terça-feira, 4 de novembro de 2008
Galinho conhece adversários do Brasileiro Sub-20 04/11/2008 | 11:00
Da Assessoria de Imprensa A Federação Gaúcha de Futebol divulgou os grupos e a tabela da primeira fase do III Campeonato Brasileiro Sub-20, a ser disputado de 6 a 21 de dezembro, no Rio Grande do Sul. O Atlético está na Chave 3, com sede em Alvorada, ao lado de Fluminense, Palmeiras, Figueirense e Ipatinga. A estréia alvinegra na competição será em 6 de dezembro, contra o Palmeiras.Os times se enfrentam em turno único dentro dos grupos e os dois melhores avançam para as quartas-de-final. No ano passado, a equipe atleticana foi eliminada nas quartas-de-final pelo Paraná Clube.Grupos: Grupo 1 - Corinthians, Grêmio, Botafogo, Náutico e Coritiba Grupo 2 - Santos, Juventude, Goiás, Cruzeiro/MG e Vitória Grupo 3 - Atlético, Fluminense, Palmeiras, Figueirense e Ipatinga Grupo 4 - Flamengo, Internacional, Atlético-PR, Sport e PortuguesaJogos do Galinho na 1ª fase:6/12 - Atlético x Palmeiras 8/12 - Atlético x Fluminense 10/12 - Atlético x Figueirense14/12 - Atlético x Ipatinga
Zagueiro festeja continuidade no Atlético-MG Publicada em 4/11/2008 às 11:06
Welton Felipe vem compondo a defesa do Galo, ao lado de Leandro Almeida (Crédito: Andre Brant)Welton Felipe comemora bom momento como titular da defesa atleticana
LANCEPRESS!
O zagueiro Welton tem aproveitado bem a nova chance que tem recebido de atuar entre os titulares do Atlético-MG. O jogador teve bom desempenho contra o Coritiba e foi eficiente diante do Botafogo. Nas duas exibições, além de defender, ele também teve liberdade de chegar ao ataque, como no lance do pênalti diante do Fogão:
– É uma característica minha, de sair para o jogo, ajudar o ataque, e o técnico Marcelo Oliveira tem me passado muita confiança. Estou muito feliz por voltar a jogar, participar bem dos jogos, e vou ajudar ainda mais.
Welton ressalta a importância do bom entrosamento com o parceiro Leandro Almeida, que vem desde os tempos de categoria de base.
– Já tivemos a oportunidade de jogar junto na base. Mas no profissional é muito diferente. Porém, estamos ganhando mais entrosamento a cada jogo, e estou muito feliz pelo nosso rendimento – disse ele.
Mais aliviado após a vitória sobre o Botafogo, Welton acredita que a partir de agora o rebaixamento é passado e a meta é Sul-Americana.
– O Atlético é um clube grande e tem de pensar como grande. Já estamos quase livres do rebaixamento. Agora é pensar numa vaga na Copa Sul-Americana – disse Welton.
O zagueiro Welton tem aproveitado bem a nova chance que tem recebido de atuar entre os titulares do Atlético-MG. O jogador teve bom desempenho contra o Coritiba e foi eficiente diante do Botafogo. Nas duas exibições, além de defender, ele também teve liberdade de chegar ao ataque, como no lance do pênalti diante do Fogão:
– É uma característica minha, de sair para o jogo, ajudar o ataque, e o técnico Marcelo Oliveira tem me passado muita confiança. Estou muito feliz por voltar a jogar, participar bem dos jogos, e vou ajudar ainda mais.
Welton ressalta a importância do bom entrosamento com o parceiro Leandro Almeida, que vem desde os tempos de categoria de base.
– Já tivemos a oportunidade de jogar junto na base. Mas no profissional é muito diferente. Porém, estamos ganhando mais entrosamento a cada jogo, e estou muito feliz pelo nosso rendimento – disse ele.
Mais aliviado após a vitória sobre o Botafogo, Welton acredita que a partir de agora o rebaixamento é passado e a meta é Sul-Americana.
– O Atlético é um clube grande e tem de pensar como grande. Já estamos quase livres do rebaixamento. Agora é pensar numa vaga na Copa Sul-Americana – disse Welton.
Marcos só depende das condições físicas para voltar (04/11)
Marcos estava lesionado no joelhoRodrigo Fonseca - Portal Uai
Liberado do departamento médico no final da semana passada, o zagueiro Marcos depende apenas de suas condições físicas para ficar à disposição do técnico Marcelo Oliveira para o jogo de domingo contra o Vitória, em Salvador, pelo Campeonato Brasileiro. Marcos se recuperou de uma pequena lesão no ligamento colateral medial do joelho direito.
”Foi uma opção do Marcelo não levá-lo (para o jogo passado contra o Botafogo) porque considerou que ele precisava de uma condição física um pouco melhor. Então, ele terá uma semana cheia de treinos para se recuperar do ponto de vista físico porque em relação à parte médica já estava liberado desde a semana passada”, informou o médico Rodrigo Lasmar.
À disposição do treinador estão o goleiro Juninho e o lateral-direito Sheslon, que cumpriram suspensão diante do Botafogo.
Seguem fora do time o zagueiro Vinícius (estiramento na região posterior da coxa esquerda), o lateral-esquerdo Paulo Rodrigues (ruptura muscular no adutor da coxa esquerda) e os volantes Rafael Miranda (estiramento no adutor da coxa direita) e Serginho (rupturas no ligamento cruzado anterior do joelho direito e nos ligamentos laterais).
Vinícius só deve voltar a treinar aqui a 15 dias. Paulo Rodrigues não tem previsão de ser liberado. Já Rafael Miranda deve começar os trabalhos físicos na próxima semana. Por fim, Serginho terá de ser submetido a uma cirurgia daqui a duas semanas.
”Foi uma opção do Marcelo não levá-lo (para o jogo passado contra o Botafogo) porque considerou que ele precisava de uma condição física um pouco melhor. Então, ele terá uma semana cheia de treinos para se recuperar do ponto de vista físico porque em relação à parte médica já estava liberado desde a semana passada”, informou o médico Rodrigo Lasmar.
À disposição do treinador estão o goleiro Juninho e o lateral-direito Sheslon, que cumpriram suspensão diante do Botafogo.
Seguem fora do time o zagueiro Vinícius (estiramento na região posterior da coxa esquerda), o lateral-esquerdo Paulo Rodrigues (ruptura muscular no adutor da coxa esquerda) e os volantes Rafael Miranda (estiramento no adutor da coxa direita) e Serginho (rupturas no ligamento cruzado anterior do joelho direito e nos ligamentos laterais).
Vinícius só deve voltar a treinar aqui a 15 dias. Paulo Rodrigues não tem previsão de ser liberado. Já Rafael Miranda deve começar os trabalhos físicos na próxima semana. Por fim, Serginho terá de ser submetido a uma cirurgia daqui a duas semanas.
Cirurgia do volante Serginho ainda não foi marcada (04/11)
Volante Serginho só volta a jogar na próxima temporadaRodrigo Fonseca - Portal Uai
Ainda não foi marcada a cirurgia do volante Serginho, que sofreu rupturas no ligamento cruzado anterior e nos ligamentos laterais do joelho direito durante a partida contra o Coritiba, dia 29 de outubro. O jogador só volta a jogar entre seis e oito meses.
“O Serginho vem apresentando uma melhora. O joelho ainda está um pouco inchado. Avaliamos o jogador ontem (segunda-feira) à tarde e vamos aguardar a evolução ao longo dessa semana para que possa ser marcada a cirurgia. Esse procedimento deve acontecer em torno de uma ou duas semanas, tudo dependendo da resposta que o Serginho apresentar nos próximos dias de tratamento”, disse o médico Rodrigo Lasmar, em entrevista à Rádio Itatiaia.
O médico do Galo revelou que esse tipo de contusão não ocorria no clube há quatro anos: “A última havia sido com o Dejair, camisa 10. Trabalhamos bastante a prevenção desse tipo de lesão, mas infelizmente acabou acontecendo essa fatalidade. É uma lesão comum em jogadores de futebol”.
Rodrigo Lasmar disse que vários fatores podem provocá-la: “Existe uma controvérsia muito grande e alguns fatores podem estar associados a esse tipo de lesão. Muito se fala sobre o tipo de trava da chuteira, que faria com que o pé ficasse mais preso no gramado. O que de fato acontece é que essa lesão é ocasionada quando o atleta tenta fazer um drible, ou quando salta e cai no chão. Nesse movimento de rotação do corpo, o pé fica preso no gramado e não roda, desliza. Aí você faz um movimento de rotação grande no joelho e o ligamento cruzado acaba sofrendo muito”.
“O Serginho vem apresentando uma melhora. O joelho ainda está um pouco inchado. Avaliamos o jogador ontem (segunda-feira) à tarde e vamos aguardar a evolução ao longo dessa semana para que possa ser marcada a cirurgia. Esse procedimento deve acontecer em torno de uma ou duas semanas, tudo dependendo da resposta que o Serginho apresentar nos próximos dias de tratamento”, disse o médico Rodrigo Lasmar, em entrevista à Rádio Itatiaia.
O médico do Galo revelou que esse tipo de contusão não ocorria no clube há quatro anos: “A última havia sido com o Dejair, camisa 10. Trabalhamos bastante a prevenção desse tipo de lesão, mas infelizmente acabou acontecendo essa fatalidade. É uma lesão comum em jogadores de futebol”.
Rodrigo Lasmar disse que vários fatores podem provocá-la: “Existe uma controvérsia muito grande e alguns fatores podem estar associados a esse tipo de lesão. Muito se fala sobre o tipo de trava da chuteira, que faria com que o pé ficasse mais preso no gramado. O que de fato acontece é que essa lesão é ocasionada quando o atleta tenta fazer um drible, ou quando salta e cai no chão. Nesse movimento de rotação do corpo, o pé fica preso no gramado e não roda, desliza. Aí você faz um movimento de rotação grande no joelho e o ligamento cruzado acaba sofrendo muito”.
O artilheiro que vem de trás (04/11)
Paulo Galvão - Estado de Minas
A função principal de um zagueiro é marcar os adversários e impedi-los de executar jogadas. Se, além de fazer isso com eficiência, ainda conseguir ir ao ataque e marcar gols, tem grandes chances de se destacar e se tornar ídolo da torcida. É o que está ocorrendo com Leandro Almeida, autor dos dois gols que garantiram a vitória do Atlético sobre o Botafogo, domingo, no Mineirão, pondo fim a tabu que já durava sete anos e praticamente acabando com a ameaça de rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro.
Ele se tornou o zagueiro com maior média de gols na história do Galo. Em 70 partidas com a camisa alvinegra, o defensor marcou 12 gols, média de 0,171 por jogo. Quem mais se aproxima dele é o uruguaio Oliveira, que fez 72 jogos na década de 1980 e marcou oito gols, ou 0,111 a cada partida. O zagueiro que mais balançou as redes pelo clube foi Luizinho, com 21 gols em 537 partidas – média de 0,039.
Só em 2008, foram nove gols de Leandro Almeida, sendo cinco pelo Brasileiro, um pela Copa do Brasil e três pelo Campeonato Mineiro, que o coloca como artilheiro da equipe na temporada, ao lado do armador Danilinho, que em julho se transferiu para o futebol mexicano. Ele também divide a artilharia atleticana no Nacional com Renan Oliveira.
Agora, almeja terminar o ano como o maior goleador do Galo, mesmo sabendo que sua principal função é defender. “Fico feliz de estar ajudando a equipe e chego a brincar com o Renan Oliveira sobre a artilharia. Quando faltavam nove jogos para nós no Brasileiro, falei para ele que ainda faria dois gols. Faltam cinco e já cumpri a promessa. Agora, apesar de estar preocupado primeiramente em defender, vou tentar marcar mais alguns e passar o Danilinho”, disse Leandro Almeida.
No clube desde 2005, ele começou a construir a fama de zagueiro-artilheiro na equipe júnior, pela qual marcou 40 gols em 110 jogos, média de 0,36 por partida. A estréia no time principal foi na vitória por 3 a 0 sobre o Fluminense, no Mineirão, em 26 de julho de 2007.
Ainda nas categorias de base, o zagueiro procurou aprimorar as finalizações, cabeceios e cobranças de faltas e pênaltis. No profissional, isso continuou e se intensificou desde que o técnico Marcelo Oliveira assumiu a equipe, em agosto. “Ele sempre me deu oportunidade e desde que chegou definiu que eu seria o cobrador de pênaltis, mas só contra o Botafogo tive a chance e, graças a Deus, fui feliz. A responsabilidade é grande, mas sempre procuro aprimorar as cobranças e, quando não temos jogos, treino três vezes por semana. Isso dá tranqüilidade na hora de bater”, explicou ele, que chegou a perder espaço quando o técnico era Alexandre Gallo, mas que voltou a ser titular absoluto com Marcelo Oliveira.
TRANQÜILIDADE
Além do bom momento pessoal, Leandro Almeida também comemora o fato de o Atlético ter conseguido voltar a vencer no Brasileiro, o que não ocorria há três rodadas. Agora, acredita que a equipe terá tranqüilidade para terminar bem a competição. “Gostaríamos de brigar pelo título, mas, por tudo que passamos, pelas dificuldades que enfrentamos, será bom se conseguirmos terminar em oitavo lugar, repetindo a campanha do ano passado e garantindo vaga na Copa Sul-Americana.”
A função principal de um zagueiro é marcar os adversários e impedi-los de executar jogadas. Se, além de fazer isso com eficiência, ainda conseguir ir ao ataque e marcar gols, tem grandes chances de se destacar e se tornar ídolo da torcida. É o que está ocorrendo com Leandro Almeida, autor dos dois gols que garantiram a vitória do Atlético sobre o Botafogo, domingo, no Mineirão, pondo fim a tabu que já durava sete anos e praticamente acabando com a ameaça de rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro.
Ele se tornou o zagueiro com maior média de gols na história do Galo. Em 70 partidas com a camisa alvinegra, o defensor marcou 12 gols, média de 0,171 por jogo. Quem mais se aproxima dele é o uruguaio Oliveira, que fez 72 jogos na década de 1980 e marcou oito gols, ou 0,111 a cada partida. O zagueiro que mais balançou as redes pelo clube foi Luizinho, com 21 gols em 537 partidas – média de 0,039.
Só em 2008, foram nove gols de Leandro Almeida, sendo cinco pelo Brasileiro, um pela Copa do Brasil e três pelo Campeonato Mineiro, que o coloca como artilheiro da equipe na temporada, ao lado do armador Danilinho, que em julho se transferiu para o futebol mexicano. Ele também divide a artilharia atleticana no Nacional com Renan Oliveira.
Agora, almeja terminar o ano como o maior goleador do Galo, mesmo sabendo que sua principal função é defender. “Fico feliz de estar ajudando a equipe e chego a brincar com o Renan Oliveira sobre a artilharia. Quando faltavam nove jogos para nós no Brasileiro, falei para ele que ainda faria dois gols. Faltam cinco e já cumpri a promessa. Agora, apesar de estar preocupado primeiramente em defender, vou tentar marcar mais alguns e passar o Danilinho”, disse Leandro Almeida.
No clube desde 2005, ele começou a construir a fama de zagueiro-artilheiro na equipe júnior, pela qual marcou 40 gols em 110 jogos, média de 0,36 por partida. A estréia no time principal foi na vitória por 3 a 0 sobre o Fluminense, no Mineirão, em 26 de julho de 2007.
Ainda nas categorias de base, o zagueiro procurou aprimorar as finalizações, cabeceios e cobranças de faltas e pênaltis. No profissional, isso continuou e se intensificou desde que o técnico Marcelo Oliveira assumiu a equipe, em agosto. “Ele sempre me deu oportunidade e desde que chegou definiu que eu seria o cobrador de pênaltis, mas só contra o Botafogo tive a chance e, graças a Deus, fui feliz. A responsabilidade é grande, mas sempre procuro aprimorar as cobranças e, quando não temos jogos, treino três vezes por semana. Isso dá tranqüilidade na hora de bater”, explicou ele, que chegou a perder espaço quando o técnico era Alexandre Gallo, mas que voltou a ser titular absoluto com Marcelo Oliveira.
TRANQÜILIDADE
Além do bom momento pessoal, Leandro Almeida também comemora o fato de o Atlético ter conseguido voltar a vencer no Brasileiro, o que não ocorria há três rodadas. Agora, acredita que a equipe terá tranqüilidade para terminar bem a competição. “Gostaríamos de brigar pelo título, mas, por tudo que passamos, pelas dificuldades que enfrentamos, será bom se conseguirmos terminar em oitavo lugar, repetindo a campanha do ano passado e garantindo vaga na Copa Sul-Americana.”
Sacrifício que vale a pena (04/11)
Estado de Minas
Com problemas físicos comuns ao fim de temporada, além de suspensões, Marcelo Oliveira tem sido obrigado a improvisar para conseguir montar o Atlético nos últimos jogos. O que, a princípio, seria problema, tem sido encarado como oportunidade pelos “sacrificados”, que aproveitam para mostrar que podem atuar em mais de uma posição.
É o caso, por exemplo, do atacante Raphael Aguiar, que em três partidas atuou como lateral-esquerdo. “Venho me adaptando à nova função, mas minha posição é atacante. Claro que vale o sacrifício, pois o importante é ajudar o Atlético”, disse o atleta de 20 anos, que atuou no lado esquerdo da defesa no clássico contra o Cruzeiro, quando substituiu o volante Denílson, o Coritiba e o time carioca.
Quem também tem sido improvisado é o zagueiro Nem. Diante do Coxa, ele entrou no lugar do volante Serginho, que se contundiu logo aos 12min de jogo, sendo mantido no meio-campo contra os botafoguenses, se saindo bem em ambas as ocasiões.
Marcelo Oliveira não poupa elogios aos comandados. Para ele, tanto os atletas que estão atuando fora de suas posições como os demais estão de parabéns pelo empenho e espírito de grupo. “Toda improvisação gera preocupação, mas as coisas estão dando certo. Contra o Botafogo, por exemplo, o Nem deu conta do recado, mesmo atuando mais adiantado. O Raphael Aguiar, por sua vez, já provou que pode jogar em mais de uma posição, pois tem facilidade de adaptação. Mas eles também contaram com o apoio dos outros atletas e isso é o mais importante: a união de forças para atingirmos nosso objetivo”, declarou.
SEM PRESSA
Apesar disso, ele vai escalar “especialistas” em cada posição sempre que possível. Assim, o lateral-direito Sheslon, por exemplo, deve voltar ao time na partida contra o Vitória, domingo, em Salvador, depois de cumprir suspensão por ter recebido o terceiro cartão amarelo. Com isso, pode sobrar justamente para Raphael Aguiar, pois César Prates, que é lateral-direito de origem, tem facilidade para jogar também do outro lado. “Mas ainda é cedo para definir quem joga. Teremos a semana inteira para trabalhar e vamos analisar calmamente cada situação”, argumentou Marcelo Oliveira.
A mesma postura cautelosa vale para o gol. Juninho também está livre depois de cumprir suspensão. Mas, como Édson foi bem contra o alvinegro carioca, poderá ser mantido.
Com problemas físicos comuns ao fim de temporada, além de suspensões, Marcelo Oliveira tem sido obrigado a improvisar para conseguir montar o Atlético nos últimos jogos. O que, a princípio, seria problema, tem sido encarado como oportunidade pelos “sacrificados”, que aproveitam para mostrar que podem atuar em mais de uma posição.
É o caso, por exemplo, do atacante Raphael Aguiar, que em três partidas atuou como lateral-esquerdo. “Venho me adaptando à nova função, mas minha posição é atacante. Claro que vale o sacrifício, pois o importante é ajudar o Atlético”, disse o atleta de 20 anos, que atuou no lado esquerdo da defesa no clássico contra o Cruzeiro, quando substituiu o volante Denílson, o Coritiba e o time carioca.
Quem também tem sido improvisado é o zagueiro Nem. Diante do Coxa, ele entrou no lugar do volante Serginho, que se contundiu logo aos 12min de jogo, sendo mantido no meio-campo contra os botafoguenses, se saindo bem em ambas as ocasiões.
Marcelo Oliveira não poupa elogios aos comandados. Para ele, tanto os atletas que estão atuando fora de suas posições como os demais estão de parabéns pelo empenho e espírito de grupo. “Toda improvisação gera preocupação, mas as coisas estão dando certo. Contra o Botafogo, por exemplo, o Nem deu conta do recado, mesmo atuando mais adiantado. O Raphael Aguiar, por sua vez, já provou que pode jogar em mais de uma posição, pois tem facilidade de adaptação. Mas eles também contaram com o apoio dos outros atletas e isso é o mais importante: a união de forças para atingirmos nosso objetivo”, declarou.
SEM PRESSA
Apesar disso, ele vai escalar “especialistas” em cada posição sempre que possível. Assim, o lateral-direito Sheslon, por exemplo, deve voltar ao time na partida contra o Vitória, domingo, em Salvador, depois de cumprir suspensão por ter recebido o terceiro cartão amarelo. Com isso, pode sobrar justamente para Raphael Aguiar, pois César Prates, que é lateral-direito de origem, tem facilidade para jogar também do outro lado. “Mas ainda é cedo para definir quem joga. Teremos a semana inteira para trabalhar e vamos analisar calmamente cada situação”, argumentou Marcelo Oliveira.
A mesma postura cautelosa vale para o gol. Juninho também está livre depois de cumprir suspensão. Mas, como Édson foi bem contra o alvinegro carioca, poderá ser mantido.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Carta de Fábio Koff ao presidente Alexandre Kalil 03/11/2008 | 17:53
Porto Alegre, 03 de novembro de 2008 Ilmo. Sr.Alexandre Kalil Presidente do Clube Atlético Mineiro Prezado Senhor,Não existem grandes clubes sem grandes dirigentes. Sem eles, falecem as vitórias e as glórias das conquistas inesquecíveis. E os melhores dirigentes são aqueles nos quais são fartas as virtudes como paixão, humildade, entusiasmo e liderança. Todas estas qualidades, Presidente Alexandre Kalil, foram sintetizadas em breves frases contidas no seu discurso de posse.Não poderia haver mais inequívoca demonstração de humildade do que “pedir aos atleticanos que me perdoem e tenham pena de mim nas horas dos meus erros”. Nas suas palavras, Presidente, uma lição que recebemos como a reiteração de uma verdade, às vezes esquecida: todos erramos, tentando acertar.Ao declarar que “tudo será feito com a intenção de que seja bem feito”, Vossa Senhoria registrou com a simplicidade própria da sabedoria que o Atlético Mineiro terá no seu novo presidente alguém que não poupará cuidados, atenções e esforços para garantir o espaço, devido por méritos, a uma das mais caras e estimadas instituições esportivas do Brasil.Quando constatou não ser “possível que seja tão difícil, que este clube não seja viável”, Vossa Senhoria ergueu a bandeira da fé, entusiasmo e firme disposição em buscar os resultados pelos quais anseia a imensa nação atleticana. O Atlético é viável, sim.Neste momento, Presidente Alexandre Kalil, cumpre ao Clube dos Treze, entidade que se orgulha em ter o Atlético Mineiro como seu sócio-fundador, declarar confiança plena nas boas ações que Vossa Senhoria saberá implementar ao seu clube.Parabéns e votos de vitoriosa gestão!Atenciosamente Fábio André Koff Presidente do Clube dos 13
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