Fred, além de desfalcar o Atlético de forma automática no próximo jogo, pode ser julgado pelo Tribunal de Justiça e, se enquadrado no artigo 254-A, corre o risco de sofrer um gancho de 4 a 12 partidas. N/A / N/A Além de Fred, o árbitro Igor Junio Benevenuto expulsou um gandula por retardar a reposição de bola Além de Fred, o árbitro Igor Junio Benevenuto expulsou um gandula por retardar a reposição de bola A defesa do Galo já conseguiu salvar Fred de uma penalização grande no ano passado, porém. Há 9 meses, o centroavante foi expulso no jogo contra o Figueirense pelo Brasileirão passado por dar uma cotovelada em lance de disputa aérea. No julgamento do STJD, a agressão foi transformada em "ato hostil" e Fred recebeu apenas uma advertência, além do jogo automático. Por outro lado, o histórico de "pavio curto" do atacante pode lhe causar problemas agora. No primeiro clássico deste ano contra o Cruzeiro, válido pela 1ª Liga, Fred esteve ausente pois ainda cumpria uma suspensão pesada de cinco jogos pela competição. ] Isso porque, em 2016, ele agrediu um adversário do Atlético-PR, Léo, com um soco na nuca, após ser agredido primeiro com uma cotovelada no peito, e não atuou mais naquela competição, na qual o Flu foi o vencedor.
01.04.17 Campeonato Mineiro Para Roger Machado, jogadores se doaram ao máximo O técnico Roger Machado elogiou o empenho da equipe no clássico deste sábado, no Mineirão, pelo Campeonato Mineiro. Segundo ele, o resultado negativo não aconteceu por falta de garra, uma vez que os atletas se doaram ao máximo dentro de campo. “Clássico é um jogo forte e intenso em todos os lugares, não foi falta de intensidade ou doação na partida. Intensidade, doação é você estar consciente e organizado para fazer as coisas que você se propõe dentro do jogo. Intensidade sempre há. Talvez, se tivéssemos empatado o jogo, estaríamos falando em outro prisma. A gente sabe que o torcedor quer que os atletas sempre se doem ao máximo e os jogadores estão extenuados dentro do vestiário porque correram com um a menos e mantiveram acesa a chama de poder empatar o jogo até o final. Para mim, isso e doação, isso é entrega”, analisou o treinador atleticano. Para Roger Machado, é preciso ter discernimento para saber analisar o jogo e não transformar a derrota em algo maior do que ela realmente é. “Com um a menos, a gente teve um desgaste grande, uma doação coletiva muito grande e, em um lance de impedimento, por pouco, a gente não empata o jogo, o que seria de forma muito especial nesse clássico. Da forma como a partida se transcorreu e, principalmente, como ela acabou, nos dá elementos suficientes para entender que foi uma derrota em condições circunstanciais, equívocos, principalmente no primeiro tempo, que nos tiraram força para conseguir reagir. Temos que dar o peso adequado. Claro que a gente queria vencer, mas haverá outras oportunidades na frente e vai ser diferente”, completou o comandante alvinegro. Publicado 01 de abril de 2017, às 18:43.
Elias ressalta espírito de luta da equipe Autor do gol atleticano no clássico deste sábado, pelo Campeonato Mineiro, o volante Elias lamentou o resultado da partida, mas fez questão de ressaltar o espírito de luta da equipe. “Perdemos um jogador na metade do primeiro tempo e já com 1 a 0 no placar. A gente estava comandando a partida, eles procuraram jogar no contra-ataque até quando tinham um a mais. Não fugimos da nossa característica, de jogar, tocar a bola, buscar o melhor posicionamento. Infelizmente, essa pressão foi um pouco tarde, mas a equipe está de parabéns porque se empenhou até o final”, avaliou o meio-campista. “É um clássico, a gente queria ganhar porque a torcida merece, mas espero que tenham outros jogos na frente e vamos ver, onze contra onze, quem vai ser melhor”, completou Elias. Publicado 01 de abril de 2017, às 18:09.