quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Em sétimo lugar no ranking geral, Atlético traça meta para alcançar 100 mil sócios em 2017
Frederico Ribeiro
fmachado@hojeemdia.com.br
21/02/2017 - 13h00 - Atualizado 13h02
De 21 de fevereiro até 31 de dezembro, o Atlético estipulou uma missão de angariar mais 27 mil sócios. O clube alvinegro quer bater a marca de 100 mil torcedores associados a um dos três planos do Galo na Veia (Preto, Prata e Branco).
Atualmente, o Atlético detém o sétimo lugar no ranking do Movimento por um Futebol Melhor estabelecido pela parceria dos clubes com empresas de grande porte do país. O Galo tem 72.929 sócios ativos e só perde para Flamengo, Corinthians, São Paulo, Inter, Grêmio e Palmeiras. Do tricolor paulista em diante, todos têm mais de 100 mil associados adimplentes.
"O torcedor do Atlético tem que andar com cartão de sócio na carteira, é uma identidade. Estamos numa meta de alcançar 100 mil sócios torcedores. E nós vamos alcançar, nunca nada foi passado para a torcida do Atlético que ela não cumprisse. Tenho certeza que vamos passar dos 100 mil sócios neste ano, e levantando taça", disse o diretor de administração e controle Lucas Couto, em entrevista à Rádio Itatiaia.
O novo elemento da diretoria alvinegra, que substitui Adriana Branco, agora na Prefeitura de Belo Horizonte, já traçou uma estratégia para aumentar o número de sócios da modalidade mais cara e, portanto, mais benéfica do clube. Se o Galo na Veia Black voltar a ter 5 mil associados ativos, haverá 'open bar' no setor destinado a estes torcedores em todos os jogos do Atlético como mandante.
A ideia já foi posta em prática no confronto contra o Joinville pela Primeira Liga, há 12 dias, no Independência. De lá para cá, cerca de 200 novos torcedores do Galo aderiram ao pacote do Galo na Veia Black.
"Sim, deu certo, foi muito gostoso, onde tivemos o open bar para os sócios torcedores. Se o Galo na Veia Preto alcançar 5 mil associados, teremos Open Bar em todos os jogos em casa. Chegamos 3100 sócios GNV Black, eram quase 2900 sócios ante o jogo contra o Joinville", completou o diretor.
NA CBF
Primeira Liga 2018 poderá ser disputada nos moldes da Florida Cup
Informação foi divulgada nesta segunda-feira pelo presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares
Fluminense foi o primeiro campeão da Copa da Primeira Liga
PUBLICADO EM 20/02/17 - 18h44
Da Redação
@SUPERFC
O presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares, afirmou nesta segunda-feira, após a reunião do conselho técnico do Campeonato Brasileiro realizado na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que a Primeira Liga de 2018 poderá ser disputada nos moldes de um torneio de verão como o Florida Cup.
“A ideia é de que a competição tenha poucos jogos com um mata-mata rápido. Queremos que a competição sirva como uma alternativa para a preparação das equipes durante a pré-temporada”, destacou o dirigente celeste, em entrevista à Rádio Itatiaia.
Gilvan de Pinho Tavares isentou a CBF de culpa pelo calendário apertado dos clubes nesta temporada. “O calendário da Conmebol, com jogos da Sul-Americana e da Libertadores durante todo o ano, acabou influenciando. Cabe aos clubes ter elenco para dar conta disto tudo”, disse o presidente do Cruzeiro.
Presente na reunião na CBF, o presidente do Atlético, Daniel Nepomuceno, destacou a aprovação da ideia de que os clubes participantes no Campeonato Brasileiro não podem vender o mando de campo na competição. “No ano passado colocamos a situação para a CBF. Entendemos que esta prática não é saudável e não tem porque ela acontecer”, ressaltou o dirigente alvinegro.
Kalil critica CBF por exigir times femininos nos clubes em novo Regulamento de Licença
Frederico Ribeiro
fmachado@hojeemdia.com.br
20/02/2017 - 16h41 - Atualizado 17h09
Uma resolução presidencial da CBF, de número 01/2017, determinou, no começo deste mês que os clubes de futebol profissional do país adotem regras e determinações para obterem um licenciamento que os capacitem para disputar competições nacionais e internacionais. Criar um time feminino é uma das exigências do Regulamento de Licença de Clubes.
Tal medida gerou críticas do ex-presidente do Atlético e atual prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil. Ao comentar sobre a CBF no programa Mariana Godoy Entrevista, da RedeTV, o mandatário da capital mineira se mostrou contrário. Segundo o documento da CBF, um clube brasileiro só poderá disputar a Copa Libertadores a partir de 2019 se manter um time de mulheres e também uma categoria de base feminina.
Para Kalil, a regra é criada em cima de decisões arbitrárias. Ele citou que a CBF faz determinações que criam despesas para o clube numa modalidade do futebol que é pouco aceita comercialmente.
"Tudo o que foi conseguido, Profut, tudo foram os clubes que conseguiram. Ou vocês acham que foi a CBF que conseguiu alguma coisa? Ou bancada disso, daquilo? O futebol é o seguinte: 'eu estou mandando os clubes terem um time de futebol feminino'. Mas o senhor mandou a RedeTV comprar o Campeonato Feminino? A Globo comprar o Campeonato Feminino? Pois é criado uma despesa para o clube", disse Kalil, na última sexta-feira.
Kalil critica CBF por exigir times femininos nos clubes em novo Regulamento de Licença
Frederico Ribeiro
fmachado@hojeemdia.com.br
20/02/2017 - 16h41 - Atualizado 17h09
Uma resolução presidencial da CBF, de número 01/2017, determinou, no começo deste mês que os clubes de futebol profissional do país adotem regras e determinações para obterem um licenciamento que os capacitem para disputar competições nacionais e internacionais. Criar um time feminino é uma das exigências do Regulamento de Licença de Clubes.
Tal medida gerou críticas do ex-presidente do Atlético e atual prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil. Ao comentar sobre a CBF no programa Mariana Godoy Entrevista, da RedeTV, o mandatário da capital mineira se mostrou contrário. Segundo o documento da CBF, um clube brasileiro só poderá disputar a Copa Libertadores a partir de 2019 se manter um time de mulheres e também uma categoria de base feminina.
Para Kalil, a regra é criada em cima de decisões arbitrárias. Ele citou que a CBF faz determinações que criam despesas para o clube numa modalidade do futebol que é pouco aceita comercialmente.
"Tudo o que foi conseguido, Profut, tudo foram os clubes que conseguiram. Ou vocês acham que foi a CBF que conseguiu alguma coisa? Ou bancada disso, daquilo? O futebol é o seguinte: 'eu estou mandando os clubes terem um time de futebol feminino'. Mas o senhor mandou a RedeTV comprar o Campeonato Feminino? A Globo comprar o Campeonato Feminino? Pois é criado uma despesa para o clube", disse Kalil, na última sexta-feira.
Clubes vetam gramado sintético e venda de mandos no Campeonato Brasileiro
Decisões foram tomadas durante Conselho Técnico realizado nesta segunda
Agência Estado
postado em 20/02/2017 18:50 / atualizado em 20/02/2017 18:57
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Maurício Mano / Site Atlético Paranaense Grama sintética será proibida a partir de 2018
O Conselho Técnico do Campeonato Brasileiro da Série A, ocorrido na tarde desta segunda-feira na sede da CBF, tomou duas decisões importantes, que vão mexer diretamente com dois rubro-negros.
A primeira delas foi a proibição do uso de gramados sintéticos para jogos do torneio. Ou seja, o Atlético-PR vai perder aquela que foi sua grande arma no Brasileiro passado - derrotou quase todos os adversários na Arena da Baixada, perdendo apenas do Palmeiras.
Mas a perda não será imediata. Foi ao menos estabelecida uma “regra de transição” de um ano, por sugestão do presidente do Grêmio, Romildo Bolzan. Como ficaria muito em cima da hora para o Atlético-PR trocar o gramado (vale lembrar que colocou o sintético há cerca de um ano), o time paranaense vai poder jogar normalmente em 2017, e depois terá de mudar o piso.
A outra medida atinge o Flamengo, mas não só ele. Foi proibida a venda de mando de campo e, com isso, o clube não poderá mais mandar jogos fora do Estado, como fez várias vezes no ano passado. Não foi só o time carioca que fez isso, mas ele foi quem mais atuou longe de casa em 2016.
Alguns clubes votaram contra a medida. O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, argumentou que os jogos fora do território fluminense ocorrem quando não há onde o time atuar, mas não convenceu a maioria de seus colegas.
Assim, o Flamengo, que tinha entre outras propostas fazer do Pacaembu, em São Paulo, uma espécie de segunda casa, vai ter de utilizar mais o estádio da Portuguesa, na Ilha do Governador. Ou então, torcer para que a indefinição sobre o Maracanã acabe logo.
VAI SAIR?
Carlos Eduardo fica na mira do Sport e poderá deixar o Atlético
Jogador, que esteve em campo em apenas um jogo nesta temporada, não vem sendo aproveitado por Roger Machado
Carlos Eduardo poderá deixar o Atlético
PUBLICADO EM 20/02/17 - 17h34
Bernardo Lacerda
@SuperFC
O Atlético poderá acertar a saída de mais um jogador que não vem tendo oportunidades com o técnico Roger Machado. Após o lateral-direito Patric ter sido emprestado ao Vitória, o meia-atacante Carlos Eduardo poderá ser repassado ao Sport.
O jogador foi oferecido por empresários ao time de Recife para vestir a camisa da equipe no restante da temporada. O Galo não deverá dificultar a transferência caso haja acerto com Carlos Eduardo.
Pela negociação, caso ocorra, o Atlético não deverá receber nenhum valor.
Um dos representantes do jogador esteve em Belo Horizonte na semana passada, quando se reuniu com o diretor de futebol Eduardo Maluf na sede do Atlético, em Lourdes.
Carlos Eduardo está fora dos planos do técnico Roger Machado. O jogador, que vem treinando na Cidade do Galo, atuou apenas uma vez nesta temporada, entrando em campo no decorrer do jogo contra o Tombense, pelo Campeonato Mineiro.
Contratado na temporada passada, para compor o elenco atleticano, Carlos Eduardo disputou apenas 12 jogos e não marcou nenhum gol.
O meia-atacante atleticano esteve na mira do futebol turco, no começo desta temporada, porém, a negociação acabou não surtindo efeito e ele seguiu a pré-temporada com o elenco atleticano.
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Vitória contra o América foi o jogo 'mais barato' do Atlético como mandante no Novo Mineirão
Frederico Ribeiro
fmachado@hojeemdia.com.br
20/02/2017 - 12h51
Com direito a goleada, bloco do 'Galo Doido', retorno de Robinho e show particular do atacante Fred. O duelo contra o América também teve outro aspecto benéfico para a torcida do Atlético. A vitória alvinegra por 4 a 1 também foi o jogo com o menor preço de ingresso, na média, do Galo como mandante do Mineirão.
A renda bruta do jogo foi a segunda mais baixa nos 22 jogos que o Atlético realizou no Mineirão, na condição de mandante. Cada alvinegro pagou, em média, R$ 17,23 para ver Fred marcar três gols e dar uma assistência. Foram 29.458 pagantes, numa renda bruta de R$ 507.715,00
Apenas o duelo contra Ponte Preta, nas oitavas da Copa do Brasil, rendeu cifras mais baixas na bilheteria. Foram R$ 413.910,00 no empate em 1 a 1, que valeu o pior registro de público pagante do Galo no Novo Mineirão: 11.556.
Antes do confronto contra o Coelho, o 'jogo mais barato' para a torcida do Atlético foi na Primeira Liga, na estreia da temporada passada contra o Flamengo. Derrota de 2 a 0, com público pagante de 29.032 para uma renda de R$ 649.450,00 e com ticket médio em R$ 22,37.
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