segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Édson espera ter provocado dúvida em Marcelo Oliveira (03/11)

Édson: 'Eu dei um trevo na cabeça dele'
Rodrigo Fonseca - Portal Uai



Com a suspensão de Juninho, o goleiro Édson ganhou nova chance no Atlético. Com uma boa atuação, ele ajudou o time a conquistar a vitória por 2 a 1 sobre o Botafogo. Agora, Édson espera ter deixado o técnico Marcelo Oliveira pelo menos em dúvida quanto ao titular da camisa 1.
“Eu dei um trevo na cabeça dele. Vamos ver durante a semana. O que ele fizer, temos que respeitar”, disse Édson, em entrevista à Rádio Itatiaia.
O goleiro já teve outras oportunidades no time e não conseguiu se firmar. Bastante contestado por boa parte da torcida, Edson revelou que chegou a pensar em desistir: “É muito complicado. Se eu não tivesse pessoas do meu lado, eu já teria desistido”.
Em junho passado, com a equipe sob o comando de Alexandre Gallo, Édson ganhou a posição de Juninho. Mais uma vez não conseguiu se firmar. Já com Marcelo Oliveira à frente do time, perdeu a vaga. “Eu respeito a opinião do professor Marcelo, mas acho que ele me tirou no momento em que eu estava bem. É a opinião dele e a gente tem que acatar”, disse.
Para recuperar a condição de titular, o goleiro sabe: “É com trabalho que a gente muda as coisas. Não adianta fica falando, retrucando isso ou aquilo”.

Atlético mais tranqüilo, mas sem acomodação (03/11)

Marcelo: 'Temos que nos fortalecer'
Time fica bem próximo de afastar de vez risco de queda, e de assegurar vaga na Sul-Americana. Técnico Marcelo Oliveira não quer saber de relaxamento


De volta à 12ª colocação, posição que mais ocupou no Brasileirão (em 12 das 33 rodadas já disputadas), o Atlético, que foi a 41 pontos depois da vitória por 2 a 1 sobre o Botafogo, ficou muito próximo de alcançar aquele que se tornou seu principal objetivo na reta final da competição: se afastar de vez da ameaça de rebaixamento e evitar um vexame maior no ano do centenário. Pelas contas do técnico Marcelo Oliveira, o Galo precisa somar mais dois dos 15 pontos que ainda estão em disputa para terminar a temporada em paz.
Na matemática, a missão não é complicada. Porém, Marcelo Oliveira não admite acomodação no time depois do triunfo sobre o Botafogo. “A vitória sempre gera tranqüilidade, mas não podemos acomodar, assim também como não podemos nos abater quando ela não vem. Temos que nos fortalecer e tirar proveito dela, tirar ensinamentos”, disse o treinador. Os cinco jogos restantes do Atlético no Brasileirão são: Vitória (fora), Vasco (casa), Sport (f), Santos (c) e Grêmio (f).
Segundo o site Chance de Gol, especialista em estatísticas de futebol, no momento, o Galo tem apenas 2,9% de chances de ser rebaixado à Série B. Para evitar que esse risco cresça nas cinco últimas rodadas, o técnico Marcelo Oliveira vai cobrar dos jogadores mais atenção durante as partidas. O treinador não gostou do erro da equipe no lance que resultou no gol do Botafogo.
“O pior de todos, e que eu vou cobrar dos jogadores, porque não admito, é você estar com a bola, vai bater uma falta e sabe que o adversário sai no contra-ataque com velocidade e técnica. Tem que resguardar atrás, fazer a falta se possível. Uma falta nossa virou gol do Botafogo. Uma desatenção que poderia ter mudado o destino do jogo”, ressaltou Marcelo Oliveira.
Vaga na Sul-Americana
À medida que se distancia da zona da degola, o Galo se aproxima de uma vaga na Copa Sul-Americana. Para isso, o time precisa terminar no máximo em 12º lugar, ou em 13º, caso o Sport figure na zona de classificação ao torneio. Isso porque o time pernambucano já tem vaga assegurada na Libertadores e não pode disputar a outra competição organizada pela Conmebol. Hoje, as chances de classificação do Atlético à Sul-Americana são de 68,4 %, segundo o Chance de Gol

Zagueiro comanda a artilharia atleticana na temporada (03/11)

Leandro Almeida marcou os gols da vitória do Galo sobre o Botafogo por 2 a 1
Rodrigo Fonseca - Portal Uai


Entre os jogadores do atual elenco do Atlético, o zagueiro Leandro Almeida é o que mais gols marcou na temporada 2008: nove. Apenas o meia-atacante Danilinho, que já deixou o clube e defende atualmente o Jaguares de Chiapas (MEX), está a sua frente, com 12 gols.
Leandro Almeida é também um dos artilheiros do Galo no Campeonato Brasileiro. Com os dois gols marcados na vitória por 2 a 1 sobre o Botafogo, ele lidera a lista de goleadores ao lado do meia-atacante Renan Oliveira, ambos com cinco gols.
Em levantamento realizado pela assessoria de imprensa do Atlético, o jogador alcançou outro feito: Leandro Almeida é o zagueiro com maior média de gols na centenária história do clube: 0,171 gol por jogo. Ele já atuou em 70 partidas e marcou 12 gols.
A média de Leandro Almeida é ainda melhor na época de jogador da equipe júnior do Galo. Em 110 jogos, ele balançou as redes adversárias 40 vezes, média de 0,36 gol por partida.
Confira a média de gols dos zagueiros artilheiros do Atlético
Leandro Almeida - 70 jogos - 12 gols - Média: 0,171 Oliveira - 72 Jogos - 8 Gols - Média: 0,111 Cléber - 110 Jogos - 12 Gols - Média: 0,109 André Luiz - 113 Jogos - 9 Gols - Média: 0,079 Marcos - 147 jogos - 11 gols - Média - 0,074 Bueno - 284 jogos - 18 Gols - Média: 0,063 William - 330 jogos - 19 Gols - Média: 0,057 Evandro - 213 Jogos - 12 Gols - Média: 0,056 Batista - 246 Jogos - 12 Gols - Média: 0,048 Luisinho - 537 jogos - 21 Gols - Média: 0,039

Elenco começa a pensar no Vitória nesta terça-feira (03/11)

Rodrigo Fonseca - Portal Uai

A segunda-feira foi de folga no Atlético. Depois do triunfo por 2 a 1 sobre o Botafogo, que encerrou um jejum de sete anos e afastou o time da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro, os jogadores só se reapresentam na tarde desta terça-feira na Cidade do Galo. O próximo compromisso alvinegro é contra o Vitória, domingo, no Barradão, em Salvador, pela 34ª rodada. Para esse jogo, o técnico Marcelo Oliveira poderá contar com as voltas do lateral-direito Sheslon e do goleiro Juninho, que cumpriram suspensão diante do Botafogo. Dos jogadores que estão no departamento médico, o zagueiro Marcos, que trata de pequena lesão no ligamento colateral medial do joelho direito, e o atacante Jael, que reclamou dores abdominais na semana passada, dependem de reavaliação para serem liberados. Seguem fora do time o zagueiro Vinícius (estiramento na região posterior da coxa esquerda) e os volantes Rafael Miranda (estiramento no adutor da coxa direita) e Serginho (rupturas no ligamento cruzado anterior do joelho direito e nos ligamentos laterais).

De volta ao antigo lugar (03/11)

Paulo Galvão - Estado de Minas

Foi sofrido, como reza a tradição do clube, mas o Atlético conseguiu vencer o Botafogo por 2 a 1, ontem, no Mineirão, com dois gols do zagueiro Leandro Almeida e voltou à 12a posição do Campeonato Brasileiro, ficando mais perto de se livrar definitivamente da ameaça de rebaixamento. Para completar, quebrou tabu de mais de sete anos sem bater o time carioca, que o eliminou nas duas últimas Copas do Brasil e estava atravessado na garganta dos atleticanos. O time voltou a vencer depois de três partidas e agora tentará garantir a permanência na elite do futebol nacional jogando fora de casa, contra o Vitória, domingo, em Salvador. Os matemáticos consideram que, com mais três pontos, acabará o risco de um time cair para a Segunda Divisão. O jogo de ontem começou truncado, com os dois times errando muitos passes. Tanto que a primeira conclusão só saiu aos 13min, com Jorge Henrique, do Botafogo, mandando de longe, para fora. Mas no minuto seguinte Carlos só não marcou porque Édson desviou chute no canto. Na cobrança de escanteio, Lucas cabeceou no travessão alvinegro. Mas o Galo chegou ao gol adversário aos 19min, em arrancada sensacional do zagueiro Welton Felipe, desde o meio-campo, só parando ao disputar bola com o goleiro Renan, dentro da área do Botafogo. O árbitro Evandro Rogério Roman deu pênalti, que Leandro Almeida cobrou com categoria para abrir o placar. O gol deu mais tranqüilidade ao alvinegro mineiro. Mesmo com o adversário tentando pressionar, os comandados de Marcelo Oliveira passaram a dominar as ações e a criar chances. Assim, poderiam ter ampliado aos 34min, quando Márcio Araújo fez boa jogada e serviu Marques na área. O xodó bateu em cima de Renan, que desviou pela linha de fundo. Logo a seguir foi a vez de Marques cruzar da esquerda, mas o goleiro botafoguense interceptou quando Castillo se preparava para marcar. Aos 40min, foi a vez de César Prates quase deixar o seu. Ele cobrou falta próxima à meia-lua e acertou a trave esquerda do gol botafoguense. O Botafogo voltou melhor para o segundo tempo e logo aos 2min quase empatou. Carlos Alberto cobrou falta próxima da área e mandou muito perto do gol de Édson, que só acompanhou. O Galo, mesmo tendo dificuldade para sair jogando, conseguiu responder cinco minutos depois, em bom contra-ataque. Márcio Araújo lançou Renan Oliveira, que invadiu a área pela direita e chutou cruzado, mas Renan defendeu. Mas boa defesa mesmo fez Édson, aos 12min, impedindo que chute frontal de Jorge Henrique entrasse no ângulo superior direito. No contra-ataque, logo a seguir, Rodrigo Sá impediu que Márcio Araújo fosse em direção ao gol e, como era o último jogador de linha do Botafogo na jogada, foi expulso. Na hora certa Mas, mesmo com um homem a menos, o time de General Severiano passou a jogar melhor e conseguiu o empate aos 17min. Carlos Alberto aproveitou que a marcação atleticana se confundiu, invadiu a área e teve calma para escolher o melhor momento para marcar com chute forte e certeiro. O Atlético continuou a dar espaço na defesa e aos 22min o Botafogo quase virou. A bola sobrou para Eduardo na entrada da área e ele bateu forte, mas para fora. Mas, como no primeiro tempo, quando os cariocas estavam melhores, os mineiros é que marcaram. Depois de falta cobrada por Petkovic na ponta direita, Leandro Almeida até se abaixou para cabecear e recolocar o Galo em vantagem. A bola ainda bateu na trave antes de entrar. Mas o sofrimento atleticano não terminou aí. O Galo continuou permitindo aos botafoguenses trabalhar jogadas e quase sofreu gol aos 41min, quando a bola bateu no travessão, depois de jogada na direita, e André Luís, pegando o rebote, cabeceou para fora.

Sonho de uma nova era (03/11)

Paulo Galvão - Estado de Minas
Não foi uma apresentação brilhante, mas o Atlético conseguiu o mais importante na atual situação da equipe, vencer. Com os 2 a 1 sobre o Botafogo, domingo, no Mineirão, a equipe alvinegra pode respirar um pouco mais aliviada, pois voltou a se distanciar dos últimos colocados. Ainda não é a salvação definitiva da temida degola, mas certamente uma situação bem mais confortável, coincidindo com o início da nova administração do clube, agora sob responsabilidade de Alexandre Kalil e Daniel Nepomuceno.
Tão logo o árbitro Evandro Rogério Roman apitou o fim da partida, os atleticanos comemoraram bastante, tanto nas cadeiras quanto no gramado. Agora, terão mais tranqüilidade para trabalhar, tentando garantir logo a permanência na Série A do Nacional.
“Sabíamos que enfrentaríamos um adversário difícil de ser batido, que tem jogadores de muita qualidade e que iria exigir bastante da gente. Por isso, depois que fizemos o segundo gol, procuramos tocar a bola, cadenciar o ritmo, pois este resultado é muito importante para o Atlético. Os times da parte de baixo da tabela estavam chegando, mas felizmente voltamos a vencer”, afirmou o armador Renan Oliveira, que procurou organizar o Galo na maioria das oportunidades.
Segundo ele, com a vitória sobre o Botafogo, o alvinegro poderá fazer planos mais ambiciosos para este Brasileiro. “Ganhamos motivação extra para buscar novos resultados. Queremos uma vaga na Copa Sul-Americana. Comemoramos muito o resultado, mas sabemos que temos muito a fazer. Vamos para Salvador (local do jogo contra o Vitória, Domingo) com uma pressão bem menor e em busca de mais três pontos.”
Com apenas 18 anos, Renan Oliveira já sentiu na pele as cobranças da torcida. Mostrando personalidade, não se abateu e acredita que ainda tem muito a dar ao Galo. “Procuro entrar sempre concentrado, pois quero evoluir a cada partida para ajudar o Atlético a conquistar bons resultados”, disse o armador, que garante não pensar em transferência para o exterior no momento, mesmo que haja o interesse natural de clubes de outros países por seu futebol. “Estou concentrado no Atlético. Quero continuar trabalhando firme para sairmos dessa situação, que não é tão confortável, o mais rapidamente possível.”
MOMENTO DE CALMA
Agora, o técnico Marcelo Oliveira terá uma semana para preparar o time. Para o jogo com o Vitória, ele terá as voltas do goleiro Juninho e do lateral-direito Sheslon, que cumpriram suspensão por terem recebido o terceiro cartão amarelo. Existe também a expectativa de contar com o zagueiro Marcos, que trata de contusão no joelho direito.
O treinador, porém, prefere esperar os treinamentos para definir qual formação mandará a campo em Salvador. “Fomos obrigados a fazer muitas improvisações e a tendência é pôr jogadores em suas posições sempre que possível. Mas vamos aguardar um pouco mais antes de tomar qualquer decisão”, disse Marcelo Oliveira.

domingo, 2 de novembro de 2008

Welton Felipe dispara contra botafoguenses Publicada em 2/11/2008 às 19:28


Zagueiro do Atlético-MG afirma que falta humildade para os cariocas


LANCEPRESS!
O zagueiro atleticano Welton Felipe, que sofreu o pênalti convertido por Leandro Almeida, soltou o verbo após a vitória sobre o Botafogo, por 2 a 1, no Mineirão. O defensor disse que existem jogadores na equipe carioca que não têm humildade.
- Foi muito bom ganhar desses arrogantes. Tem muito jogador no Botafogo que não tem humildade e fica falando que o Botafogo é maior que o Atlético, que é uma instituição tão grande quanto. Não vou citar nomes, isso qualquer um percebe quem é. Não foi nessa partida. Nesse jogo eles se comportaram bem, eu digo pelos outros jogos que tivemos contra eles esse ano - disparou Welton.