terça-feira, 3 de novembro de 2009

Roth: atuação para ser apagada. Foco é Goiás (30/10)

Rodrigo Fonseca - Portal Uai

Na reta final do Campeonato Brasileiro, o Atlético tropeçou no lanterna Fluminense - derrota por 2 a 1 - e ficou a quatro pontos do líder Palmeiras. Faltam apenas seis rodadas para o término da competição. Por isso, segundo o técnico Celso Roth, não há tempo para lamentações. A ordem é esquecer a atuação ruim frente aos cariocas. O momento exige retomada da concentração e buscar a reação imediata. No domingo, o Galo encara o Goiás em Goiânia.“Isso que aconteceu hoje (quinta-feira), nós temos que apagar. Não temos tempo. Daqui do Rio de Janeiro vamos direto para Goiânia. Temos que buscar o Atlético que parece ter ficado no meio do caminho. Temos que sair desse marasmo de hoje (quinta-feira)”, disse Roth.Contra o Fluminense, o Galo esteve longe do time que levou o clube a brigar pelas primeiras posições. “Não contávamos com essa derrota e também não podemos ficar amargurando. Essa derrota já foi. Temos que nos equilibrarmos para fazermos um bom jogo no domingo. Contra o Goiás, a gente sabe que é muito difícil lá, mas temos que buscar”.Para Celso Roth, o tropeço no Maracanã foi provocado principalmente pela má atuação da equipe atleticana: “Com todo o respeito, e tem mérito o Fluminense pela vitória, mas o Atlético é que foi bem abaixo do próprio Atlético. O Fluminense brigou, mereceu, agora tudo isso aconteceu porque o Atlético foi muito mal”.Roth está confiante que a derrota desta quinta não irá desestabilizar o Atlético. Ele lembra que a equipe sofreu derrotas para Botafogo e Cruzeiro, conseguiu reagir com duas vitórias - São Paulo e Vitória - e voltou a sonhar com o título: “Espero que não tenha peso nenhum. Já saímos de uma situação de duas derrotas consecutivas e buscamos o resultado positivo em São Paulo. Então, o jogo de hoje (quinta-feira) já foi. Estamos aqui respondendo vocês porque é o normal”.

Jogar no Rio neste Brasileiro: tarefa ingrata para o Galo (30/10)

Daniela Mineiro - Portal Uai

Nas três vezes em que o Atlético atuou no Rio de Janeiro nesta Campeonato Brasileiro, saiu de campo derrotado. O último tropeço ocorreu nesta quinta-feira, no Maracanã, onde o Galo foi batido pelo Fluminense por 2 a 1 e ficou mais longe da liderança da competição. A atuação do time alvinegro na partida contra o Tricolor Carioca lembrou o jogo diante do Botafogo, no Engenhão. Naquela rodada, dia 8 de outubro, o nervosismo e o alto número de passes errados decretaram a vitória botafoguense por 3 a 1. A situação se repetiu nesta quinta e a postura do time chamou a atenção do técnico Celso Roth. "Essa é a terceira vez que acontece no Rio de Janeiro. Não fomos bem. Temos que conversar com os jogadores e pensar já no Goiás". No domingo, o Atlético vai a Goiânia, onde enfrenta o Goiás, às 16h, pela 33ª rodada do Brasileiro. A outra derrota do Atlético em território carioca foi no dia 30 de julho, para o Flamengo. O placar foi o mesmo do jogo do Botafogo: 3 a 1.

Atleticanos contestam marcação de pênalti para o Flu (29/10)

Daniela Mineiro - Portal Uai

Dois jogadores atleticanos saíram de campo nesta quinta-feira, após serem derrotados por 2 a 1, para o Fluminense, reclamando da arbitragem. O motivo foi o pênalti marcado a favor do time carioca aos 32 minutos do primeiro tempo. O zagueiro Jorge Luiz cortou, com o braço, o cruzamento de Maicon dentro da área. O árbitro André Luiz de Freitas Castro não teve dúvidas e marcou a infração. Para Correa, o juiz estava longe do lance e, portanto, não teria condições de marcar a penalidade. "Levamos um gol em um pênalti que eu não vi, mas tenho certeza que foi inexistente. O juiz estava quase na mesma linha que eu e era impossível ele ver alguma coisa. Ainda reclamei, mas ele disse que estava convicto". O zagueiro Werley também não concordou com a marcação do pênalti e criticou a arbitragem. "A gente sabia que o jogo seria difícil, mas não contávamos com um pênalti daquele que o juiz deu. Infelizmente, para o time mineiro ser campeão, tem que jogar contra todo mundo." O pênalti foi cobrado por Fred que mandou no canto esquerdo de Carini e abriu o placar. Jorge Luiz foi advertido com cartão amarelo e, aos 37 minutos do segundo tempo, recebeu o segundo cartão e acabou sendo expulso.

Diego Tardelli se isola na artilharia do Brasileirão 2009 (29/10)

Daniela Mineiro - Portal Uai

Na noite em que completou 50 jogos com a camisa alvinegra, Diego Tardelli deixou, mais uma vez, sua marca. Aos sete minutos do segundo tempo, o atacante marcou o único gol do Atlético na derrota para o Fluminense, por 2 a 1, no Maracanã. O tento marcado colocou o atacante isolado na artilharia do Campeonato Brasileiro, com 17 gols. Essa foi a quinta partida seguida em que Tardelli saiu de campo balançando as redes. A sequência começou na vitória contra o Santos, por 3 a 1. O artilheiro marcou duas vezes. No jogo contra o Barueri (2 a 1), Tardelli fez um gol. Convocado para a Seleção, desfalcou o Galo nas derrotas para Botafogo (3 a 1) e Cruzeiro (1 a 0). De volta, marcou os gols dos triunfos sobre São Paulo e Vitória, ambos por 1 a 0. Nesta quinta-feira, o artilheiro também deixou sua marca, mas o time não conseguiu vencer.

Na bagagem rumo a Goiânia, derrota e dois suspensos (29/10)

Jonílson recebe cartão no primeiro minuto da partida e desfalca o Atlético contra o Goiás
Daniela Mineiro - Portal Uai


O Atlético terá dois desfalques na partida de domingo, às 16h, contra o Goiás, no Serra Dourada, em Goiânia. O volante Jonílson recebeu o terceiro cartão amarelo e o zagueiro Jorge Luiz foi expulso na derrota desta quinta, por 2 a 1, para o Fluminense, e cumprem suspensão automática. Jonílson foi advertido no primeiro minuto de jogo ao agarrar o atacante Maicon. Jorge Luiz recebeu o primeiro cartão ao cortar, com o braço, um cruzamento na área. Pênalti para o Fluminense, convertido por Fred. Aos 37 minutos do segundo tempo, o zagueiro recebeu o segundo cartão amarelo ao impedir Roni de avançar com a bola. No lugar de Jonílson, o técnico Celso Roth deve escalar Renan Silva. Para a vaga de Jorge Luiz, a primeira opção é o paraguaio Benítez. Do Rio de Janeiro, a delegação atleticana segue direto para Goiânia.

Galo tropeça no lanterna e vê líder se distanciar (29/10)




Rodrigo Fonseca - Portal Uai




Derrota para o Fluminense no Rio, por 2 a 1, deixou time em terceiro lugar no Campeonato Brasileiro. Diferença para o líder volta a ser de quatro pontos


De um lado, o sonho do Atlético pelo título. Do outro, o desespero do Fluminense para fugir do rebaixamento. Melhor para o lanterna do Campeonato Brasileiro que impôs uma derrota por 2 a 1 ao Galo nesta quinta-feira à noite no Maracanã.
A queda atleticana aliada às vitórias de São Paulo e Palmeiras significou a perda da segunda colocação para o Tricolor Paulista e o distanciamento para o Alviverde, líder da competição. Agora, o Atlético soma 53 pontos, contra 55 do São Paulo e 57 do Palmeiras. A busca da reação será no domingo. O Galo vai a Goiânia encarar o Goiás.
Para o Fluminense, o triunfo significou sobrevida na luta contra o rebaixamento. Chegou aos 30 pontos. Está a cinco do primeiro time fora da zona da degola.
O Jogo
A pressão sobre os times, provocada por alvos tão distintos nesta reta final de competição, parece ter atingido o emocional dos jogadores. Foi uma partida nervosa, cheia de erros, principalmente do lado mineiro. O Atlético esteve longe da determinação apresentada em jogos anteriores. A defesa passou muitos sustos. Pagou caro em duas oportunidades.
Marino Azevedo/Photocamera
A grande dificuldade do Galo foi o bloqueio feito pelo Fluminense frente à sua área. Pelo meio-campo, não havia espaço, nem inspiração dos armadores. Pelas laterais, faltou presença maior de Carlos Alberto e Thiago Feltri. Apenas um vez, funcionou. Aos 13 minutos, Correa devolveu de calcanhar para Carlos Alberto, que rolou para Tardelli bater prensando.
O Fluminense também pouco incomodava. Mas alcançou o objetivo. Aos 32 minutos, Maicon cruzou da esquerda na área e a bola bateu na mão do zagueiro Jorge Luiz. O árbitro marcou pênalti. Fred cobrou e fez 1 a 0.
A esperança atleticana era acertar o time no intervalo. Mas com menos de um minuto, ganhou novo obstáculo. A defesa voltou a vacilar e a bola ficou com Conca, que escolheu o canto e ampliou: 2 a 0.
O Galo até reagiu rápido a esse lance. Aos sete minutos, após o escanteio, o goleiro cortou mal e o artilheiro Diego Tardelli completou para as redes: 2 a 1.
Para aumentar a força ofensiva do time, o técnico Celso Roth sacou o volante Márcio Araújo para a entrada de Marques. Porém, o Atlético não conseguiu criar boas jogadas. Aos 30, então, Roth tirou Ricardinho e colocou em campo Evandro. O Galo continuou sem criatividade no meio-campo.
Quem quase marcou foi o Fluminense. Aos 28 minutos, Mariano cruzou e Fred cabeceou para a grande defesa de Carini. Cinco minutos depois, novamente Fred. Desta vez, ele dominou e bateu forte. Novamente, o goleiro uruguaio salvou o Galo. Para completar sua atuação ruim, o zagueiro Jorge Luiz foi expulso aos 37 minutos, após receber o segundo amarelo.
O Atlético ainda lamentou um lance aos 43 minutos. Depois do bate-rebate, a bola sobrou para Éder Luís na cara do gol. O atacante furou. Final: 2 a 1.
Veja os gols

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE
2 X 1
ATLÉTICO
Escalações
Rafael; Mariano, Gum, Dalton e Dieguinho; Diogo, Diguinho, Equi González (Tartá) e Darío Conca; Maicon (Roni) e Fred (Urrutia)
Carini; Carlos Alberto, Jorge Luiz, Werley e Thiago Feltri; Jonílson, Corrêa, Márcio Araújo (Marques) e Ricardinho (Evandro); Éder Luis e Diego Tardelli (Benítez)
Técnicos
Cuca
Celso Roth
Gols
Fred, 33min 1ºT Conca, 53 seg 2ºT
Tardelli, 7min 2ºT
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ) Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO) Auxiliares: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Altemir Hausmann (Fifa-RS) Motivo: 32ª rodada do Campeonato Brasileiro

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Éder Luís quer fim de jejum para reviver dupla artilheira (28/10)

Éder comemora último gol marcado, na partida contra o Santo André
Daniela Mineiro - Portal Uai


O Atlético tem o sexto melhor ataque da Campeonato Brasileiro. Em 31 jogos disputados, marcou 48 gols. Mais da metade dos tentos, 26, foram anotados pela dupla Éder Luís e Diego Tardelli. Porém, Éder não balança as redes há quase dois meses. O último gol marcado pelo jogador foi no dia 6 de setembro, na vitória por 2 a 1 diante do Santo André. Éder espera acabar com o jejum no jogo desta quinta-feira, contra o Fluminense, no Maracanã. "Faz falta não balançar as redes. Tem um bom tempo que não faço gol. Quem sabe, nesses dois jogos, eu não consiga marcar. Mas o mais importante é que, muitas vezes, não penso em fazer gol, mas em ajudar a equipe". Por outro lado, o companheiro de ataque de Éder é o artilheiro do campeonato. Tardelli tem 16 gols e divide a ponta com Adriano, do Flamengo. "O time depende de mim também, não só do Tardelli, que tem marcado gols. Mas, independente disso, o ideal é que a gente possa vencer", destacou Éder Luís. Para Tardelli, o fato de só ele estar balançando as redes se deve ao alto nível da competição. "Acho que é o campeonato que está difícil mesmo. Nessa última rodada, por exemplo, vários times venceram por 1 a 0. Principalmente aqueles que estão brigando ali na frente". Para o jogador, o importante são os três pontos, independentemente de quem marcar. "Não importa se for gol meu, ou de outro, temos que vencer".