terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Pretendido pelo Galo, Jadílson acerta com o Grêmio (06/01)

Gazeta Press

O Grêmio oficializou em seu site oficial a contratação do lateral-esquerdo Jadílson, que deverá desembarcar em Porto Alegre no fim da tarde de terça-feira. O jogador chega por empréstimo de um ano conseguido junto ao São Paulo, após disputar o Campeonato Brasileiro de 2008 pelo Cruzeiro – onde não conseguiu se firmar no esquema do técnico Adílson Batista. O lateral também era pretendido pelo Atlético. Jadílson é a segunda contratação do Tricolor para a lateral esquerda. Antes dele, Fábio Santos, que estava no Santos, já havia acertado. Com isso, os jogadores da posição que atuaram em 2009 pelo Tricolor (Anderson Pico, Hélder e Bruno Teles) deverão ser emprestados para outros clubes. O lateral ex-Cruzeiro iniciou sua carreira no CRB e teve passagens por Portuguesa, Palmeiras, Guarani, Consodale Sappo (Japão), Fluminense e Goiás. Um dos fatores decisivos para a sua contratação foi a experiência. Com 31 anos, Jadílson já disputou a Copa Libertadores da América três vezes. Além da dupla de laterais canhotos, a diretoria gremista já havia fechado com mais cinco reforços: os zagueiros Fábio Ferreira e Rafael Marques, o lateral Ruy, o volante Diogo e o atacante Alex Mineiro. Os dirigentes ainda procuram trazer mais um homem de frente para fechar o elenco que iniciará a temporada. Os homens do futebol estão esperançosos de que um acerto com o argentino Herrera ocorra até o fim desta terça-feira. A apresentação do grupo de jogadores está marcada para quarta-feira. A pré-temporada será realizada em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha. A estréia no Gauchão acontecerá no dia 21 diante do Inter de Santa Maria, fora de casa.

Leão exige respeito ao Galo (06/01)

Ivan Drummond - Estado de Minas

Se o fim de ano no Atlético foi marcado pela monotonia, no primeiro dia de trabalho no ano e com Leão no comando do time, o CT de Vespasiano foi bastante agitado. O treinador esbanjou descontração e bom humor, a ponto de, ao fim da entrevista coletiva, pedir para continuar conversando com os jornalistas. E, enquanto falava, os bastidores também estavam movimentados. Dois volantes faziam exames médicos: Júnior, ex-Flamengo e Grêmio, e Carlos Alberto, ex-Figueirense e Corinthians. E ainda houve a confirmação de que o clube negocia a vinda de Lopes, ex-Cruzeiro e Palmeiras, que tem contrato com o Yokohama Marinos, do Japão. O atacante, de 29 anos, chegará esta semana a Belo Horizonte para exames.
No campo, no primeiro dia, 22 jogadores. “É o que temos”, disse Leão. Apenas um ausente: o atacante Marques, que chegou reclamando de dores musculares, foi direto para o departamento médico e fez com que o treinador repetisse o que havia dito no dia de sua apresentação. “Se pudermos contar com ele em campo, em boas condições, será o ideal.”
Pôr tudo em pratos limpos parece a tônica de Leão nesse retorno. Cheio de frases de efeito, como “para errar não é preciso ter pressa” ou “se não conseguir nenhum reforço, vai você mesmo”, ele falou da expectativa para a temporada. “Na conversa que tive com os jogadores, disse sobre esse processo de desvalorização do Atlético, que chega ao ponto de ser chamado de sparring por um jornal argentino, ao noticiar o torneio do Uruguai. Eles desconhecem a tradição do clássico mineiro, um dos maiores do Brasil, que será disputado lá. Essa desvalorização precisa acabar e depende deles, jogadores.”
O técnico falou também das prioridades do time: “Precisamos de um armador pela esquerda, um atacante, um volante, um lateral-direito e um goleiro. Conversei com treinadores de times que têm jogadores que interessam. Eu sou ético. Não vou falar primeiro com o jogador e depois com o treinador. Mas conversei com muita gente que quer vir. Falei até com o goleiro Dida, mas ele não pode sair do Milan agora. O armador que queria era o Nenê, ex-Santos, que está no Espanyol, mas ele ganha muito, cerca de R$ 500 mil. Pertence ao Monaco, que aceita pagar 50%. Mas como fica o restante? Temos de pensar nisso também”.
Leão não descartou a possibilidade de aproveitar o goleiro Renan, que está na Seleção Brasileira Sub-20: “Uma coisa que não vou fazer nunca é pôr um jogador de 17 anos na fogueira”. Lembrou que havia dito aos dirigentes para não abrirem mão do goleiro da base, Darlei, hoje no Feyenoord, da Holanda. “Mas, por necessidade, o clube teve de vender ou emprestar suas revelações, como o atacante Eduardo. Chegaram a emprestar o Éder Luís, o que foi ruim para a carreira dele.”
RECONHECIMENTO Entre os jogadores que voltaram, alegria, tanto de Éder Luís quanto de Thiago Feltri. O primeiro disse que é uma vantagem reencontrar Leão. “É um treinador que já conheço. Fui muito feliz com ele, que deixa a gente muito à vontade. Disse para meus companheiros que temos de aproveitar o que ele dá, as oportunidades, e fazer o que ele pede.” Sobre o retorno ao Galo, uma surpresa em suas declarações. “Eu sabia que era um empréstimo e que podia não dar certo e voltar. Achava que iria voltar. Estou onde gosto.” Thiago Feltri considera que vive um momento importante, principalmente por voltar a trabalhar com Leão. “Foi ele quem me lançou no time de cima.”
No primeiro dia de Leão no Galo, alguns jogadores experimentaram emoções inesperadas, mas outros, a decepção, casos do armador Denílson e do lateral-esquerdo Luiz Gustavo. Eles terminaram o ano de 2008 treinando com o grupo de profissionais, já que tinham sido promovidos pelo ex-treinador Marcelo Oliveira. Ontem, chegaram cedo a Vespasiano e receberam a notícia: foram devolvidos à base. Enquanto os jogadores escolhidos por Leão se dirigiam para o campo, para um teste de Cooper, os dois desciam a rampa, atrás do campo de treinamento, rumo à concentração dos juniores. Não quiseram falar com ninguém, mas o comentário de alguns funcionários é que lamentavam não só ter sido cortados, mas também perdido a oportunidade de disputar a Copa SP de Juniores.

Leão exige respeito ao Galo (06/01)

Ivan Drummond - Estado de Minas

Se o fim de ano no Atlético foi marcado pela monotonia, no primeiro dia de trabalho no ano e com Leão no comando do time, o CT de Vespasiano foi bastante agitado. O treinador esbanjou descontração e bom humor, a ponto de, ao fim da entrevista coletiva, pedir para continuar conversando com os jornalistas. E, enquanto falava, os bastidores também estavam movimentados. Dois volantes faziam exames médicos: Júnior, ex-Flamengo e Grêmio, e Carlos Alberto, ex-Figueirense e Corinthians. E ainda houve a confirmação de que o clube negocia a vinda de Lopes, ex-Cruzeiro e Palmeiras, que tem contrato com o Yokohama Marinos, do Japão. O atacante, de 29 anos, chegará esta semana a Belo Horizonte para exames.
No campo, no primeiro dia, 22 jogadores. “É o que temos”, disse Leão. Apenas um ausente: o atacante Marques, que chegou reclamando de dores musculares, foi direto para o departamento médico e fez com que o treinador repetisse o que havia dito no dia de sua apresentação. “Se pudermos contar com ele em campo, em boas condições, será o ideal.”
Pôr tudo em pratos limpos parece a tônica de Leão nesse retorno. Cheio de frases de efeito, como “para errar não é preciso ter pressa” ou “se não conseguir nenhum reforço, vai você mesmo”, ele falou da expectativa para a temporada. “Na conversa que tive com os jogadores, disse sobre esse processo de desvalorização do Atlético, que chega ao ponto de ser chamado de sparring por um jornal argentino, ao noticiar o torneio do Uruguai. Eles desconhecem a tradição do clássico mineiro, um dos maiores do Brasil, que será disputado lá. Essa desvalorização precisa acabar e depende deles, jogadores.”
O técnico falou também das prioridades do time: “Precisamos de um armador pela esquerda, um atacante, um volante, um lateral-direito e um goleiro. Conversei com treinadores de times que têm jogadores que interessam. Eu sou ético. Não vou falar primeiro com o jogador e depois com o treinador. Mas conversei com muita gente que quer vir. Falei até com o goleiro Dida, mas ele não pode sair do Milan agora. O armador que queria era o Nenê, ex-Santos, que está no Espanyol, mas ele ganha muito, cerca de R$ 500 mil. Pertence ao Monaco, que aceita pagar 50%. Mas como fica o restante? Temos de pensar nisso também”.
Leão não descartou a possibilidade de aproveitar o goleiro Renan, que está na Seleção Brasileira Sub-20: “Uma coisa que não vou fazer nunca é pôr um jogador de 17 anos na fogueira”. Lembrou que havia dito aos dirigentes para não abrirem mão do goleiro da base, Darlei, hoje no Feyenoord, da Holanda. “Mas, por necessidade, o clube teve de vender ou emprestar suas revelações, como o atacante Eduardo. Chegaram a emprestar o Éder Luís, o que foi ruim para a carreira dele.”
RECONHECIMENTO Entre os jogadores que voltaram, alegria, tanto de Éder Luís quanto de Thiago Feltri. O primeiro disse que é uma vantagem reencontrar Leão. “É um treinador que já conheço. Fui muito feliz com ele, que deixa a gente muito à vontade. Disse para meus companheiros que temos de aproveitar o que ele dá, as oportunidades, e fazer o que ele pede.” Sobre o retorno ao Galo, uma surpresa em suas declarações. “Eu sabia que era um empréstimo e que podia não dar certo e voltar. Achava que iria voltar. Estou onde gosto.” Thiago Feltri considera que vive um momento importante, principalmente por voltar a trabalhar com Leão. “Foi ele quem me lançou no time de cima.”
No primeiro dia de Leão no Galo, alguns jogadores experimentaram emoções inesperadas, mas outros, a decepção, casos do armador Denílson e do lateral-esquerdo Luiz Gustavo. Eles terminaram o ano de 2008 treinando com o grupo de profissionais, já que tinham sido promovidos pelo ex-treinador Marcelo Oliveira. Ontem, chegaram cedo a Vespasiano e receberam a notícia: foram devolvidos à base. Enquanto os jogadores escolhidos por Leão se dirigiam para o campo, para um teste de Cooper, os dois desciam a rampa, atrás do campo de treinamento, rumo à concentração dos juniores. Não quiseram falar com ninguém, mas o comentário de alguns funcionários é que lamentavam não só ter sido cortados, mas também perdido a oportunidade de disputar a Copa SP de Juniores.

Thiago Feltri em alta com Emerson Leão (06/01)

Feltri estava emprestado ao Goiás

Chico Vilela - Portal Uai
Rodrigo Fonseca - Portal Uai


Técnico confia no jogador para assumir a lateral esquerda do Atlético


O Atlético procura um lateral-esquerdo. Júnior, que estava no São Paulo, é o nome desejado. Porém, o técnico Emerson Leão disse que a posição não é uma das prioridades da equipe. Ao comentar as carências do time, Leão ressaltou que com as voltas de Éder Luís e Thiago Feltri as posições ocupadas por esses jogadores não preocupam. “São duas posições que não me preocupam”, disse. “São duas posições que no ano passado o time teve problema. Com a qualidade dos dois, este ano não vai ter”, acrescentou.
Em 2008, após um primeiro semestre ruim, Thiago Feltri foi emprestado ao Goiás. Fez bons jogos e chamou a atenção do mercado. O treinador revelou que recusou propostas por Feltri: “O Santos me pediu. Eu disse não”, contou. “Se eles trocarem pelo Kleber, aí eu aceito”, brincou Leão.
O treinador confirmou que o Atlético negocia com Júnior, no entanto, ressaltou que o experiente lateral não suporta, atualmente, jogar uma partida inteira: “O que precisa é acertar as coisas. Você não vai querer que eu coloque um atleta como ele para correr os 90 minutos na lateral”.
Confiança e cobrança
A confiança depositada pelo técnico deixa Thiago Feltri ainda mais animado para dar a volta por cima no Atlético: “Fico feliz por ter falado isso. Ele é um treinador que cobra bastante. Espero estar melhorando e ajudando dentro de campo. Fico feliz por ele ter esta confiança em mim”.
O lateral de 23 anos sabe também que ter a confiança de Leão não significa ficar longe das cobranças: “Para jogar com ele, tem que estar bem. Já trabalhei com ele em 2007 e fiz um bom campeonato. Espero fazer uma boa temporada neste ano também”.
Thiago Feltri acredita que o período em que esteve no Goiás foi benéfico para sua carreira: “Foi bom ter saído. Não estava bem no começo do ano. O time não estava bem. A cobrança é normal. Num time grande como o Atlético, a cobrança é muito grande. Foi bom ter saído para pegar experiência”.

Leão exige respeito ao Galo (06/01)

Ivan Drummond - Estado de Minas

Se o fim de ano no Atlético foi marcado pela monotonia, no primeiro dia de trabalho no ano e com Leão no comando do time, o CT de Vespasiano foi bastante agitado. O treinador esbanjou descontração e bom humor, a ponto de, ao fim da entrevista coletiva, pedir para continuar conversando com os jornalistas. E, enquanto falava, os bastidores também estavam movimentados. Dois volantes faziam exames médicos: Júnior, ex-Flamengo e Grêmio, e Carlos Alberto, ex-Figueirense e Corinthians. E ainda houve a confirmação de que o clube negocia a vinda de Lopes, ex-Cruzeiro e Palmeiras, que tem contrato com o Yokohama Marinos, do Japão. O atacante, de 29 anos, chegará esta semana a Belo Horizonte para exames.
No campo, no primeiro dia, 22 jogadores. “É o que temos”, disse Leão. Apenas um ausente: o atacante Marques, que chegou reclamando de dores musculares, foi direto para o departamento médico e fez com que o treinador repetisse o que havia dito no dia de sua apresentação. “Se pudermos contar com ele em campo, em boas condições, será o ideal.”
Pôr tudo em pratos limpos parece a tônica de Leão nesse retorno. Cheio de frases de efeito, como “para errar não é preciso ter pressa” ou “se não conseguir nenhum reforço, vai você mesmo”, ele falou da expectativa para a temporada. “Na conversa que tive com os jogadores, disse sobre esse processo de desvalorização do Atlético, que chega ao ponto de ser chamado de sparring por um jornal argentino, ao noticiar o torneio do Uruguai. Eles desconhecem a tradição do clássico mineiro, um dos maiores do Brasil, que será disputado lá. Essa desvalorização precisa acabar e depende deles, jogadores.”
O técnico falou também das prioridades do time: “Precisamos de um armador pela esquerda, um atacante, um volante, um lateral-direito e um goleiro. Conversei com treinadores de times que têm jogadores que interessam. Eu sou ético. Não vou falar primeiro com o jogador e depois com o treinador. Mas conversei com muita gente que quer vir. Falei até com o goleiro Dida, mas ele não pode sair do Milan agora. O armador que queria era o Nenê, ex-Santos, que está no Espanyol, mas ele ganha muito, cerca de R$ 500 mil. Pertence ao Monaco, que aceita pagar 50%. Mas como fica o restante? Temos de pensar nisso também”.
Leão não descartou a possibilidade de aproveitar o goleiro Renan, que está na Seleção Brasileira Sub-20: “Uma coisa que não vou fazer nunca é pôr um jogador de 17 anos na fogueira”. Lembrou que havia dito aos dirigentes para não abrirem mão do goleiro da base, Darlei, hoje no Feyenoord, da Holanda. “Mas, por necessidade, o clube teve de vender ou emprestar suas revelações, como o atacante Eduardo. Chegaram a emprestar o Éder Luís, o que foi ruim para a carreira dele.”
RECONHECIMENTO Entre os jogadores que voltaram, alegria, tanto de Éder Luís quanto de Thiago Feltri. O primeiro disse que é uma vantagem reencontrar Leão. “É um treinador que já conheço. Fui muito feliz com ele, que deixa a gente muito à vontade. Disse para meus companheiros que temos de aproveitar o que ele dá, as oportunidades, e fazer o que ele pede.” Sobre o retorno ao Galo, uma surpresa em suas declarações. “Eu sabia que era um empréstimo e que podia não dar certo e voltar. Achava que iria voltar. Estou onde gosto.” Thiago Feltri considera que vive um momento importante, principalmente por voltar a trabalhar com Leão. “Foi ele quem me lançou no time de cima.”
No primeiro dia de Leão no Galo, alguns jogadores experimentaram emoções inesperadas, mas outros, a decepção, casos do armador Denílson e do lateral-esquerdo Luiz Gustavo. Eles terminaram o ano de 2008 treinando com o grupo de profissionais, já que tinham sido promovidos pelo ex-treinador Marcelo Oliveira. Ontem, chegaram cedo a Vespasiano e receberam a notícia: foram devolvidos à base. Enquanto os jogadores escolhidos por Leão se dirigiam para o campo, para um teste de Cooper, os dois desciam a rampa, atrás do campo de treinamento, rumo à concentração dos juniores. Não quiseram falar com ninguém, mas o comentário de alguns funcionários é que lamentavam não só ter sido cortados, mas também perdido a oportunidade de disputar a Copa SP de Juniores.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Galinho perde na estréia da Copa São Paulo 05/01/2009 | 22:58

Da Assessoria de Imprensa

O time Júnior do Atlético perdeu por 1 a 0 para o Juventus (SP), na noite desta segunda-feira (5), em Americana, pela primeira rodada da fase classificatória da Copa São Paulo. O jogo foi disputado no Estádio Décio Vitta. O gol do adversário foi marcado na etapa inicial de jogo.

Na preliminar, o Rio Branco (SP) venceu o Sergipe (SE) por 2 a 0, e, com o resultado, assumiu a liderança do Grupo L, com três pontos. A segunda colocação é do Juventus (SP), com o mesmo número de pontos, mas com saldo de gols inferior. O Atlético aparece em terceiro, e na última posição está o Sergipe (SE).

O time atleticano volta a campo às 20h30 da próxima quinta-feira (8), para enfrentar o Sergipe (SE), pela segunda rodada da fase classificatória da competição. O jogo será disputado no Estádio Décio Vitta, em Americana, e será transmitido pela Rede Vida.

Na etapa classificatória da Copa São Paulo, os times se enfrentam em turno único dentro de seus grupos, classificando-se para a segunda fase os vencedores de cada chave e os dez melhores segundos colocados.

O JOGO

O jogo começou e o primeiro ataque foi da equipe paulista, em um chute de fora da área. A resposta do Galinho veio com Kleber, três minutos mais tarde. O atacante alvinegro roubou a bola do goleiro e tentou fazer o gol por cobertura, mas o zagueiro adversário conseguiu aliviar. Na seqüência, aos sete minutos, Wendel fez belo lançamento para Kleber, que invadiu a área a finalizou na saída do goleiro, mas novamente o zagueiro rival conseguiu afastar.

Aos oito minutos, Thiago cobrou falta e o goleiro adversário defendeu com segurança. O time paulista, que jogava nos contra golpes, conseguiu fazer uma boa jogada aos 12 minutos, através de Jefinho, que driblou Paulo Vitor e chutou pra fora. Aos 17 minutos Wendel tocou para Marcos Arthur dentro da área, mas o chute do atacante atleticano saiu para fora.

O Galinho continuou em busca do gol, e, aos 31 minutos, Kleber tocou para Marcos Arthur na pequena área, e o goleiro adversário fez uma importante defesa. Aos 37 o rival cobrou falta na área e Paulo Vitor defendeu com segurança. Em seguida, aos 40 minutos, veio o gol do Juventus. Em uma saída de bola errada da zaga alvinegra, Felipe roubou a bola, entrou na área, e chutou sem chances para o goleiro atleticano. O resultado prevaleceu até o intervalo.


SEGUNDO TEMPO

Na etapa final, a primeira chance foi do adversário, aos dois minutos, em uma finalização de fora da área. Cinco minutos depois o lateral Thiago cobrou escanteio e Sidimar desviou com perigo de cabeça, mas a bola saiu por cima do gol. No minuto seguinte, o rival arriscou um chute perigoso da entrada da área, e a bola saiu pela linha de fundo.

Aos 12 minutos, Soutto finalizou da intermediária e o goleiro adversário fez uma boa defesa. O Galinho seguiu exercendo forte pressão sobre o rival, mas esbarrava na forte marcação da equipe paulista. As chances de gol quase não apareceram, e o placar terminou com vitória do Juventus por 1 a 0.


FICHA TÉCNICA

Atlético 0 x 1 Juventus/SP
Motivo: 1ª rodada da fase classificatória da Copa São Paulo
Data: 05/01/2009
Cidade: Americana (SP)
Estádio: Décio Vitta
Árbitro: Marcos Silva dos Santos Gonçalves
Auxiliares: Wendel Almeida da Silva e Marcelo Sanches Moreno

Atlético:
Paulo Vitor, Thiago, Sidimar, Thiago Cardoso e Nakata; Douglas (Alan), Soutto, Gabriel (Taffarel) e Wendel; Kleber (Vinícius) e Marcos Arthur. Técnico: Leonardo Condé.

Entrada da imprensa será às 16h nesta segunda-feira 05/01/2009 | 10:56

Da Assessoria de Imprensa

Na tarde desta segunda-feira (5), a entrada da imprensa na Cidade do Galo será liberada às 16h. Os jogadores se apresentam às 15h para iniciar a pré-temporada.

O volante Júnior não será apresentado oficialmente porque ainda realizará exames médicos antes de assinar contrato.