Redação - Superesportes
Publicação:02/05/2011 07:00
Dorival Júnior tira o dia de hoje para fazer uma análise profunda do time do Atlético e assim determinar os caminhos que serão seguidos a partir do treinamento em tempo integral amanhã, na Cidade do Galo, e ainda para fazer um estudo apurado do Cruzeiro. Algumas decisões estão tomadas: retorna Leonardo Silva, na zaga, depois de cumprir a suspensão automática pelo terceiro cartão amarelo. Do goleiro aos dois volantes a formação está praticamente definida com Renan Ribeiro; Patric, Réver, Leonardo Silva e Guilherme Santos; Fillipe Soutto e Serginho. Na frente, não há dúvida também que joga Magno Alves e que Giovanni está com 90% de chances de se garantir mais uma vez, disputando seu primeiro clássico. Neste caso sobram duas posições para Wesley, Bernard, Daniel Carvalho, Ricardo Bueno e Neto Berola. Correndo por fora, Leleu e Wendel, mas não para começar. O treinador é daqueles que, se acredita no jogador, não tem medo de escalá-lo, como ocorreu com Jackson no clássico que o Atlético venceu por 4 a 3, na terceira rodada do Campeonato Mineiro.
Os jogadores estão conscientizados de que será uma semana de muita determinação nos treinamentos e concentração para que possam ser felizes como nos dois jogos diante do América: “Sabemos que teremos de ser aplicados porque são os dois melhores que chegam para a disputa do título e o adversário está jogando com eficiência. Neste tipo de jogo, porém, não há favorito e nossas chances são bem postas para a conquista. O grupo quer. A torcida, também. Os dois últimos clássicos nos deram boas lições que precisarão ser aplicadas novamente”, diz o capitão Réver.
Mancini faz hoje uma ressonância para se saber a gravidade da contusão, enquanto Renan Oliveira vai cumprir suspensão automática pelo terceiro cartão amarelo. Hoje, com acesso à súmula do jogo na vitória sobre o Coelho – já que Richarlyson continua dizendo que não falou nada de grave para o árbitro Cléber Wellington Abade –, o Atlético ficará sabendo realmente o que foi relatado. Mas, a primeira pena já terá de ser cumprida domingo: suspensão automática pelo cartão vermelho. Richarlyson estava sendo preparado para ser uma das peças importantes nas finais, porque é um dos mais preparados para as decisões, pelos quatro anos que passou no São Paulo.
BUSCA DE REFORÇOS A diretoria, sem revelar nomes, continua à procura de reforços para a temporada. Mas, na estreia no Campeonato Brasileiro, em 21 de maio, contra o Atlético-PR, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, dois nomes são certos que estarão à disposição: Guilherme e Marquinhos Cambalhota para o ataque, o que deixará o técnico mais à vontade para escalar.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
Dorival vê 'Galo em formação' credenciado a superar 'Cruzeiro consolidado'
Dorival Júnior: 'Tudo pode acontecer'
Rodrigo Fonseca - Superesportes
Publicação:01/05/2011 17:10
Atualização:01/05/2011 17:12
Mais uma vez, os arquirrivais mineiros fazem a decisão do Estadual. De um lado, o Atlético, que iniciou um processo de reformulação do time com a saída de jogadores e a eliminação precoce na Copa do Brasil. Do outro, o Cruzeiro, que manteve a base da equipe e é um dos destaques na Copa Libertadores.
O técnico do Galo, Dorival Júnior, admite que o rival está à frente na disputa, mas acredita que o Alvinegro pode superar o desafio e levar a taça.
“O Atlético está conseguindo se encontrar aos poucos, de uma maneira bem natural. Essa garotada tem dado uma resposta positiva. A perspectiva é boa, logicamente que pode oscilar um pouco, pois é uma equipe em formação. O Cruzeiro é uma equipe consolidada, uma das melhores do Brasil no momento. Temos que ser realistas e reconhecer o valor do adversário, mas, acima de tudo, acreditamos no potencial do nosso grupo”, disse Dorival.
Além de uma resposta positiva do time atleticano, o treinador lembra o velho jargão do futebol para a decisão contra o Cruzeiro: “Temos que reconhecer que a situação do Cruzeiro é um pouco mais real, em razão do conjunto e do equilíbrio que a equipe tem. Mas é um clássico. Como todo clássico, tudo pode acontecer. O Atlético vai se preparar muito para essa final.”
Evolução
No comando do Galo desde setembro do ano passado, Dorival Júnior tem a primeira chance de conquistar um título pelo clube. No ano passado, dirigiu a equipe na reta final do Campeonato Brasileiro e alcançou o objetivo de evitar o rebaixamento.
Apesar das mudanças ocorridas no elenco, como as saídas de Obina, Diego Tardelli, Diego Souza, Zé Luís e Ricardinho, o treinador vê qualidades no time que chega à decisão do Estadual:
“Em termos de rendimento, de volume, é muito melhor. É uma equipe mais rápida, mais compacta, que briga mais por posse de bola, que chega mais fácil ao gol adversário. Temos muitas coisas a melhorar, mas estamos num caminho positivo”, ressaltou.
Mancini será reavaliado nesta segunda-feira; elenco se reapresenta na terça

Mancini saiu ainda no primeiro tempo
Rodrigo Fonseca - Superesportes
Publicação:01/05/2011 15:13
Atualização:01/05/2011 15:31
O meia Mancini deixou o jogo contra o América, no final do primeiro tempo, com dores na coxa direita. Ele será reavaliado pelo departamento médico nesta segunda-feira.
A reapresentação do elenco, visando à final do Campeonato Mineiro, no próximo fim de semana, será na terça-feira, quando os jogadores treinarão em dois períodos. À tarde, o clube deverá apresentar o volante Gilberto, que veio do Marcílio Dias, de Santa Catarina.
Para a decisão do Estadual, o Atlético não terá o volante Richarlyson e o meia Renan Oliveira, suspensos. Já o zagueiro Leonardo Silva, que cumpriu suspensão contra o América, deverá reassumir a vaga na defesa.
Treinador atleticano ressalta volta da sintonia entre time e torcida

Torcida do Atlético compareceu em grande número à Arena do Jacaré nesse sábado
Redação - Superesportes
Publicação:01/05/2011 14:03
Atualização:01/05/2011 15:27
Depois da desconfiança gerada com a eliminação na Copa do Brasil, aos poucos, o time do Atlético vai se reaproximando da torcida. Na vitória por 2 a 1 sobre o América, os torcedores presentes à Arena do Jacaré apoiaram a equipe, mesmo nos momentos mais difíceis, como após a expulsão de Richarlyson e o gol do Coelho.
“Quando uma torcida, como a do Atlético, está em sintonia com a equipe, não tem como dar errado. Os jogadores vão tirar força aonde não têm. Esse é o papel do torcedor. Tivemos um momento ruim na partida e o torcedor teve paciência, torceu, vibrou. Aquela meia dúzia que vem só para afogar a as mágoas em cima de uma equipe de futebol não teve eco, porque a grande maioria lutou com a equipe. Quando isso acontece, pode ter certeza que o Atlético se credencia a crescer na partida”, disse o técnico Dorival Júnior.
Lateral-esquerdo ressalta resposta positiva do time em momento delicado

Rodrigo Fonseca - Superesportes
Publicação:01/05/2011 11:53
Atualização:01/05/2011 15:29
A reação do time do Atlético depois da expulsão do volante Richarlyson, no começo do segundo tempo, e do gol do América foi destacada pelo lateral-esquerdo Guilherme Santos. O Galo não se abateu, virou o jogo e confirmou sua classificação à final do Campeonato Mineiro.
“Foi uma virada de todos. Fizemos um grande trabalho. A equipe está de parabéns, o Dorival, todos os companheiros que vieram nos ajudar e aqueles que não foram relacionados também. Todos nós fazemos parte desse grupo”, disse o jogador.
Guilherme Santos está invicto no Galo. Desde que estreou, o time acumulou cinco vitórias e um empate. “Não só eu, mas todos os jogadores que estão no Atlético querem fazer o melhor para manter uma base e ajudar a equipe da melhor forma”, disse.
Do jeito que a massa gosta
Uma vitória de virada sobre o América, por 2 a 1, depois de atuar todo o segundo tempo com um jogador a menos, dá tranquilidade ao Galo para disputar as finais da competição
Antônio Melane - Estado de Minas
Publicação:01/05/2011 08:02
Mais uma vez, o Atlético está na final do Campeonato Mineiro. Apesar de oscilar em alguns momentos na primeira fase da competição, chega com todos os méritos graças às duas vitórias sobre o rival América, nas semifinais: 3 a 1 no primeiro jogo e 2 a 1, ontem à noite, na Arena do Jacaré. E tinha a vantagem de jogar, por ter feito melhor campanha na fase de classificação, por dois resultados iguais. Somando as duas etapas chega a 31 pontos.
O segundo triunfo, também de virada, teve um sabor ainda mais especial. Desta vez jogando com 10 no segundo tempo, devido à expulsão de Richarlyson, por reclamação, logo aos 30 segundos.
O América passou o Estadual fixo no objetivo de chegar à etapa final em uma das duas primeiras colocações para fugir do confronto nas semifinais com Cruzeiro ou Atlético. Na visão do Coelho, sua chance aumentaria muito se enfrentasse um deles na finalíssima. Mas o destino estava traçado. Teria de ser nas semifinais, já que foi o terceiro colocado. Teve o que desejava: árbitro de fora nos dois jogos para que não fosse prejudicado como no ano passado. Conseguiu alguns bons momentos e chegou a dar a impressão de que poderia vencer quando, no começo da segunda etapa, fez 1 a 0. Mas não aguentou a reação do Galo.
A explicação do experiente goleiro Flávio foi bem lógica: “Tínhamos o jogo nas mãos, com 1 a 0 e um jogador a mais. Mas fomos afoitos. Oferecemos o contra-ataque e jogar assim diante de uma equipe de qualidade como a do Atlético é suicídio. Foi duro. Não estávamos preparados para essa derrota. Queríamos muito disputar o título”. Foi, em resumo, o que disse também o artilheiro Fábio Júnior.
Mas o mais lógico foi o argumento dos atleticanos para que a 10ª vitória fosse alcançada em 13 jogos: “Quando levamos o gol, sabíamos que tínhamos força para reagir e fomos buscar o resultado com raça, ocupando os espaços. Tinha de ser assim. A gente troca a técnica pela experiência e o coração. Deu tudo certo. Estou feliz, porque há muito procurava um momento como este e fazer dois gols seguidos em clássicos contra o América (o outro foi nos 3 a 1) dá segurança para seguirmos em frente. Estava precisando muito. Acredito que o título será nosso”, destacou Serginho.
No toque de bola e nas jogadas de velocidade, o Atlético mostrou que está preparado para disputar a decisão com tudo. Mas falta ainda algo para a torcida sentir que o bicampeonato está próximo: a regularidade. Quando um time está em armação, esse é o perigo que se corre. Mais ainda quando o técnico insiste que a solução está na categoria de base, aproveitando jogadores como Fillipe Soutto, Giovanni Augusto e, no segundo tempo, também Leleu, que entrou no lugar de Magno Alves. Tal decisão exige muita atenção e há riscos. Por esse motivo, mais de uma vez, o zagueiro e capitão Réver alertou o volante Fillipe Soutto. “Você está jogando à frente da linha da bola. Não pode. Tem de dar a proteção aqui”. Também pediu para que Magno Alves e Neto Berola – este entrou ainda no primeiro tempo no lugar de Mancini, que sentiu uma fisgada na coxa – ajudassem, já que com 10 o Atlético teve de apresentar um futebol ainda mais solidário.
Impressão falsa No primeiro tempo, houve apenas alguns bons momentos, com o ataque atleticano mais eficiente. Já o América tocava a bola com segurança, graças às assistências de Irênio e principalmente Camilo. No começo do segundo tempo eles começaram firmes. O Coelho aproveitou e fez 1 a 0, gol de Luciano, depois de jogada de Sheslon pela direita. O Galo estava com 10 e a impressão era que o adversário poderia chegar ao segundo gol e pôr fogo na decisão pela vaga na finalíssima. Foi inocente. Deixou a marcação de homem a homem, com um na sobra, e levou dois gols que incendiaram de emoção o torcedor atleticano e deixaram os americanos envergonhados e o coração doído. Agora, é pensar no Campeonato Brasileiro, o que pode ser ainda pior se não buscar reforços.
O gol de empate do Galo foi marcado por Magno Alves, depois de boa jogada de Giovanni Augusto pela direita. O atacante girou e tocou à direita de Flávio. O segundo foi em jogada de velocidade: Berola recebeu e lançou Serginho, que invadiu pelo meio, praticamente sem marcação. Ele tocou com precisão e levou a massa atleticana ao delírio. A partir daí foi festa, com os alviverdes humilhados.
Antônio Melane - Estado de Minas
Publicação:01/05/2011 08:02
Mais uma vez, o Atlético está na final do Campeonato Mineiro. Apesar de oscilar em alguns momentos na primeira fase da competição, chega com todos os méritos graças às duas vitórias sobre o rival América, nas semifinais: 3 a 1 no primeiro jogo e 2 a 1, ontem à noite, na Arena do Jacaré. E tinha a vantagem de jogar, por ter feito melhor campanha na fase de classificação, por dois resultados iguais. Somando as duas etapas chega a 31 pontos.
O segundo triunfo, também de virada, teve um sabor ainda mais especial. Desta vez jogando com 10 no segundo tempo, devido à expulsão de Richarlyson, por reclamação, logo aos 30 segundos.
O América passou o Estadual fixo no objetivo de chegar à etapa final em uma das duas primeiras colocações para fugir do confronto nas semifinais com Cruzeiro ou Atlético. Na visão do Coelho, sua chance aumentaria muito se enfrentasse um deles na finalíssima. Mas o destino estava traçado. Teria de ser nas semifinais, já que foi o terceiro colocado. Teve o que desejava: árbitro de fora nos dois jogos para que não fosse prejudicado como no ano passado. Conseguiu alguns bons momentos e chegou a dar a impressão de que poderia vencer quando, no começo da segunda etapa, fez 1 a 0. Mas não aguentou a reação do Galo.
A explicação do experiente goleiro Flávio foi bem lógica: “Tínhamos o jogo nas mãos, com 1 a 0 e um jogador a mais. Mas fomos afoitos. Oferecemos o contra-ataque e jogar assim diante de uma equipe de qualidade como a do Atlético é suicídio. Foi duro. Não estávamos preparados para essa derrota. Queríamos muito disputar o título”. Foi, em resumo, o que disse também o artilheiro Fábio Júnior.
Mas o mais lógico foi o argumento dos atleticanos para que a 10ª vitória fosse alcançada em 13 jogos: “Quando levamos o gol, sabíamos que tínhamos força para reagir e fomos buscar o resultado com raça, ocupando os espaços. Tinha de ser assim. A gente troca a técnica pela experiência e o coração. Deu tudo certo. Estou feliz, porque há muito procurava um momento como este e fazer dois gols seguidos em clássicos contra o América (o outro foi nos 3 a 1) dá segurança para seguirmos em frente. Estava precisando muito. Acredito que o título será nosso”, destacou Serginho.
No toque de bola e nas jogadas de velocidade, o Atlético mostrou que está preparado para disputar a decisão com tudo. Mas falta ainda algo para a torcida sentir que o bicampeonato está próximo: a regularidade. Quando um time está em armação, esse é o perigo que se corre. Mais ainda quando o técnico insiste que a solução está na categoria de base, aproveitando jogadores como Fillipe Soutto, Giovanni Augusto e, no segundo tempo, também Leleu, que entrou no lugar de Magno Alves. Tal decisão exige muita atenção e há riscos. Por esse motivo, mais de uma vez, o zagueiro e capitão Réver alertou o volante Fillipe Soutto. “Você está jogando à frente da linha da bola. Não pode. Tem de dar a proteção aqui”. Também pediu para que Magno Alves e Neto Berola – este entrou ainda no primeiro tempo no lugar de Mancini, que sentiu uma fisgada na coxa – ajudassem, já que com 10 o Atlético teve de apresentar um futebol ainda mais solidário.
Impressão falsa No primeiro tempo, houve apenas alguns bons momentos, com o ataque atleticano mais eficiente. Já o América tocava a bola com segurança, graças às assistências de Irênio e principalmente Camilo. No começo do segundo tempo eles começaram firmes. O Coelho aproveitou e fez 1 a 0, gol de Luciano, depois de jogada de Sheslon pela direita. O Galo estava com 10 e a impressão era que o adversário poderia chegar ao segundo gol e pôr fogo na decisão pela vaga na finalíssima. Foi inocente. Deixou a marcação de homem a homem, com um na sobra, e levou dois gols que incendiaram de emoção o torcedor atleticano e deixaram os americanos envergonhados e o coração doído. Agora, é pensar no Campeonato Brasileiro, o que pode ser ainda pior se não buscar reforços.
O gol de empate do Galo foi marcado por Magno Alves, depois de boa jogada de Giovanni Augusto pela direita. O atacante girou e tocou à direita de Flávio. O segundo foi em jogada de velocidade: Berola recebeu e lançou Serginho, que invadiu pelo meio, praticamente sem marcação. Ele tocou com precisão e levou a massa atleticana ao delírio. A partir daí foi festa, com os alviverdes humilhados.

30 de abril de 2011 • Atletas • Futebol Profissional • Comissão Técnica • Futebol Base • Futebol Profissional • Futebol Profissional • Jogos
Vitória teve participação de oito atletas da base
Reafirmando a força do trabalho de base realizado pelo Atlético, o técnico Dorival Júnior utilizou nada menos que oito atletas formados no Clube, sete deles como titulares, na vitória por 2 a 1 sobre o América. O triunfo no clássico deste sábado, disputado em Sete Lagoas, garantiu a presença atleticana na decisão do Campeonato mineiro.
Renan Ribeiro, Werley, Fillipe Soutto, Serginho, Giovanni Augusto, Renan Oliveira e Mancini começaram jogando e, no final da partida, o jovem Leleu entrou no lugar de Magno Alves.
Com quatro jogadores oriundos das categorias de base, o meio-campo foi elogiado por Dorival Júnior. “A reação do meio foi muito positiva, marcamos com muita intensidade, bem postados, era difícil o America penetrar. Acho que esse foi o fator decisivo para que alcançássemos um belo resultado”, analisou o treinador, que também destacou a evolução do meia Giovanni.
“É, apenas, tudo aquilo que ele fez ao longo da temporada. Ele treinou, se preparou e, no momento em que surgiu a oportunidade, se sente preparado. E, acima de tudo, ele está querendo. Mesmo não tendo a característica de ser um jogador de marcação, ele está se posicionando bem, brigando por posse de bola. Então, é tudo que nós queremos. Gosto de uma equipe que se doe,que jogue com intensidade e isso daí ele tem feito. Ele está ganhando a posição naturalmente”, disse Dorival.
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