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O jogo entre Atlético e Vasco, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro, foi antecipado para o dia 12 de novembro (quarta-feira), às 22h, no Mineirão. A partida estava anteriormente marcada para o dia 16. A mudança foi uma solicitação da televisão detentora dos direitos de transmissão. Para esse confronto, o novo presidente do Atlético, Alexandre Kalil, eleito na última quinta-feira, já anunciou a redução no preço dos ingressos. Com o objetivo de reaproximar a torcida do time, Kalil informou que os ingressos para qualquer setor do estádio custarão R$ 5.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
De mãos dadas com a torcida (31/10)
Paulo Galvão - Estado de Minas
Tão logo foi eleito, com 67,24% dos votos, Alexandre Kalil, anunciou a primeira medida como novo presidente do Atlético: levar a torcida alvinegra de volta ao Mineirão. Para isso, prometeu que, no jogo contra o Vasco, em 15 de novembro, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro, vai cobrar o preço único de R$ 5 pelos ingressos, ou metade do que está estipulado, por exemplo, para a partida de domingo, contra o Botafogo, para as cadeiras superiores lateral e central.
“Gostaríamos que já fosse nesse jogo com o Botafogo, mas não há tempo hábil. Mas, para o outro em casa, nossa grande contratação será a torcida. É a grande festa que eu quero de posse. Vamos pôr esta torcida, que apavora os adversários, de novo no clube”, disse Kalil, bastante abraçado por conselheiros e carregado por torcedores que se concentraram em frente à sede de Lourdes. “Ôôô, Kalil voltou, o Kalil voltou, ô”, gritavam. Até integrantes da charanga apareceram.
Emocionado, ele se lembrou do pai, Elias Kalil, presidente do Galo de 1980 a 1985, quando o clube dominou o futebol mineiro e teve destaque nacional. E também fez questão de começar o primeiro discurso como mandatário alvinegro agradecendo aos que o ajudaram a se eleger e a todos os torcedores que o apoiaram.
Kalil, cujo vice é Daniel Nepomuceno, foi eleito com 271 votos, mais que o dobro do segundo colocado, Sérgio Bias Fortes, que teve 130. Itamar Vasconcelos teve um voto e um conselheiro votou nulo. Pregando a união, disse que vai convidar Bias Fortes para integrar a diretoria. “Sei que não é a hora de dar a resposta, mas vamos chamá-lo, pois queremos inundar o Atlético de gente de bem, vamos povoar o clube de boas intenções.”
Sérgio Bias Fortes, filho do ex-presidente Valmir Pereira (1975 a 1979), já havia deixado a sede de Lourdes quando o vencedor discursava. Antes, porém, se mostrou disposto a colaborar. “Antes de tudo sou atleticano e ajudo no que for preciso. E se for preciso cobrar e fiscalizar, também”, disse o candidato, que fez questão de abraçar o concorrente tão logo ele foi anunciado vencedor.
Alexandre Kalil vai comandar o Galo até dezembro de 2011. O clube tem déficit mensal de cerca de R$ 2 milhões e muitas receitas comprometidas com o pagamento de dívidas. Para completar, tem até a semana que vem para quitar os salários, atrasados desde agosto, para não correr o risco de perder os direitos econômicos de atletas.
“Peço a todos os atleticanos que me perdoem, que tenham pena de mim quando eu cometer erros. O que garanto é que vou tentar fazer tudo bem feito. Não é possível que este clube não seja viável”, disse o sucessor de Ziza Valadares, que renunciou ao cargo em 18 de setembro, sendo seguido pelos quatro vice-presidentes.
APRESENTAÇÃO
Antes de ser eleito, Kalil havia afirmado que, pelo menos até o fim do ano, vai acumular o cargo de diretor de futebol. Até porque, justificou, não poderá contratar. Hoje à tarde, ele vai à Cidade do Galo se apresentar aos atletas e membros da comissão técnica.
Ele já começa agora a planejar a próxima temporada. Com poucos recursos financeiros, terá de usar a criatividade para montar uma equipe competitiva.
Tão logo foi eleito, com 67,24% dos votos, Alexandre Kalil, anunciou a primeira medida como novo presidente do Atlético: levar a torcida alvinegra de volta ao Mineirão. Para isso, prometeu que, no jogo contra o Vasco, em 15 de novembro, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro, vai cobrar o preço único de R$ 5 pelos ingressos, ou metade do que está estipulado, por exemplo, para a partida de domingo, contra o Botafogo, para as cadeiras superiores lateral e central.
“Gostaríamos que já fosse nesse jogo com o Botafogo, mas não há tempo hábil. Mas, para o outro em casa, nossa grande contratação será a torcida. É a grande festa que eu quero de posse. Vamos pôr esta torcida, que apavora os adversários, de novo no clube”, disse Kalil, bastante abraçado por conselheiros e carregado por torcedores que se concentraram em frente à sede de Lourdes. “Ôôô, Kalil voltou, o Kalil voltou, ô”, gritavam. Até integrantes da charanga apareceram.
Emocionado, ele se lembrou do pai, Elias Kalil, presidente do Galo de 1980 a 1985, quando o clube dominou o futebol mineiro e teve destaque nacional. E também fez questão de começar o primeiro discurso como mandatário alvinegro agradecendo aos que o ajudaram a se eleger e a todos os torcedores que o apoiaram.
Kalil, cujo vice é Daniel Nepomuceno, foi eleito com 271 votos, mais que o dobro do segundo colocado, Sérgio Bias Fortes, que teve 130. Itamar Vasconcelos teve um voto e um conselheiro votou nulo. Pregando a união, disse que vai convidar Bias Fortes para integrar a diretoria. “Sei que não é a hora de dar a resposta, mas vamos chamá-lo, pois queremos inundar o Atlético de gente de bem, vamos povoar o clube de boas intenções.”
Sérgio Bias Fortes, filho do ex-presidente Valmir Pereira (1975 a 1979), já havia deixado a sede de Lourdes quando o vencedor discursava. Antes, porém, se mostrou disposto a colaborar. “Antes de tudo sou atleticano e ajudo no que for preciso. E se for preciso cobrar e fiscalizar, também”, disse o candidato, que fez questão de abraçar o concorrente tão logo ele foi anunciado vencedor.
Alexandre Kalil vai comandar o Galo até dezembro de 2011. O clube tem déficit mensal de cerca de R$ 2 milhões e muitas receitas comprometidas com o pagamento de dívidas. Para completar, tem até a semana que vem para quitar os salários, atrasados desde agosto, para não correr o risco de perder os direitos econômicos de atletas.
“Peço a todos os atleticanos que me perdoem, que tenham pena de mim quando eu cometer erros. O que garanto é que vou tentar fazer tudo bem feito. Não é possível que este clube não seja viável”, disse o sucessor de Ziza Valadares, que renunciou ao cargo em 18 de setembro, sendo seguido pelos quatro vice-presidentes.
APRESENTAÇÃO
Antes de ser eleito, Kalil havia afirmado que, pelo menos até o fim do ano, vai acumular o cargo de diretor de futebol. Até porque, justificou, não poderá contratar. Hoje à tarde, ele vai à Cidade do Galo se apresentar aos atletas e membros da comissão técnica.
Ele já começa agora a planejar a próxima temporada. Com poucos recursos financeiros, terá de usar a criatividade para montar uma equipe competitiva.
Futsal: sub-20 inicia luta pelo Tri Estadual 31/10/2008 | 10:48
Da Assessoria de Imprensa
Em busca do Tricampeonato, a equipe Sub-20 do Atlético / Recreativo / Cia. Athlética inicia, neste sábado (01), sua participação no Estadual da categoria. A estréia será contra o Praia Clube, às 16h, em Uberlândia. A delegação viaja para o triângulo mineiro às 13h desta sexta-feira (31).
Além de Atlético e Praia, o V & M Minas também disputa o título. A competição será disputada em turno e returno. Os demais jogos do Galo ainda terão local, data e horário definidos.
Delegação:
Coordenador: José Raimundo
Técnico: Bernardo Queiroz
Massagista: Anderson Gênio
Atletas: Rennan, Cleber, Lorran, Juninho, Thiago, Muller, André, Macedo, Pedrinho, Thales, Paulinho e Gabriel
Em busca do Tricampeonato, a equipe Sub-20 do Atlético / Recreativo / Cia. Athlética inicia, neste sábado (01), sua participação no Estadual da categoria. A estréia será contra o Praia Clube, às 16h, em Uberlândia. A delegação viaja para o triângulo mineiro às 13h desta sexta-feira (31).
Além de Atlético e Praia, o V & M Minas também disputa o título. A competição será disputada em turno e returno. Os demais jogos do Galo ainda terão local, data e horário definidos.
Delegação:
Coordenador: José Raimundo
Técnico: Bernardo Queiroz
Massagista: Anderson Gênio
Atletas: Rennan, Cleber, Lorran, Juninho, Thiago, Muller, André, Macedo, Pedrinho, Thales, Paulinho e Gabriel
Enquanto isso, Marcelo sofre (31/10)
Estado de Minas
Tranqüilidade é coisa que o técnico Marcelo Oliveira não teve desde que assumiu o cargo, em 1º de agosto. Não bastasse a crise política do Galo, que chegou ao auge com a renúncia do presidente Ziza Valadares, em setembro, ele encarou toda sorte de problemas. Nas 18 partidas em que dirigiu o time, poucas vezes conseguiu repetir a escalação, por causa de contusões, suspensões, indisciplinas ou a falta de qualidade técnica que o levava a tentar mudanças para melhorar o rendimento.
A última vez que a equipe de um jogo foi mantida no seguinte foi em setembro, no empate por 1 a 1 com o São Paulo, dia 3, no Mineirão, e na derrota por 3 a 2 para o Ipatinga, 10 dias depois, no Ipatingão. Nos sete jogos seguintes, foram sete formações diferentes. Na derrota por 2 a 1 para o Coritiba, quarta-feira à noite, no Couto Pereira, por exemplo, o Atlético teve nada menos do que seis desfalques: os zagueiros Marcos e Vinícius, o volante Rafael Miranda e os atacantes Jael e Marques, contundidos, além do lateral César Prates, suspenso. Sem contar o volante Francis e o lateral-esquerdo Paulo Rodrigues, aos cuidados do departamento médico.
Para o jogo contra o Botafogo, domingo, no Mineirão, Marcelo terá de mexer pelo menos em duas posições. O goleiro Juninho e o lateral-direito Sheslon receberam o terceiro cartão amarelo em Curitiba e estão suspensos. O volante Serginho, que sofreu entorse no joelho direito no primeiro tempo, é problema – terá sua situação definida hoje. “Estou trabalhando com efeito, a causa é outra. Nosso grupo é um pouco desequilibrado. Tive de pôr um zagueiro para atuar como volante contra o Coritiba e isso certamente não é o ideal”, observa o treinador.
Ele não poupa elogios ao volante que se contundiu: “Serginho é um jogador importantíssimo no nosso atual contexto. Vem crescendo de produção, marca bem, sai para o jogo... Infelizmente, ele se machucou prematuramente e nos fez falta”. Marcelo sabe que terá dificuldades se o jogador for mesmo vetado. Rafael Miranda não tem a menor chance de voltar agora. A opção passa a ser Denílson, mas o ex-júnior está em baixa, depois de não se ter saído bem no clássico contra o Cruzeiro, no qual foi substituído no intervalo.
Dos que não puderam atuar na capital paranaense, o único com retorno garantido é César Prates. Marques, com dor no joelho direito, e Marcos, com entorse no mesmo local, permanecem em tratamento, serão reavaliados hoje e têm boa chance de jogar.
VENDA ANTECIPADA
Os ingressos para a partida contra o Botafogo já estão à venda, das 9h às 17h, na sede de Lourdes, Vila Olímpica, Labareda, Lojas Class Club Buritis e Sion e Loja do Galo Betim. Cadeiras superior central e lateral: R$ 10; cadeira especial: R$ 30. Menores de 12 anos, maiores de 60 e estudantes pagam a metade.
Tranqüilidade é coisa que o técnico Marcelo Oliveira não teve desde que assumiu o cargo, em 1º de agosto. Não bastasse a crise política do Galo, que chegou ao auge com a renúncia do presidente Ziza Valadares, em setembro, ele encarou toda sorte de problemas. Nas 18 partidas em que dirigiu o time, poucas vezes conseguiu repetir a escalação, por causa de contusões, suspensões, indisciplinas ou a falta de qualidade técnica que o levava a tentar mudanças para melhorar o rendimento.
A última vez que a equipe de um jogo foi mantida no seguinte foi em setembro, no empate por 1 a 1 com o São Paulo, dia 3, no Mineirão, e na derrota por 3 a 2 para o Ipatinga, 10 dias depois, no Ipatingão. Nos sete jogos seguintes, foram sete formações diferentes. Na derrota por 2 a 1 para o Coritiba, quarta-feira à noite, no Couto Pereira, por exemplo, o Atlético teve nada menos do que seis desfalques: os zagueiros Marcos e Vinícius, o volante Rafael Miranda e os atacantes Jael e Marques, contundidos, além do lateral César Prates, suspenso. Sem contar o volante Francis e o lateral-esquerdo Paulo Rodrigues, aos cuidados do departamento médico.
Para o jogo contra o Botafogo, domingo, no Mineirão, Marcelo terá de mexer pelo menos em duas posições. O goleiro Juninho e o lateral-direito Sheslon receberam o terceiro cartão amarelo em Curitiba e estão suspensos. O volante Serginho, que sofreu entorse no joelho direito no primeiro tempo, é problema – terá sua situação definida hoje. “Estou trabalhando com efeito, a causa é outra. Nosso grupo é um pouco desequilibrado. Tive de pôr um zagueiro para atuar como volante contra o Coritiba e isso certamente não é o ideal”, observa o treinador.
Ele não poupa elogios ao volante que se contundiu: “Serginho é um jogador importantíssimo no nosso atual contexto. Vem crescendo de produção, marca bem, sai para o jogo... Infelizmente, ele se machucou prematuramente e nos fez falta”. Marcelo sabe que terá dificuldades se o jogador for mesmo vetado. Rafael Miranda não tem a menor chance de voltar agora. A opção passa a ser Denílson, mas o ex-júnior está em baixa, depois de não se ter saído bem no clássico contra o Cruzeiro, no qual foi substituído no intervalo.
Dos que não puderam atuar na capital paranaense, o único com retorno garantido é César Prates. Marques, com dor no joelho direito, e Marcos, com entorse no mesmo local, permanecem em tratamento, serão reavaliados hoje e têm boa chance de jogar.
VENDA ANTECIPADA
Os ingressos para a partida contra o Botafogo já estão à venda, das 9h às 17h, na sede de Lourdes, Vila Olímpica, Labareda, Lojas Class Club Buritis e Sion e Loja do Galo Betim. Cadeiras superior central e lateral: R$ 10; cadeira especial: R$ 30. Menores de 12 anos, maiores de 60 e estudantes pagam a metade.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Alexandre Kalil é eleito e aposta no futebol (30/10)
Alexandre Kalil recebeu 271 votosCom 271 votos, conselheiro assume a presidência com o desafio de organizar as finanças e armar uma equipe vencedora
Alexandre Kalil, 49 anos, empresário, ex-presidente do Conselho Deliberativo do clube, ex-diretor de futebol e filho do ex-presidente Elias Kalil (1980 a 1985), é o novo mandatário do Atlético. Ele foi eleito nesta quinta-feira em eleição realizada na sede de Lourdes, em clima de tranqüilidade. Kalil recebeu 271 votos dos conselheiros, contra 130 para Sérgio Bias Fortes e apenas um para Itamar Vasconcellos. Houve um voto nulo. Compareceram 403 dos 474 conselheiros com direito a voto.
Logo após o resultado da eleição, o vencedor tomou posse para um mandato até o dia 31 de dezembro de 2011. Alexandre Kalil vai substituir Ziza Valadares, que não suportou a pressão e renunciou no dia 18 de setembro passado, seguido por seus quatro vice-presidentes.
O principal desafio do eleito será organizar as finanças e armar uma equipe vencedora. Para Kalil, o melhor caminho é justamente apostar no futebol.
As dívidas do Atlético ultrapassam R$ 200 milhões. O clube tem um déficit mensal de R$ 2 milhões. De cara uma grande dor de cabeça: o clube caminha para três meses de salários atrasados, período que se for completado, no final da próxima semana, pode resultar na saída de jogadores via Justiça do Trabalho.
Logo após o resultado da eleição, o vencedor tomou posse para um mandato até o dia 31 de dezembro de 2011. Alexandre Kalil vai substituir Ziza Valadares, que não suportou a pressão e renunciou no dia 18 de setembro passado, seguido por seus quatro vice-presidentes.
O principal desafio do eleito será organizar as finanças e armar uma equipe vencedora. Para Kalil, o melhor caminho é justamente apostar no futebol.
As dívidas do Atlético ultrapassam R$ 200 milhões. O clube tem um déficit mensal de R$ 2 milhões. De cara uma grande dor de cabeça: o clube caminha para três meses de salários atrasados, período que se for completado, no final da próxima semana, pode resultar na saída de jogadores via Justiça do Trabalho.
Kalil assume e anuncia 'contratação' da torcida (30/10)
Alexandre Kalil beija a foto de seu pai que está na galeria de ex-presidentes do Atlético
Ao deixar a sede, Alexandre Kalil foi carregado pelos torcedores do Atlético
Após vencer as eleições, novo presidente do Atlético diz que primeiro ato será reaproximar os torcedores do time de futebol
Eleito presidente do Atlético, Alexandre Kalil anunciou sua primeira ‘contratação’: a torcida. Ele pretende promover a reaproximação dos torcedores, afastados do time depois de tantos fracassos. Para isso, ele informou que os ingressos para o jogo contra o Vasco, dia 16 de novembro, pelo Campeonato Brasileiro, custarão R$ 5 em qualquer setor do Mineirão.
“A minha grande contratação, a partir desse momento, é a torcida do Atlético. O próximo jogo do Atlético, sem contar o Botafogo, pois a venda de ingressos já começou, vai ser a minha a minha posse. São cinco reais em qualquer lugar do estádio. É a grande festa que eu quero de posse. Vamos fazer essa a grande contratação no centenário. Vamos colocar essa torcida, que apavora os adversários, dentro do clube”, disse.
Dezenas de torcedores fizeram muita festa na porta da sede do Galo com o resultado das eleições. Ao deixar o local, Alexandre Kalil furou a barreira de isolamento para cumprimentar os torcedores. Acabou carregado pelos atleticanos. “Eu não sabia desse carinho maciço. Valeu a pena!”, disse.
Convite e intenções
No seu discurso de posse, Kalil revelou que irá convidar Sérgio Bias Fortes, seu principal adversários nas eleições, para fazer parte da diretoria. “Quero anunciar, e agora não preciso ser demagogo, e que irei convidar o Sérgio Bias Fortes para fazer parte da nossa diretoria. Sei que não é a hora da resposta, mas digo que vamos inundar o Atlético de gente de bem, vamos povoar o Atlético de boas intenções. Vamos restaurar a alegria de entrar nessa sede”.
Os desafios são muitos. O principal deles é montar um time de futebol competitivo em meio à crise financeira do clube, que deve mais de R$ 200 milhões e tem um déficit mensal de R$ 2 milhões. De imediato, Alexandre Kalil terá de evitar que o Atlético complete, no final da próxima semana, três meses de salários atrasados, situação que pode resultar na saída de jogadores via Justiça do Trabalho.
Kalil sabe que não será fácil: “Quero, na maior humildade, pedir a todos os atleticanos que me perdoem, me desculpem, que tenham pena de mim nas horas dos meus erros. Agora, eu garanto que tudo que será feito terá a cara de tentar se fazer o bem-feito. Não é possível que isso seja tão difícil. Não é possível que esse clube não seja viável”, disse.
Filho do ex-presidente Elias Kalil, que comandou o clube de 1980 a 1985, Alexandre espera seguir os passos do pai. Em sua gestão, o Galo dominou o futebol mineiro e fez grandes campanhas no Campeonato Brasileiro. “Que meu pai, que está lá no céu me olhando, me dê um terço da inteligência e da sabedoria dele”, disse.
Alexandre Kalil vai substituir Ziza Valadares, que não suportou a pressão e renunciou no dia 18 de setembro passado, seguido por seus quatro vice-presidentes. Nas eleições desta quinta-feira, Kalil recebeu 271 votos dos conselheiros, contra 130 para Sérgio Bias Fortes e apenas um para Itamar Vasconcellos. Houve um voto nulo. Compareceram 403 dos 474 conselheiros com direito a voto. O mandato de Kalil irá até 31 de dezembro de 2011. Seu vice-presidente é Daniel Diniz Nepomuceno.
“A minha grande contratação, a partir desse momento, é a torcida do Atlético. O próximo jogo do Atlético, sem contar o Botafogo, pois a venda de ingressos já começou, vai ser a minha a minha posse. São cinco reais em qualquer lugar do estádio. É a grande festa que eu quero de posse. Vamos fazer essa a grande contratação no centenário. Vamos colocar essa torcida, que apavora os adversários, dentro do clube”, disse.
Dezenas de torcedores fizeram muita festa na porta da sede do Galo com o resultado das eleições. Ao deixar o local, Alexandre Kalil furou a barreira de isolamento para cumprimentar os torcedores. Acabou carregado pelos atleticanos. “Eu não sabia desse carinho maciço. Valeu a pena!”, disse.
Convite e intenções
No seu discurso de posse, Kalil revelou que irá convidar Sérgio Bias Fortes, seu principal adversários nas eleições, para fazer parte da diretoria. “Quero anunciar, e agora não preciso ser demagogo, e que irei convidar o Sérgio Bias Fortes para fazer parte da nossa diretoria. Sei que não é a hora da resposta, mas digo que vamos inundar o Atlético de gente de bem, vamos povoar o Atlético de boas intenções. Vamos restaurar a alegria de entrar nessa sede”.
Os desafios são muitos. O principal deles é montar um time de futebol competitivo em meio à crise financeira do clube, que deve mais de R$ 200 milhões e tem um déficit mensal de R$ 2 milhões. De imediato, Alexandre Kalil terá de evitar que o Atlético complete, no final da próxima semana, três meses de salários atrasados, situação que pode resultar na saída de jogadores via Justiça do Trabalho.
Kalil sabe que não será fácil: “Quero, na maior humildade, pedir a todos os atleticanos que me perdoem, me desculpem, que tenham pena de mim nas horas dos meus erros. Agora, eu garanto que tudo que será feito terá a cara de tentar se fazer o bem-feito. Não é possível que isso seja tão difícil. Não é possível que esse clube não seja viável”, disse.
Filho do ex-presidente Elias Kalil, que comandou o clube de 1980 a 1985, Alexandre espera seguir os passos do pai. Em sua gestão, o Galo dominou o futebol mineiro e fez grandes campanhas no Campeonato Brasileiro. “Que meu pai, que está lá no céu me olhando, me dê um terço da inteligência e da sabedoria dele”, disse.
Alexandre Kalil vai substituir Ziza Valadares, que não suportou a pressão e renunciou no dia 18 de setembro passado, seguido por seus quatro vice-presidentes. Nas eleições desta quinta-feira, Kalil recebeu 271 votos dos conselheiros, contra 130 para Sérgio Bias Fortes e apenas um para Itamar Vasconcellos. Houve um voto nulo. Compareceram 403 dos 474 conselheiros com direito a voto. O mandato de Kalil irá até 31 de dezembro de 2011. Seu vice-presidente é Daniel Diniz Nepomuceno.
Atlético x Botafogo terá arbitragem paranaense 30/10/2008 | 16:10
Da Assessoria de Imprensa O árbitro Evandro Rogério Roman (Fifa-PR) apitará a partida entre Atlético e Botafogo, a ser realizada no próximo domingo (2), às 17h, no Mineirão. A escala da 33ª rodada do Campeonato Brasileiro foi divulgada na tarde desta quinta-feira (30) pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Ednilson Corona (FIFA-SP) e Gilson Bento Coutinho (PR) serão os auxiliares, enquanto Renato Cardoso da Conceição (MG) será o quarto árbitro.
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